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sábado, 31 de maio de 2008

Participação popular e Direitos Humanos
Há uma ligação direta entre participação popular e Direitos Humanos. Esta ligação se evidencia quando observamos que as nações democráticas possuem um maior índice de aprovação e respeito aos Direitos Humanos do que nações onde não há Democracia.

Isto porque o desrepeito generalizado dos Direitos Humanos anda de mãos dadas com o autoritarismo/totalitarismo e com a dominação imposta por uma minoria sobre uma maioria. Autoritarismo que pode ser cristalino, como em uma ditadura, ou camuflado em instituições e órgãos públicos como no caso da Democracia Representativa.

Inclusive, a Democracia Representativa é uma forma light de autoritarismo. É uma espécie de autoritarismo com um "suposto"consentimento popular. Logo, as Democracias Representativas inibem, como mostrou a decisão do STF, a expansão e a efetivação de alguns, ou muitos, Direitos Humanos. Estas Democracias só deixam passar os Direitos Humanos que não põe em risco a perpetuação do sistema de dominação, que mantám a classe hegemônica no poder e no controle das instituições.

E, os demais Direitos Humanos, quando emperram decisões ou interesses dos grupos dominantes que controlam a Democracia Representativa, como ocorreu no caso do STF, simplesmente afastam a regra, criando categorias de pessoas/grupos inviáveis ou inimigos. Fetos inviáveis podem ser exterminados. Inimigos podem ter seus Direitos Humanos relativizados ou retirados, como no caso do Direito Penal do Inimigo.

A Democracia Representativa inibe os Direitos Humanos porque quando uma decisão de grande relevância pública paira nas mãos de um pequeno grupo, certamente, prevalecerá, como prevaleceu no STF, a visão pessoal e particular deste pequeno grupo. Visão que, muitas vezes, considera apenas interesses e desejos privados, interesses e desejos da classe a que pertencem, dos grupos dos quais fazem parte, desconsiderando os interesses e a vontade geral ou das novas gerações.

A decisão do STF, na minha perspectiva, deslegitima este Tribunal, pois nenhum Tribunal, seja de que instância for, não possui capacidade para autorizar o extermínio de vidas indefesas. Se os embriões falassem e pudessem se defender, certamente, não teriam sido condenados. Como não falam e nem podem se defender, foram considerados coisas e matéria-prima para a ciência produzir medicamentos.

Dizem que isto é diferente das leis e dos Tribunais de Hitler. Dizem que fazer sabão com corpos humanos, como faziam na Alemanha Nazista, é diferente de usar fetos humanos para fazer medicamentos. Eu não vejo diferença. Vejo o mesmo mal. Porém este mal, na Alemanha Nazista, era mais evidente e mais corajoso. Não hesitava em mostrar a cara. Aqui entre nós, o mal é mais ardiloso, mais dissimulado. Ele tenta se cobrir de legitimidade e legalidade, tenta passar despercebido nos métodos da ciência, como pesquisa científica, como lei, como interpretação do STF.

O mal é o mesmo !!! O pensamento por trás do extermínio é o mesmo !!! A idéia simplificada é usar vidas indefesas, vidas humanas, definidas como inviáveis ou inúteis para o sistema, para produzir peças e produtos para aqueles que se dizem viáveis e dominam o sistema. Transformam vidas em produtos. Fetos humanos em medicamentos.

A decisão do STF instala o mal em nosso ordenamento. É uma decisão ilegítima que contraria os Direitos Humanos, o Direito Natural, valores essenciais da humanidade. È ilegítima porque nenhum Tribunal, nenhuma lei, nada e nem ninguém, tem poder suficiente para estabelecer o extermínio e o uso de vidas indefesas como matéria-prima para produtos do sistema capitalista.

Inclusive, nem mesmo a maioria da população aprovando o extermínio de algum grupo ou de uma minoria, a ordem poder ser executada. Se nem mesmo a maioria tem esse poder, porque o STF tem ? Por que esta lei tem este poder ?

Como eu disse, a cartilha dos Direitos Humanos está sendo rasgada e incinerada pelos grupos dominantes que estão instalados e infiltrados no Poder. São nazista inserindo regras de extermínio no ordenamento jurídico. E, possivelemente, assim como os nazistas, o extermínio somente acabará quando a cúpula dominante, os grupos dominantes atuais, for completamente destruída. O mal não pode ser tolerado. Tem que ser cortado pela raíz.

Além disso, olhando para o plano histórico, observamos que os Direitos Humanos foram conquistas de grandes levantes populares contra uma minoria dominante que detenhia o poder. Foram revoluções e lutas sangrentas que, após destronarem uma minoria dominante, estabeleceram normas e regras de Direitos Humanos. Logo, mais uma vez, a maioria deverá se levantar e destronar a minoria dominante. Esta é a única forma de eliminar o mal que estão instalando no sistema.
Participação popular e Direitos Humanos
Há uma ligação direta entre participação popular e Direitos Humanos. Esta ligação se evidencia quando observamos que as nações democráticas possuem um maior índice de aprovação e respeito aos Direitos Humanos do que nações onde não há Democracia.

Isto porque o desrepeito generalizado dos Direitos Humanos anda de mãos dadas com o autoritarismo/totalitarismo e com a dominação imposta por uma minoria sobre uma maioria. Autoritarismo que pode ser cristalino, como em uma ditadura, ou camuflado em instituições e órgãos públicos como no caso da Democracia Representativa.

Inclusive, a Democracia Representativa é uma forma light de autoritarismo. É uma espécie de autoritarismo com um "suposto"consentimento popular. Logo, as Democracias Representativas inibem, como mostrou a decisão do STF, a expansão e a efetivação de alguns, ou muitos, Direitos Humanos. Estas Democracias só deixam passar os Direitos Humanos que não põe em risco a perpetuação do sistema de dominação, que mantám a classe hegemônica no poder e no controle das instituições.

E, os demais Direitos Humanos, quando emperram decisões ou interesses dos grupos dominantes que controlam a Democracia Representativa, como ocorreu no caso do STF, simplesmente afastam a regra, criando categorias de pessoas/grupos inviáveis ou inimigos. Fetos inviáveis podem ser exterminados. Inimigos podem ter seus Direitos Humanos relativizados ou retirados, como no caso do Direito Penal do Inimigo.

A Democracia Representativa inibe os Direitos Humanos porque quando uma decisão de grande relevância pública paira nas mãos de um pequeno grupo, certamente, prevalecerá, como prevaleceu no STF, a visão pessoal e particular deste pequeno grupo. Visão que, muitas vezes, considera apenas interesses e desejos privados, interesses e desejos da classe a que pertencem, dos grupos dos quais fazem parte, desconsiderando os interesses e a vontade geral ou das novas gerações.

A decisão do STF, na minha perspectiva, deslegitima este Tribunal, pois nenhum Tribunal, seja de que instância for, não possui capacidade para autorizar o extermínio de vidas indefesas. Se os embriões falassem e pudessem se defender, certamente, não teriam sido condenados. Como não falam e nem podem se defender, foram considerados coisas e matéria-prima para a ciência produzir medicamentos.

Dizem que isto é diferente das leis e dos Tribunais de Hitler. Dizem que fazer sabão com corpos humanos, como faziam na Alemanha Nazista, é diferente de usar fetos humanos para fazer medicamentos. Eu não vejo diferença. Vejo o mesmo mal. Porém este mal, na Alemanha Nazista, era mais evidente e mais corajoso. Não hesitava em mostrar a cara. Aqui entre nós, o mal é mais ardiloso, mais dissimulado. Ele tenta se cobrir de legitimidade e legalidade, tenta passar despercebido nos métodos da ciência, como pesquisa científica, como lei, como interpretação do STF.

O mal é o mesmo !!! O pensamento por trás do extermínio é o mesmo !!! A idéia simplificada é usar vidas indefesas, vidas humanas, definidas como inviáveis ou inúteis para o sistema, para produzir peças e produtos para aqueles que se dizem viáveis e dominam o sistema. Transformam vidas em produtos. Fetos humanos em medicamentos.

A decisão do STF instala o mal em nosso ordenamento. É uma decisão ilegítima que contraria os Direitos Humanos, o Direito Natural, valores essenciais da humanidade. È ilegítima porque nenhum Tribunal, nenhuma lei, nada e nem ninguém, tem poder suficiente para estabelecer o extermínio e o uso de vidas indefesas como matéria-prima para produtos do sistema capitalista.

Inclusive, nem mesmo a maioria da população aprovando o extermínio de algum grupo ou de uma minoria, a ordem poder ser executada. Se nem mesmo a maioria tem esse poder, porque o STF tem ? Por que esta lei tem este poder ?

Como eu disse, a cartilha dos Direitos Humanos está sendo rasgada e incinerada pelos grupos dominantes que estão instalados e infiltrados no Poder. São nazista inserindo regras de extermínio no ordenamento jurídico. E, possivelemente, assim como os nazistas, o extermínio somente acabará quando a cúpula dominante, os grupos dominantes atuais, for completamente destruída. O mal não pode ser tolerado. Tem que ser cortado pela raíz.

Além disso, olhando para o plano histórico, observamos que os Direitos Humanos foram conquistas de grandes levantes populares contra uma minoria dominante que detenhia o poder. Foram revoluções e lutas sangrentas que, após destronarem uma minoria dominante, estabeleceram normas e regras de Direitos Humanos. Logo, mais uma vez, a maioria deverá se levantar e destronar a minoria dominante. Esta é a única forma de eliminar o mal que estão instalando no sistema.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O extermínio autorizado pelo STF
O diabo é um homem com um plano. O mal é um conluio de homens. Hoje, no Brasil, há um mal dominando todos os níveis da sociedade. Um mal que está infiltrado em todos os poderes, na administração pública, no judiciário e na política. O mal são os grupos dominantes e seus tentáculos. Um mal que extermina e mata indefeso. Um mal que engloba, inclusive, o STF, como mostrou a decisão dos embriões, ou seja, autorização para matar mais indefesos.

Não são casos isolados, pois o perpetrador do mal, das violações de direitos humanos e do direito à vida, é o mesmo grupo, a mesma classe. Por isso, podemos juntar na mesma história, os presos assassinados pela Polícia no Carandiru, os trabalhadores assassinados em Carájas, os mortos da Candelária, os assassinados pela Polícia nos supostos ataques do PCC e os milhares assassinados pelo Governador do Rio de Janeiro... E, a partir de agora, os exterminados pelo STF que, ao invés de proteger os Direitos Humanos e o Direito à Vida, manda matar...

A decisão do STF, liberando as pesquisas com células-tronco, ou seja, liberando o extermínio de embriões, mostra a mentalidade atrasada e obtusa da maioria dos ministros. Mais do que isto, mostra como uma minoria de ateus, ou de gente que exerce hipocritamente a religião, está inserida nas instituições públicas. Mostra o mal e sua face diabólica que ataca dentro das normas e das leis e é acobertado/manejado por aqueles que deveriam proteger os indefesos...

Como proteger a vida em um ambiente onde a essência da vida pode ser exterminada e virar ingrediente de pseudos-cientistas ? Como falar em Direitos Humanos onde a corte suprema do país autoriza o extermínio de indefeso ? Talvez o próximo passo dos utilitaristas seja propor o extermínio ou o uso de deficientes físicos/mentais nas experiências científicas. Podem usar o mesmo argumento que usaram para os embriões: são inviáveis como seres humanos e podem ser usados como cobaias para experimentos e teste de medicamentos, etc. Se alguém fizer uma lei nesse sentido, certamente, o STF com a sua negligência e imperícia na área dos direitos humanos e de proteção à vida vai considerá-la válida e constitucional.

Já vivemos em um ambiente de graves violações de Direitos Humanos e esta decisão do STF fortalece mais ainda a idéia de que a proteção da vida e os Direitos Humanos só servem aos interesses dominantes. Quando querem violar a vida, afastam os Direitos Humanos, criando categorias de seres humanos inviáveis.

Não adianta construirmos Teorias e modelos de sociedade onde a proteção dos Direitos Humanos e da vida sejam valores supremos. Estes modelos de sociedade só funcionam em ambientes avançados, onde a consciência da sociedade seja uniforme e haja um compromisso com as próximas gerações, com os fracos e indefesos.

Hoje vivemos em uma estrutura de dominação, exploração, exclusão e opressão. Nesta estrutura em que vivemos, neste ambiente de subdesenvolvimento e violência, os direitos humanos, assim como a proteção da vida, são inviáveis e impraticáveis, pois a única forma de manter e perpetuar a dominação, a exploração, a exclusão e a opressão é violando os Direitos Humanos e o Direito a Vida, matando o inimigo. E a única forma de se lutar contra a dominação, a exploração, a exclusão e a opressão é violando os Direitos Humanos e o Direito à vida dos grupos dominantes, ou seja, matando os exploradores e opressores.

A luta tem que ser contra a estrutura do sistema. A estrutura tem que ser destruída. Os dominadores e opressores tem que ser exterminado antes que exterminem todos os indefesos da sociedade. Nós podemos resistir a eles. Mas os indefesos não podem...

O STF autorizou o extermínio de indefesos para se buscar a cura de doenças degenerativas, deficiência física, etc. Este extermínio serve aos interesses dos grupos dominantes (laboratórios farmacêuticos que buscam novos produtos e tratamentos). A cura, se for encontrada, custará caro. Não se busca cura para quem está doente, mas sim para quem tem dinheiro para pagar o tratamento.

Além disso, a panacéia das células-troncos é um engodo. Hoje os cientistas se manifestaram dizendo que a cura não virá rapidamente e nem há certeza de que descobrirão coisas novas. Depois que aprovaram o extermínio perderam a convicção de que as células-troncos era a panacéia. Portanto, o que queriam era a aprovação do extermínio de embriões. Só isto. O resto era conversa para obter o extermínio.

Isto fica evidente quando se observa que se houvesse uma panacéia escondida nas células-troncos os países que usam as células -tronco em suas pesquisas já teriam descoberto os medicamentos miraculosos. Resumindo, venderam um produto fictício e, mais cedo ou mais tarde, terão que entregá-lo.

Por isso, a estratégia para reverter a interpretação do STF é a inserção na Constituição de um dispositivo claro que impeça este tipo de pesquisa e proteja definitivamente os embriões, os seres humanos em fase embrionárias. Logo, a luta contra o extermínio e contra os ateus se deslocará para o Congresso. COntudo, isto não deve ser feito agora. Vamos esperar um pouco... Vamos esperar que as mentiras dos charlatães se tornem claras para a sociedade. Para isto precisamos fazer apenas uma pergunta: cadê as curas miraculosas, cadê os paralíticos andando, os surdos ouvindos e os cegos enxergando ?

Mas não é só isto... Eu vejo claramente que fomentar o discurso dos Direitos Humanos e de proteção à vida em um ambiente de dominação, exploração e opressão é extremamente prejudicial para os oprimidos e explorados, pois estes aceitam e adotam facilmente este discurso, uma vez que são seus principais beneficiários, logo, baixam as armas e passam a respeitar os Direitos Humanos ea vida. Porém, os grupos dominantes, o explorador e o opressor não aceitam, não adotam e não respeitam os Direitos Humanos, principalmente, o Direito à Vida. Estes grupos não entregam suas armas e param de explorar, excluir ou oprimir. Pior do que isto, intensificam a opressão.

Portanto, fomentar os Direitos Humanos em um ambiente de dominação acaba desarmando os oprimidos e fortalecendo os opressores. Em um ambiente de violência e violações somente a violência e as violações surtem efeito. SOmente a força pode parar a força. Quando os oprimidos baixam a cabeça (é isto que os Direitos Humanos fazem), os opressores crescem, tornam a exploração mais intensa e chicoteiam com mais força.

Por exemplo, se toda vez que a Polícia do RIo de Janeiro fosse até a favela e matasse dez pessoas, os moradores da favela invadissem a cidade e matassem dez autoridades públicas importantes (operadores do sistema de dominação), a violência no Rio de Janeiro seria mínima. Nenhuma autoridade pública iria correr o risco de ser pisoteada e massacrada pela coletividade. Enquanto só a Polícia matar e a população se submeter aos Direitos Humanos e respeitar a vida dos operadores do sistema de dominação, a violência continuará...

A decisão do STF, criando uma classe de seres humanos inviáveis, neste momento sugere que o discurso dos direitos e de proteção à vida, no Brasil, serve à dominação. Aceitar este discurso é aceitar a nossa escravidão, exploração e opressão.

Por isso, precisamos considerar a possibilidade de rasgar, definitivamente, a cartilha de direitos humanos e proteger um levante armado contra os grupos dominantes. Se não há direitos humanos e direito à vida para os indefesos e oprimidos, também não há que se falar em direitos humanos e direito à vida para os opressores e exploradores, para as autoridades públicas que promovem e autorizam as violações.
As regras de direitos humanos e de direito à vida engessa, paralisa e inviabiliza a luta contra a dominação e a opressão, pois inibe o uso da violência contra os dominadores, seus infiltrados e seus tentáculos (autoridades públicas, mídia, etc).

Logo, se estabelecermos que os grupos dominantes, as autoridades públicas que impedem o avanço da justiça social e a perpetuação da exploração e opressão, assim como seus infiltrados, também pertencem a uma categoria de pessoas inviáveis que devem ser exterminadas ou usadas como cobais em experimentos científicos e testes de medicamentos, teremos mais garantias de eficácia dos Direitos Humanos em um mundo posterior.

Por exemplo, desde que assumiu o seu mandato o governador do Rio de Janeiro já matou milhares e milhares de pessoas. Se tivesse havido um levante armado na primeira vez que o governador matou dezenas de pessoas com a sua polícia terrorista, não teríamos tantas mortes, pois, possivelmente, o governador teria sido morto durante o levante.

Os governantes precisam aprender a ter medo da sociedade e da coletividade. Precisam ver que os Direitos Humanos e a proteção à vida não serve apenas aos oprimidos, mas também a eles. Se eles violam os Direitos Humanos e o Direito à vida da maioria da população, a maioria da população pode agir exterminando os grupos dominantes.

Isto é um fato histórico. E isto sempre aconteceu no mundo. Inclusive os próprios Direitos Humanos se originaram em ações desse tipo. Basta lembrar do Rei João Sem-Terra aprisionado pelos nobres ingleses. Basta lembrar da nobreza e do Rei exterminado pela Revolução Francesa, assim como da Revolução Russa.

Hoje não temos Rei. Porém, olhando para os grupos dominantes e para a uniformidade da exploração, exclusão e opressão que promovem, podemos ver a figura de um Rei, um grande Leviatã pisoteando a coletividade, a maioria da população. Para cortar a cabeça desse Rei-Leviatã, como fizeram na Revolução Francesa ou na Revolução Russa, teremos que cortar a cabeça de cada elemento individual que integra o grande leviatã. Esta é a luta que tem que ser travada...

Inegavelmente, a decisão do STF, autorizando o extermínio dos embriões, também contribui, e muito, para a construção de um ambiente favorável ao retorno totalitário. Seja pela banalização da vida, oriunda da decisão, que criou um grupo de seres humanos inviáveis e descartáveis, seres humanos que são coisa e servem como matéria-prima para experimentos científicos. Na Alemanha usavam os corpos dos judeus mortos nos campos de concentração para fazer sabão. No Brasil usam embriões para tentar produzir medicamentos. Há diferença entre os métodos ?

Não há diferença, pois a vida é a mesma em toda as suas fases. O que diferencia um embrião de um adulto é a consciência, a cultura. Porém, a vida é a mesma. Logo, a banalização da vida pode ocorrer tanto para um embrião, quanto para um adulto e, ao invés de falarmos em extermínio de uma raça, teremos que falar em extermínio de seres humanos embrionários.

Certamente, muito não veêm ligação entre a decisão do STF e o Totalitarismo, assim como não veêm ligação entre a Teoria de Kelsen e o Nazismo. É difícil estabelecer uma linha direta de causa e efeito. E isto facilita, e muito, o trabalho dos operadores do sistema de dominação, exploração e exclusão. Operadores que usam e aplicam, com maestria, a Dialética Hegeliana.

A dominação, a exploração e a opressão da maioria da sociedade, por uma minoria econômica, está toda assentada na Dialética Hegeliana. É um modo de agir e operar o sistema de dominação sem mostra a cara, um modo dissimulado de explorar, excluir e oprimir, sem ser identificado. A ação do STF, dentro da Dialética Hegeliana, é um passo de um conjunto de outros passos que são dados por outros agentes, órgãos e instituições de dominação.

A ligação entre a decisão do STF e o Totalitarismo pode ser revelada olhando para um conceito antigo da Alquimia: as afinidades eletivas. Afinidades eletivas que foram utilizadas, por exemplo, por Max Weber na análise de relações entre doutrinas religiosas e formas de comporamento econômico, mais especificamente entre a ética protestante e o espírito capitalista.

Contudo, falarei destas questão em um outro Post... Po enquanto, ficaremos com a idéia de que a decisão do STF fragiliza a proteção dos Direitos Humanos e do Direito à vida no Brasil. E de que o ambiente de exploração, exclusão e opressão no qual vivemos inviabiliza e torna impraticável uma cultura de Direitos Humanos. Pior do que isto, fomentar os Direitos Humanos em um ambiente de dominação fortalece as estruturas de opressão, pois desarma o oprimido...

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Texto da internet: Dialética Hegeliana

No Processo Dialético, o conflito controlado produz mudança controlada. Portanto, a continuidade do conflito é buscada a todo custo, e é continuada seja bom teatro ou não.

Além disso, o Processo Dialético propõe que o progresso seja feito em uma linha em ziguezague, não em uma linha reta. Por exemplo, se eles tentassem ir diretamente do ponto A para o ponto Z em uma linha reta, seus inimigos muito facilmente veriam o que eles estão tentando realizar e montariam uma contra-ofensiva para evitar que alcançassem sua meta do ponto Z.

Entretanto, se o progresso for feito do Ponto A ao C, depois ao F, e em um movimento para trás e para frente, as pessoas seriam menos facilmente convencidas de que o que está acontecendo será prejudicial para elas, e assim dificilmente acreditarão, e mais dificilmente ainda tomarão atitudes para se opor ao plano.

Algumas vezes esse Processo Dialético também é descrito como "Três passos para a frente, dois para trás, cinco passos para a frente, três para trás." Como comentou certa vez o premier soviético Kruschev, quando o comunismo está em seu "movimento dois passos para trás", parecerá ao observador casual ou cético que o comunismo está retrocedendo. Na realidade, o que está acontecendo é que o comunismo está recuando o martelo para se preparar para outro golpe, outro avanço de três passos.
O extermínio autorizado pelo STF
O diabo é um homem com um plano. O mal é um conluio de homens. Hoje, no Brasil, há um mal dominando todos os níveis da sociedade. Um mal que está infiltrado em todos os poderes, na administração pública, no judiciário e na política. O mal são os grupos dominantes e seus tentáculos. Um mal que extermina e mata indefeso. Um mal que engloba, inclusive, o STF, como mostrou a decisão dos embriões, ou seja, autorização para matar mais indefesos.

Não são casos isolados, pois o perpetrador do mal, das violações de direitos humanos e do direito à vida, é o mesmo grupo, a mesma classe. Por isso, podemos juntar na mesma história, os presos assassinados pela Polícia no Carandiru, os trabalhadores assassinados em Carájas, os mortos da Candelária, os assassinados pela Polícia nos supostos ataques do PCC e os milhares assassinados pelo Governador do Rio de Janeiro... E, a partir de agora, os exterminados pelo STF que, ao invés de proteger os Direitos Humanos e o Direito à Vida, manda matar...

A decisão do STF, liberando as pesquisas com células-tronco, ou seja, liberando o extermínio de embriões, mostra a mentalidade atrasada e obtusa da maioria dos ministros. Mais do que isto, mostra como uma minoria de ateus, ou de gente que exerce hipocritamente a religião, está inserida nas instituições públicas. Mostra o mal e sua face diabólica que ataca dentro das normas e das leis e é acobertado/manejado por aqueles que deveriam proteger os indefesos...

Como proteger a vida em um ambiente onde a essência da vida pode ser exterminada e virar ingrediente de pseudos-cientistas ? Como falar em Direitos Humanos onde a corte suprema do país autoriza o extermínio de indefeso ? Talvez o próximo passo dos utilitaristas seja propor o extermínio ou o uso de deficientes físicos/mentais nas experiências científicas. Podem usar o mesmo argumento que usaram para os embriões: são inviáveis como seres humanos e podem ser usados como cobaias para experimentos e teste de medicamentos, etc. Se alguém fizer uma lei nesse sentido, certamente, o STF com a sua negligência e imperícia na área dos direitos humanos e de proteção à vida vai considerá-la válida e constitucional.

Já vivemos em um ambiente de graves violações de Direitos Humanos e esta decisão do STF fortalece mais ainda a idéia de que a proteção da vida e os Direitos Humanos só servem aos interesses dominantes. Quando querem violar a vida, afastam os Direitos Humanos, criando categorias de seres humanos inviáveis.

Não adianta construirmos Teorias e modelos de sociedade onde a proteção dos Direitos Humanos e da vida sejam valores supremos. Estes modelos de sociedade só funcionam em ambientes avançados, onde a consciência da sociedade seja uniforme e haja um compromisso com as próximas gerações, com os fracos e indefesos.

Hoje vivemos em uma estrutura de dominação, exploração, exclusão e opressão. Nesta estrutura em que vivemos, neste ambiente de subdesenvolvimento e violência, os direitos humanos, assim como a proteção da vida, são inviáveis e impraticáveis, pois a única forma de manter e perpetuar a dominação, a exploração, a exclusão e a opressão é violando os Direitos Humanos e o Direito a Vida, matando o inimigo. E a única forma de se lutar contra a dominação, a exploração, a exclusão e a opressão é violando os Direitos Humanos e o Direito à vida dos grupos dominantes, ou seja, matando os exploradores e opressores.

A luta tem que ser contra a estrutura do sistema. A estrutura tem que ser destruída. Os dominadores e opressores tem que ser exterminado antes que exterminem todos os indefesos da sociedade. Nós podemos resistir a eles. Mas os indefesos não podem...

O STF autorizou o extermínio de indefesos para se buscar a cura de doenças degenerativas, deficiência física, etc. Este extermínio serve aos interesses dos grupos dominantes (laboratórios farmacêuticos que buscam novos produtos e tratamentos). A cura, se for encontrada, custará caro. Não se busca cura para quem está doente, mas sim para quem tem dinheiro para pagar o tratamento.

Além disso, a panacéia das células-troncos é um engodo. Hoje os cientistas se manifestaram dizendo que a cura não virá rapidamente e nem há certeza de que descobrirão coisas novas. Depois que aprovaram o extermínio perderam a convicção de que as células-troncos era a panacéia. Portanto, o que queriam era a aprovação do extermínio de embriões. Só isto. O resto era conversa para obter o extermínio.

Isto fica evidente quando se observa que se houvesse uma panacéia escondida nas células-troncos os países que usam as células -tronco em suas pesquisas já teriam descoberto os medicamentos miraculosos. Resumindo, venderam um produto fictício e, mais cedo ou mais tarde, terão que entregá-lo.

Por isso, a estratégia para reverter a interpretação do STF é a inserção na Constituição de um dispositivo claro que impeça este tipo de pesquisa e proteja definitivamente os embriões, os seres humanos em fase embrionárias. Logo, a luta contra o extermínio e contra os ateus se deslocará para o Congresso. COntudo, isto não deve ser feito agora. Vamos esperar um pouco... Vamos esperar que as mentiras dos charlatães se tornem claras para a sociedade. Para isto precisamos fazer apenas uma pergunta: cadê as curas miraculosas, cadê os paralíticos andando, os surdos ouvindos e os cegos enxergando ?

Mas não é só isto... Eu vejo claramente que fomentar o discurso dos Direitos Humanos e de proteção à vida em um ambiente de dominação, exploração e opressão é extremamente prejudicial para os oprimidos e explorados, pois estes aceitam e adotam facilmente este discurso, uma vez que são seus principais beneficiários, logo, baixam as armas e passam a respeitar os Direitos Humanos ea vida. Porém, os grupos dominantes, o explorador e o opressor não aceitam, não adotam e não respeitam os Direitos Humanos, principalmente, o Direito à Vida. Estes grupos não entregam suas armas e param de explorar, excluir ou oprimir. Pior do que isto, intensificam a opressão.

Portanto, fomentar os Direitos Humanos em um ambiente de dominação acaba desarmando os oprimidos e fortalecendo os opressores. Em um ambiente de violência e violações somente a violência e as violações surtem efeito. SOmente a força pode parar a força. Quando os oprimidos baixam a cabeça (é isto que os Direitos Humanos fazem), os opressores crescem, tornam a exploração mais intensa e chicoteiam com mais força.

Por exemplo, se toda vez que a Polícia do RIo de Janeiro fosse até a favela e matasse dez pessoas, os moradores da favela invadissem a cidade e matassem dez autoridades públicas importantes (operadores do sistema de dominação), a violência no Rio de Janeiro seria mínima. Nenhuma autoridade pública iria correr o risco de ser pisoteada e massacrada pela coletividade. Enquanto só a Polícia matar e a população se submeter aos Direitos Humanos e respeitar a vida dos operadores do sistema de dominação, a violência continuará...

A decisão do STF, criando uma classe de seres humanos inviáveis, neste momento sugere que o discurso dos direitos e de proteção à vida, no Brasil, serve à dominação. Aceitar este discurso é aceitar a nossa escravidão, exploração e opressão.

Por isso, precisamos considerar a possibilidade de rasgar, definitivamente, a cartilha de direitos humanos e proteger um levante armado contra os grupos dominantes. Se não há direitos humanos e direito à vida para os indefesos e oprimidos, também não há que se falar em direitos humanos e direito à vida para os opressores e exploradores, para as autoridades públicas que promovem e autorizam as violações.
As regras de direitos humanos e de direito à vida engessa, paralisa e inviabiliza a luta contra a dominação e a opressão, pois inibe o uso da violência contra os dominadores, seus infiltrados e seus tentáculos (autoridades públicas, mídia, etc).

Logo, se estabelecermos que os grupos dominantes, as autoridades públicas que impedem o avanço da justiça social e a perpetuação da exploração e opressão, assim como seus infiltrados, também pertencem a uma categoria de pessoas inviáveis que devem ser exterminadas ou usadas como cobais em experimentos científicos e testes de medicamentos, teremos mais garantias de eficácia dos Direitos Humanos em um mundo posterior.

Por exemplo, desde que assumiu o seu mandato o governador do Rio de Janeiro já matou milhares e milhares de pessoas. Se tivesse havido um levante armado na primeira vez que o governador matou dezenas de pessoas com a sua polícia terrorista, não teríamos tantas mortes, pois, possivelmente, o governador teria sido morto durante o levante.

Os governantes precisam aprender a ter medo da sociedade e da coletividade. Precisam ver que os Direitos Humanos e a proteção à vida não serve apenas aos oprimidos, mas também a eles. Se eles violam os Direitos Humanos e o Direito à vida da maioria da população, a maioria da população pode agir exterminando os grupos dominantes.

Isto é um fato histórico. E isto sempre aconteceu no mundo. Inclusive os próprios Direitos Humanos se originaram em ações desse tipo. Basta lembrar do Rei João Sem-Terra aprisionado pelos nobres ingleses. Basta lembrar da nobreza e do Rei exterminado pela Revolução Francesa, assim como da Revolução Russa.

Hoje não temos Rei. Porém, olhando para os grupos dominantes e para a uniformidade da exploração, exclusão e opressão que promovem, podemos ver a figura de um Rei, um grande Leviatã pisoteando a coletividade, a maioria da população. Para cortar a cabeça desse Rei-Leviatã, como fizeram na Revolução Francesa ou na Revolução Russa, teremos que cortar a cabeça de cada elemento individual que integra o grande leviatã. Esta é a luta que tem que ser travada...

Inegavelmente, a decisão do STF, autorizando o extermínio dos embriões, também contribui, e muito, para a construção de um ambiente favorável ao retorno totalitário. Seja pela banalização da vida, oriunda da decisão, que criou um grupo de seres humanos inviáveis e descartáveis, seres humanos que são coisa e servem como matéria-prima para experimentos científicos. Na Alemanha usavam os corpos dos judeus mortos nos campos de concentração para fazer sabão. No Brasil usam embriões para tentar produzir medicamentos. Há diferença entre os métodos ?

Não há diferença, pois a vida é a mesma em toda as suas fases. O que diferencia um embrião de um adulto é a consciência, a cultura. Porém, a vida é a mesma. Logo, a banalização da vida pode ocorrer tanto para um embrião, quanto para um adulto e, ao invés de falarmos em extermínio de uma raça, teremos que falar em extermínio de seres humanos embrionários.

Certamente, muito não veêm ligação entre a decisão do STF e o Totalitarismo, assim como não veêm ligação entre a Teoria de Kelsen e o Nazismo. É difícil estabelecer uma linha direta de causa e efeito. E isto facilita, e muito, o trabalho dos operadores do sistema de dominação, exploração e exclusão. Operadores que usam e aplicam, com maestria, a Dialética Hegeliana.

A dominação, a exploração e a opressão da maioria da sociedade, por uma minoria econômica, está toda assentada na Dialética Hegeliana. É um modo de agir e operar o sistema de dominação sem mostra a cara, um modo dissimulado de explorar, excluir e oprimir, sem ser identificado. A ação do STF, dentro da Dialética Hegeliana, é um passo de um conjunto de outros passos que são dados por outros agentes, órgãos e instituições de dominação.

A ligação entre a decisão do STF e o Totalitarismo pode ser revelada olhando para um conceito antigo da Alquimia: as afinidades eletivas. Afinidades eletivas que foram utilizadas, por exemplo, por Max Weber na análise de relações entre doutrinas religiosas e formas de comporamento econômico, mais especificamente entre a ética protestante e o espírito capitalista.

Contudo, falarei destas questão em um outro Post... Po enquanto, ficaremos com a idéia de que a decisão do STF fragiliza a proteção dos Direitos Humanos e do Direito à vida no Brasil. E de que o ambiente de exploração, exclusão e opressão no qual vivemos inviabiliza e torna impraticável uma cultura de Direitos Humanos. Pior do que isto, fomentar os Direitos Humanos em um ambiente de dominação fortalece as estruturas de opressão, pois desarma o oprimido...

--------------------
Texto da internet: Dialética Hegeliana

No Processo Dialético, o conflito controlado produz mudança controlada. Portanto, a continuidade do conflito é buscada a todo custo, e é continuada seja bom teatro ou não.

Além disso, o Processo Dialético propõe que o progresso seja feito em uma linha em ziguezague, não em uma linha reta. Por exemplo, se eles tentassem ir diretamente do ponto A para o ponto Z em uma linha reta, seus inimigos muito facilmente veriam o que eles estão tentando realizar e montariam uma contra-ofensiva para evitar que alcançassem sua meta do ponto Z.

Entretanto, se o progresso for feito do Ponto A ao C, depois ao F, e em um movimento para trás e para frente, as pessoas seriam menos facilmente convencidas de que o que está acontecendo será prejudicial para elas, e assim dificilmente acreditarão, e mais dificilmente ainda tomarão atitudes para se opor ao plano.

Algumas vezes esse Processo Dialético também é descrito como "Três passos para a frente, dois para trás, cinco passos para a frente, três para trás." Como comentou certa vez o premier soviético Kruschev, quando o comunismo está em seu "movimento dois passos para trás", parecerá ao observador casual ou cético que o comunismo está retrocedendo. Na realidade, o que está acontecendo é que o comunismo está recuando o martelo para se preparar para outro golpe, outro avanço de três passos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

O papel da mídia no extermínio no Rio de Janeiro
Quando a mídia começa a mostrar as favelas, não o problema social, as desigualdades e a miséria, mas sim traficantes armados e coisas deste tipo, pode esperar, vem matança por aí.

A mídia (jornais, telejornais, etc) servem como um arauto do extermínio. Preparam a população para o mal que será praticado, evitando, assim, a explosão de uma revolta popular. Buscam, com as imagens e falas de jornalistas justificar o extermínio que a polícia irá realizar. Não só isto, trabalham para descaracterizar as favelas e periferias, transformando o local e seus habitantes em inimigos da sociedade branca que está fora das periferias e favelas. Na favela e periferias, resumem os telejornais, só tem bandidos armados até o dentes, gente com armas de guerras, etc.

A meta é paralisar, amedrontar e entorpecer o resto da sociedade, que está fora da periferia. Justificando, assim, o extermínio que promovem dentro das comunidades pobres e excluídas. O discurso é tornar o resto da sociedade refém da periferia, quando, na verdade, a periferia é produto do mal praticado pelo resto da sociedade.

O discurso do medo sempre funciona. E quem dissemina este discurso é a mídia. O Bush se reelegeu com o terrorismo. Os tucanos, em São Paulo, inventaram o PCC e, quando querem amedrontar a população, botam a criminalidade organizada na rua, atirando para todos os lados e matando policiais. Porém, eles, os tucanos, tem negócio com a criminalidade organizada.

No Rio não é diferente. O narcotráfico serve para encobrir e obscurecer um monte coisas. Quando começam a mostrar bandidos e traficantes com armas de guerra, não tenha dúvida, estão tentando encobrir algo maior, desviar a atenção da pessoas. Meia dúzia de traficantes na entrada da favela, podem estar armados com um tanque de guerra, que não representam nenhuma ameaça para o Estado ou para as centenas de milhares de pessoas que vivem nestas comunidades.

Se tem traficante com arma de guerra, se tem traficante controlando entrada de favela, é por incompetência absoluta do Estado. O Governo sabe que a solução é ocupar as favelas definitivamente. A polícia tem que entrar e não sair mais, assim como patrulhar as vielas 24 horas. Mas isto não é feito.

A polícia vai na favela para matar pessoas. Mata um monte e cai fora. Meses depois volta e mata outro monte e cai fora. E assim a coisa se repete ano após ano. A meta não é resolver o problema, não é curar o doente, mas sim mantê-lo sobrevivendo, mantê-lo sob medicamentos. Enquanto o doente for mantido neste estado vegetativo, a indústria de medicamentos vende seus remédios. Por que curar a AIDS se é mais lucrativo vender coquetel ? Se existir uma vacina contra a AIDS ninguém vai comprar coquetel. Por que curá-lo se a meta é vender remédios ? Por que resolver o problema do narcotráfico se a meta é usá-lo para controlar a população, para invadir as periferias. É mais lucrativo, muito mais, manter a indústria das drogas funcionando, a população como refém dos "supostos" bandidos que usam armas de guerra, etc...

Inegavelmente, a marca do governo do PMDB do Rio de Janeiro será o extermínio. Em 2010 contaremos os mortos. E daremos o título "O Governador que mais matou na História do Brasil" e, junto com o título, uma medalha de nazista do ano. Certamente, junto com a medalha vai um chapéu de burro, pois ele terá milhares de mortos em suas mãos e o narcotráfico funcionando nas favelas como se nada tivesse acontecido. Adiantou matar tanta gente ?

A maior evidência de que a solução não é a repressão, mas sim a descriminalização, é o fato dos bandidos presos, inclusive em presídios de segurança máxima, continuarem gerindo/administrando suas bocas-de-fumo e distribuindo drogas nos morros e nas favelas. Quando o narcotraficante morre, abre, na favela, a sucessão do negócio das drogas e a fila sucessória é infinita.

Contudo, enquanto "supostos" bandidos desfilarem com armas de guerra e controlarem entrada de favela, a população continuará amedrontada, refém dos governantes e da indústria das drogas. Além disso, enquanto isto acontecer a polícia terá carta branca para invadir as periferias e promover extermínios.

Inclusive é interessante observar a semelhança entre o BOPE, tropa de elite da Polícia do Rio, e o esquadrão da morte. Usam o mesmo símbolo. Só muda o fato da caveira de um ter dois ossos por baixo e a do outro ter duas armas cruzadas. Mas a caveira é a mesma, ou seja, a morte que promovem, objetivo de ambas as organizações, é a mesma.

Além disso, o PAC da favela não vai funcionar se se resumir a construir projetos sociais sem, ao mesmo tempo, inserir policiais 24 horas nas comunidades. A polícia tem que ter presença marcante e constante. Contudo, alerto desde já, isto não resolve o problema das drogas, porém tira o narcotráfico da favela. Certamente, os narcotraficantes vão mudar o endereço da boca-de-fumo para locais de alto padrão. Já estão mudando...

O que resolve definitivamente o problema das drogas é a descriminalização. (Texto completo aqui)
O papel da mídia no extermínio no Rio de Janeiro
Quando a mídia começa a mostrar as favelas, não o problema social, as desigualdades e a miséria, mas sim traficantes armados e coisas deste tipo, pode esperar, vem matança por aí.

A mídia (jornais, telejornais, etc) servem como um arauto do extermínio. Preparam a população para o mal que será praticado, evitando, assim, a explosão de uma revolta popular. Buscam, com as imagens e falas de jornalistas justificar o extermínio que a polícia irá realizar. Não só isto, trabalham para descaracterizar as favelas e periferias, transformando o local e seus habitantes em inimigos da sociedade branca que está fora das periferias e favelas. Na favela e periferias, resumem os telejornais, só tem bandidos armados até o dentes, gente com armas de guerras, etc.

A meta é paralisar, amedrontar e entorpecer o resto da sociedade, que está fora da periferia. Justificando, assim, o extermínio que promovem dentro das comunidades pobres e excluídas. O discurso é tornar o resto da sociedade refém da periferia, quando, na verdade, a periferia é produto do mal praticado pelo resto da sociedade.

O discurso do medo sempre funciona. E quem dissemina este discurso é a mídia. O Bush se reelegeu com o terrorismo. Os tucanos, em São Paulo, inventaram o PCC e, quando querem amedrontar a população, botam a criminalidade organizada na rua, atirando para todos os lados e matando policiais. Porém, eles, os tucanos, tem negócio com a criminalidade organizada.

No Rio não é diferente. O narcotráfico serve para encobrir e obscurecer um monte coisas. Quando começam a mostrar bandidos e traficantes com armas de guerra, não tenha dúvida, estão tentando encobrir algo maior, desviar a atenção da pessoas. Meia dúzia de traficantes na entrada da favela, podem estar armados com um tanque de guerra, que não representam nenhuma ameaça para o Estado ou para as centenas de milhares de pessoas que vivem nestas comunidades.

Se tem traficante com arma de guerra, se tem traficante controlando entrada de favela, é por incompetência absoluta do Estado. O Governo sabe que a solução é ocupar as favelas definitivamente. A polícia tem que entrar e não sair mais, assim como patrulhar as vielas 24 horas. Mas isto não é feito.

A polícia vai na favela para matar pessoas. Mata um monte e cai fora. Meses depois volta e mata outro monte e cai fora. E assim a coisa se repete ano após ano. A meta não é resolver o problema, não é curar o doente, mas sim mantê-lo sobrevivendo, mantê-lo sob medicamentos. Enquanto o doente for mantido neste estado vegetativo, a indústria de medicamentos vende seus remédios. Por que curar a AIDS se é mais lucrativo vender coquetel ? Se existir uma vacina contra a AIDS ninguém vai comprar coquetel. Por que curá-lo se a meta é vender remédios ? Por que resolver o problema do narcotráfico se a meta é usá-lo para controlar a população, para invadir as periferias. É mais lucrativo, muito mais, manter a indústria das drogas funcionando, a população como refém dos "supostos" bandidos que usam armas de guerra, etc...

Inegavelmente, a marca do governo do PMDB do Rio de Janeiro será o extermínio. Em 2010 contaremos os mortos. E daremos o título "O Governador que mais matou na História do Brasil" e, junto com o título, uma medalha de nazista do ano. Certamente, junto com a medalha vai um chapéu de burro, pois ele terá milhares de mortos em suas mãos e o narcotráfico funcionando nas favelas como se nada tivesse acontecido. Adiantou matar tanta gente ?

A maior evidência de que a solução não é a repressão, mas sim a descriminalização, é o fato dos bandidos presos, inclusive em presídios de segurança máxima, continuarem gerindo/administrando suas bocas-de-fumo e distribuindo drogas nos morros e nas favelas. Quando o narcotraficante morre, abre, na favela, a sucessão do negócio das drogas e a fila sucessória é infinita.

Contudo, enquanto "supostos" bandidos desfilarem com armas de guerra e controlarem entrada de favela, a população continuará amedrontada, refém dos governantes e da indústria das drogas. Além disso, enquanto isto acontecer a polícia terá carta branca para invadir as periferias e promover extermínios.

Inclusive é interessante observar a semelhança entre o BOPE, tropa de elite da Polícia do Rio, e o esquadrão da morte. Usam o mesmo símbolo. Só muda o fato da caveira de um ter dois ossos por baixo e a do outro ter duas armas cruzadas. Mas a caveira é a mesma, ou seja, a morte que promovem, objetivo de ambas as organizações, é a mesma.

Além disso, o PAC da favela não vai funcionar se se resumir a construir projetos sociais sem, ao mesmo tempo, inserir policiais 24 horas nas comunidades. A polícia tem que ter presença marcante e constante. Contudo, alerto desde já, isto não resolve o problema das drogas, porém tira o narcotráfico da favela. Certamente, os narcotraficantes vão mudar o endereço da boca-de-fumo para locais de alto padrão. Já estão mudando...

O que resolve definitivamente o problema das drogas é a descriminalização. (Texto completo aqui)

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Quando a Ciência banaliza a vida: o caso das células-tronco
Eu não sou contra as pesquisas com células-tronco. Acredito que pesquisas científicas que melhorem e preservem a vida devem ser realizadas. Eu sou contra o uso de embriões ou fetos humanos nestas pesquisas. Seres Humanos não podem ser matéria-prima para processos industriais ou para pesquisa. A vida não pode ser matéria-prima de laboratório e tubos de ensaios.

Além disso, ressalto mais uma vez, a mídia somente foca nos resultados das pesquisas com as tais células troncas. Não dizem que estas pesquisas usam seres humanos como matéria-prima. Não dizem que vidas congeladas (outra aberração diabólica) serão eliminadas, fatiadas, liquefeitas e estudadas em microscópios, ou então, servirão para extrair as tais células tronco....

Querem fazer pesquisas com células-tronco ? Que façam... Porém, devem respeitar a vida. Busquem matéria-prima em outra parte. Considero que a proibição do uso de embriões e fetos humanos em pesquisas científicas é fundamental para impedir o avanço da banalização da vida. Um fenômeno que conhecemos muito bem e que resulta a extermínio em massa de pessoas consideradas inviáveis ou indesejáveis.

Usar embriões e fetos em pesquisas científicas é uma demonstração clara de banalização da vida, de coisificação do humano. O Homem é transformado em matéria-prima de processo científico ou industrial.

Isto parece ser uma coisa boba. Uma coisa sem muita importância. Uma coisa que a Ciência aprova com muitos méritos. Afinal novas curas e tratamentos irão surgir dessa panacéia chamada células-tronco. Isto me lembra um artigo sobre o Nazismo que foi publicado na Revista Superinteressante de julho de 2005.

Este artigo busca explicar as razões que levaram milhões de alemães a seguirem Hitler e a tolerarem as ações nazistas contra pessoas consideradas descartáveis pelo sistema. E a primeira idéia apresentada no artigo, que ajudou o totalitarismo a avançar na Alemanha, foi o carimbo da ciência.

Diz o texto: "Como uma pessoa comum pode conviver com sua consciência após assassinar inocentes ? A resposta: fica mais fácil dormir à noite quando se acredita que seus atos trarão o bem à humanidade. Hitler convenceu os alemães - e muitos estrangeiros - de que, após o massacre, nasceria um mundo melhor.

Isso pode soar absurdo hoje, mas era um fato aceito pela ciência da época. "O Holocausto não ocorreu no vácuo. Ele seguiu décadas de crescente aceitação científica à desigualdade entre os homens", diz o alemão Henry Friedlander, historiador e autor de The Origins of Nazi Genocide ("As origens do Genocídio Nazista", sem versão brasileira). Friedlander se refere a um conceito nascido no século 19 nas melhores universidades: a eugenia.

A eugenia surgiu sob o impacto da publicação, em 1859, de um livro que mudaria para sempre o pensamento ocidental: A Origem das Espécies, de Charles Darwin. Darwin mostrou que as espécies não são imutáveis, mas evoluem gradualmente a partir de um antepassado comum à medida que os indivíduos mais aptos vivem mais e deixam mais descendentes. Pela primeira vez, o destino do mundo estava nas mãos da natureza, e não nas de Deus.

Darwin restringiu sua teoria ao mundo natural, mas outros pensadores a adaptaram - de um jeito meio torto - às sociedades humanas. O mais destacado entre eles foi o matemático inglês Francis Galton, primo de Darwin. Em 1865, ele postulou que a hereditariedade transmitia características mentais - o que faz sentido. Mas algumas idéias de Galton eram bem mais esquisitas. Por exemplo, ele dizia que, se os membros das melhores famílias se casassem com parceiros escolhidos, poderiam gerar uma raça de homens mais capazes. A partir das palavras gregas para "bem" e "nascer", Galton criou o termo "eugenia" para batizar essa nova teoria.

Galton se inspirou nas obras então recém-descobertas de Gregor Mendel, um monge checo morto 12 anos antes que passaria à história como fundador da genética. Ao cruzar pés de ervilhas, Mendel havia identificado características que governavam a reprodução, chamando-as de dominantes e recessivas. Quando ervilhas de casca enrugada cruzam com as cascas lisa, o descendente tende a ter casca enrugada, pois esse gene é dominante.

Os eugenistas viram na genética o argumento para justificar seu racismo. Eles interpretaram as experiências de Mendel assim: casca enrugada é uma 'degeneração' (hoje sabe-se que estavam errados - tratava-se apenas de uma variação genética, algo ótimo para a sobrevivência). Misturar genes bons com 'degenerados', para eles, estragaria a linhagem. Para evitar isso, só mantendo a raça 'pura' - e aí eles não estavam mais falando de ervilhas. O eugenista Madison Grant, do Museu Americano de História Natural, advertia em 1916: "O cruzamento entre um branco e um índio faz um índio, entre um branco e um hindu faz um indu, entre qualquer raça européia e um judeu faz um judeu".

As idéias eugenistas fizeram sucesso entre as elites intelectuais de boa parte do Ocidente, inclusive as brasileiras. Mas houve um país em que elas se desenvolveram primeiro, e não foi a Alemanha: foram os EUA. Não tardou até que os eugenistas de lá começassem a querer transformar suas teorias em políticas públicas. "Em suas mentes, as futuras gerações dos geneticamente incapazes deveriam ser eliminadas", diz o jornalista americano Edwin Black, autor de A Guerra contra os Fracos. A miscigenação deveria ser proibida.

Programas de engenharia humana começaram a surgir, inspirados por técnicas advindas de estábulos e galinheiros. O zoólogo Charles Davenport, líder do movimento nos EUA, acreditava que os humanos poderiam ser criados e castrados como trutas e cavalos. Instituições de prestígio, como a Fundação Rockefeller e o Instituto Carnegie, doaram fundos para as pesquisas, universidades de primeira linha, como Stanford, ministraram cursos. Os eugenistas americanos ergueram escritórios de registros de 'incapazes', criaram testes de QI para justificar seu encarceramento e conseguiram que 29 Estados fizessem leis para esterilizá-los.

As primeiras vítimas foram pobres da Virgínia, e depois negros, judeus, mexicanos, europeus do sul, epilépticos e alcoólatras. Segundo Black, 60 mil pessoas foram esterilizadas á força nos EUA. Em seguida, países como a Suécia e a Finlândia começaram programas parecidos.

Portanto, quando a Alemanha de Hitler começou a esterilizar deficientes físicos e mentais, em 1934, não estava inventando nada. Só que eles foram mais longe. "Hitler está nos vencendo em nosso próprio jogo", indignou-se o medico americano Joseph DeJarnette, que castrava pobres. Em 1939, os alemães começaram a matar deficientes, num programa de "eutanásia forçada". Médicos usaram o gás inseticida Zyklon B para eliminar 70 mil pessoas "indignas de viver". O programa foi suspenso após protestos, mas serviu de ensaio para os campos de concentração, onde Zyklon B exterminaria qualquer um que ameaçasse o projeto da raça pura e a conseqüente "melhora da humanidade".

"Hitler conseguiu recrutar mais seguidores entre alemães equilibrados ao afirmar que a ciência estava a seu lado", diz Black. "Seu vice, Rudolf Hess", dizia que o nacional-socialismo não era nada além de biologia aplicada." Com o carimbo da ciência, ainda que meio falsificado, ficou mais fácil compactuar com o absurdo nazista."

O interessante desta história é a proximidade com o caso atual das células-tronco. É o uso da ciência como justificativa para o extermínio. Os operadores do sistema mostram e fixam as descrições no futuro, a "melhora da humanidade", a raça pura, sem doenças, etc. Porém, não mostram os meios e os custos para se atingir o futuro e realizar os objetivos que perseguem.

É exatamente o que temos com as tais células-tronco. Mostram o futuro, a cura de doenças (já arranjaram um monte de doentes incuráveis para acompanhar a caravana da liberação do extermínio, ou seja, para sensibilizar e enganar a sociedade sobre suas pretensões), novos tratamentos, etc. Porém, não mostram os meios e os custos para se atingir o futuro que descrevem. Não dizem que as pesquisas envolve o extermínio de embriões e fetos ou o extermínio de vida que eles consideram inviável. Usam, mais uma vez, o carimbo da ciência, para justificar práticas de extermínio.

Contudo, assim como na história dos Nazistas, o começo não é tão violento quanto o meio e o final da história. No caso das células-tronco o começo envolve apenas alguns embriões e alguns fetos considerados inviáveis. Nada mais do que isto. Porém, a ampliação das pesquisas ou o advento de uma 'possível' descoberta irá gerar uma grande demanda por mais embriões e fetos.

Então, já não buscaram mais embriões e fetos inviáveis, pois já utilizaram tudo o que existia nos estoques. Logo, começarão a buscar e gerar novas fontes. Podem, inclusive, gerar um mercado de embriões, incentivar a produção de fertilização in vitro para produzir embriões e fetos, ou então, trabalharem para a liberalização do aborto. As mães abortam nas clínicas científicas que não cobram nada pelo serviço e ainda pagam uma quantia para a mãe do exterminado. fazem isto para ficarem com o feto que irão utilizar nas pesquisas ou como matéria-prima de seus medicamentos.

A mídia está gerando uma forte neblina para obscurecer a consciência da população. Fixa nos resultados e não conta o custo para se alcançar tais objetivos, ou seja, não diz quantos serão exterminado pelas pesquisas e depois pelos processos industriais que usam céluluas-tronco para produzir medicamentos, etc....
Quando a Ciência banaliza a vida: o caso das células-tronco
Eu não sou contra as pesquisas com células-tronco. Acredito que pesquisas científicas que melhorem e preservem a vida devem ser realizadas. Eu sou contra o uso de embriões ou fetos humanos nestas pesquisas. Seres Humanos não podem ser matéria-prima para processos industriais ou para pesquisa. A vida não pode ser matéria-prima de laboratório e tubos de ensaios.

Além disso, ressalto mais uma vez, a mídia somente foca nos resultados das pesquisas com as tais células troncas. Não dizem que estas pesquisas usam seres humanos como matéria-prima. Não dizem que vidas congeladas (outra aberração diabólica) serão eliminadas, fatiadas, liquefeitas e estudadas em microscópios, ou então, servirão para extrair as tais células tronco....

Querem fazer pesquisas com células-tronco ? Que façam... Porém, devem respeitar a vida. Busquem matéria-prima em outra parte. Considero que a proibição do uso de embriões e fetos humanos em pesquisas científicas é fundamental para impedir o avanço da banalização da vida. Um fenômeno que conhecemos muito bem e que resulta a extermínio em massa de pessoas consideradas inviáveis ou indesejáveis.

Usar embriões e fetos em pesquisas científicas é uma demonstração clara de banalização da vida, de coisificação do humano. O Homem é transformado em matéria-prima de processo científico ou industrial.

Isto parece ser uma coisa boba. Uma coisa sem muita importância. Uma coisa que a Ciência aprova com muitos méritos. Afinal novas curas e tratamentos irão surgir dessa panacéia chamada células-tronco. Isto me lembra um artigo sobre o Nazismo que foi publicado na Revista Superinteressante de julho de 2005.

Este artigo busca explicar as razões que levaram milhões de alemães a seguirem Hitler e a tolerarem as ações nazistas contra pessoas consideradas descartáveis pelo sistema. E a primeira idéia apresentada no artigo, que ajudou o totalitarismo a avançar na Alemanha, foi o carimbo da ciência.

Diz o texto: "Como uma pessoa comum pode conviver com sua consciência após assassinar inocentes ? A resposta: fica mais fácil dormir à noite quando se acredita que seus atos trarão o bem à humanidade. Hitler convenceu os alemães - e muitos estrangeiros - de que, após o massacre, nasceria um mundo melhor.

Isso pode soar absurdo hoje, mas era um fato aceito pela ciência da época. "O Holocausto não ocorreu no vácuo. Ele seguiu décadas de crescente aceitação científica à desigualdade entre os homens", diz o alemão Henry Friedlander, historiador e autor de The Origins of Nazi Genocide ("As origens do Genocídio Nazista", sem versão brasileira). Friedlander se refere a um conceito nascido no século 19 nas melhores universidades: a eugenia.

A eugenia surgiu sob o impacto da publicação, em 1859, de um livro que mudaria para sempre o pensamento ocidental: A Origem das Espécies, de Charles Darwin. Darwin mostrou que as espécies não são imutáveis, mas evoluem gradualmente a partir de um antepassado comum à medida que os indivíduos mais aptos vivem mais e deixam mais descendentes. Pela primeira vez, o destino do mundo estava nas mãos da natureza, e não nas de Deus.

Darwin restringiu sua teoria ao mundo natural, mas outros pensadores a adaptaram - de um jeito meio torto - às sociedades humanas. O mais destacado entre eles foi o matemático inglês Francis Galton, primo de Darwin. Em 1865, ele postulou que a hereditariedade transmitia características mentais - o que faz sentido. Mas algumas idéias de Galton eram bem mais esquisitas. Por exemplo, ele dizia que, se os membros das melhores famílias se casassem com parceiros escolhidos, poderiam gerar uma raça de homens mais capazes. A partir das palavras gregas para "bem" e "nascer", Galton criou o termo "eugenia" para batizar essa nova teoria.

Galton se inspirou nas obras então recém-descobertas de Gregor Mendel, um monge checo morto 12 anos antes que passaria à história como fundador da genética. Ao cruzar pés de ervilhas, Mendel havia identificado características que governavam a reprodução, chamando-as de dominantes e recessivas. Quando ervilhas de casca enrugada cruzam com as cascas lisa, o descendente tende a ter casca enrugada, pois esse gene é dominante.

Os eugenistas viram na genética o argumento para justificar seu racismo. Eles interpretaram as experiências de Mendel assim: casca enrugada é uma 'degeneração' (hoje sabe-se que estavam errados - tratava-se apenas de uma variação genética, algo ótimo para a sobrevivência). Misturar genes bons com 'degenerados', para eles, estragaria a linhagem. Para evitar isso, só mantendo a raça 'pura' - e aí eles não estavam mais falando de ervilhas. O eugenista Madison Grant, do Museu Americano de História Natural, advertia em 1916: "O cruzamento entre um branco e um índio faz um índio, entre um branco e um hindu faz um indu, entre qualquer raça européia e um judeu faz um judeu".

As idéias eugenistas fizeram sucesso entre as elites intelectuais de boa parte do Ocidente, inclusive as brasileiras. Mas houve um país em que elas se desenvolveram primeiro, e não foi a Alemanha: foram os EUA. Não tardou até que os eugenistas de lá começassem a querer transformar suas teorias em políticas públicas. "Em suas mentes, as futuras gerações dos geneticamente incapazes deveriam ser eliminadas", diz o jornalista americano Edwin Black, autor de A Guerra contra os Fracos. A miscigenação deveria ser proibida.

Programas de engenharia humana começaram a surgir, inspirados por técnicas advindas de estábulos e galinheiros. O zoólogo Charles Davenport, líder do movimento nos EUA, acreditava que os humanos poderiam ser criados e castrados como trutas e cavalos. Instituições de prestígio, como a Fundação Rockefeller e o Instituto Carnegie, doaram fundos para as pesquisas, universidades de primeira linha, como Stanford, ministraram cursos. Os eugenistas americanos ergueram escritórios de registros de 'incapazes', criaram testes de QI para justificar seu encarceramento e conseguiram que 29 Estados fizessem leis para esterilizá-los.

As primeiras vítimas foram pobres da Virgínia, e depois negros, judeus, mexicanos, europeus do sul, epilépticos e alcoólatras. Segundo Black, 60 mil pessoas foram esterilizadas á força nos EUA. Em seguida, países como a Suécia e a Finlândia começaram programas parecidos.

Portanto, quando a Alemanha de Hitler começou a esterilizar deficientes físicos e mentais, em 1934, não estava inventando nada. Só que eles foram mais longe. "Hitler está nos vencendo em nosso próprio jogo", indignou-se o medico americano Joseph DeJarnette, que castrava pobres. Em 1939, os alemães começaram a matar deficientes, num programa de "eutanásia forçada". Médicos usaram o gás inseticida Zyklon B para eliminar 70 mil pessoas "indignas de viver". O programa foi suspenso após protestos, mas serviu de ensaio para os campos de concentração, onde Zyklon B exterminaria qualquer um que ameaçasse o projeto da raça pura e a conseqüente "melhora da humanidade".

"Hitler conseguiu recrutar mais seguidores entre alemães equilibrados ao afirmar que a ciência estava a seu lado", diz Black. "Seu vice, Rudolf Hess", dizia que o nacional-socialismo não era nada além de biologia aplicada." Com o carimbo da ciência, ainda que meio falsificado, ficou mais fácil compactuar com o absurdo nazista."

O interessante desta história é a proximidade com o caso atual das células-tronco. É o uso da ciência como justificativa para o extermínio. Os operadores do sistema mostram e fixam as descrições no futuro, a "melhora da humanidade", a raça pura, sem doenças, etc. Porém, não mostram os meios e os custos para se atingir o futuro e realizar os objetivos que perseguem.

É exatamente o que temos com as tais células-tronco. Mostram o futuro, a cura de doenças (já arranjaram um monte de doentes incuráveis para acompanhar a caravana da liberação do extermínio, ou seja, para sensibilizar e enganar a sociedade sobre suas pretensões), novos tratamentos, etc. Porém, não mostram os meios e os custos para se atingir o futuro que descrevem. Não dizem que as pesquisas envolve o extermínio de embriões e fetos ou o extermínio de vida que eles consideram inviável. Usam, mais uma vez, o carimbo da ciência, para justificar práticas de extermínio.

Contudo, assim como na história dos Nazistas, o começo não é tão violento quanto o meio e o final da história. No caso das células-tronco o começo envolve apenas alguns embriões e alguns fetos considerados inviáveis. Nada mais do que isto. Porém, a ampliação das pesquisas ou o advento de uma 'possível' descoberta irá gerar uma grande demanda por mais embriões e fetos.

Então, já não buscaram mais embriões e fetos inviáveis, pois já utilizaram tudo o que existia nos estoques. Logo, começarão a buscar e gerar novas fontes. Podem, inclusive, gerar um mercado de embriões, incentivar a produção de fertilização in vitro para produzir embriões e fetos, ou então, trabalharem para a liberalização do aborto. As mães abortam nas clínicas científicas que não cobram nada pelo serviço e ainda pagam uma quantia para a mãe do exterminado. fazem isto para ficarem com o feto que irão utilizar nas pesquisas ou como matéria-prima de seus medicamentos.

A mídia está gerando uma forte neblina para obscurecer a consciência da população. Fixa nos resultados e não conta o custo para se alcançar tais objetivos, ou seja, não diz quantos serão exterminado pelas pesquisas e depois pelos processos industriais que usam céluluas-tronco para produzir medicamentos, etc....

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Maiakóvski no caminho da célula-tronco
Há um poema do Eduardo Alves da Costa com o título "No caminho com Maiakóvski". Este poema diz:
"[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]"

A imagem mostrada por este poema é muito interessante. Uma imagem simples e singela que revela o plano do mal inserido em discursos do bem. Discursos solidários, altruístas e com casca inofensiva. Discursos que são verdadeiros cavalo de Tróia. Discursos que carregam, em seu interior, a semente do mal.

A idéia é simples e consiste em fragmentar as ações em milhares de pedaços. Quem vê os pedaços separados, não vê o todo. Não vê o conjunto reunido. Inegavelmente, é um truque, um artifício, muito eficiente.

Além disso, constroem um discurso que não pode ser refutado sem se expôr. Com isso paralisam e silenciam os homens de bem que lutam contra a hegemonia e o domínio do mal. "Roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. "

Isto se aplica perfeitamente às pesquisas com células-tronco. Dizem eles: "são embriões congelados há mais de três anos... São embriões descartáveis... São embriões inviáveis..." Pequenas frases. Frases inofensivas. Frases cavalo de Tróia que banalizam a vida e tentam jogar uma espessa nuvem de fumaça sobre a questão das células-tronco. Uma nuvem de fumaça que tem por finalidade esconder a vida que será exterminada e evidenciar uma possível, uma provável (não há certeza de nada), cura para doença...

O discurso foi construído para nos paralisar. Estão pisando as nossas flores, mas como estão buscando cura para doenças, não dizemos nada e aceitamos. Porém, não são meras flores. São vidas que estão sendo exterminadas. Vidas que estão servindo de cobaias para a ciência...

Inclusive, eu considero uma aberração a fecundação in vitro. É contra a natureza. É contra a biologia. Contra a ordem normal do mundo. Pior, fazem a fecundação in vitro e congelam os embriões. Geram a vida e depois a congelam ou descartam. Existe vida descartável ? Como um embrião pode ser inviável ? "Pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada."

Agora, dizem eles, é só pesquisa para compreender o mecanismo. Esta idéia de "compreender o mecanismo" não é nova. Lembro-me dos nazistas. Lembro do Mengele e de suas experiências para compreender o mecanismo. Lembram que ele cortava os braços de crianças e tentava colar o braço de uma na outra ? O Mengele também queria compreender o mecanismo... O mecanismo da rejeição, etc...

Hoje são embriões congelados há mais de 3 anos. São embriões descartáveis. São embriões inviáveis. Porém, se descobrirem uma cura, usando estes embriões, começará a produção em escala comercial ou industrial. E daí ? De onde virá os embriões ? Será que irão produzir embriões em larga escala para fazer os medicamentos ? Será que haverá uma fábrica onde os embriões são exterminados, lioquefeitos, filtrados e transformados em líquido injetável ?

Os nazistas usavam os corpos dos exterminados para fazer sabão. Os cientistas atuais querem usar embriões para fazer medicamentos. Qual é a diferença ? "Pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada."

De repente, alguém, por exemplo o Ministro Temporão, pode ver mais longe e dizer: "Vamos juntar as coisas ! Vamos legalizar o aborto. Assim, as mães podem ganhar dinheiro vendendo o feto abortado para as indústrias que utilizam células-tronco para fabricar medicamento. Com isso, geramos mais uma fonte de riqueza, uma fonte de renda..." E o mal começa a espalhar suas raízes, a juntar as partes separadas. E tudo começou porque toleramos as pequenas ações, deixamos eles pisarem nossas flores, matarem nosso cão, e não dissemos nada.

Vejam que começaram com a fecundação in vitro. Começaram congelando os embriões. Como nós deixamos passar, agora querem usar os embriões congelados, descartáveis ou inviáveis, para pesquisas. E se deixarmos passar, irão fazer coisa pior, muito pior...

Existem outras formas de pesquisa com células-tronco. Pesquisas que não usam células de embriões. Pesquisas que respeitam a vida. Estas são as pesquisas que devem ser incentivadas e financiadas. As demais devem ser banidas e proibidas, pois destroem a vida de indefesos, a vida do feto que está em desenvolvimento...

Na minha Teoria da Consciência e Liberdade considero a razão pura como um processo mental. Um processo formado por um conjunto de pensamentos coerentes que seguem o método científico. Porém, esta coerência e o método científico não são garantia de nada. Pode-se exterminar pessoas e grupos inteiros sendo coerente e seguindo o método científico. Não foi isto que o nazismo e o stalinismo fez ?

Por isso, a razão pura é um dos processos da consciência. É um processo que deve ser controlado e limitado por outros processos mentais. A razão pura não tem e nem deve ter força suficiente para agir sozinha e dominar os homens. Inclusive, este foi o grande erro do iluminismo. Erraram quando deram à razão pura hegemonia ou supremacia sobre todas as coisas e, principalmente, sobre o homem.

A razão pura, sendo um processo mental, é um sistema. E um sistema que, se agindo sozinho, é fanático e psicopata, seguindo os dogmas da ciência e buscando os objetivos estabelecidos sem atentar para suas ações, sem pesar as consequências, por exemplo, atentando para o fato de que a matéria-prima da pesquisa são embriões humanos, são pessoas em um estágio primitivo de desenvolvimento.

Contudo, a razão pura de um cientista, por ser fanática e psicopata, não hesitaria nem um pouco em usar os próprios filhos como cobaias dos experimentos científicos...

E nós não dissemos nada... Estão construindo as redes do mal bem diante dos nossos olhos, estão tecendo teias de destruição e extermínio ao nosso redor e nós não dizemos nada... "Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada."

É hora de prestar atenção, muita atenção, nas coisas que eles estão fazendo, naquilo que estão pedindo e nós estamos cedendo... A única coisa que pedem em troca é o nosso consentimento calado e obediente. Conduta que significa extermínio e destruição da vida e da dignidade humana...
Maiakóvski no caminho da célula-tronco
Há um poema do Eduardo Alves da Costa com o título "No caminho com Maiakóvski". Este poema diz:
"[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]"

A imagem mostrada por este poema é muito interessante. Uma imagem simples e singela que revela o plano do mal inserido em discursos do bem. Discursos solidários, altruístas e com casca inofensiva. Discursos que são verdadeiros cavalo de Tróia. Discursos que carregam, em seu interior, a semente do mal.

A idéia é simples e consiste em fragmentar as ações em milhares de pedaços. Quem vê os pedaços separados, não vê o todo. Não vê o conjunto reunido. Inegavelmente, é um truque, um artifício, muito eficiente.

Além disso, constroem um discurso que não pode ser refutado sem se expôr. Com isso paralisam e silenciam os homens de bem que lutam contra a hegemonia e o domínio do mal. "Roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. "

Isto se aplica perfeitamente às pesquisas com células-tronco. Dizem eles: "são embriões congelados há mais de três anos... São embriões descartáveis... São embriões inviáveis..." Pequenas frases. Frases inofensivas. Frases cavalo de Tróia que banalizam a vida e tentam jogar uma espessa nuvem de fumaça sobre a questão das células-tronco. Uma nuvem de fumaça que tem por finalidade esconder a vida que será exterminada e evidenciar uma possível, uma provável (não há certeza de nada), cura para doença...

O discurso foi construído para nos paralisar. Estão pisando as nossas flores, mas como estão buscando cura para doenças, não dizemos nada e aceitamos. Porém, não são meras flores. São vidas que estão sendo exterminadas. Vidas que estão servindo de cobaias para a ciência...

Inclusive, eu considero uma aberração a fecundação in vitro. É contra a natureza. É contra a biologia. Contra a ordem normal do mundo. Pior, fazem a fecundação in vitro e congelam os embriões. Geram a vida e depois a congelam ou descartam. Existe vida descartável ? Como um embrião pode ser inviável ? "Pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada."

Agora, dizem eles, é só pesquisa para compreender o mecanismo. Esta idéia de "compreender o mecanismo" não é nova. Lembro-me dos nazistas. Lembro do Mengele e de suas experiências para compreender o mecanismo. Lembram que ele cortava os braços de crianças e tentava colar o braço de uma na outra ? O Mengele também queria compreender o mecanismo... O mecanismo da rejeição, etc...

Hoje são embriões congelados há mais de 3 anos. São embriões descartáveis. São embriões inviáveis. Porém, se descobrirem uma cura, usando estes embriões, começará a produção em escala comercial ou industrial. E daí ? De onde virá os embriões ? Será que irão produzir embriões em larga escala para fazer os medicamentos ? Será que haverá uma fábrica onde os embriões são exterminados, lioquefeitos, filtrados e transformados em líquido injetável ?

Os nazistas usavam os corpos dos exterminados para fazer sabão. Os cientistas atuais querem usar embriões para fazer medicamentos. Qual é a diferença ? "Pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada."

De repente, alguém, por exemplo o Ministro Temporão, pode ver mais longe e dizer: "Vamos juntar as coisas ! Vamos legalizar o aborto. Assim, as mães podem ganhar dinheiro vendendo o feto abortado para as indústrias que utilizam células-tronco para fabricar medicamento. Com isso, geramos mais uma fonte de riqueza, uma fonte de renda..." E o mal começa a espalhar suas raízes, a juntar as partes separadas. E tudo começou porque toleramos as pequenas ações, deixamos eles pisarem nossas flores, matarem nosso cão, e não dissemos nada.

Vejam que começaram com a fecundação in vitro. Começaram congelando os embriões. Como nós deixamos passar, agora querem usar os embriões congelados, descartáveis ou inviáveis, para pesquisas. E se deixarmos passar, irão fazer coisa pior, muito pior...

Existem outras formas de pesquisa com células-tronco. Pesquisas que não usam células de embriões. Pesquisas que respeitam a vida. Estas são as pesquisas que devem ser incentivadas e financiadas. As demais devem ser banidas e proibidas, pois destroem a vida de indefesos, a vida do feto que está em desenvolvimento...

Na minha Teoria da Consciência e Liberdade considero a razão pura como um processo mental. Um processo formado por um conjunto de pensamentos coerentes que seguem o método científico. Porém, esta coerência e o método científico não são garantia de nada. Pode-se exterminar pessoas e grupos inteiros sendo coerente e seguindo o método científico. Não foi isto que o nazismo e o stalinismo fez ?

Por isso, a razão pura é um dos processos da consciência. É um processo que deve ser controlado e limitado por outros processos mentais. A razão pura não tem e nem deve ter força suficiente para agir sozinha e dominar os homens. Inclusive, este foi o grande erro do iluminismo. Erraram quando deram à razão pura hegemonia ou supremacia sobre todas as coisas e, principalmente, sobre o homem.

A razão pura, sendo um processo mental, é um sistema. E um sistema que, se agindo sozinho, é fanático e psicopata, seguindo os dogmas da ciência e buscando os objetivos estabelecidos sem atentar para suas ações, sem pesar as consequências, por exemplo, atentando para o fato de que a matéria-prima da pesquisa são embriões humanos, são pessoas em um estágio primitivo de desenvolvimento.

Contudo, a razão pura de um cientista, por ser fanática e psicopata, não hesitaria nem um pouco em usar os próprios filhos como cobaias dos experimentos científicos...

E nós não dissemos nada... Estão construindo as redes do mal bem diante dos nossos olhos, estão tecendo teias de destruição e extermínio ao nosso redor e nós não dizemos nada... "Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada."

É hora de prestar atenção, muita atenção, nas coisas que eles estão fazendo, naquilo que estão pedindo e nós estamos cedendo... A única coisa que pedem em troca é o nosso consentimento calado e obediente. Conduta que significa extermínio e destruição da vida e da dignidade humana...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Grupos de extermínio no Brasil
É lógico que existem grupos de extermínio em São Paulo. É lógico que existem grupos de extermínio no Rio de Janeiro. É lógico que estes grupos não são combatidos. É lógico que as autoridades públicas também estão envolvidas com os grupos de extermínio...

A regra é simples: tem muita coisa que não pode ser feita dentro da lei, principalmente quando a autoridade quer poder ilimitado e é um tirano disfarçado de democrata. Nestes casos usa-se os grupos de extermínio. Os grupos de extermínio geralmente exterminam os desafetos das autoridades públicas. Supostos bandidos incontroláveis que estão presos, etc. Enfim, os grupos de extermínio resolvem o problema que a autoridade quer que sejam resolvidos...

Grupo de extermínio nada mais é do que o braço sujo das autoridades públicas. O BOPE quando sobe o morro é um grupo de extermínio. A ROTA que mata pelas ruas e diz que ataca o PCC é outro grupo de extermínio.

Além disso, o discurso do grupo de extermínio é construído para assustar os líderes sociais das favelas e periferias. Se os líderes sociais começam a fazer exigências de justiça, etc... o grupo de extermínio vai lá e mata e diz que era traficante. Assim, os corruptos continuam dominando, oprimindo, explorando e excluindo. E usando o grupo de extermínio para fazer o serviço sujo que eles precisam...
Grupos de extermínio no Brasil
É lógico que existem grupos de extermínio em São Paulo. É lógico que existem grupos de extermínio no Rio de Janeiro. É lógico que estes grupos não são combatidos. É lógico que as autoridades públicas também estão envolvidas com os grupos de extermínio...

A regra é simples: tem muita coisa que não pode ser feita dentro da lei, principalmente quando a autoridade quer poder ilimitado e é um tirano disfarçado de democrata. Nestes casos usa-se os grupos de extermínio. Os grupos de extermínio geralmente exterminam os desafetos das autoridades públicas. Supostos bandidos incontroláveis que estão presos, etc. Enfim, os grupos de extermínio resolvem o problema que a autoridade quer que sejam resolvidos...

Grupo de extermínio nada mais é do que o braço sujo das autoridades públicas. O BOPE quando sobe o morro é um grupo de extermínio. A ROTA que mata pelas ruas e diz que ataca o PCC é outro grupo de extermínio.

Além disso, o discurso do grupo de extermínio é construído para assustar os líderes sociais das favelas e periferias. Se os líderes sociais começam a fazer exigências de justiça, etc... o grupo de extermínio vai lá e mata e diz que era traficante. Assim, os corruptos continuam dominando, oprimindo, explorando e excluindo. E usando o grupo de extermínio para fazer o serviço sujo que eles precisam...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Mais uma coisa sobre o anticristo
No texto do anticristo eu não citei o caso dos países que foram dominados pela Ciência Materialista, e pelo materialismo. Estes países exterminaram a maioria dos religiosos. É o caso, por exemplo, daqueles que estavam por trás da cortina de ferro, na ex-União Soviética. Ali sim, a Ciência Materialista mostrou as suas garras como elas realmente são.

Pesquise sobre as perseguições a religiosos na ex-URSS e nos demais países materialistas e você descobrirá uma grande carnificina, pessoas morrendo pela sua fé. Como está descrito no apocalipse. Mais uma evidência da ação do anticristo e de sua identificação com a Ciência Materialista.

A neblina é espessa, mesmo assim, a verdade pode ser vista. Precisa de mais evidência, Tomé ?
Mais uma coisa sobre o anticristo
No texto do anticristo eu não citei o caso dos países que foram dominados pela Ciência Materialista, e pelo materialismo. Estes países exterminaram a maioria dos religiosos. É o caso, por exemplo, daqueles que estavam por trás da cortina de ferro, na ex-União Soviética. Ali sim, a Ciência Materialista mostrou as suas garras como elas realmente são.

Pesquise sobre as perseguições a religiosos na ex-URSS e nos demais países materialistas e você descobrirá uma grande carnificina, pessoas morrendo pela sua fé. Como está descrito no apocalipse. Mais uma evidência da ação do anticristo e de sua identificação com a Ciência Materialista.

A neblina é espessa, mesmo assim, a verdade pode ser vista. Precisa de mais evidência, Tomé ?

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O retorno do Totalitarismo
Analisando o fenômeno totalitário, percebe-se que o retorno do totalitarismo, na forma do nazismo, é muito difícil de acontecer, principalmente pelo fato, como mostra a matéria abaixo, de se conhecer todos os aspectos dessa vertente.

O perigo totalitário está nas formas que são pouco conhecidas e estudadas. Por exemplo, o extermínio de russos pelo Stalinismo, as ações de Pol Pot no Camboja, de Mao Tsé na China e os casos de extermínios na África.

Estas vertentes totalitárias também exterminaram milhões de pessoas e são pouco conhecidas. Não se basearam em questões anti-semitas e, como no caso dos russos, era o governo exterminando o próprio povo. Pessoas supérfluas e descartáveis para o sistema de governo.

Comparativamente, o Stalinismo é um Nazismo que não extermina Judeus, mas sim alemães. Por isso, muito mais terrível e muito mais perigoso. É o governo nacional contra os próprios nacionais.

Enfim, é preciso estudar e prestar muito mais atenção nestas vertentes e em seus métodos. São elas que estão se repetindo por aí... São elas que podem nos atacar de repente...
Alemanha expõe história do nazismo em memória ao aniversário do Holocausto
Notícias do New York Times - Tradução do G1
Ministro diz que país vai construir monumentos em homenagem a ciganos e gays mortos.

Nesta quarta (30) relembra-se o 75º aniversário da tomada do poder de Hitler.

A maioria dos países comemora os melhores momentos de sua história. A Alemanha, porém, não cansa de promover o que houve de pior na sua.

O gigantesco memorial do Holocausto que toma conta de uma parte do centro de Berlim só foi concluído depois de anos de polêmicas. Mas a construção de monumentos em memória ao ultraje nazista segue inabalável.

Na segunda-feira (28), o ministro da cultura da Alemanha, Bernd Neumann, anunciou que essa construção iniciaria em Berlim com dois monumentos, um próximo a Reichstag, em homenagem aos ciganos assassinados, conhecidos aqui como Sinti e Roma, e outro no perímetro da Porta de Brandenburg, aos gays e lésbicas mortos no Holocausto.

Em novembro, a Alemanha progrediu na tão adiada construção do centro Topografia do Terror no local que sediava a Gestapo e a SS. E em outubro, uma nova exposição enorme foi aberta no campo de concentração Bergen-Belsen. No campo de Dachau, próximo a Munique, será inaugurado um novo centro de visitação nos próximos meses. A cidade de Erfurt planeja construir um museu dedicado aos crematórios. Existem no momento duas exposições concorrentes sobre o papel das ferrovias alemãs na condução de milhões de pessoas à morte.

Nesta quarta-feira (30) relembra-se o 75º aniversário da tomada do poder de Hitler e do Partido Nazista na Alemanha, e a ocasião motivou um novo período de reflexão e análise do que aconteceu.

"Em que lugar do mundo já se viu um país que constrói memoriais para imortalizar sua própria vergonha?", questionou Avi Primor, ex-embaixador israelense na Alemanha, em um evento realizado em Erfurt na sexta-feira em memória ao Holocausto e à libertação de Auschwitz. "Somente os alemães tiveram essa coragem e humildade."

O esforço de fazer as pazes com a história se materializa não só nos prédios e exposições. O Departamento de Crimes Federais iniciou no ano passado uma investigação interna, na tentativa de esclarecer o passado nazista dos fundadores do partido após o término da guerra. Além disso, neste mês o promotor federal da Alemanha indeferiu o veredicto de culpado de Marinus van der Lubbe, o comunista holandês executado sob acusações de ter iniciado o incêndio de Reichstag. O 75º aniversário desse acontecimento será em 27 de fevereiro.

A experiência do nazismo está viva no debate público contemporâneo que aborda os mais variados temas: as tropas alemãs no Afeganistão, a baixa taxa de natalidade e a maneira de o país lidar com estrangeiros. Os motivos de o país parecer infinitamente obcecado pelo tema do nazismo é assunto de discussões intermináveis aqui. Esses motivos vão desde o temperamento filosófico da Alemanha ao simples choque diante da combinação sem precedentes de organização e brutalidade, até o sentimento de que o crime teve dimensões tão grandes que se espalhou como uma mácula pela cultura do país como um todo.

Sejam quais forem os motivos, à medida que os acontecimentos se tornam mais distantes e menos pessoais, esta sociedade é forçada a encarar a dúvida de como deveria preservar a memória de seus crimes e transgressões daqui para frente.

Nas décadas que sucederam a guerra, a questão central era como Hitler conseguiu chegar ao poder, disse Horst Moeller, diretor do Instituto de História Contemporânea, em uma entrevista. Até uma minissérie da televisão americana chamada "Holocausto", exibida na década de 1970, afetou a discussão na então Alemanha Ocidental, mudando o foco com muito mais intensidade para o sofrimento das próprias vítimas, como explicou Moeller.

Em 1969, Ruediger Nemitz começou a receber de volta as vítimas de Berlim exiladas pela tirania nazista, sendo a maioria esmagadora desse grupo composta por judeus. Berlim faz com que seus antigos cidadãos retornem para uma semana de visitas, com todas as despesas pagas, completando a iniciativa com uma recepção do prefeito.

O Programa de Convites de Ex-Cidadãos Perseguidos de Berlim, que trouxe cerca de 33 mil pessoas para visitar a cidade, chegou a ter 12 funcionários trabalhando em período integral. Agora restaram apenas Nemitz e um funcionário trabalhando meio período.

Contudo, o programa não está esmorecendo aos poucos devido à redução do suporte à preservação da memória do sofrido passado da Alemanha. Pelo contrário, em uma época em que o semi falido governo da cidade de Berlim foi obrigado a promover cortes significativos em outras áreas, Nemitz conta que todos os partidos políticos representando o parlamento da cidade apoiaram o programa e não diminuíram o orçamento de US$ 800 mil destinado a passagens aéreas, hotéis e tours desde pelo menos 2000.

"Quando o programa começou, eles eram adultos. Agora, são pessoas com quase nenhuma memória de Berlim", disse Nemitz em seu escritório no térreo do prédio da prefeitura. "Os que vêm hoje eram crianças na época." As visitas se encerrarão em 2010 ou 2011, segundo estimativas de Nemitz, já que o número de vítimas ainda vivas é muito pequeno.

É importante lembrar também que, além da dolorosa morte dos sobreviventes ao longo dos anos, a geração de Nemitz, daqueles que encararam os crimes de perto e lutaram para quebrar o silêncio de seus pais e professores, está começando a se aposentar. Quando o último grupo de visitação deixar Berlim, Nemitz, 61, que declarou ter medo de tirar férias e considera seu cargo mais como uma missão do que como um emprego, fechará as portas de seu escritório e se aposentará.

Há quem diga que os alemães jovens, que são obrigados a estudar com profundidade a era nazista e o Holocausto, deram poucas demonstrações de que deixariam o assunto morrer, apesar de sua distância dos acontecimentos. Afirma-se que a geração mais nova lida com o assunto não como uma fonte de culpa, mas de responsabilidade no panorama mundial pelo pacifismo e pela justiça social, incluindo a oposição à guerra no Iraque.

Outros afirmam que os crimes são tratados apenas superficialmente e que os jovens acabarão, talvez de forma menos latente, expressando sua exaustão do tema. "Não consigo deixar de sentir que uma parte desse contínuo 'Vamos construir monumentos; vamos construir museus aos judeus', seja um comportamento bastante ritualizado", declarou por telefone Susan Neiman, diretora do Einstein Forum, em Potsdam, organização internacional de pesquisa pública. "Preocupo-me muito se tudo isso não sairá pela culatra, tendo resultados contrários aos desejados."

A relação da Alemanha com sua história nazista até hoje costuma provocar controvérsias, como no caso das exposições concorrentes sobre as ferrovias. A primeira, chamada Train of Commemoration, é uma locomotiva que carrega itens de exposição que detalham como as crianças judias eram assassinadas no Holocausto.

O trem atravessa as cidades da Alemanha e fica aberto à visitação durante o percurso, tendo Auschwitz como destino final. Os organizadores da exposição reclamam que em vez de apoiar o projeto, a companhia ferroviária nacional Deutsche Bahn, prejudicou a mostra, fazendo com que os organizadores pagassem pelo uso dos trilhos mesmo enquanto relembram a história de crimes das ferrovias.

A segunda exposição, patrocinada pela própria Deutsche Bahn, foi inaugurada em Berlim na estação de trem Potsdamer Platz na semana passada. Os críticos desdenharam a exposição oficial como uma resposta à atenção da primeira exposição. Mas a exposição da Deutsche Bahn de fato mostra como a predecessora da empresa, a Reichsbahn, transportou cerca de 3 milhões de passageiros conduzindo-as à morte; é repleta de estatísticas e fotografias tenebrosas e dolorosas e histórias fortes de algumas das pessoas que sucumbiram.

Qualquer fracasso em lidar com a história com o devido zelo imediatamente atrai atenção nacional. Em Munique, no último final de semana, um desfile tradicional de carnaval foi realizado no Dia Internacional de Memória ao Holocausto, celebrado todos os anos em 27 de janeiro. A coincidência das datas provocou uma enxurrada de publicidade negativa para a cidade. Charlotte Knobloch, líder da organização nacional dos judeus, na Alemanha, declarou que o episódio "desonra e insulta as vítimas."

Stefan Hauf, porta-voz da cidade, declarou: "Não houve intenção de fazer nenhuma afronta." Ele explicou que a cidade poderia ter mudado a data do desfile, como o fez a cidade de Regensburg, mas o problema foi que muitos participantes estavam chegando de outros países e ficou impossível alterar a data de última hora. "A data estava marcada no calendário público desde maio do ano passado", disse Hauf.

Munique exerceu um papel especial na história nazista. Foi lá que o partido nacional-socialista teve ascensão e foi o local do Beer Hall Putsch de 1923, a fracassada tentativa de golpe de estado encerrada no mito nazista. Hitler acabou declarando a cidade como a Capital do Movimento. Ao contrário de Berlim, que ficou conhecida como a cidade que possui um memorial construído em praticamente cada esquina, Munique foi muitas vezes criticada por minimizar a importância de sua história.

"Munique era a Capital do Movimento. Desde 1945, é a capital do esquecimento", declarou Wolfram P. Kastner, artista que contou que ao longo dos anos brigou com o governo da cidade para obter autorizações e permissões para, por meio da arte performática, manter viva a memória do Holocausto.

O governo da cidade de Munique acredita que foi bastante ativo na tentativa de preservar a história daquela época. Em uma pequena caminhada saindo da histórica Marienplatz na cidade, vê-se todo um complexo de novos edifícios dedicado ao passado e ao presente dos judeus da cidade. A sinagoga nesse local foi inaugurada em novembro de 2006 no aniversário dos ataques Kristallnacht liderados pelos nazistas contra os estabelecimentos e locais de prece dos judeus e contra os próprios judeus. O Museu Judaico e um novo centro comunitário foram inaugurados em Munique no ano passado.

A cidade está trabalhando no projeto de um novo museu que será construído onde ficava a sede do partido nazista. O futuro Centro de Documentação da História do Nacional-Socialismo deve ser inaugurado em 2011. O objetivo declarado, de acordo com o site do museu, "é criar um local de aprendizagem que sirva para o futuro."

Focada nesse objetivo, Angelika Baumann, do Departamento de Artes e Cultura da cidade, está promovendo workshops com alunos de 14 a 18 anos, incluindo estudantes que se preparam para a universidade e alunos de escolas técnicas e crianças que não possuem origem etnicamente alemã. "Planejamos alcançar as pessoas que ainda nem nasceram", disse Baumann.

Tradução: Claudia Freire