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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Quando o mal contamina a consciência
Quando o mal contamina e assume o controle da consciência de um indivíduo ou da consciência coletiva de um grupo ou sociedade, pouca coisa pode ser feita para recuperá-la... A consciência é a essência do homem. E a contaminação da essência contamina todos os processos mentais, todas as sentenças da consciência. Se uma fonte está contaminada, tudo aquilo que brota dela vem contaminado.

Isto significa que os corruptores e os corruptos não vão combater a corrupção. Significa que os exploradores não vão combater a exploração. Significa que os opressores não vão combater a opressão. Todos estes tipos possuem uma consciência contaminada e dominada pelo mal que produzem e do qual se alimentam. Logo, a tendência lógica é que cada um deles trabalhará para que suas respectivas área se expandam e suas ações ilícitas, ilegais e ilegítimas sejam cada vez mais camufladas, dissimuladas e lucrativas.

Somente o arrependimento e a respectiva conversão do homem, para o lado oposto daquilo que ele fazia, é capaz de limpar e regenerar a consciência. Sem arrependimento e conversão, não há como limpar a consciência, não há como regenerá-la.

O arrependimento modifica a consciência, refaz ligações mentais, restaura processos mentais, regenera pensamentos. Logo, é um fenômeno que ocorre no mundo do espírito. A conversão transforma o arrependimento em ação, em prática, em comportamento, revelando-o para os homens. Onde não há arrependimento e conversão, não há salvação.

O mundo antes Noé possuía uma consciência coletiva contaminada pelo mal. Somente Noé e sua família escapavam dessa dominação. Sodoma e Gomorra também tinham uma consciência coletiva contaminada pelo mal. Inclusive, Ló procurou e não conseguiu encontrar nem uma dezena de consciências sadias no meio daquele povo. E, na atualidade, o exemplo mais marcante de uma sociedade com uma consciência coletiva dominada pelo mal foram os nazistas na Alemanha de Hitler. Todas essas sociedades foram destruídas e riscadas do mapa, pois a contaminação da consciência coletiva ocasiona, inevitavelmente, a extinção da sociedade e de seus integrantes....

Hoje, o mal está se disseminando e dominando as sociedades atuais. Mal que tem várias faces e muitos tentáculos, por exemplo, o consumismo patológico, a corrupção desenfreada, a exploração dos mais fracos, a escravidão dos mais pobres, a exclusão dos marginalizados, as violações de Direitos Humanos, a indiferença da maioria, anestesiada pela mídia e pela propaganda, diante de tudo isso...

Enfim, vivemos uma época de intensa e ampla banalização do mal, banalização da humanidade, banalização do homem. Uma época de consciências resignadas, indiferentes, corrompidas. Uma época onde as consciências estão sendo contaminadas e dominadas, cada vez em maior número, pelo lado sombrio da força. Caminhamos a passos largo para a destruição.

E quando um grande número de pessoas adotar o mal como costume diário, como coisa corriqueira, como coisa banal. Quando um grande número de pessoas achar normal e inevitável a corrupção, as violações de Direitos Humanos, a exploração dos mais fracos, a escravidão dos mais pobres. Época de gente indiferente ao próximo, de gente desumana.

Nesta hora estaremos diante de uma consciência coletiva dominada pelo mal e da inevitável eliminação coletiva dessas consciências, eliminação dessa sociedade corrompida. Somente depois dessa limpeza haverá um Novo Céu e uma Nova Terra...
Quando o mal contamina a consciência
Quando o mal contamina e assume o controle da consciência de um indivíduo ou da consciência coletiva de um grupo ou sociedade, pouca coisa pode ser feita para recuperá-la... A consciência é a essência do homem. E a contaminação da essência contamina todos os processos mentais, todas as sentenças da consciência. Se uma fonte está contaminada, tudo aquilo que brota dela vem contaminado.

Isto significa que os corruptores e os corruptos não vão combater a corrupção. Significa que os exploradores não vão combater a exploração. Significa que os opressores não vão combater a opressão. Todos estes tipos possuem uma consciência contaminada e dominada pelo mal que produzem e do qual se alimentam. Logo, a tendência lógica é que cada um deles trabalhará para que suas respectivas área se expandam e suas ações ilícitas, ilegais e ilegítimas sejam cada vez mais camufladas, dissimuladas e lucrativas.

Somente o arrependimento e a respectiva conversão do homem, para o lado oposto daquilo que ele fazia, é capaz de limpar e regenerar a consciência. Sem arrependimento e conversão, não há como limpar a consciência, não há como regenerá-la.

O arrependimento modifica a consciência, refaz ligações mentais, restaura processos mentais, regenera pensamentos. Logo, é um fenômeno que ocorre no mundo do espírito. A conversão transforma o arrependimento em ação, em prática, em comportamento, revelando-o para os homens. Onde não há arrependimento e conversão, não há salvação.

O mundo antes Noé possuía uma consciência coletiva contaminada pelo mal. Somente Noé e sua família escapavam dessa dominação. Sodoma e Gomorra também tinham uma consciência coletiva contaminada pelo mal. Inclusive, Ló procurou e não conseguiu encontrar nem uma dezena de consciências sadias no meio daquele povo. E, na atualidade, o exemplo mais marcante de uma sociedade com uma consciência coletiva dominada pelo mal foram os nazistas na Alemanha de Hitler. Todas essas sociedades foram destruídas e riscadas do mapa, pois a contaminação da consciência coletiva ocasiona, inevitavelmente, a extinção da sociedade e de seus integrantes....

Hoje, o mal está se disseminando e dominando as sociedades atuais. Mal que tem várias faces e muitos tentáculos, por exemplo, o consumismo patológico, a corrupção desenfreada, a exploração dos mais fracos, a escravidão dos mais pobres, a exclusão dos marginalizados, as violações de Direitos Humanos, a indiferença da maioria, anestesiada pela mídia e pela propaganda, diante de tudo isso...

Enfim, vivemos uma época de intensa e ampla banalização do mal, banalização da humanidade, banalização do homem. Uma época de consciências resignadas, indiferentes, corrompidas. Uma época onde as consciências estão sendo contaminadas e dominadas, cada vez em maior número, pelo lado sombrio da força. Caminhamos a passos largo para a destruição.

E quando um grande número de pessoas adotar o mal como costume diário, como coisa corriqueira, como coisa banal. Quando um grande número de pessoas achar normal e inevitável a corrupção, as violações de Direitos Humanos, a exploração dos mais fracos, a escravidão dos mais pobres. Época de gente indiferente ao próximo, de gente desumana.

Nesta hora estaremos diante de uma consciência coletiva dominada pelo mal e da inevitável eliminação coletiva dessas consciências, eliminação dessa sociedade corrompida. Somente depois dessa limpeza haverá um Novo Céu e uma Nova Terra...

sábado, 31 de maio de 2008

Participação popular e Direitos Humanos
Há uma ligação direta entre participação popular e Direitos Humanos. Esta ligação se evidencia quando observamos que as nações democráticas possuem um maior índice de aprovação e respeito aos Direitos Humanos do que nações onde não há Democracia.

Isto porque o desrepeito generalizado dos Direitos Humanos anda de mãos dadas com o autoritarismo/totalitarismo e com a dominação imposta por uma minoria sobre uma maioria. Autoritarismo que pode ser cristalino, como em uma ditadura, ou camuflado em instituições e órgãos públicos como no caso da Democracia Representativa.

Inclusive, a Democracia Representativa é uma forma light de autoritarismo. É uma espécie de autoritarismo com um "suposto"consentimento popular. Logo, as Democracias Representativas inibem, como mostrou a decisão do STF, a expansão e a efetivação de alguns, ou muitos, Direitos Humanos. Estas Democracias só deixam passar os Direitos Humanos que não põe em risco a perpetuação do sistema de dominação, que mantám a classe hegemônica no poder e no controle das instituições.

E, os demais Direitos Humanos, quando emperram decisões ou interesses dos grupos dominantes que controlam a Democracia Representativa, como ocorreu no caso do STF, simplesmente afastam a regra, criando categorias de pessoas/grupos inviáveis ou inimigos. Fetos inviáveis podem ser exterminados. Inimigos podem ter seus Direitos Humanos relativizados ou retirados, como no caso do Direito Penal do Inimigo.

A Democracia Representativa inibe os Direitos Humanos porque quando uma decisão de grande relevância pública paira nas mãos de um pequeno grupo, certamente, prevalecerá, como prevaleceu no STF, a visão pessoal e particular deste pequeno grupo. Visão que, muitas vezes, considera apenas interesses e desejos privados, interesses e desejos da classe a que pertencem, dos grupos dos quais fazem parte, desconsiderando os interesses e a vontade geral ou das novas gerações.

A decisão do STF, na minha perspectiva, deslegitima este Tribunal, pois nenhum Tribunal, seja de que instância for, não possui capacidade para autorizar o extermínio de vidas indefesas. Se os embriões falassem e pudessem se defender, certamente, não teriam sido condenados. Como não falam e nem podem se defender, foram considerados coisas e matéria-prima para a ciência produzir medicamentos.

Dizem que isto é diferente das leis e dos Tribunais de Hitler. Dizem que fazer sabão com corpos humanos, como faziam na Alemanha Nazista, é diferente de usar fetos humanos para fazer medicamentos. Eu não vejo diferença. Vejo o mesmo mal. Porém este mal, na Alemanha Nazista, era mais evidente e mais corajoso. Não hesitava em mostrar a cara. Aqui entre nós, o mal é mais ardiloso, mais dissimulado. Ele tenta se cobrir de legitimidade e legalidade, tenta passar despercebido nos métodos da ciência, como pesquisa científica, como lei, como interpretação do STF.

O mal é o mesmo !!! O pensamento por trás do extermínio é o mesmo !!! A idéia simplificada é usar vidas indefesas, vidas humanas, definidas como inviáveis ou inúteis para o sistema, para produzir peças e produtos para aqueles que se dizem viáveis e dominam o sistema. Transformam vidas em produtos. Fetos humanos em medicamentos.

A decisão do STF instala o mal em nosso ordenamento. É uma decisão ilegítima que contraria os Direitos Humanos, o Direito Natural, valores essenciais da humanidade. È ilegítima porque nenhum Tribunal, nenhuma lei, nada e nem ninguém, tem poder suficiente para estabelecer o extermínio e o uso de vidas indefesas como matéria-prima para produtos do sistema capitalista.

Inclusive, nem mesmo a maioria da população aprovando o extermínio de algum grupo ou de uma minoria, a ordem poder ser executada. Se nem mesmo a maioria tem esse poder, porque o STF tem ? Por que esta lei tem este poder ?

Como eu disse, a cartilha dos Direitos Humanos está sendo rasgada e incinerada pelos grupos dominantes que estão instalados e infiltrados no Poder. São nazista inserindo regras de extermínio no ordenamento jurídico. E, possivelemente, assim como os nazistas, o extermínio somente acabará quando a cúpula dominante, os grupos dominantes atuais, for completamente destruída. O mal não pode ser tolerado. Tem que ser cortado pela raíz.

Além disso, olhando para o plano histórico, observamos que os Direitos Humanos foram conquistas de grandes levantes populares contra uma minoria dominante que detenhia o poder. Foram revoluções e lutas sangrentas que, após destronarem uma minoria dominante, estabeleceram normas e regras de Direitos Humanos. Logo, mais uma vez, a maioria deverá se levantar e destronar a minoria dominante. Esta é a única forma de eliminar o mal que estão instalando no sistema.
Participação popular e Direitos Humanos
Há uma ligação direta entre participação popular e Direitos Humanos. Esta ligação se evidencia quando observamos que as nações democráticas possuem um maior índice de aprovação e respeito aos Direitos Humanos do que nações onde não há Democracia.

Isto porque o desrepeito generalizado dos Direitos Humanos anda de mãos dadas com o autoritarismo/totalitarismo e com a dominação imposta por uma minoria sobre uma maioria. Autoritarismo que pode ser cristalino, como em uma ditadura, ou camuflado em instituições e órgãos públicos como no caso da Democracia Representativa.

Inclusive, a Democracia Representativa é uma forma light de autoritarismo. É uma espécie de autoritarismo com um "suposto"consentimento popular. Logo, as Democracias Representativas inibem, como mostrou a decisão do STF, a expansão e a efetivação de alguns, ou muitos, Direitos Humanos. Estas Democracias só deixam passar os Direitos Humanos que não põe em risco a perpetuação do sistema de dominação, que mantám a classe hegemônica no poder e no controle das instituições.

E, os demais Direitos Humanos, quando emperram decisões ou interesses dos grupos dominantes que controlam a Democracia Representativa, como ocorreu no caso do STF, simplesmente afastam a regra, criando categorias de pessoas/grupos inviáveis ou inimigos. Fetos inviáveis podem ser exterminados. Inimigos podem ter seus Direitos Humanos relativizados ou retirados, como no caso do Direito Penal do Inimigo.

A Democracia Representativa inibe os Direitos Humanos porque quando uma decisão de grande relevância pública paira nas mãos de um pequeno grupo, certamente, prevalecerá, como prevaleceu no STF, a visão pessoal e particular deste pequeno grupo. Visão que, muitas vezes, considera apenas interesses e desejos privados, interesses e desejos da classe a que pertencem, dos grupos dos quais fazem parte, desconsiderando os interesses e a vontade geral ou das novas gerações.

A decisão do STF, na minha perspectiva, deslegitima este Tribunal, pois nenhum Tribunal, seja de que instância for, não possui capacidade para autorizar o extermínio de vidas indefesas. Se os embriões falassem e pudessem se defender, certamente, não teriam sido condenados. Como não falam e nem podem se defender, foram considerados coisas e matéria-prima para a ciência produzir medicamentos.

Dizem que isto é diferente das leis e dos Tribunais de Hitler. Dizem que fazer sabão com corpos humanos, como faziam na Alemanha Nazista, é diferente de usar fetos humanos para fazer medicamentos. Eu não vejo diferença. Vejo o mesmo mal. Porém este mal, na Alemanha Nazista, era mais evidente e mais corajoso. Não hesitava em mostrar a cara. Aqui entre nós, o mal é mais ardiloso, mais dissimulado. Ele tenta se cobrir de legitimidade e legalidade, tenta passar despercebido nos métodos da ciência, como pesquisa científica, como lei, como interpretação do STF.

O mal é o mesmo !!! O pensamento por trás do extermínio é o mesmo !!! A idéia simplificada é usar vidas indefesas, vidas humanas, definidas como inviáveis ou inúteis para o sistema, para produzir peças e produtos para aqueles que se dizem viáveis e dominam o sistema. Transformam vidas em produtos. Fetos humanos em medicamentos.

A decisão do STF instala o mal em nosso ordenamento. É uma decisão ilegítima que contraria os Direitos Humanos, o Direito Natural, valores essenciais da humanidade. È ilegítima porque nenhum Tribunal, nenhuma lei, nada e nem ninguém, tem poder suficiente para estabelecer o extermínio e o uso de vidas indefesas como matéria-prima para produtos do sistema capitalista.

Inclusive, nem mesmo a maioria da população aprovando o extermínio de algum grupo ou de uma minoria, a ordem poder ser executada. Se nem mesmo a maioria tem esse poder, porque o STF tem ? Por que esta lei tem este poder ?

Como eu disse, a cartilha dos Direitos Humanos está sendo rasgada e incinerada pelos grupos dominantes que estão instalados e infiltrados no Poder. São nazista inserindo regras de extermínio no ordenamento jurídico. E, possivelemente, assim como os nazistas, o extermínio somente acabará quando a cúpula dominante, os grupos dominantes atuais, for completamente destruída. O mal não pode ser tolerado. Tem que ser cortado pela raíz.

Além disso, olhando para o plano histórico, observamos que os Direitos Humanos foram conquistas de grandes levantes populares contra uma minoria dominante que detenhia o poder. Foram revoluções e lutas sangrentas que, após destronarem uma minoria dominante, estabeleceram normas e regras de Direitos Humanos. Logo, mais uma vez, a maioria deverá se levantar e destronar a minoria dominante. Esta é a única forma de eliminar o mal que estão instalando no sistema.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Ezequiel 33
atalaia = vigia
1 Ainda veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
2 Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um dos seus, e o constituir por seu atalaia;
3 se, quando ele vir que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo;
4 então todo aquele que ouvir o som da trombeta, e não se der por avisado, e vier a espada, e o levar, o seu sangue será sobre a sua cabeça.
5 Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado; o seu sangue será sobre ele. Se, porém, se desse por avisado, salvaria a sua vida.
6 Mas se, quando o atalaia vir que vem a espada, não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e vier a espada e levar alguma pessoa dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da mão do atalaia.
7 Quanto a ti, pois, ó filho do homem, eu te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso.
8 Se eu disser ao ímpio: O ímpio, certamente morrerás; e tu não falares para dissuadir o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da tua mão.
9 Todavia se advertires o ímpio do seu caminho, para que ele se converta, e ele não se converter do seu caminho, morrerá ele na sua iniqüidade; tu, porém, terás livrado a tua alma.
10 Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falais vós, dizendo: Visto que as nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós definhamos neles, como viveremos então?
11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?
12 Portanto tu, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão; e, quanto à impiedade do ímpio, por ela não cairá ele no dia em que se converter da sua impiedade; nem o justo pela justiça poderá viver no dia em que pecar.
13 Quando eu disser ao justo que certamente viverá, e ele, confiando na sua justiça, praticar iniqüidade, nenhuma das suas obras de justiça será lembrada; mas na sua iniqüidade, que praticou, nessa morrerá.
14 Demais, quando eu também disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar a retidão
15 se esse ímpio, restituir o penhor, devolver o que ele tinha furtado, e andar nos estatutos da vida, não praticando a iniqüidade, certamente viverá, não morrerá.
16 Nenhum de todos os seus pecados que cometeu será lembrado contra ele; praticou a retidão e a justiça, certamente viverá.
17 Todavia, os filhos do teu povo dizem: Não é reto o caminho do Senhor; mas o próprio caminho deles é que não é reto.
18 Quando o justo se apartar da sua justiça, praticando a iniqüidade, morrerá nela;
19 e, quando o ímpio se converter da sua impiedade, e praticar a retidão e a justiça, por estas viverá.
20 Todavia, vós dizeis: Não é reto o caminho do Senhor. Julgar-vos-ei a cada um conforme os seus caminhos, ó casa de Israel.
Ezequiel 33
atalaia = vigia
1 Ainda veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
2 Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um dos seus, e o constituir por seu atalaia;
3 se, quando ele vir que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo;
4 então todo aquele que ouvir o som da trombeta, e não se der por avisado, e vier a espada, e o levar, o seu sangue será sobre a sua cabeça.
5 Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado; o seu sangue será sobre ele. Se, porém, se desse por avisado, salvaria a sua vida.
6 Mas se, quando o atalaia vir que vem a espada, não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e vier a espada e levar alguma pessoa dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da mão do atalaia.
7 Quanto a ti, pois, ó filho do homem, eu te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; portanto ouve da minha boca a palavra, e da minha parte dá-lhes aviso.
8 Se eu disser ao ímpio: O ímpio, certamente morrerás; e tu não falares para dissuadir o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, mas o seu sangue eu o requererei da tua mão.
9 Todavia se advertires o ímpio do seu caminho, para que ele se converta, e ele não se converter do seu caminho, morrerá ele na sua iniqüidade; tu, porém, terás livrado a tua alma.
10 Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falais vós, dizendo: Visto que as nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós definhamos neles, como viveremos então?
11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?
12 Portanto tu, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão; e, quanto à impiedade do ímpio, por ela não cairá ele no dia em que se converter da sua impiedade; nem o justo pela justiça poderá viver no dia em que pecar.
13 Quando eu disser ao justo que certamente viverá, e ele, confiando na sua justiça, praticar iniqüidade, nenhuma das suas obras de justiça será lembrada; mas na sua iniqüidade, que praticou, nessa morrerá.
14 Demais, quando eu também disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar a retidão
15 se esse ímpio, restituir o penhor, devolver o que ele tinha furtado, e andar nos estatutos da vida, não praticando a iniqüidade, certamente viverá, não morrerá.
16 Nenhum de todos os seus pecados que cometeu será lembrado contra ele; praticou a retidão e a justiça, certamente viverá.
17 Todavia, os filhos do teu povo dizem: Não é reto o caminho do Senhor; mas o próprio caminho deles é que não é reto.
18 Quando o justo se apartar da sua justiça, praticando a iniqüidade, morrerá nela;
19 e, quando o ímpio se converter da sua impiedade, e praticar a retidão e a justiça, por estas viverá.
20 Todavia, vós dizeis: Não é reto o caminho do Senhor. Julgar-vos-ei a cada um conforme os seus caminhos, ó casa de Israel.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O sistema tem que ser destruído
Somos judeus (negros) tentando convencer os nazistas (sistema atual) a parar de exterminar judeus (negros). Eles vão nos ouvir ?
Quais eram as chances de um judeu implantar um sistema de direitos humanos na Alemanha nazista ? Nenhuma... Por que nenhuma ? Porque o judeu e suas idéias se chocavam diretamente com a natureza do sistema.

Olhando a realidade que vivemos hoje. Um sistema excludente e de exploração da maioria, dos negros e dos pobres. Um sistema que vive da exploração e da escravidão. Quais as chances de se implantar projetos que democratizem o conhecimentos e socializem os saberes ? Projetos que atingem o sistema em sua essência, no cerne, e quebram um dos braços da dominação.

A resposta é: nenhuma. Por que nenhuma ? Porque estes projetos se chocam diretamente com a natureza do sistema. Isto se aplica a quaisquer projetos que contrariem a natureza do sistema. Os projetos de democratização e socialização dos saberes e dos conhecimentos são só um exemplo.

Quando o sistema é o mal, só há uma coisa a ser feita: destruí-lo.
-----------------
Repetindo Henry Thoreau (A desobediência civil") de novo:

De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.

Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.

Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.
O sistema tem que ser destruído
Somos judeus (negros) tentando convencer os nazistas (sistema atual) a parar de exterminar judeus (negros). Eles vão nos ouvir ?
Quais eram as chances de um judeu implantar um sistema de direitos humanos na Alemanha nazista ? Nenhuma... Por que nenhuma ? Porque o judeu e suas idéias se chocavam diretamente com a natureza do sistema.

Olhando a realidade que vivemos hoje. Um sistema excludente e de exploração da maioria, dos negros e dos pobres. Um sistema que vive da exploração e da escravidão. Quais as chances de se implantar projetos que democratizem o conhecimentos e socializem os saberes ? Projetos que atingem o sistema em sua essência, no cerne, e quebram um dos braços da dominação.

A resposta é: nenhuma. Por que nenhuma ? Porque estes projetos se chocam diretamente com a natureza do sistema. Isto se aplica a quaisquer projetos que contrariem a natureza do sistema. Os projetos de democratização e socialização dos saberes e dos conhecimentos são só um exemplo.

Quando o sistema é o mal, só há uma coisa a ser feita: destruí-lo.
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Repetindo Henry Thoreau (A desobediência civil") de novo:

De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.

Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.

Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Por que eles matam negros ?
Porque os negros não reagem. São dóceis e humildes. Foram domesticados pela escravidão. Adotaram a subserviência da escravidão.

No dia em que eles matarem um negro inocente e os negros fizerem um grande levante e destruírem metade da cidade, de todas as cidades, então, eles irão parar de matar negros e começar a prender e a levar para julgamento.

O mal se instala onde encontra colaboradores, omissão, indiferença e medo. O mal foge dos lugares onde encontra reação e resistência, dos lugares onde pode ser destruído. Onde existem Homens de bem que peitam o mal e dizem: "Aqui não !!!"

"O diabo é um homem com um plano. O mal verdadeiro é um conluio de homens." Exatamente o que temos hoje.
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Um aspecto é muito exaltado por Arendt nessa obra - Eichmann em Jerusalém, é a solidariedade e a capacidade de resistência à opressão – qualidades raramente encontradas naqueles tempos sombrios – mas quando elas aconteceram, os alemães recuaram.

"Quando [os nazistas] encontraram resistência baseada em princípios, sua 'dureza' se derreteu como manteiga ao sol. [...] O ideal de 'dureza', exceto talvez para uns poucos brutos semi-loucos, não passava de um mito de auto-engano, escondendo um desejo feroz de conformidade a qualquer preço, e isso foi claramente revelado nos julgamentos de Nüremberg, onde os réus se acusavam e traíam mutuamente e juravam ao mundo que sempre 'haviam sido contra aquilo', ou diziam, como faria Eichmann, que seus superiores haviam feito mau uso de suas melhores qualidades. Em Jerusalém, ele acusou 'os poderosos' de ter feito mau uso de sua 'obediência'" – ironizou Arendt.

A Holanda, lembra Arendt, foi o único país da Europa em que os estudantes entraram em greve quando professores judeus foram despedidos, e onde uma onda de greves operárias explodiu como reação à primeira deportação de judeus para os campos de concentração, principalmente de Sobibor. Na Dinamarca, quando os alemães abordaram altos funcionários governamentais para que fosse possível a identificação de judeus por um emblema amarelo no braço, eles simplesmente responderam que nesse caso o rei também usaria a identificação e que se os alemães insistissem haveria uma imediata renúncia generalizada. Segundo Arendt, os nazistas recuaram e foram tratar de criar outros meios para perpetrar seus crimes na região.
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Diz Henry Thoreau em "A desobediência civil":

De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.

Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.

Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.
Por que eles matam negros ?
Porque os negros não reagem. São dóceis e humildes. Foram domesticados pela escravidão. Adotaram a subserviência da escravidão.

No dia em que eles matarem um negro inocente e os negros fizerem um grande levante e destruírem metade da cidade, de todas as cidades, então, eles irão parar de matar negros e começar a prender e a levar para julgamento.

O mal se instala onde encontra colaboradores, omissão, indiferença e medo. O mal foge dos lugares onde encontra reação e resistência, dos lugares onde pode ser destruído. Onde existem Homens de bem que peitam o mal e dizem: "Aqui não !!!"

"O diabo é um homem com um plano. O mal verdadeiro é um conluio de homens." Exatamente o que temos hoje.
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Um aspecto é muito exaltado por Arendt nessa obra - Eichmann em Jerusalém, é a solidariedade e a capacidade de resistência à opressão – qualidades raramente encontradas naqueles tempos sombrios – mas quando elas aconteceram, os alemães recuaram.

"Quando [os nazistas] encontraram resistência baseada em princípios, sua 'dureza' se derreteu como manteiga ao sol. [...] O ideal de 'dureza', exceto talvez para uns poucos brutos semi-loucos, não passava de um mito de auto-engano, escondendo um desejo feroz de conformidade a qualquer preço, e isso foi claramente revelado nos julgamentos de Nüremberg, onde os réus se acusavam e traíam mutuamente e juravam ao mundo que sempre 'haviam sido contra aquilo', ou diziam, como faria Eichmann, que seus superiores haviam feito mau uso de suas melhores qualidades. Em Jerusalém, ele acusou 'os poderosos' de ter feito mau uso de sua 'obediência'" – ironizou Arendt.

A Holanda, lembra Arendt, foi o único país da Europa em que os estudantes entraram em greve quando professores judeus foram despedidos, e onde uma onda de greves operárias explodiu como reação à primeira deportação de judeus para os campos de concentração, principalmente de Sobibor. Na Dinamarca, quando os alemães abordaram altos funcionários governamentais para que fosse possível a identificação de judeus por um emblema amarelo no braço, eles simplesmente responderam que nesse caso o rei também usaria a identificação e que se os alemães insistissem haveria uma imediata renúncia generalizada. Segundo Arendt, os nazistas recuaram e foram tratar de criar outros meios para perpetrar seus crimes na região.
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Diz Henry Thoreau em "A desobediência civil":

De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.

Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.

Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A conspiração para esconder a verdade
Arquivo X, nona temporada, episódio 20
Agente Mulder: Estou colocando a verdade em julgamento.
Espírito: Que verdade ? A verdade de quem ? Pensa que vão escutá-lo ?

Agente Mulder: Estão com medo.
Espírito: Eles não têm medo. São poderosos demais para ter medo. Vai aprender isso, assim como eu aprendi. Vai morrer aprendendo.

Agente Mulder: Não tenho medo disso.
Espírito: Até você está com medo de dizer a verdade. Porque sabe que seria inútil.

Agente Mulder: Não... Porque eu me recuso a aceitá-la.
Espírito: Então precisará de ajuda...
----------------------
Agente Mulder no Tribunal Militar:

Quero parabenizá-los por terem triunfado onde tantos outros fracassaram. Eu teria preferido um tiro na testa à esta charada.

Aprendi a fingir nos últimos nove anos que minhas vitórias eram valiosas, só para me dar conta de que ninguém ligava, de que mentirosos não temem a verdade se podem ocultá-la, de que o diabo é apenas um homem com um plano, mas que o mal verdadeiro é o conluio de homens, exatamente o que temos aqui hoje.

Se sou culpado, meu crime é ousar acreditar que a verdade prevalecerá e que mentira alguma pode durar para sempre. Ainda acredito nisso.

Por mais que tentem ocultá-la, a verdade está ao alcance. Maior que suas mentiras, a verdade quer vir à tona. Vocês a verão. Ela os alcançará, assim como me alcançou, mais rápido que a velocidade da luz.

Talvez pensem que se livraram dessa enorme dor de cabeça, talvez tenham. Mas só conseguiram isto cortando as próprias cabeças.
A conspiração para esconder a verdade
Arquivo X, nona temporada, episódio 20
Agente Mulder: Estou colocando a verdade em julgamento.
Espírito: Que verdade ? A verdade de quem ? Pensa que vão escutá-lo ?

Agente Mulder: Estão com medo.
Espírito: Eles não têm medo. São poderosos demais para ter medo. Vai aprender isso, assim como eu aprendi. Vai morrer aprendendo.

Agente Mulder: Não tenho medo disso.
Espírito: Até você está com medo de dizer a verdade. Porque sabe que seria inútil.

Agente Mulder: Não... Porque eu me recuso a aceitá-la.
Espírito: Então precisará de ajuda...
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Agente Mulder no Tribunal Militar:

Quero parabenizá-los por terem triunfado onde tantos outros fracassaram. Eu teria preferido um tiro na testa à esta charada.

Aprendi a fingir nos últimos nove anos que minhas vitórias eram valiosas, só para me dar conta de que ninguém ligava, de que mentirosos não temem a verdade se podem ocultá-la, de que o diabo é apenas um homem com um plano, mas que o mal verdadeiro é o conluio de homens, exatamente o que temos aqui hoje.

Se sou culpado, meu crime é ousar acreditar que a verdade prevalecerá e que mentira alguma pode durar para sempre. Ainda acredito nisso.

Por mais que tentem ocultá-la, a verdade está ao alcance. Maior que suas mentiras, a verdade quer vir à tona. Vocês a verão. Ela os alcançará, assim como me alcançou, mais rápido que a velocidade da luz.

Talvez pensem que se livraram dessa enorme dor de cabeça, talvez tenham. Mas só conseguiram isto cortando as próprias cabeças.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O poder e o dinheiro
O poder não está no dinheiro. E quem é muito rico não tem tanto poder quanto imagina. O dinheiro apenas dá mais bens materiais, mais coisas, mais quinquilharias e cacarecos. Fora isto, não dá mais nada.

O dinheiro não dá conhecimento. O indivíduo pode pagar os melhores professores e as melhores escolas, mas se não estudar ele não aprende nada. Além disso, o dinheiro lhe dá informações e acesso a conhecimentos que outros possuem, não lhe dá uma identidade própria ou uma voz própria. O dinheiro não lhe dá inteligência. Certamente, ele pode tentar comprar de alguém e dizer que é dele, mas isto é apenas um subterfúgio, uma máscara de mentira que ele veste.

Eu já vendi muito trabalho acadêmico por aí... Eles compraram o papel, a tinta e a informação. O conhecimento ficou comigo.

O dinheiro não dá segurança. Ele paga seguranças, mas não dá segurança. E um exemplo claro disso é o fato dos vigilantes, contratados para proteger, de repente, resolverem seqüestrar ou extorquir o protegido. Cadê a segurança do dinheiro ? Não só isto, o dinheiro trás insegurança, pois torna a pessoa visada pelos bens materiais que ela possui.

Além disso, o dinheiro não imortaliza ninguém. Os ricos morrem, suas heranças se dividem e dissolvem no nada e, um ano depois, ninguém lembra mais do falecido milionário que ganhou cinqüenta milhões na megasena.

E se o dinheiro realmente trouxesse poder, a nobreza não teria sido decapitada pelos revolucionários franceses. O Czar continuaria governando a Rússia, etc...

O dinheiro apenas dá mais bens materiais e aliena o indivíduo, tornando-o refém do consumo e das banalidades. O rico é tão banal e descartável quanto o pobre, talvez um pouco mais, pois ele poderia ajudar o outro a avançar e se desenvolver, mas, ao contrário, ele prefere explorar e arrancar o pouco que o pobre tem.

Mas então, o que dá poder e para que serve a riqueza ? O que dá poder é o conhecimento e a ação. Aplicar o que sabe. Descobrir coisas novas, novos caminhos, novas visões. Isto dá poder e imortaliza o homem. Dá-lhe um lugar na História. Este Homem fez isto... A História está cheia de pensadores e Heróis.

Quem tem poder é quem tem conhecimento para construir a bomba atômica e pode construí-la, não quem tem dinheiro para comprá-la.

E a riqueza, para que serve ? Para adquirir bens materiais necessários para uma vida sem necessidades, para fazer aquilo que se deseja fazer, para manter a família que possui, etc. O que passa disso, é ganância, vaidade e patologia. É doença mesmo, pois nada justifica o fato de um indivíduo ter dinheiro suficiente para manter quatro gerações no luxo, sem precisar trabalhar, e ainda continuar trabalhando como um louco para ganhar ainda mais. O pior é que ganham muito tirando de quem tem pouco e não pode se proteger ou se defender.

Eu não vou gastar a minha vida correndo atrás de riqueza. Vou gastá-la adquirindo conhecimento e aplicando o que aprendi para controlar e segurar a voracidade destruidora do capitalismo e dos ganaciosos, principalmente, fazendo projetos sociais para os de baixo e lutando contra a dominação e a opressão do econômico sobre o Humano. O econômico é um sistema. São os homens que constroem os sistemas e não os sistemas que constroem os homens.

Hoje, a maioria das pessoas só pensam em si mesmas e em riquezas. Pessoas que banalizam a vida, o conhecimento e a humanidade. Banalizam os outros e banalizam a si mesmas.
O poder e o dinheiro
O poder não está no dinheiro. E quem é muito rico não tem tanto poder quanto imagina. O dinheiro apenas dá mais bens materiais, mais coisas, mais quinquilharias e cacarecos. Fora isto, não dá mais nada.

O dinheiro não dá conhecimento. O indivíduo pode pagar os melhores professores e as melhores escolas, mas se não estudar ele não aprende nada. Além disso, o dinheiro lhe dá informações e acesso a conhecimentos que outros possuem, não lhe dá uma identidade própria ou uma voz própria. O dinheiro não lhe dá inteligência. Certamente, ele pode tentar comprar de alguém e dizer que é dele, mas isto é apenas um subterfúgio, uma máscara de mentira que ele veste.

Eu já vendi muito trabalho acadêmico por aí... Eles compraram o papel, a tinta e a informação. O conhecimento ficou comigo.

O dinheiro não dá segurança. Ele paga seguranças, mas não dá segurança. E um exemplo claro disso é o fato dos vigilantes, contratados para proteger, de repente, resolverem seqüestrar ou extorquir o protegido. Cadê a segurança do dinheiro ? Não só isto, o dinheiro trás insegurança, pois torna a pessoa visada pelos bens materiais que ela possui.

Além disso, o dinheiro não imortaliza ninguém. Os ricos morrem, suas heranças se dividem e dissolvem no nada e, um ano depois, ninguém lembra mais do falecido milionário que ganhou cinqüenta milhões na megasena.

E se o dinheiro realmente trouxesse poder, a nobreza não teria sido decapitada pelos revolucionários franceses. O Czar continuaria governando a Rússia, etc...

O dinheiro apenas dá mais bens materiais e aliena o indivíduo, tornando-o refém do consumo e das banalidades. O rico é tão banal e descartável quanto o pobre, talvez um pouco mais, pois ele poderia ajudar o outro a avançar e se desenvolver, mas, ao contrário, ele prefere explorar e arrancar o pouco que o pobre tem.

Mas então, o que dá poder e para que serve a riqueza ? O que dá poder é o conhecimento e a ação. Aplicar o que sabe. Descobrir coisas novas, novos caminhos, novas visões. Isto dá poder e imortaliza o homem. Dá-lhe um lugar na História. Este Homem fez isto... A História está cheia de pensadores e Heróis.

Quem tem poder é quem tem conhecimento para construir a bomba atômica e pode construí-la, não quem tem dinheiro para comprá-la.

E a riqueza, para que serve ? Para adquirir bens materiais necessários para uma vida sem necessidades, para fazer aquilo que se deseja fazer, para manter a família que possui, etc. O que passa disso, é ganância, vaidade e patologia. É doença mesmo, pois nada justifica o fato de um indivíduo ter dinheiro suficiente para manter quatro gerações no luxo, sem precisar trabalhar, e ainda continuar trabalhando como um louco para ganhar ainda mais. O pior é que ganham muito tirando de quem tem pouco e não pode se proteger ou se defender.

Eu não vou gastar a minha vida correndo atrás de riqueza. Vou gastá-la adquirindo conhecimento e aplicando o que aprendi para controlar e segurar a voracidade destruidora do capitalismo e dos ganaciosos, principalmente, fazendo projetos sociais para os de baixo e lutando contra a dominação e a opressão do econômico sobre o Humano. O econômico é um sistema. São os homens que constroem os sistemas e não os sistemas que constroem os homens.

Hoje, a maioria das pessoas só pensam em si mesmas e em riquezas. Pessoas que banalizam a vida, o conhecimento e a humanidade. Banalizam os outros e banalizam a si mesmas.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Se for preciso cortar projetos sociais
Se for preciso cortar projetos sociais e investimentos, por conta da não aprovação da CPMF, o governo deve começar cortando os recursos dos Estados nos quais os senadores votaram contra a CPMF. Isso não é retaliação, é uma questão de justiça.

Não é justo cortar recursos dos Estados que batalharam para a permanência da CPMF, mas é justo arrancar até as cuecas dos Estados que lutaram ferozmente pela não-aprovação. Se eles lutaram contra a CPMF, é porque podem viver muito bem sem ela. É porque a CPMF não lhes fará nenhuma falta. Portanto, devem ser os primeiros a serem afetados pelo mal que causaram.

Mas não basta cortar os recursos, o Governo Federal deve ir nos meios de comunicação daquele Estado e informar à população que os recursos destinados aos programas sociais estão sendo cortados por motivos do senador xxx, daquele Estado, ter votado e lutado contra a manutenção da contribuição. Portanto, a culpa pelo fim dos projetos sociais é do senador xxx. É ele que deve arcar com as consequencias sociais danosas.

O Governo tem que fazer isto para que a população do Estado vá pra cima do Senador, derrube ele do cargo, corte a cabeça do infeliz, etc. Resumindo, para que na próxima eleição o Povo não repita o erro de eleger um Senador que trabalha a favor dos grupos dominantes, das empresas e da criminalidade organizada e contra os interesses da população, ou seja, contra o interesse público.

Contudo, a dificuldade de implantar esta idéia reside no fato de existir Estados nos quais os governadores trabalharam pela CPMF e os senadores trabalharam contra a CPMF, ou seja, os Senadores atuaram em benefício próprio e contra a orientação dos governadores e do Estado. Mesmo assim, paraque senadores dessa laia não voltem a se reeleger, é preciso que a população sofra as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados por eles.

O PSDB e o PFL não cauram prejuízo ao governo. Causaram prejuízo à população, á coletividade, e isto deve ser mostrado com todas as letras, ao vivo e a cores, em todos os lugares, falando bem alto para todo mundo ouvir: PSDB e PFL fazem mal, muito mal, para o Brasil e para os Brasileiros.
Se for preciso cortar projetos sociais
Se for preciso cortar projetos sociais e investimentos, por conta da não aprovação da CPMF, o governo deve começar cortando os recursos dos Estados nos quais os senadores votaram contra a CPMF. Isso não é retaliação, é uma questão de justiça.

Não é justo cortar recursos dos Estados que batalharam para a permanência da CPMF, mas é justo arrancar até as cuecas dos Estados que lutaram ferozmente pela não-aprovação. Se eles lutaram contra a CPMF, é porque podem viver muito bem sem ela. É porque a CPMF não lhes fará nenhuma falta. Portanto, devem ser os primeiros a serem afetados pelo mal que causaram.

Mas não basta cortar os recursos, o Governo Federal deve ir nos meios de comunicação daquele Estado e informar à população que os recursos destinados aos programas sociais estão sendo cortados por motivos do senador xxx, daquele Estado, ter votado e lutado contra a manutenção da contribuição. Portanto, a culpa pelo fim dos projetos sociais é do senador xxx. É ele que deve arcar com as consequencias sociais danosas.

O Governo tem que fazer isto para que a população do Estado vá pra cima do Senador, derrube ele do cargo, corte a cabeça do infeliz, etc. Resumindo, para que na próxima eleição o Povo não repita o erro de eleger um Senador que trabalha a favor dos grupos dominantes, das empresas e da criminalidade organizada e contra os interesses da população, ou seja, contra o interesse público.

Contudo, a dificuldade de implantar esta idéia reside no fato de existir Estados nos quais os governadores trabalharam pela CPMF e os senadores trabalharam contra a CPMF, ou seja, os Senadores atuaram em benefício próprio e contra a orientação dos governadores e do Estado. Mesmo assim, paraque senadores dessa laia não voltem a se reeleger, é preciso que a população sofra as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados por eles.

O PSDB e o PFL não cauram prejuízo ao governo. Causaram prejuízo à população, á coletividade, e isto deve ser mostrado com todas as letras, ao vivo e a cores, em todos os lugares, falando bem alto para todo mundo ouvir: PSDB e PFL fazem mal, muito mal, para o Brasil e para os Brasileiros.