segunda-feira, 9 de outubro de 2006

O Alckmin vai vender a Amazônia ???

Alckmin gosta de privatizar coisas. Gosta de vender empresas públicas lucrativas, inclusive acabou de privatizar uma empresa pública de transmissão de energia em São Paulo. Se Alckmin vencer as eleições, corremos o risco dele aceitar uma outra proposta. Aquela feita pelo governo inglês para privatizar a Amazônia, ou seja, o "picolé de Chuchu", que adora vender o patrimônio público, vai querer vender a Amazônia para o gringos, pois afinal eles venderam a Vale do Rio Doce e outras empresas importantes para o Brasil.

Enfim, votar em Alckmin significa votar no neoliberalismo, na ALCA e na privatização de empresas públicas (Banco do Brasil, Petrobrás, Correios, etc).

É importante assinalar ainda que Alckmin é excessivamente hipócrita e fingido. Ele faz muito bem o papel do macaco que senta em cima do próprio rabo para falar mal do rabo do outros. As máfias (sanguessugas, vampiros, mensalão, etc) começaram, ou seja, foram estruturadas no governo tucano. Contudo, no governo FHC nada foi descoberto e jamais seria, pois todos faziam parte da máfia.

Governo inglês divulga plano para privatizar a Amazônia

Data: 3/10/2006 - Fonte: Folha de S.Paulo

O governo inglês, por meio de David Miliband, secretário de Meio Ambiente britânico, divulgou na semana passada no México um plano para transformar a floresta amazônica em uma grande área privada. O anúncio foi feito em um encontro realizado na cidade de Monterrey, segundo informou o jornal "Daily Telegraph". O evento reuniu os governos dos 20 países mais poluidores do mundo.

A proposta inglesa, que conta com o aval do primeiro-ministro Tony Blair, visa a proteger a floresta, segundo Miliband. O próprio político admitiu que a idéia está em seu estágio inicial e que será preciso discutir as questões de soberania da região com o Brasil. O plano prevê que uma grande área da Amazônia passaria a ser administrada por um consórcio internacional. Grupos ou mesmo pessoas físicas poderiam então comprar árvores da floresta..

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Mendonça de Barros, guru econômico do Alckmin, defende a privatização da Petrobras

Folha de São Paulo - Eduardo Cucolo

O ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros defendeu, em palestra na Abamec, em São Paulo, a privatização da Petrobras.

"O governo já deveria pensar na privatização da Petrobras, seguindo a mesma lógica adotada no sistema Telebrás", afirmou Mendonça de Barros.

Segundo o economista, os problemas energéticos do país foram causados pelo grupo que controlou o Ministério de Minas e Energia nos últimos anos.

"Esse setor ficou muito tempo na mão do grupo do ACM (senador Antonio Carlos Magalhães, do PFL-BA), e eles não resolveram nada. Agora será necessário encontrar um Sérgio Motta para resolver essa crise", disse Mendonça de Barros, em alusão ao ex-ministro das Comunicações morto em 98.

Mendonça de Barros também criticou a falta de política industrial da equipe econômica do governo federal..

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Guru econômico de Alckmin defende a privatização da Petrobras

Por Claudio Gonzales/Vermelho.org [4/10/2006]

O ex-ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso, o empresário e economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, é um dos principais articuladores do programa de governo do candidato à presidência, Geraldo Alckmin (PSDB). No programa, não consta abertamente a proposta de venda da Petrobras para o capital privado, mas três itens do documento indicam, com outras palavras, que o rumo a ser adotado, no caso de improvável vitória da direita, será mesmo o da privatização.

No capítulo sobre política energética, o programa de governo de Geraldo Alckmin diz que o tucano irá ´´Estabelecer parcerias com a iniciativa privada para o crescimento do setor (de energia)´´; ´´Incentivar a participação da iniciativa privada em companhias de distribuição de gás natural´´ e ´´Incentivar a entrada de novos agentes no mercado de refino e transporte de petróleo e gás natural´´.

Apesar de no programa dos tucanos a proposta de privatização ter sido disfarçada, Mendonça de Barros já deu diversas declarações à imprensa defendendo abertamente a entrega do maior patrimônio público do país.

No final do governo Fernando Henrique, Barros participou de uma palestra na Abamec, em São Paulo, onde disse com todas as letras que ´´O governo já deveria pensar na privatização da Petrobras, seguindo a mesma lógica adotada no sistema Telebrás´´.

Segundo o economista, os graves problemas energéticos enfrentados pelo país na época foram causados pelo grupo que controlou o Ministério de Minas e Energia nos últimos anos do governo tucano.

´´Esse setor ficou muito tempo na mão do grupo do ACM (senador Antonio Carlos Magalhães, do PFL-BA), e eles não resolveram nada´´, disse Mendonça de Barros na ocasião.

Recentemente, em uma nova declaração, desta vez para a revista Exame, Mendonça de Barros voltou a defender a privatização da maior e mais lucrativa empresa estatal da América Latina.

Perguntado sobre o que deveria ser privatizado, Mendonça de Barros afirmou: ´´Há muita coisa ainda, como os serviços portuários, as estradas de rodagem, o setor elétrico, a Petrobras´´.

Questionado se a privatização da Petrobras não seria extremamente polêmica, o guru econômico de Geraldo Alckmin deu a seguinte resposta: ´´Sem dúvida. Ainda não tenho opinião formada sobre o assunto, mas se eu estivesse no próximo governo, trabalharia forte na privatização da Petrobras. Esse não é um projeto simples. Tem de ser muito bem estudado, muito bem planejado. Mas acho que deveríamos quebrar esse monopólio que hoje não se justifica. Privatizar ou não é uma questão que tem de ser avaliada de maneira objetiva, não ideológica. Não tenho nada contra a empresa pública, mas quando a empresa pública não tem mais razão de existir, ela precisa ser extinta, e o negócio, vendido para a iniciativa privada´´.

E não é apenas Mendonça de Barros que fala abertamente em retomar as privatizações. O próprio candidato tucano declarou em entrevista concedida ao jornal O Globo (15 de janeiro de 2006), que pretende retomar a política de privatizações implementada pelo governo FHC, Alckmin citou os bancos estaduais entre suas prioridades. ´´A maioria já foi privatizada, mas deveriam ser todos. Tem muita coisa que se pode avançar. Susep, sistema de seguros, tem muita coisa que se pode privatizar´´, respondeu. Perguntado se os Correios estariam nesta lista de empresas privatizáveis, o governador paulista foi mais cauteloso, mas não descartou a possibilidade. ´´Correios acho que teria que amadurecer um pouco. Tem muita coisa que não precisa privatizar´´, afirmou sem especificar quais. E, além das privatizações, acrescentou que pretende valorizar as parcerias público-privadas em um eventual governo tucano.

Em São Paulo, no período em que o PSDB foi governo, Alckmin comandou uma grande onda de privatizações de empresas públicas que fragilizou a economia do estado.

Segundo analistas políticos, além da Petrobras e dos Correios, também estão na mira dos tucanos os dois grande bancos públicos federais: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Todas estas estatais (Correios, Petrobras, BB e Caixa) são empresass públicas altamente lucrativas, com alto grau de investimento em setores sociais, culturais, esportivos e educacionais e são exemplos internacionais de gestão e competência em suas respectivas áreas de atuação..

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O plano do PSDB para privatizar a Petrobrás

Dia 11.03.99 - Discurso sobre a privatização da Petrobrás - Senado Brasileiro

O SR. PRESIDENTE (Antonio Carlos Magalhães) - Com a palavra o Senador Antonio Carlos Valadares.

O SR. ANTONIO CARLOS VALADARES (Bloco/PSB-SE. Para uma comunicação inadiável. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, no ano de 1995, no primeiro mandato do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o então Presidente do Senado, Senador José Sarney, recebeu uma carta do Chefe da Nação, assumindo o compromisso de que a Petrobrás, em nenhuma hipótese, seria objeto de privatização.

O Governo assumiu, então, os seguintes compromissos:

1 - que a Petrobrás não será passível de privatização;

2 - que a União não contratará empresas para pesquisa e lavra em áreas que tenham produção já estabelecida pela Petrobrás, áreas essas em que permanecerão observadas as normas do novo modelo com a citada companhia estatal;

3 - que nas licitações para concessão de pesquisa e lavra, no caso de igualdade das propostas apresentadas, seja assegurado à Petrobrás o direito de preferência nas contratações.

Esse é um documento histórico, que nasceu em decorrência de uma discussão surgida no âmbito do Senado quando do andamento da Proposta de Emenda Constitucional nº 06, que quebrava o monopólio do petróleo. O Presidente da República assumiu esse compromisso; no entanto, apesar de dizer publicamente, como ocorreu na semana passada, que não é sua intenção fazer a privatização da Petrobrás, também afirmou, conforme publicado no Estado de S.Paulo, que não descarta a possibilidade de, no futuro, depois de feitos os estudos e se o País achar que é bom, as estatais serem vendidas. Sua Excelência referia-se, naturalmente, não só à Petrobrás, mas também ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal, e falava não em privatização, mas num eufemismo chamado "racionalização", para adaptar a empresa aos novos tempos, ou seja, à venda das subsidiárias da Petrobrás. A mais importante delas, na nossa opinião, é a BR Distribuidora.

Para fazer seus altos investimentos em pesquisa, prospecção, exploração e refino, a Petrobrás precisa de receita. Assim, a venda das suas subsidiárias será o começo da privatização intencionada pelo Governo. Aliás, Sr. Presidente, o Jornal do Brasil publica um artigo que retrata esta nossa preocupação, citando as seguintes estratégias:

1 - reduzir o poder de ação da Petrobrás, diminuindo seu orçamento de investimento, em 1999, de U$5 bilhões para U$2 bilhões;

2 - suspender e impedir novas parcerias da Petrobrás com empresas, nacionais ou estrangeiras, para exploração e produção de campos de petróleo;

3 - extinguir a parceria com o Grupo Odebrecht para a construção do Pólo Petroquímico de Paulínia, em São Paulo, e de outros projetos;

4 - cancelar áreas de exploração concedidas à Petrobrás e devolvê-las à Agência Nacional do Petróleo;

5- interromper o programa da Petrobrás de reparos de navios ou de sua adaptação para plataformas de petróleo, no Rio de Janeiro;

6 - eliminar da mídia as campanhas publicitárias que enaltecem as conquistas tecnológicas e operacionais da Petrobrás;

7 - desmantelar o Cenpes, consagrado centro de pesquisas, que possibilitou à Petrobrás tornar-se líder mundial na exploração petrolífera em águas profundas;

8 - começar a privatização pela venda das refinarias, dos dutos e da BR Distribuidora, o setor mais rentável da cadeia produtiva de petróleo;

9 - colocar por preço vil a venda de 31,27% das ações que excedem as necessárias para que a União assegure o controle acionário da estatal, protelando a sua venda, que poderia ter sido realizada antes da crise da Rússia, quando o mercado acionário era mais favorável para a colocação de um vultoso lote de títulos, cujo preço chegou então a ser estimado entre US$ 5bilhões e US$ 6 bilhões;

10 - finalmente; solicitar ao Congresso autorização legal para vender os 51% de ações do controle acionário, para liqüidar de vez a Petrobrás.

Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, estou fazendo esta comunicação inadiável para manifestar a preocupação do Bloco de Oposições ante as declarações do Presidente da República e as ações que estão sendo desencadeadas no sentido de enfraquecer a nossa maior empresa. A venda das subsidiárias implica redução profunda das receitas da nossa grande estatal, a Petrobrás. Com seu enfraquecimento, sem poder competir no mercado nacional e internacional, no futuro ela será, fatalmente, objeto de leilão para venda.

Eram essas as minhas palavras, Sr. Presidente.

Obrigado..

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Política tucana de privatizações

Jornal do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas...

Uma das grandes diferenças entre o governo Lula e o governo tucano é o tratamento dado ao Estado em geral e ao serviço público em particular. Enquanto o PSDB preocupa-se em reduzir o quadro dos servidores da administração pública federal por meio de uma política de terceirização, o governo Lula promoveu o fortalecimento dos cargos públicos por meio de processo seletivo.

A redução da força de trabalho no Executivo, no período de 1996 a 2002, foi de 18%. Isso implicou o corte de 98.025 postos de trabalho no Executivo Federal Civil. Com a política de terceirização, o governo elevou os gastos com locação de mão-de-obra de R$ 363 milhões em 1998 para R$ 656 milhões em 2002.

Outra política ainda não esclarecida são as privatizações. Entre as antigas estatais, há a Companhia da Vale do Rio Doce (CVRD). De acordo com o processo de privatização da mineradora, a determinação do preço mínimo para a compra da estatal seria feita com base no “fluxo de caixa operacional”, ou seja, o valor seria determinado pelo que havia no fluxo de caixa da empresa. Portanto, foram desconsideradas jazidas minerais que ainda não haviam sido descobertas, além das recentemente descobertas.

Este ano, a mineradora apresentou o segundo maior lucro entre as empresas brasileiras de capital aberto (R$ 6,09 bilhões). A primeira foi a Petrobras, estatal que o governo FHC tentou privatizar.

Além de empresas de mineração, os governos tucanos privatizaram estatais dos setores petroquímico, elétrico, ferroviário, metroviário, marítimo, saneamento, telecomunicações e financeiro. Em 2003, mais de 200 parlamentares assinaram requerimento de CPI para investigar as privatizações no período de 1995 a 2002. No entanto, somente em janeiro deste ano foi possível convocar a instalação da CPI. Mesmo assim, líderes tucanos declararam no começo deste ano que não era hora de instalar a CPI da Privatização porque o momento oportuno já havia passado.

Em São Paulo, os tucanos continuam promovendo privatizações. Em junho deste ano, o governo paulista privatizou a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Metroviários do Estado cruzaram os braços em julho contra a privatização da linha 4 do Metrô. .

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Alerta geral - Eles estão tentando voltar, disfarçados de Chuchu!!!

A Bolsa de Valores de São Paulo acaba de revelar, em sua última avaliação, que entre as dez maiores empresas em valor de mercado estão duas (ainda!) estatais brasileiras.

Segundo o Ibovespa (Índice da Bolsa de Valores de São Paulo), a maior de todas é a Petrobras, cujo valor de mercado é de 214 bilhões e 650 milhões de reais. A outra é o Banco do Brasil, avaliado em 40 bilhões e 811 milhões de reais.

É importante lembrar que tanto a Petrobras como o Banco do Brasil constavam do famigerado plano de privatização (ou piratatização, como bem denominou o jornalista Helio Fernandes na Tribuna da Imprensa) do governo PSDB/PFL, sob o comando do entreguista Fernando Henrique Cardoso. É oportuno recordar que a ex-estatal Vale do Rio Doce, que aparece na avaliação da Bolsa com valor de mercado de 122 bilhões e 698 milhões de reais, foi “piratizada” em 1997 pela ninharia de 3,5 bilhões de reais!

Muitas outras empresas estatais como a Companhia Siderúrgica Nacional, a Usiminas, a Cia Nacional de Álcalis e a Embratel foram vendidas a preço de banana, acarretando prejuízos acumulados de bilhões e bilhões de reais, duzentas vezes mais que todos os desvios dos mensalões e sanguessugas juntos.

Desgraçadamente, na época da privataria o congresso era dominado pelo PSDB/PFL e todas as tentativas de se abrir uma CPI para investigar as privatizações foram abafadas, não se sabe a que preço. Com a vitória de Lula em 2002, cessou definitivamente a política de entrega e dilapidação do patrimônio do povo brasileiro.

Mas atenção, companheiros, alerta geral!

Eles estão tentando voltar, disfarçados de Chuchu!!!

Fonte: Federação dos Químicos

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