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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Grupos de extermínio no Brasil
É lógico que existem grupos de extermínio em São Paulo. É lógico que existem grupos de extermínio no Rio de Janeiro. É lógico que estes grupos não são combatidos. É lógico que as autoridades públicas também estão envolvidas com os grupos de extermínio...

A regra é simples: tem muita coisa que não pode ser feita dentro da lei, principalmente quando a autoridade quer poder ilimitado e é um tirano disfarçado de democrata. Nestes casos usa-se os grupos de extermínio. Os grupos de extermínio geralmente exterminam os desafetos das autoridades públicas. Supostos bandidos incontroláveis que estão presos, etc. Enfim, os grupos de extermínio resolvem o problema que a autoridade quer que sejam resolvidos...

Grupo de extermínio nada mais é do que o braço sujo das autoridades públicas. O BOPE quando sobe o morro é um grupo de extermínio. A ROTA que mata pelas ruas e diz que ataca o PCC é outro grupo de extermínio.

Além disso, o discurso do grupo de extermínio é construído para assustar os líderes sociais das favelas e periferias. Se os líderes sociais começam a fazer exigências de justiça, etc... o grupo de extermínio vai lá e mata e diz que era traficante. Assim, os corruptos continuam dominando, oprimindo, explorando e excluindo. E usando o grupo de extermínio para fazer o serviço sujo que eles precisam...
Grupos de extermínio no Brasil
É lógico que existem grupos de extermínio em São Paulo. É lógico que existem grupos de extermínio no Rio de Janeiro. É lógico que estes grupos não são combatidos. É lógico que as autoridades públicas também estão envolvidas com os grupos de extermínio...

A regra é simples: tem muita coisa que não pode ser feita dentro da lei, principalmente quando a autoridade quer poder ilimitado e é um tirano disfarçado de democrata. Nestes casos usa-se os grupos de extermínio. Os grupos de extermínio geralmente exterminam os desafetos das autoridades públicas. Supostos bandidos incontroláveis que estão presos, etc. Enfim, os grupos de extermínio resolvem o problema que a autoridade quer que sejam resolvidos...

Grupo de extermínio nada mais é do que o braço sujo das autoridades públicas. O BOPE quando sobe o morro é um grupo de extermínio. A ROTA que mata pelas ruas e diz que ataca o PCC é outro grupo de extermínio.

Além disso, o discurso do grupo de extermínio é construído para assustar os líderes sociais das favelas e periferias. Se os líderes sociais começam a fazer exigências de justiça, etc... o grupo de extermínio vai lá e mata e diz que era traficante. Assim, os corruptos continuam dominando, oprimindo, explorando e excluindo. E usando o grupo de extermínio para fazer o serviço sujo que eles precisam...
É hora de radicalizar
Eu estava pensando em parar as disciplinas que faria na Universidade neste semestre e ir desenvolver a minha pesquisa no Paraná. Mas decidi que não vou fazer isto. Vou radicalizar as minhas ações e passar caminhar para a violência aberta.

Por exemplo, noite após noite, um elemento tem jogado fumaça de entorpecente dentro do meu quarto. Já reclamei para a USP e a Universidade não fez nada. Logo, eu terei que dar um jeito no elemento... Vou pegá-lo em flagrante e levá-lo para a polícia... A legítima defesa está na lei. Para defender a própria vida, você pode, inclusive, matar o inimigo que está te atacando.

Já percebi que os indivíduos que estão me atacando mais abertamente, inclusive este que joga entorpecente no meu quarto, assim como aqueles que estão sabotando os trabalhos e projetos possuem uma raiz comum. São tucanos. São do PSDB. Inclusive um deles tem ligação direta com o FHC. Mero acaso ? Coincidência ?

Acaso e coincidência são explicações para tolos e idiotas. É lógico que os tucanos estão por trás disso. É lógico que a polícia dos tucanos está envolvida nisso. A USP está nas mãos dos tucanos. Professores tucanos estão por todas as partes fazendo tudo para prejudicar as pessoas que tem ligações com outros partidos ou que defendem outras idéias. É uma politização velada das instituições públicas. Lembra da Carta do Pinotti para a Reitora que eu publiquei, pois é, aquilo mostra a ligação íntima da máfia...

A minha idéia era ir para o sul e começar o levante lá. O sul tem tradição em levante, principalmente para derrubar política do café com leite. Talvez seja necessário um segundo levante para pôr fim à segunda instituição do café com leite. Lá tem gente disposta a partir pra cima. E, a partir de lá, posso começar a arregimentar as favelas e as periferias de todas as demais regiões. Porém, tudo tem que ser escrito e detalhado antecipadamente. Teremos que ter uma cartilha, um mal de instrução da revolução. Isto tirará a importância dos líderes e qualquer um que tenha a cartilha, sabendo os objetivos, poderá agir.

Porém, vou até minha casa deixar uma lista de nomes para, caso caia uma raio na minha cabeça, eles saberem por onde começar a sangria... Certamente, vou precisar de ferramentas extras. para me defender... Enfim, caminhamos, inegavelmente, numa linha de radicalismo.

O que será que estes elementos pensam ? Sabotando a ONG que eu estava construindo e os projetos sociais que eu estava desenvolvendo, vocês ganharão, inevitavelmente, um grupo extremista radical. Não só vou construí-lo como posso ligá-lo a grupos extremistas internacionais. Eu sei onde estão os contatos e sei como negociar com eles, não só com eles, mas com todas as redes do submundo que tem por aí...

Se vocês estão achando que eu desisto de minhas idéias ou me dobro a suas sabotagens, pode retirar o cavalinho da chuva. As mudanças serão feitas, se não podem ser pacíficas, serão violentas... Se terá que morrer uma centenas ou milhares de pessoas para que as mudanças sejam produzidas, isto será feito. Se a porta não se abre, nós vamos explodi-la...

Agora, prestem bem atenção, prestem muita atenção, as ações não serão dirigidas contra civis ou contra pessoas sem muita importância para o sistema... As ações serão direcionadas contra os operadores do sistema. São eles que impedem as mudanças, dominam, oprimem e exploram. São eles que sabotam os projetos e paralisam as ações sociais. São eles que nós queremos. E podemos pegá-los facilmente...

Propaganda pelo fato... Estes eram os métodos dos anarquistas russos. E isto dá muito resultado, principalmente, para atrair as pessoas para a luta...

E não se enganem... Eu sou a ala boa da coisa, pois tenho um acurado senso de ordem, democracia, justiça e de obediência ao Direito Natural. Conheço gente que também está na luta e que não pensa desta forma, inclusive fala em queimar os operadores do sistema com um maçarico... Gente que não hesitaria nenhum pouco em colocar carros-bomba nas áreas públicas freqüentadas por civis da classe dominante... O ódio contra a elite é muito grande e cresce dia após dia.
É hora de radicalizar
Eu estava pensando em parar as disciplinas que faria na Universidade neste semestre e ir desenvolver a minha pesquisa no Paraná. Mas decidi que não vou fazer isto. Vou radicalizar as minhas ações e passar caminhar para a violência aberta.

Por exemplo, noite após noite, um elemento tem jogado fumaça de entorpecente dentro do meu quarto. Já reclamei para a USP e a Universidade não fez nada. Logo, eu terei que dar um jeito no elemento... Vou pegá-lo em flagrante e levá-lo para a polícia... A legítima defesa está na lei. Para defender a própria vida, você pode, inclusive, matar o inimigo que está te atacando.

Já percebi que os indivíduos que estão me atacando mais abertamente, inclusive este que joga entorpecente no meu quarto, assim como aqueles que estão sabotando os trabalhos e projetos possuem uma raiz comum. São tucanos. São do PSDB. Inclusive um deles tem ligação direta com o FHC. Mero acaso ? Coincidência ?

Acaso e coincidência são explicações para tolos e idiotas. É lógico que os tucanos estão por trás disso. É lógico que a polícia dos tucanos está envolvida nisso. A USP está nas mãos dos tucanos. Professores tucanos estão por todas as partes fazendo tudo para prejudicar as pessoas que tem ligações com outros partidos ou que defendem outras idéias. É uma politização velada das instituições públicas. Lembra da Carta do Pinotti para a Reitora que eu publiquei, pois é, aquilo mostra a ligação íntima da máfia...

A minha idéia era ir para o sul e começar o levante lá. O sul tem tradição em levante, principalmente para derrubar política do café com leite. Talvez seja necessário um segundo levante para pôr fim à segunda instituição do café com leite. Lá tem gente disposta a partir pra cima. E, a partir de lá, posso começar a arregimentar as favelas e as periferias de todas as demais regiões. Porém, tudo tem que ser escrito e detalhado antecipadamente. Teremos que ter uma cartilha, um mal de instrução da revolução. Isto tirará a importância dos líderes e qualquer um que tenha a cartilha, sabendo os objetivos, poderá agir.

Porém, vou até minha casa deixar uma lista de nomes para, caso caia uma raio na minha cabeça, eles saberem por onde começar a sangria... Certamente, vou precisar de ferramentas extras. para me defender... Enfim, caminhamos, inegavelmente, numa linha de radicalismo.

O que será que estes elementos pensam ? Sabotando a ONG que eu estava construindo e os projetos sociais que eu estava desenvolvendo, vocês ganharão, inevitavelmente, um grupo extremista radical. Não só vou construí-lo como posso ligá-lo a grupos extremistas internacionais. Eu sei onde estão os contatos e sei como negociar com eles, não só com eles, mas com todas as redes do submundo que tem por aí...

Se vocês estão achando que eu desisto de minhas idéias ou me dobro a suas sabotagens, pode retirar o cavalinho da chuva. As mudanças serão feitas, se não podem ser pacíficas, serão violentas... Se terá que morrer uma centenas ou milhares de pessoas para que as mudanças sejam produzidas, isto será feito. Se a porta não se abre, nós vamos explodi-la...

Agora, prestem bem atenção, prestem muita atenção, as ações não serão dirigidas contra civis ou contra pessoas sem muita importância para o sistema... As ações serão direcionadas contra os operadores do sistema. São eles que impedem as mudanças, dominam, oprimem e exploram. São eles que sabotam os projetos e paralisam as ações sociais. São eles que nós queremos. E podemos pegá-los facilmente...

Propaganda pelo fato... Estes eram os métodos dos anarquistas russos. E isto dá muito resultado, principalmente, para atrair as pessoas para a luta...

E não se enganem... Eu sou a ala boa da coisa, pois tenho um acurado senso de ordem, democracia, justiça e de obediência ao Direito Natural. Conheço gente que também está na luta e que não pensa desta forma, inclusive fala em queimar os operadores do sistema com um maçarico... Gente que não hesitaria nenhum pouco em colocar carros-bomba nas áreas públicas freqüentadas por civis da classe dominante... O ódio contra a elite é muito grande e cresce dia após dia.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A outra face dos projetos sociais
Eu sei que as sabotagens e os ataques dos grupos dominantes contra os projetos que estou idealizando para beneficiar a maioria da população ficarão cada vez mais intenso e mais pesados e que eles usarão todos os truques que possuem para impedir que estes projetos sejam construídos e beneficiem milhões de brasileiros.

Eu sei disso. E isto não reduz um milímetro do meu propósito e das minhas ações. Ao contrário, ainda me fortalecem ainda mais, pois eu vou utilizar estas sabotagens e todas as ações da classe dominante contra estes projetos para elaborar o discurso de ataque dos grupos dominantes contra o interesse público e contra o Povo Brasileiro. Vou mostrar o que eles fazem e incitar o Povo a atacá-los e destruí-los. Não só eles mas também os corruptos que furtam a coisa pública noite e dia.

O veneno que eles impõe à sociedade, nós faremos eles beberem até a última gota. O meu discurso será simples e direto: "Os projetos sociais não foiram implementados ou construídos porque os grupos domiantes fizeram isto, isto e mais isto... Fizeram tudo o que podiam para impedir a maioria da população de ter acesso ao conhecimento e aos saberes. E farão muito mais para manter a maioria da população na escravidão da ignorância, na pobreza e na miséia.

Não temos escolha. Não podemos continuar tolerando o mal que nos escraviza e que parasita o nosso sangue, o nosso corpo e a nossa alma. Temos que reagir, temos que combater o mal onde ele estiver. Só há uma forma de romper a dominação e o controle dos grupos dominantes. Só há uma forma de recuperar o poder para a maioria e fazê-lo ser exercido pelo povo e para o povo. É hora do levante. É hora de tomar aquilo que nos pertence. O poder pertence à maioria, não pertence à classe dominante, aos ricos. É hora de sufocar e subjulgar os grupos dominantes e julgá-los pelos quinhentos anos de crimes e pilhagens que praticaram contra a maioria do Povo Brasileiro. É hora da Revolução."

Enfim, a ação dos grupos dominantes contra os projetos sociais permitirá à população vê-los agindo contra o interesse público e contra a sociedade. E eu utilizarei esta visão para construir o discurso de libertação da opressão, da exploração e da exclusão.

Se todo dia eu der uma machadada, em uma década eu derrubo os grupos dominantes. Eu não penso no curto prazo, mas sim no médio e longo prazo. O que eu tenho que fazer hoje é cercar a classe dominante, identificar suas ações, seus métodos e seus truques. Não só isto devo evidenciar e mostrar para as pessoas como atuam, como operam seus olheiros, como inviabilizam os projetos sociais e paralisam mudanças significativas para a sociedade.

A classe dominante usa uma camuflagem que a torna comum no meio da sociedade. O que eu tenho que fazer é mostrar que ela é a principal inimiga da coletividade. O mal que escraviza, explora, oprime e exclui a maioria da população. Esta é a verdade. E a verdade nos libertará.

E no final, quando a maioria assumir definitivamente o Poder, acabaremos , definitivamente, com a Democracia Representativa dos grupos dominantes e dos corruptos e instauraremos, no lugar desta, a Democracia Direta. A vontade da maioria será soberana e a última palavra.
A outra face dos projetos sociais
Eu sei que as sabotagens e os ataques dos grupos dominantes contra os projetos que estou idealizando para beneficiar a maioria da população ficarão cada vez mais intenso e mais pesados e que eles usarão todos os truques que possuem para impedir que estes projetos sejam construídos e beneficiem milhões de brasileiros.

Eu sei disso. E isto não reduz um milímetro do meu propósito e das minhas ações. Ao contrário, ainda me fortalecem ainda mais, pois eu vou utilizar estas sabotagens e todas as ações da classe dominante contra estes projetos para elaborar o discurso de ataque dos grupos dominantes contra o interesse público e contra o Povo Brasileiro. Vou mostrar o que eles fazem e incitar o Povo a atacá-los e destruí-los. Não só eles mas também os corruptos que furtam a coisa pública noite e dia.

O veneno que eles impõe à sociedade, nós faremos eles beberem até a última gota. O meu discurso será simples e direto: "Os projetos sociais não foiram implementados ou construídos porque os grupos domiantes fizeram isto, isto e mais isto... Fizeram tudo o que podiam para impedir a maioria da população de ter acesso ao conhecimento e aos saberes. E farão muito mais para manter a maioria da população na escravidão da ignorância, na pobreza e na miséia.

Não temos escolha. Não podemos continuar tolerando o mal que nos escraviza e que parasita o nosso sangue, o nosso corpo e a nossa alma. Temos que reagir, temos que combater o mal onde ele estiver. Só há uma forma de romper a dominação e o controle dos grupos dominantes. Só há uma forma de recuperar o poder para a maioria e fazê-lo ser exercido pelo povo e para o povo. É hora do levante. É hora de tomar aquilo que nos pertence. O poder pertence à maioria, não pertence à classe dominante, aos ricos. É hora de sufocar e subjulgar os grupos dominantes e julgá-los pelos quinhentos anos de crimes e pilhagens que praticaram contra a maioria do Povo Brasileiro. É hora da Revolução."

Enfim, a ação dos grupos dominantes contra os projetos sociais permitirá à população vê-los agindo contra o interesse público e contra a sociedade. E eu utilizarei esta visão para construir o discurso de libertação da opressão, da exploração e da exclusão.

Se todo dia eu der uma machadada, em uma década eu derrubo os grupos dominantes. Eu não penso no curto prazo, mas sim no médio e longo prazo. O que eu tenho que fazer hoje é cercar a classe dominante, identificar suas ações, seus métodos e seus truques. Não só isto devo evidenciar e mostrar para as pessoas como atuam, como operam seus olheiros, como inviabilizam os projetos sociais e paralisam mudanças significativas para a sociedade.

A classe dominante usa uma camuflagem que a torna comum no meio da sociedade. O que eu tenho que fazer é mostrar que ela é a principal inimiga da coletividade. O mal que escraviza, explora, oprime e exclui a maioria da população. Esta é a verdade. E a verdade nos libertará.

E no final, quando a maioria assumir definitivamente o Poder, acabaremos , definitivamente, com a Democracia Representativa dos grupos dominantes e dos corruptos e instauraremos, no lugar desta, a Democracia Direta. A vontade da maioria será soberana e a última palavra.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Eles não querem que você saiba
Eu sempre vi pessoas agindo para impedir que outras pessoas recebessem informação e conhecimentos. Mas tudo era feito de forma dissimulada e escondida, durante o repouso noturno dos inocentes. A mídia dominante era dominante porque só tinha ela, só tinha a sua versão, as suas mentiras.

Contudo, com a modernidade, ficou fácil, muito fácil, disseminar a informação e os conhecimentos. A mídia dominante se dividiu em várias mídias dominantes. Agora são várias versões e muitas mentiras. Mas, a modernidade trouxe também a internet e a possibilidade dos indivíduos confrontarem as versões contadas pelo poder dominante, investigar os fatos e descobrir as mentiras.

Porém, para fazer esta busca da verdade, via internet, é preciso ter uma base educacional forte. É preciso ter conhecimentos e informações relevantes, assim como saber investigar e buscar dados significativos na internet. Se todos os internautas fizerem isto, o poder da classe dominante se dissolverá, pois a verdade dissolve todo poder baseado em mentiras.

Os grupos dominantes não querem isto. Eles não querem que as pessoas saibam, que as pessoas aprendam, que as pessoas se eduquem ou pensem criticamente. Por isso, boicotam os projetos que visam disseminar a educação pública gratuita via internet, paralisam projetos que dêem conteúdos relevantes e significativos para as pessoas pensarem, qualificarem-se e reciclarem a própria formação e a visão de mundo.

Não só isto, os grupos dominantes enchem a internet com lixo e coisas insignificantes para distrairem as pessoas daquilo que é mais importante para elas: a educação, a confrontação de informações e conhecimentos, a busca do saber.

Uma pessoa pode ficar o dia todo na internet e, ao final do dia, descobrir que não aprendeu nada, pois só viu pornografia, só leu fofoca nos jornais e só conversou no orkut ou no msn. E isto pode se repetir por dias, meses e anos a fio. A alienação, com a internet, poderá crescer exponencialmente. E quanto mais alienação, maior é a dominação, pois o poder dos grupos dominantes advém da ignorância das pessoas.

Além disso, há a desculpa de que coisas relevantes (cursos, informações, etc) disponíveis, atualmente, na internet são pagos. Tem que comprar a mercadoria informação e conhecimento que os grupos dominantes vendem na rede. Logo, a exclusão econômica impõem a exclusão intelectual. Isto também se aplica na internet.

A saída para isto é a democratização dos conhecimentos e a socialização dos saberes e das culturas. A lógica da dominação, baseada em mentiras e na ignorância das pessoas, está chegando ao fim. Contudo, precisamos estar alertas para os novos truques da classe dominante que visa distrair as pessoas e roubar-lhes o tempo com diversões insignificantes. Precisamos impedir a disseminação da alienação, promovida pelos grupos dominantes, na internet.
Eles não querem que você saiba
Eu sempre vi pessoas agindo para impedir que outras pessoas recebessem informação e conhecimentos. Mas tudo era feito de forma dissimulada e escondida, durante o repouso noturno dos inocentes. A mídia dominante era dominante porque só tinha ela, só tinha a sua versão, as suas mentiras.

Contudo, com a modernidade, ficou fácil, muito fácil, disseminar a informação e os conhecimentos. A mídia dominante se dividiu em várias mídias dominantes. Agora são várias versões e muitas mentiras. Mas, a modernidade trouxe também a internet e a possibilidade dos indivíduos confrontarem as versões contadas pelo poder dominante, investigar os fatos e descobrir as mentiras.

Porém, para fazer esta busca da verdade, via internet, é preciso ter uma base educacional forte. É preciso ter conhecimentos e informações relevantes, assim como saber investigar e buscar dados significativos na internet. Se todos os internautas fizerem isto, o poder da classe dominante se dissolverá, pois a verdade dissolve todo poder baseado em mentiras.

Os grupos dominantes não querem isto. Eles não querem que as pessoas saibam, que as pessoas aprendam, que as pessoas se eduquem ou pensem criticamente. Por isso, boicotam os projetos que visam disseminar a educação pública gratuita via internet, paralisam projetos que dêem conteúdos relevantes e significativos para as pessoas pensarem, qualificarem-se e reciclarem a própria formação e a visão de mundo.

Não só isto, os grupos dominantes enchem a internet com lixo e coisas insignificantes para distrairem as pessoas daquilo que é mais importante para elas: a educação, a confrontação de informações e conhecimentos, a busca do saber.

Uma pessoa pode ficar o dia todo na internet e, ao final do dia, descobrir que não aprendeu nada, pois só viu pornografia, só leu fofoca nos jornais e só conversou no orkut ou no msn. E isto pode se repetir por dias, meses e anos a fio. A alienação, com a internet, poderá crescer exponencialmente. E quanto mais alienação, maior é a dominação, pois o poder dos grupos dominantes advém da ignorância das pessoas.

Além disso, há a desculpa de que coisas relevantes (cursos, informações, etc) disponíveis, atualmente, na internet são pagos. Tem que comprar a mercadoria informação e conhecimento que os grupos dominantes vendem na rede. Logo, a exclusão econômica impõem a exclusão intelectual. Isto também se aplica na internet.

A saída para isto é a democratização dos conhecimentos e a socialização dos saberes e das culturas. A lógica da dominação, baseada em mentiras e na ignorância das pessoas, está chegando ao fim. Contudo, precisamos estar alertas para os novos truques da classe dominante que visa distrair as pessoas e roubar-lhes o tempo com diversões insignificantes. Precisamos impedir a disseminação da alienação, promovida pelos grupos dominantes, na internet.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.
Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
-----------------
A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
--------------------
Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.
A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.
Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
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A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
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Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.

terça-feira, 8 de maio de 2007

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O discurso da não-violência:

Temos que ensinar para essa cambada o que é não-violência. E isso tem que ser feito nem que seja na base da pancada e da bicuda, com tiro de borracha, bomba de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Esses vagabundos desordeiros têm que aprender de uma vez por todas a serem não-violentos, a respeitarem a família, a propriedade, a tradição, a tirania, a opressão e as desigualdades.

Nós temos que mostrar a eles que aqui quem manda somos nós. Nós os grupos dominantes. Nós que estamos aqui desde a época de Cabral. Viemos nas caravelas e só sairemos mortos.

Enfim, nós temos que impor, de uma vez por todas, a não-violência e doa a quem doer.

(Meu nome é Dermo - Dermocrata. Meu número é 111.)

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O discurso da não-violência:

Temos que ensinar para essa cambada o que é não-violência. E isso tem que ser feito nem que seja na base da pancada e da bicuda, com tiro de borracha, bomba de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Esses vagabundos desordeiros têm que aprender de uma vez por todas a serem não-violentos, a respeitarem a família, a propriedade, a tradição, a tirania, a opressão e as desigualdades.

Nós temos que mostrar a eles que aqui quem manda somos nós. Nós os grupos dominantes. Nós que estamos aqui desde a época de Cabral. Viemos nas caravelas e só sairemos mortos.

Enfim, nós temos que impor, de uma vez por todas, a não-violência e doa a quem doer.

(Meu nome é Dermo - Dermocrata. Meu número é 111.)

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Inclusive, eu não descarto a possibilidade de pedir dinheiro e armas para Hugo Chaves, a fim de iniciar um movimento armado contra os grupos dominantes brasileiros, principalmente se esses grupos reassumirem o poder em 2010.

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A minha conclusão em 07/05/07:

Entre dominante e dominado a negociação não é possível, pois não se pode barganhar com a opressão, tirania ou exclusão. Quem negocia com os grupos dominante não busca mudanças para a coletividade, busca apenas benefícios pessoais, quer ocupar uma vaga de opressor. Portanto, a única forma de se acabar com a opressão é exterminando o opressor. Um tiro na pessoa certa faz mais efeito do que dezenas (em alguns casos centenas) de anos de negociação, manifestação e reivindicação. Essa é a realidade. Eu acredito nisso e sei que por causa disso muita gente vai morrer. Mas não há outro jeito. Não há como fugir do futuro... Quando todas as portas se fecham só há uma saída: explodir a porta.

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Inclusive, eu não descarto a possibilidade de pedir dinheiro e armas para Hugo Chaves, a fim de iniciar um movimento armado contra os grupos dominantes brasileiros, principalmente se esses grupos reassumirem o poder em 2010.

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A minha conclusão em 07/05/07:

Entre dominante e dominado a negociação não é possível, pois não se pode barganhar com a opressão, tirania ou exclusão. Quem negocia com os grupos dominante não busca mudanças para a coletividade, busca apenas benefícios pessoais, quer ocupar uma vaga de opressor. Portanto, a única forma de se acabar com a opressão é exterminando o opressor. Um tiro na pessoa certa faz mais efeito do que dezenas (em alguns casos centenas) de anos de negociação, manifestação e reivindicação. Essa é a realidade. Eu acredito nisso e sei que por causa disso muita gente vai morrer. Mas não há outro jeito. Não há como fugir do futuro... Quando todas as portas se fecham só há uma saída: explodir a porta.

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