Mostrando postagens com marcador cpmf. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cpmf. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Derrubaram a CPMF para derrubar o Brasil
Acada dia que passa fica mais evidente que a ação dos tucanos e do PFL visava atingir, não a CPMF, ma o Brasil. A meta deles, quando derrubaram a CPMF, era derrubar o Brasil. Pretendiam, e pretendem, parar o desenvolvimento social e a evolução da nação.

Derrubar a CPMF não foi apenas um jogo político, foi um ataque, um atentado, contra o povo, contra a coletividade. O PSDB e o PFL querem o poder a qualquer preço e não lhes interessa ver o custo de suas ações tresloucadas. Serão capazes de tudo para consegui-lo. Eles não querem governar para o povo, eles querem o poder para eles, para governar para eles, para suas classes, para os ricos.

A intransigência e o extremismo com o qual estão agindo acabará nos levando para situações como as vividas pelo Paquistão ou pelo Quênia. O muro que estão construindo vai separar, definitivamente, o Povo Brasileiro, uma vez que, depois de construído, será muito difícil derrubá-lo. De um lado, a minoria rica, que parasita o Brasil desde mil e quinhentos. E do outro, a maioria pobre que é explorada, oprimida, excluída e esfolada diariamente.

A intransigência e o extremismo tornará inevitável uma guerra civil, pois caminhamos para um nivel de discórdia e de problemas que a única forma de solução será a completa submissão ou destruição da minoria opressora, dos grupos dominantes. A classe dominante jamais conseguirá exterminar a maioria da população. Contudo, eles, como minoria, sempre foram massacrados e exterminados. Basta olhar para a história para se ver isto.

E estes massacres, estes extermínios, sempre tiveram como motivação e como fundamento a exploração, a opressão e a exclusão imposta por uma minoria sobre a maioria. Minorias não resistem a uma ação da maioria, à força da maioria. Mesmo que seja um minoria que controle as forças armadas, ela não consegue manter um sistema de opressão e de exploração funcionando por muito tempo.

E não adianta dizer que isto é um pensamento nazista, ou anti-semita, ou de extermínio, etc. O extermínio de grupos humanos só acontece onde existem grandes motivações para tais ações. Se não existir motivações o discurso da violência não cola, pois não é uma coisa meramente ideológica. A opressão, a exploração e a exclusão devem existir na realidade e deve atingir/sangrar a maioria da população por dezenas ou centenas de anos.
Olhem para a História e vejam o que a nobreza fazia antes da Revolução Francesa. Olhem para a Rússia e veja o que o Czar fazia antes da Revolução Russa. Olhem para a China e vejam o que o Imperador fazia antes do Mao, etc. As primeiras gerações se conformam com o mal, mas as gerações seguintes vão perdendo o medo e começam a se rebelar. Até que a última delas reúne coragem e força suficiente para tomar o poder. É nesta hora que o extermínio ocorre e os opressores de centenas ou dezenas de anos é massacrado e exterminado. O ódio social é uma construção da opressão e a única forma de eliminá-lo, depois que se instala, é pela vingança, pela violência.
O que eu estou vendo no Brasil é a intensificação do ódio social. Não é um ódio construído por uma ação ou em um dia. É um ódio que está sendo construído há vários séculos. São ações reiteradas de violência social, atentados contra os interesses da coletividade, exploração da maioria. Podem mascarar com a mídia, encobrir com os jornais, tampar com a peneira. Mas a panela está fervendo. E a cada dia fica mais evidente, para a maioria oprimida, o jogo e os truques dos grupos dominantes contra a coletividade. Quanto mais isto se evidencia, mais próximo eles chegam da forca que irá exterminá-lo.

São os próprios grupos dominantes, com sua intransigência e extremismo, que criam as condições necessárias para a destruição. Os revolucionários e subversivos apenas aproveitam o momento certo para agirem. Logo, não são os revolucionários que criam o ambiente para revolução. Quem cria o ambiente e as condições são os grupos dominantes. Quando mais eles sangram a coletividade, mais eles se aproximam da própria morte.
Derrubaram a CPMF para derrubar o Brasil
Acada dia que passa fica mais evidente que a ação dos tucanos e do PFL visava atingir, não a CPMF, ma o Brasil. A meta deles, quando derrubaram a CPMF, era derrubar o Brasil. Pretendiam, e pretendem, parar o desenvolvimento social e a evolução da nação.

Derrubar a CPMF não foi apenas um jogo político, foi um ataque, um atentado, contra o povo, contra a coletividade. O PSDB e o PFL querem o poder a qualquer preço e não lhes interessa ver o custo de suas ações tresloucadas. Serão capazes de tudo para consegui-lo. Eles não querem governar para o povo, eles querem o poder para eles, para governar para eles, para suas classes, para os ricos.

A intransigência e o extremismo com o qual estão agindo acabará nos levando para situações como as vividas pelo Paquistão ou pelo Quênia. O muro que estão construindo vai separar, definitivamente, o Povo Brasileiro, uma vez que, depois de construído, será muito difícil derrubá-lo. De um lado, a minoria rica, que parasita o Brasil desde mil e quinhentos. E do outro, a maioria pobre que é explorada, oprimida, excluída e esfolada diariamente.

A intransigência e o extremismo tornará inevitável uma guerra civil, pois caminhamos para um nivel de discórdia e de problemas que a única forma de solução será a completa submissão ou destruição da minoria opressora, dos grupos dominantes. A classe dominante jamais conseguirá exterminar a maioria da população. Contudo, eles, como minoria, sempre foram massacrados e exterminados. Basta olhar para a história para se ver isto.

E estes massacres, estes extermínios, sempre tiveram como motivação e como fundamento a exploração, a opressão e a exclusão imposta por uma minoria sobre a maioria. Minorias não resistem a uma ação da maioria, à força da maioria. Mesmo que seja um minoria que controle as forças armadas, ela não consegue manter um sistema de opressão e de exploração funcionando por muito tempo.

E não adianta dizer que isto é um pensamento nazista, ou anti-semita, ou de extermínio, etc. O extermínio de grupos humanos só acontece onde existem grandes motivações para tais ações. Se não existir motivações o discurso da violência não cola, pois não é uma coisa meramente ideológica. A opressão, a exploração e a exclusão devem existir na realidade e deve atingir/sangrar a maioria da população por dezenas ou centenas de anos.
Olhem para a História e vejam o que a nobreza fazia antes da Revolução Francesa. Olhem para a Rússia e veja o que o Czar fazia antes da Revolução Russa. Olhem para a China e vejam o que o Imperador fazia antes do Mao, etc. As primeiras gerações se conformam com o mal, mas as gerações seguintes vão perdendo o medo e começam a se rebelar. Até que a última delas reúne coragem e força suficiente para tomar o poder. É nesta hora que o extermínio ocorre e os opressores de centenas ou dezenas de anos é massacrado e exterminado. O ódio social é uma construção da opressão e a única forma de eliminá-lo, depois que se instala, é pela vingança, pela violência.
O que eu estou vendo no Brasil é a intensificação do ódio social. Não é um ódio construído por uma ação ou em um dia. É um ódio que está sendo construído há vários séculos. São ações reiteradas de violência social, atentados contra os interesses da coletividade, exploração da maioria. Podem mascarar com a mídia, encobrir com os jornais, tampar com a peneira. Mas a panela está fervendo. E a cada dia fica mais evidente, para a maioria oprimida, o jogo e os truques dos grupos dominantes contra a coletividade. Quanto mais isto se evidencia, mais próximo eles chegam da forca que irá exterminá-lo.

São os próprios grupos dominantes, com sua intransigência e extremismo, que criam as condições necessárias para a destruição. Os revolucionários e subversivos apenas aproveitam o momento certo para agirem. Logo, não são os revolucionários que criam o ambiente para revolução. Quem cria o ambiente e as condições são os grupos dominantes. Quando mais eles sangram a coletividade, mais eles se aproximam da própria morte.

sábado, 29 de dezembro de 2007

A CPMF e os mosquitos
Os mosquitos receberam, na última semana, a informação da maldade tucana, ou seja, de que os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da sáude e dos projetos sociais e devolveram para os ricos. Logo, deixaram a saúde completamente desprotegida e sem resistência...

De posse desta informação, o líder dos mosquitos informou, em nota oficial (o reino dos mosquitos é um sistema totalitário), que vai realizar uma série de ataques em massa em 2008. E, para testar se a CPMF realmente acabou, fizeram o primeiro ataque-teste com a febre amarela. Mas, nos próximos ataques, vão utilizar todos os recursos que dispõem, incluindo dengue e malária...

A única coisa, até agora, que pode fazer os mosquitos recuarem é a formação de uma barreira tucana. Como os tucanos comem mosca, os mosquitos temem o bico tucana e recuam diante da possibilidade de serem devorados pela barreira tucana.

Enfim, o ataque dos mosquitos é culpa dos tucanos e do PFL que acabaram com a CPMF...
--------------
Acho que eu deveria ser roteirista de filme... Tenho cada idéia...

E por falar em filme, eu penso que os filmes brasileiros, salvo algumas exceções, precisam de roteiros melhores, precisam de histórias melhores, precisam de coisas originais, surpreendentes... Já percebeu que a maioria dos filmes brasileiros se parece com novela, ou seja, são histórias "água com açucar" que usam truques batidos...

Usem a cabeça, gente !!! Não a cabeça de baixo, mas a de cima !!!
A CPMF e os mosquitos
Os mosquitos receberam, na última semana, a informação da maldade tucana, ou seja, de que os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da sáude e dos projetos sociais e devolveram para os ricos. Logo, deixaram a saúde completamente desprotegida e sem resistência...

De posse desta informação, o líder dos mosquitos informou, em nota oficial (o reino dos mosquitos é um sistema totalitário), que vai realizar uma série de ataques em massa em 2008. E, para testar se a CPMF realmente acabou, fizeram o primeiro ataque-teste com a febre amarela. Mas, nos próximos ataques, vão utilizar todos os recursos que dispõem, incluindo dengue e malária...

A única coisa, até agora, que pode fazer os mosquitos recuarem é a formação de uma barreira tucana. Como os tucanos comem mosca, os mosquitos temem o bico tucana e recuam diante da possibilidade de serem devorados pela barreira tucana.

Enfim, o ataque dos mosquitos é culpa dos tucanos e do PFL que acabaram com a CPMF...
--------------
Acho que eu deveria ser roteirista de filme... Tenho cada idéia...

E por falar em filme, eu penso que os filmes brasileiros, salvo algumas exceções, precisam de roteiros melhores, precisam de histórias melhores, precisam de coisas originais, surpreendentes... Já percebeu que a maioria dos filmes brasileiros se parece com novela, ou seja, são histórias "água com açucar" que usam truques batidos...

Usem a cabeça, gente !!! Não a cabeça de baixo, mas a de cima !!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

O truque da mídia hegemônica burguesa
Para desviar as atenções da besteira tucana que tirou R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos, a mídia hegemônica e burguesa, dominada pelos tucanos e pelo PFL, está tentando criar uma celeuma entre o Ministro Mantega e o Presidente Lula. Observem que a mesma fofoca aparece nas principais páginas do jornais online.

Não é notícia. É fofoca e não tem nenhuma relevância como informação ou conhecimento. Serve apenas para gerar intrigas e desentendimento entre as pessoas. Querem minar a confiança e desarticular o governo.

- JB: Lula desmente Mantega

- Folha: Lula manda Mantega se acalmar

- Globo: Lula enquadra Mantega e nega aumento de impostos

- Estadão: Lula adverte Mantega e diz que novo imposto não está definido
(Dados obtidos no blog do Josias)

É mais um truque da mídia hegemônica burguesa do sudeste que visa gerar mal-estar e desentendimento dentro do Governo. Mídia burguesa do império tucano...

Portanto, é bom ficar de olho bem aberto e ignorar as idiotices publicadas pela mídia hegemônica que, ao invés de falar da maldade tucana, prefere desviar o assunto de foco, construindo intrigas, fofocas, mentiras.

Enfim, o que a mídia fala não é importante. Importante é que os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos. Isto é uma coisa importante. Temos que ficar repetindo isto toda hora para que o povo decore e possa repetir na ponta da língua.

Comigo, mais uma vez: "os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos". De novo, "os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos."
O truque da mídia hegemônica burguesa
Para desviar as atenções da besteira tucana que tirou R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos, a mídia hegemônica e burguesa, dominada pelos tucanos e pelo PFL, está tentando criar uma celeuma entre o Ministro Mantega e o Presidente Lula. Observem que a mesma fofoca aparece nas principais páginas do jornais online.

Não é notícia. É fofoca e não tem nenhuma relevância como informação ou conhecimento. Serve apenas para gerar intrigas e desentendimento entre as pessoas. Querem minar a confiança e desarticular o governo.

- JB: Lula desmente Mantega

- Folha: Lula manda Mantega se acalmar

- Globo: Lula enquadra Mantega e nega aumento de impostos

- Estadão: Lula adverte Mantega e diz que novo imposto não está definido
(Dados obtidos no blog do Josias)

É mais um truque da mídia hegemônica burguesa do sudeste que visa gerar mal-estar e desentendimento dentro do Governo. Mídia burguesa do império tucano...

Portanto, é bom ficar de olho bem aberto e ignorar as idiotices publicadas pela mídia hegemônica que, ao invés de falar da maldade tucana, prefere desviar o assunto de foco, construindo intrigas, fofocas, mentiras.

Enfim, o que a mídia fala não é importante. Importante é que os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos. Isto é uma coisa importante. Temos que ficar repetindo isto toda hora para que o povo decore e possa repetir na ponta da língua.

Comigo, mais uma vez: "os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos". De novo, "os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000.00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos."
A CPMF e o fim do mundo
Bem, o fim da CPMF não fará o mundo acabar. Contudo, se o mundo acabar a culpa é dos tucanos e do PFL, que acabaram com a CPMF.

Além disso, vamos ver quanto os bancos, as grandes empresas e os investidores, que já estavam tendo lucros bilionários, ganharão com o fim da CPMF. Este dado é muito importante, principalmente para 2010.

Certamente, o primeiro grupo a se beneficiar com o fim da contribuição já apareceu. Este grupo são os sonegadores e corruptos, ou seja, a criminalidade organizada que era detectada com a incidência da contribuição, uma vez que a diferença entre o que eles declaravam e o dinheiro que movimentavam aparecia com a CPMF. Agora não aparece mais. (Eu chamei a CPMF de imposto, mas não é. É contribuição.)

Isto é uma grande vitória da criminalidade organizada, dos sonegadores, dos corruptos, dos tucanos e do PFL, ou seja, dos demos.
A CPMF e o fim do mundo
Bem, o fim da CPMF não fará o mundo acabar. Contudo, se o mundo acabar a culpa é dos tucanos e do PFL, que acabaram com a CPMF.

Além disso, vamos ver quanto os bancos, as grandes empresas e os investidores, que já estavam tendo lucros bilionários, ganharão com o fim da CPMF. Este dado é muito importante, principalmente para 2010.

Certamente, o primeiro grupo a se beneficiar com o fim da contribuição já apareceu. Este grupo são os sonegadores e corruptos, ou seja, a criminalidade organizada que era detectada com a incidência da contribuição, uma vez que a diferença entre o que eles declaravam e o dinheiro que movimentavam aparecia com a CPMF. Agora não aparece mais. (Eu chamei a CPMF de imposto, mas não é. É contribuição.)

Isto é uma grande vitória da criminalidade organizada, dos sonegadores, dos corruptos, dos tucanos e do PFL, ou seja, dos demos.
A maldade tucana
Os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000,00 da saúde e dos projetos sociais e devolveram para os ricos. São pessoas más que não gostam do Povo e querem que os trabalhadores, os pobres, ou seja, a maioria da população, se lasquem até o talo.

Depois desse ato maldoso dos tucanos e do PFL contra os mais pobres, eu fico pensando o que mais eles podem fazer. Como são pessoas más, acho que eles são capazes de:
1- tomar doce de criança e comer;
2- tomar esmola de mendigo para pagar estacionamento;
3- roubar carteira de deficiente mental;
4- furtar dinheiro do dízimo da Igreja ou as moedas depositadas no pé do Santo;
(...) etc...

Acho que devemos criar um termo específico para isto. Quando a maldade for grande e não tiver limites, vamos chamá-la de maldade tucana. Ao lado do inferno de Dante existe a maldade tucana que tira R$ 40.000.000.000,00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos.
A maldade tucana
Os tucanos e o PFL tiraram R$ 40.000.000.000,00 da saúde e dos projetos sociais e devolveram para os ricos. São pessoas más que não gostam do Povo e querem que os trabalhadores, os pobres, ou seja, a maioria da população, se lasquem até o talo.

Depois desse ato maldoso dos tucanos e do PFL contra os mais pobres, eu fico pensando o que mais eles podem fazer. Como são pessoas más, acho que eles são capazes de:
1- tomar doce de criança e comer;
2- tomar esmola de mendigo para pagar estacionamento;
3- roubar carteira de deficiente mental;
4- furtar dinheiro do dízimo da Igreja ou as moedas depositadas no pé do Santo;
(...) etc...

Acho que devemos criar um termo específico para isto. Quando a maldade for grande e não tiver limites, vamos chamá-la de maldade tucana. Ao lado do inferno de Dante existe a maldade tucana que tira R$ 40.000.000.000,00 da saúde e dos projetos sociais para dar aos ricos.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Se for preciso cortar projetos sociais
Se for preciso cortar projetos sociais e investimentos, por conta da não aprovação da CPMF, o governo deve começar cortando os recursos dos Estados nos quais os senadores votaram contra a CPMF. Isso não é retaliação, é uma questão de justiça.

Não é justo cortar recursos dos Estados que batalharam para a permanência da CPMF, mas é justo arrancar até as cuecas dos Estados que lutaram ferozmente pela não-aprovação. Se eles lutaram contra a CPMF, é porque podem viver muito bem sem ela. É porque a CPMF não lhes fará nenhuma falta. Portanto, devem ser os primeiros a serem afetados pelo mal que causaram.

Mas não basta cortar os recursos, o Governo Federal deve ir nos meios de comunicação daquele Estado e informar à população que os recursos destinados aos programas sociais estão sendo cortados por motivos do senador xxx, daquele Estado, ter votado e lutado contra a manutenção da contribuição. Portanto, a culpa pelo fim dos projetos sociais é do senador xxx. É ele que deve arcar com as consequencias sociais danosas.

O Governo tem que fazer isto para que a população do Estado vá pra cima do Senador, derrube ele do cargo, corte a cabeça do infeliz, etc. Resumindo, para que na próxima eleição o Povo não repita o erro de eleger um Senador que trabalha a favor dos grupos dominantes, das empresas e da criminalidade organizada e contra os interesses da população, ou seja, contra o interesse público.

Contudo, a dificuldade de implantar esta idéia reside no fato de existir Estados nos quais os governadores trabalharam pela CPMF e os senadores trabalharam contra a CPMF, ou seja, os Senadores atuaram em benefício próprio e contra a orientação dos governadores e do Estado. Mesmo assim, paraque senadores dessa laia não voltem a se reeleger, é preciso que a população sofra as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados por eles.

O PSDB e o PFL não cauram prejuízo ao governo. Causaram prejuízo à população, á coletividade, e isto deve ser mostrado com todas as letras, ao vivo e a cores, em todos os lugares, falando bem alto para todo mundo ouvir: PSDB e PFL fazem mal, muito mal, para o Brasil e para os Brasileiros.
Se for preciso cortar projetos sociais
Se for preciso cortar projetos sociais e investimentos, por conta da não aprovação da CPMF, o governo deve começar cortando os recursos dos Estados nos quais os senadores votaram contra a CPMF. Isso não é retaliação, é uma questão de justiça.

Não é justo cortar recursos dos Estados que batalharam para a permanência da CPMF, mas é justo arrancar até as cuecas dos Estados que lutaram ferozmente pela não-aprovação. Se eles lutaram contra a CPMF, é porque podem viver muito bem sem ela. É porque a CPMF não lhes fará nenhuma falta. Portanto, devem ser os primeiros a serem afetados pelo mal que causaram.

Mas não basta cortar os recursos, o Governo Federal deve ir nos meios de comunicação daquele Estado e informar à população que os recursos destinados aos programas sociais estão sendo cortados por motivos do senador xxx, daquele Estado, ter votado e lutado contra a manutenção da contribuição. Portanto, a culpa pelo fim dos projetos sociais é do senador xxx. É ele que deve arcar com as consequencias sociais danosas.

O Governo tem que fazer isto para que a população do Estado vá pra cima do Senador, derrube ele do cargo, corte a cabeça do infeliz, etc. Resumindo, para que na próxima eleição o Povo não repita o erro de eleger um Senador que trabalha a favor dos grupos dominantes, das empresas e da criminalidade organizada e contra os interesses da população, ou seja, contra o interesse público.

Contudo, a dificuldade de implantar esta idéia reside no fato de existir Estados nos quais os governadores trabalharam pela CPMF e os senadores trabalharam contra a CPMF, ou seja, os Senadores atuaram em benefício próprio e contra a orientação dos governadores e do Estado. Mesmo assim, paraque senadores dessa laia não voltem a se reeleger, é preciso que a população sofra as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados por eles.

O PSDB e o PFL não cauram prejuízo ao governo. Causaram prejuízo à população, á coletividade, e isto deve ser mostrado com todas as letras, ao vivo e a cores, em todos os lugares, falando bem alto para todo mundo ouvir: PSDB e PFL fazem mal, muito mal, para o Brasil e para os Brasileiros.
Para tapar o buraco da CPMF: Imposto sobre Grandes Fortunas
O Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) é um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, VII, da Constituição Federal). Contudo, este imposto ainda não existe no Brasil, pois depende de uma lei complementar que o defina e regule. Como não existe a lei complementar, o tributo não é cobrado.

Portanto, uma das formas do governo fechar o buraco da CPMF e, ao mesmo tempo, tributar os ricos é fazer a lei complementar para cobrar este imposto que tem previsão constitucional.

Certamente, este tributo pode render mais ou menos, dependendo do valor que a lei considere grande fortuna. Se dizer que um milhão é grande fortuna, poderá cobrar o imposto a partir daí. Se dizer que é um bilhão, certamente, vai reduzir a arrecadação.

Contudo, eu acho que esta barreira não deve ser fixada na lei, pois assim o tributo poderá ficar maleável e ser cobrado mais ou menos, dependendo da situação financeira do país.
Para tapar o buraco da CPMF: Imposto sobre Grandes Fortunas
O Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) é um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, VII, da Constituição Federal). Contudo, este imposto ainda não existe no Brasil, pois depende de uma lei complementar que o defina e regule. Como não existe a lei complementar, o tributo não é cobrado.

Portanto, uma das formas do governo fechar o buraco da CPMF e, ao mesmo tempo, tributar os ricos é fazer a lei complementar para cobrar este imposto que tem previsão constitucional.

Certamente, este tributo pode render mais ou menos, dependendo do valor que a lei considere grande fortuna. Se dizer que um milhão é grande fortuna, poderá cobrar o imposto a partir daí. Se dizer que é um bilhão, certamente, vai reduzir a arrecadação.

Contudo, eu acho que esta barreira não deve ser fixada na lei, pois assim o tributo poderá ficar maleável e ser cobrado mais ou menos, dependendo da situação financeira do país.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Como usar a CPMF em 2010
Os tucanos e os demos abominam a CPMF que eles criaram e que lhes serviu bem, enquanto governaram. Contudo, como perderam o poder e o controle do Brasil, agora querem tirar a CPMF para prejudicar os programas sociais do governo, atingindo, assim, a imagem do Presidente Lula e do governo de esquerda moderada que está levando o Brasil para o primeiro mundo.

Imagine só... Lula, o homem que tinha parte com o diabo e com os comunistas, de repente será o Presidente que levou o Brasil para o primeiro mundo. Coisa que a orda autoritário não conseguiu. Será que não conseguiu ou nunca quiserem levar o Brasil para o primeiro mundo ? Percebam que é sempre mais fácil explorar um país subdesenvolvido e pobre do que um país de primeiro mundo.

Isto é um prato cheio para 2010, pois, usando a CPMF, é possível mostrar para o povo a ação direta dos tucanos e dos demos contra o povo, contra os programas sociais que beneficiam a maioria pobre do país. E a ação dos mesmos a favor dos ricos e da elite dominante. Quem paga CPMF é quem movimenta muito dinheiro e quem movimenta muito dinheiro é rico, é elite, é dominante.

Para os ricos, deixar de pagar CPMF, é uma economia que fazem para investir em algum supérfluo ou consumir alguma porcaria. Eles tem muito dinheiro, o pouco capturado pela CPMF não faz diferença.

Para os pobres que dependem, temporariamente, dos programas sociais do governo, a CPMF é a salvação. É pouco, mas ajuda a proteger e a educar a próxima geração. Ajuda a dar estudo e renda para aqueles que estão abaixo da linha da pobreza.

Enfim, a CPMF pode ser mostrada por este lado, principalmente através de sua ligação com os programas sociais do governo. Pode ser mostrada como os inimigos da coletividade e da maioria da população atuam para beneficiar os ricos, aumentando a opressão e a exploração dos pobres.

Certamente, essa idéia pode ser melhorada com dados estatísticos e técnicos do governo, assim como idéias de marketeiros políticos.
Como usar a CPMF em 2010
Os tucanos e os demos abominam a CPMF que eles criaram e que lhes serviu bem, enquanto governaram. Contudo, como perderam o poder e o controle do Brasil, agora querem tirar a CPMF para prejudicar os programas sociais do governo, atingindo, assim, a imagem do Presidente Lula e do governo de esquerda moderada que está levando o Brasil para o primeiro mundo.

Imagine só... Lula, o homem que tinha parte com o diabo e com os comunistas, de repente será o Presidente que levou o Brasil para o primeiro mundo. Coisa que a orda autoritário não conseguiu. Será que não conseguiu ou nunca quiserem levar o Brasil para o primeiro mundo ? Percebam que é sempre mais fácil explorar um país subdesenvolvido e pobre do que um país de primeiro mundo.

Isto é um prato cheio para 2010, pois, usando a CPMF, é possível mostrar para o povo a ação direta dos tucanos e dos demos contra o povo, contra os programas sociais que beneficiam a maioria pobre do país. E a ação dos mesmos a favor dos ricos e da elite dominante. Quem paga CPMF é quem movimenta muito dinheiro e quem movimenta muito dinheiro é rico, é elite, é dominante.

Para os ricos, deixar de pagar CPMF, é uma economia que fazem para investir em algum supérfluo ou consumir alguma porcaria. Eles tem muito dinheiro, o pouco capturado pela CPMF não faz diferença.

Para os pobres que dependem, temporariamente, dos programas sociais do governo, a CPMF é a salvação. É pouco, mas ajuda a proteger e a educar a próxima geração. Ajuda a dar estudo e renda para aqueles que estão abaixo da linha da pobreza.

Enfim, a CPMF pode ser mostrada por este lado, principalmente através de sua ligação com os programas sociais do governo. Pode ser mostrada como os inimigos da coletividade e da maioria da população atuam para beneficiar os ricos, aumentando a opressão e a exploração dos pobres.

Certamente, essa idéia pode ser melhorada com dados estatísticos e técnicos do governo, assim como idéias de marketeiros políticos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Curtas, rápidas, diretas e certeiras
Mensagem do Rei da Espanha para o FHC, interceptada pelo Leonildo: "¿Por qué no te callas?"
-----------------
As provocações do ex-presidente FHC tem uma finalidade: desviar as atenções do mensalão tucano. Será que vai funcionar ?
------------------
Qual mensalão durou mais e pagou mais, ou seja, roubou mais o povo: o tucano ou o petista ? Mas o que eu quero saber mesmo é: e o dinheiro ??? Cadê o dinheiro que os mensaleiros embolsaram ? O Brasil e o povo brasileiro querem o dinheiro de volta, com juros e correções.
--------------
Primeiro o ex-presidente FHC diz que o PSDB tem que se aproximar do povo. Depois o ex-presidente diz que um líder deve falar o bom português. Pelo visto ele não sabe qual língua o povo fala. Não só isto, ele não sabe que a língua culta é a lingua dos ricos, da classe dominante. Não é a lingua da maioria dos brasileiros. Um lider só é líder se falar a língua do povo.

Certamente, isto não significa que o povo não deve receber educação. Significa que um líder do povo fala a língua do povo. Só isso !!!
--------------
Eu conclui que o PSDB não é um partido de republicanos. É um partido que vive lapsos, ou seja, pequenos momentos de republicanismo, mas, dois minutos depois, já esqueceram tudo. A decisão dos tucanos de sabotar a CPMF foi estúpida e interesseira...

Ela visava atingir o Brasil e o povo brasileiro e, dessa forma, enfraquecer o governo Lula, possibilitando a vitória de um tucano em 2010.

O plano funcionaria bem se não fosse um problema: os tucanos têm o rabo preso. Na hora em que eles mostraram as garras, o rabo foi puxado e deu no que deu... Talvez se tivessem negociado tudo e aceito a proposta possível, apresentada pelo governo, sem o extremismo estúpido e sabotador, muita coisa teria sido evitada.
---------------
Os governadores tucanos apoiavam a CPMF porque são do executivo, estão em contato direto com o povo, têm que tomar decisões rápida, executar projetos, enfim, tem que governar. E ninguém governa sem dinheiro.

Já os senadores fazem parte do órgão corrupto e desnecessário chamado Senado. Esse órgão não serve para nada, a não ser dar prejuízo para o Brasil. Se já tem a Câmara com tantos deputados, por que um Senado ?

Mas, continuando, os senadores não tem compromisso em governar, em executar projetos, em dar uma resposta rápida para o povo. Por isso, eles podem sabotar a CPMF quase sem se sujar. O problema é que eles estão mais sujos do que pau de galinheiro e tem o rabo completamente preso... Logo, a sabotagem tende a não prosperar, pois quando eles sabotam, alguém puxa o rabo até eles gritarem...
----------------
Falta republicanismo no Brasil... Falta inteligência... Falta comprometimento com o interesse público e com o povo. Os políticos querem o poder para exercê-lo em benefício pessoal. Não para exercê-lo em benefício do Brasil e do povo brasileiro... Por isso, estamos no caos político.
--------------
Contudo, para mim, tudo isto está servindo de lição. Vejo tudo. Ouço tudo. Anoto tudo. Analiso, penso, aprendo e crio. Em cima daquilo que estão fazendo, em cima desses erros grosseiros, dessas ações corruptas e negligentes é que vou montar o meu discurso político... Um discurso republicano ao pé da letra.

O que você é capaz de fazer pela República ? Talvez o Professor Renato Janine da USP lhe dê uma idéia disso...
---------------------

Pai e filhos

Site do Professor Renato Janine

Este trecho faz parte do livro A República (Publifolha, 2001).

No Salão de 1789, em Paris, o pintor Jacques Louis David (1748-1825) expõe seu quadro Os Litores Levam ao Cônsul Brutus os Corpos de seus Filhos, que hoje está no Museu do Louvre. Todo espectador culto entende de imediato o sentido da obra. Refere-se a um episódio de Roma antiga, depois de expulso o último rei e proclamada a República. Brutus era um dos dois cônsules eleitos anualmente e que exerciam, em conjunto, o poder executivo. Seus filhos, porém, conspiraram para restaurar a dinastia dos Tarqüínios – uma dinastia etrusca, portanto de origem externa à cidade – e foram presos.

O próprio pai os condena à morte. Na sua função pública, não poderia agir de outro modo. No quadro, vemos ao fundo os cadáveres, com as mulheres soltando todo o desespero, toda a dor pela morte dos rapazes. No primeiro plano, o cônsul, em silêncio, meditando – e na sua forma discreta, máscula, condensada, sentindo imensa dor.

Este quadro diz muito sobre a República, e isso meses antes da Revolução Francesa e alguns anos antes que a França adotasse essa forma de governo. Muitos comentam a influência que terá tido a jovem República dos Estados Unidos da América sobre a francesa: afinal, a independência norte-americana contou com apoio financeiro e militar da França. E Thomas Jefferson, que redigiu a Declaração de Independência das treze colônias, foi embaixador de seu país em Paris, de 1785 até o início da Revolução.

Mas pensemos um pouco. Os homens da Revolução Francesa eram cultos, estudados, assim como, aliás, os da Americana. Conheciam a tradição clássica. O que levariam mais em conta, a experiência recente e ainda pouco testada de um punhado de colonos numa terra distante – ou séculos de sucesso num dos maiores centros da civilização européia? Roma e o neoclássico estavam em voga, naquele fim do século 18.

O que nos diz o quadro de David? Antes de mais nada, que o bem público se sobrepõe ao privado. Essa frase, que geralmente tomamos por mero lugar-comum, tem nos valores da República um claro significado: devemos sacrificar as vantagens e até os afetos pessoais ao bem comum. O pai executa o filho, como o filho eventualmente mataria o pai, em nome da Cidade. O custo dessa ação não é negado nem mesmo ocultado. Ninguém ignora a dor de Brutus – seria tão fácil apresentá-lo como um político desumano, que ao poder sacrifica o amor! – mas ele não podia agir decentemente de outro modo.

A República tem custo alto, mas é justo pagá-lo. Para sairmos, porém, da facilidade com que estas palavras são ditas, vamos a um episódio mais recente, também gerador de vasta iconografia, e que enche de horror quem o conhece. É o caso do pequeno Pavel Morozov, um adolescente russo que denunciou o próprio pai ao poder soviético, no começo dos anos 30, por esconder cereais. O pai foi condenado a uma longa pena num campo de concentração, onde provavelmente morreu; já o garoto acabou assassinado na vila em que vivia. Pois Pavel foi instituído como o grande herói do Konsomol, a organização da juventude comunista, e estátuas em sua honra se espalharam por toda a União Soviética

A estátua do pequeno Pavel, que reinava sobre o parque Morozov, em Moscou, foi derrubada pelo povo da capital em meio às manifestações contra o golpe de 21 de agosto de 1991, que tentara depor Gorbatchev.

O verdadeiro inimigo da República: a corrupção

Qual a sua idéia de corrupção? É quase certo que você fale em desvio, por um administrador desonesto, do dinheiro público. É a idéia que se firmou hoje em dia. Mas, antes disso, a corrupção era termo mais abrangente, designando a degradação dos costumes em geral.

Como a corrupção veio a se confinar no furto do bem comum? Talvez seja porque, numa sociedade capitalista, o bem e o mal, a legalidade e o crime acabam referidos à propriedade. Por analogia à propriedade privada, o bem comum é entendido como propriedade coletiva – e até como bem condominial, aquele do qual cada um tem uma parcela, uma cota, uma ação.

Mas o bem comum é diferente, por natureza, do bem privado. No estatuto de uma sociedade é obrigatório incluir o destino a dar aos bens, caso ela se dissolva. Se constituo uma firma com um sócio, caso a fechemos repartiremos os bens que pertencem a ela. Mas isso é impossível, tratando-se da coisa pública. Há certos "bens" que só ela produz, e que não podem ser divididos: virtudes, direitos e uma socialização que não só respeita o outro como enriquece, humanamente, a nós mesmos.

Pensar o mau político como corrupto e, portanto, como ladrão simplifica demais as coisas. É sinal de que não se entende o que é a vida em sociedade. O corrupto não furta apenas: ao desviar dinheiro, ele mata gente. Mais que isso, ele elimina a confiança de um no outro, que talvez seja o maior bem público. A indignação hoje tão difundida com a corrupção, no Brasil, tem esse vício enorme: reduzindo tudo a roubo (do "nosso dinheiro"), a mídia ignora – e faz ignorar – o que é a confiança, o que é o elo social, o que é a vida republicana.

República e democracia

A idéia deste livro e de seu irmão gêmeo, Democracia, nasceu de uma observação: é cada vez mais difícil manter a idéia de que exista um povo, um demos, para usar a palavra grega, inteiro e íntegro. Aliás, a democracia moderna nasce com uma visão romântica do povo, que se expressaria por uma identidade nacional marcada em sentimentos fortes, e depois se orienta para a esquerda adotando uma visão marxista – que identifica o povo com os trabalhadores, os explorados e seus aliados. Nos dois casos, nem todo o mundo é povo. Há também o anti-povo, que pode ser o estrangeirado, no primeiro caso, ou o explorador de classe, no segundo. Mas o problema é que essas duas concepções de povo deixaram de ser funcionais. A economia está complexa demais para distinguirmos nela os trabalhadores, e a cultura, rica demais para identificarmos uma cultura nacional pura.

As características do povo migraram, do povo como um todo, brasileiro, francês ou o que for, para o que podemos chamar de sub-povos – grupos menores, porém mais intensos em suas relações. Podem ser os sem-terra, que guardam a caracterização marxista, pois se definem pelo lugar na economia, mas igualmente os militantes negros, feministas ou gays.

Esses grupos assumem traços que eram tradicionalmente os do povo. Mal restaram os laços fortes que, no modelo romântico ou marxista, uniam os membros do povo como um todo. Numa sociedade complexa, é dificil eu sempre amar o compatriota ou o companheiro de classe. Mas essa intensidade afetiva migrou para os elos entre membros de grupos menores e mobilizados.

Aqui é preciso falar – sem sectarismo – da política brasileira. O partido que mais aposta em vínculos fortes ou sociabilidades aquecidas é o PT. Sua prática é das mais democráticas. Mas, com sua ênfase em agrupamentos que não são o povo como um todo – e isso porque não há mais povo como um todo – ele se presta à crítica de favorecer interesses particulares, que seus adversários chamam de corporativistas.

Veja-se o paradoxo. A prática democrática subsiste, mas ela não diz mais respeito ao demos como um todo. Ela sobrevive, intensificada, em grupos menores, e por isso mesmo pode voltar-se contra outras partes do povo. O que a direita fez, sobretudo na presidência Collor, foi jogar essas parcelas desmobilizadas contra os grupos organizados, aqueles em que o PT melhor navega.

Mas há outra crítica, mais séria e pertinente que a da direita. É a que se encarna entre nós no PSDB. O discurso dele é republicano. Basta ver que ele critica o PT porque esse último favoreceria interesses de grupos. É o que o PSDB chama de corporativismo – a defesa de uma corporação, em detrimento do interesse comum, a ênfase no meio (no caso, o funcionalismo público) mais que no fim (o povo, o público como um todo). O discurso do PSDB é o mais consistente que temos na defesa da res publica.

Aqui, porém, também há um custo. Defendendo a coisa pública, o PSDB formula uma questão fundamental – mas ao mesmo tempo se vê condenado a atacar as práticas mais democráticas que há em nossa sociedade, que mobilizam os grupos à esquerda. Ou seja, nossos republicanos se vêem obrigados a criticar a democracia. E enquanto isso nossos democráticos não conseguem ter uma visão abrangente da coisa pública, estando limitados a práticas importantes, mas que ficam na organização de grupos parciais. É o que desespera a minoria de marxistas dentro do PT, que obviamente deseja uma visão totalizante da sociedade, mas se vê condenada a uma dura alternativa: ou totaliza, mas não enxerga a sociedade de hoje, ou leva em conta a sociedade atual, e aí vai-se embora a totalização que Marx elaborou no século 19.

Curtas, rápidas, diretas e certeiras
Mensagem do Rei da Espanha para o FHC, interceptada pelo Leonildo: "¿Por qué no te callas?"
-----------------
As provocações do ex-presidente FHC tem uma finalidade: desviar as atenções do mensalão tucano. Será que vai funcionar ?
------------------
Qual mensalão durou mais e pagou mais, ou seja, roubou mais o povo: o tucano ou o petista ? Mas o que eu quero saber mesmo é: e o dinheiro ??? Cadê o dinheiro que os mensaleiros embolsaram ? O Brasil e o povo brasileiro querem o dinheiro de volta, com juros e correções.
--------------
Primeiro o ex-presidente FHC diz que o PSDB tem que se aproximar do povo. Depois o ex-presidente diz que um líder deve falar o bom português. Pelo visto ele não sabe qual língua o povo fala. Não só isto, ele não sabe que a língua culta é a lingua dos ricos, da classe dominante. Não é a lingua da maioria dos brasileiros. Um lider só é líder se falar a língua do povo.

Certamente, isto não significa que o povo não deve receber educação. Significa que um líder do povo fala a língua do povo. Só isso !!!
--------------
Eu conclui que o PSDB não é um partido de republicanos. É um partido que vive lapsos, ou seja, pequenos momentos de republicanismo, mas, dois minutos depois, já esqueceram tudo. A decisão dos tucanos de sabotar a CPMF foi estúpida e interesseira...

Ela visava atingir o Brasil e o povo brasileiro e, dessa forma, enfraquecer o governo Lula, possibilitando a vitória de um tucano em 2010.

O plano funcionaria bem se não fosse um problema: os tucanos têm o rabo preso. Na hora em que eles mostraram as garras, o rabo foi puxado e deu no que deu... Talvez se tivessem negociado tudo e aceito a proposta possível, apresentada pelo governo, sem o extremismo estúpido e sabotador, muita coisa teria sido evitada.
---------------
Os governadores tucanos apoiavam a CPMF porque são do executivo, estão em contato direto com o povo, têm que tomar decisões rápida, executar projetos, enfim, tem que governar. E ninguém governa sem dinheiro.

Já os senadores fazem parte do órgão corrupto e desnecessário chamado Senado. Esse órgão não serve para nada, a não ser dar prejuízo para o Brasil. Se já tem a Câmara com tantos deputados, por que um Senado ?

Mas, continuando, os senadores não tem compromisso em governar, em executar projetos, em dar uma resposta rápida para o povo. Por isso, eles podem sabotar a CPMF quase sem se sujar. O problema é que eles estão mais sujos do que pau de galinheiro e tem o rabo completamente preso... Logo, a sabotagem tende a não prosperar, pois quando eles sabotam, alguém puxa o rabo até eles gritarem...
----------------
Falta republicanismo no Brasil... Falta inteligência... Falta comprometimento com o interesse público e com o povo. Os políticos querem o poder para exercê-lo em benefício pessoal. Não para exercê-lo em benefício do Brasil e do povo brasileiro... Por isso, estamos no caos político.
--------------
Contudo, para mim, tudo isto está servindo de lição. Vejo tudo. Ouço tudo. Anoto tudo. Analiso, penso, aprendo e crio. Em cima daquilo que estão fazendo, em cima desses erros grosseiros, dessas ações corruptas e negligentes é que vou montar o meu discurso político... Um discurso republicano ao pé da letra.

O que você é capaz de fazer pela República ? Talvez o Professor Renato Janine da USP lhe dê uma idéia disso...
---------------------

Pai e filhos

Site do Professor Renato Janine

Este trecho faz parte do livro A República (Publifolha, 2001).

No Salão de 1789, em Paris, o pintor Jacques Louis David (1748-1825) expõe seu quadro Os Litores Levam ao Cônsul Brutus os Corpos de seus Filhos, que hoje está no Museu do Louvre. Todo espectador culto entende de imediato o sentido da obra. Refere-se a um episódio de Roma antiga, depois de expulso o último rei e proclamada a República. Brutus era um dos dois cônsules eleitos anualmente e que exerciam, em conjunto, o poder executivo. Seus filhos, porém, conspiraram para restaurar a dinastia dos Tarqüínios – uma dinastia etrusca, portanto de origem externa à cidade – e foram presos.

O próprio pai os condena à morte. Na sua função pública, não poderia agir de outro modo. No quadro, vemos ao fundo os cadáveres, com as mulheres soltando todo o desespero, toda a dor pela morte dos rapazes. No primeiro plano, o cônsul, em silêncio, meditando – e na sua forma discreta, máscula, condensada, sentindo imensa dor.

Este quadro diz muito sobre a República, e isso meses antes da Revolução Francesa e alguns anos antes que a França adotasse essa forma de governo. Muitos comentam a influência que terá tido a jovem República dos Estados Unidos da América sobre a francesa: afinal, a independência norte-americana contou com apoio financeiro e militar da França. E Thomas Jefferson, que redigiu a Declaração de Independência das treze colônias, foi embaixador de seu país em Paris, de 1785 até o início da Revolução.

Mas pensemos um pouco. Os homens da Revolução Francesa eram cultos, estudados, assim como, aliás, os da Americana. Conheciam a tradição clássica. O que levariam mais em conta, a experiência recente e ainda pouco testada de um punhado de colonos numa terra distante – ou séculos de sucesso num dos maiores centros da civilização européia? Roma e o neoclássico estavam em voga, naquele fim do século 18.

O que nos diz o quadro de David? Antes de mais nada, que o bem público se sobrepõe ao privado. Essa frase, que geralmente tomamos por mero lugar-comum, tem nos valores da República um claro significado: devemos sacrificar as vantagens e até os afetos pessoais ao bem comum. O pai executa o filho, como o filho eventualmente mataria o pai, em nome da Cidade. O custo dessa ação não é negado nem mesmo ocultado. Ninguém ignora a dor de Brutus – seria tão fácil apresentá-lo como um político desumano, que ao poder sacrifica o amor! – mas ele não podia agir decentemente de outro modo.

A República tem custo alto, mas é justo pagá-lo. Para sairmos, porém, da facilidade com que estas palavras são ditas, vamos a um episódio mais recente, também gerador de vasta iconografia, e que enche de horror quem o conhece. É o caso do pequeno Pavel Morozov, um adolescente russo que denunciou o próprio pai ao poder soviético, no começo dos anos 30, por esconder cereais. O pai foi condenado a uma longa pena num campo de concentração, onde provavelmente morreu; já o garoto acabou assassinado na vila em que vivia. Pois Pavel foi instituído como o grande herói do Konsomol, a organização da juventude comunista, e estátuas em sua honra se espalharam por toda a União Soviética

A estátua do pequeno Pavel, que reinava sobre o parque Morozov, em Moscou, foi derrubada pelo povo da capital em meio às manifestações contra o golpe de 21 de agosto de 1991, que tentara depor Gorbatchev.

O verdadeiro inimigo da República: a corrupção

Qual a sua idéia de corrupção? É quase certo que você fale em desvio, por um administrador desonesto, do dinheiro público. É a idéia que se firmou hoje em dia. Mas, antes disso, a corrupção era termo mais abrangente, designando a degradação dos costumes em geral.

Como a corrupção veio a se confinar no furto do bem comum? Talvez seja porque, numa sociedade capitalista, o bem e o mal, a legalidade e o crime acabam referidos à propriedade. Por analogia à propriedade privada, o bem comum é entendido como propriedade coletiva – e até como bem condominial, aquele do qual cada um tem uma parcela, uma cota, uma ação.

Mas o bem comum é diferente, por natureza, do bem privado. No estatuto de uma sociedade é obrigatório incluir o destino a dar aos bens, caso ela se dissolva. Se constituo uma firma com um sócio, caso a fechemos repartiremos os bens que pertencem a ela. Mas isso é impossível, tratando-se da coisa pública. Há certos "bens" que só ela produz, e que não podem ser divididos: virtudes, direitos e uma socialização que não só respeita o outro como enriquece, humanamente, a nós mesmos.

Pensar o mau político como corrupto e, portanto, como ladrão simplifica demais as coisas. É sinal de que não se entende o que é a vida em sociedade. O corrupto não furta apenas: ao desviar dinheiro, ele mata gente. Mais que isso, ele elimina a confiança de um no outro, que talvez seja o maior bem público. A indignação hoje tão difundida com a corrupção, no Brasil, tem esse vício enorme: reduzindo tudo a roubo (do "nosso dinheiro"), a mídia ignora – e faz ignorar – o que é a confiança, o que é o elo social, o que é a vida republicana.

República e democracia

A idéia deste livro e de seu irmão gêmeo, Democracia, nasceu de uma observação: é cada vez mais difícil manter a idéia de que exista um povo, um demos, para usar a palavra grega, inteiro e íntegro. Aliás, a democracia moderna nasce com uma visão romântica do povo, que se expressaria por uma identidade nacional marcada em sentimentos fortes, e depois se orienta para a esquerda adotando uma visão marxista – que identifica o povo com os trabalhadores, os explorados e seus aliados. Nos dois casos, nem todo o mundo é povo. Há também o anti-povo, que pode ser o estrangeirado, no primeiro caso, ou o explorador de classe, no segundo. Mas o problema é que essas duas concepções de povo deixaram de ser funcionais. A economia está complexa demais para distinguirmos nela os trabalhadores, e a cultura, rica demais para identificarmos uma cultura nacional pura.

As características do povo migraram, do povo como um todo, brasileiro, francês ou o que for, para o que podemos chamar de sub-povos – grupos menores, porém mais intensos em suas relações. Podem ser os sem-terra, que guardam a caracterização marxista, pois se definem pelo lugar na economia, mas igualmente os militantes negros, feministas ou gays.

Esses grupos assumem traços que eram tradicionalmente os do povo. Mal restaram os laços fortes que, no modelo romântico ou marxista, uniam os membros do povo como um todo. Numa sociedade complexa, é dificil eu sempre amar o compatriota ou o companheiro de classe. Mas essa intensidade afetiva migrou para os elos entre membros de grupos menores e mobilizados.

Aqui é preciso falar – sem sectarismo – da política brasileira. O partido que mais aposta em vínculos fortes ou sociabilidades aquecidas é o PT. Sua prática é das mais democráticas. Mas, com sua ênfase em agrupamentos que não são o povo como um todo – e isso porque não há mais povo como um todo – ele se presta à crítica de favorecer interesses particulares, que seus adversários chamam de corporativistas.

Veja-se o paradoxo. A prática democrática subsiste, mas ela não diz mais respeito ao demos como um todo. Ela sobrevive, intensificada, em grupos menores, e por isso mesmo pode voltar-se contra outras partes do povo. O que a direita fez, sobretudo na presidência Collor, foi jogar essas parcelas desmobilizadas contra os grupos organizados, aqueles em que o PT melhor navega.

Mas há outra crítica, mais séria e pertinente que a da direita. É a que se encarna entre nós no PSDB. O discurso dele é republicano. Basta ver que ele critica o PT porque esse último favoreceria interesses de grupos. É o que o PSDB chama de corporativismo – a defesa de uma corporação, em detrimento do interesse comum, a ênfase no meio (no caso, o funcionalismo público) mais que no fim (o povo, o público como um todo). O discurso do PSDB é o mais consistente que temos na defesa da res publica.

Aqui, porém, também há um custo. Defendendo a coisa pública, o PSDB formula uma questão fundamental – mas ao mesmo tempo se vê condenado a atacar as práticas mais democráticas que há em nossa sociedade, que mobilizam os grupos à esquerda. Ou seja, nossos republicanos se vêem obrigados a criticar a democracia. E enquanto isso nossos democráticos não conseguem ter uma visão abrangente da coisa pública, estando limitados a práticas importantes, mas que ficam na organização de grupos parciais. É o que desespera a minoria de marxistas dentro do PT, que obviamente deseja uma visão totalizante da sociedade, mas se vê condenada a uma dura alternativa: ou totaliza, mas não enxerga a sociedade de hoje, ou leva em conta a sociedade atual, e aí vai-se embora a totalização que Marx elaborou no século 19.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

A questão da CPMF e dos tributos

O caso da CPMF, neste momento, é crítico e sensível. Logo, precisamos usar o bom senso, a coerência e a inteligência para resolvê-lo. A carga tributária do país é alta e corrosiva, contudo a estrutura atual do Estado está atrelada a ela. Mas o que é pior, neste momento é fundamental a existência e o aporte de recursos, principalmente, na defesa do país, assim como para assegurar a estabilidade econômica e o avanço social do Brasil.

Promover a eliminação da CPMF pode comprometer tudo isto: defesa, estabilidade econômica, projetos sociais, etc. Não só pode comprometer, como pode trazer o caos inflacionário de volta.

Se isso ocorrer, não será o Presidente Lula que irá sofrer as conseqüências. Será o próximo Presidente que pode ser, inclusive, um tucano.

Portanto, é preciso ter cautela e agir com entendimento e sabedoria, principalmente para não ser denominado e apontado mais tarde como indivíduos que, por um desejo atroz de oposição, trouxeram de volta o caos inflacionário e desgraçaram, mais uma vez, o Brasil e o Povo Brasileiro.

Se a manutenção dos avanços e das conquistas obtidas exigem sacrifício, a CPMF é um sacrifício aceitável. Contudo, negociem o que é possível negociar, mas sem querer sabotar e desestabilizar o Brasil e o Povo Brasileiro.

Estamos no caminho certo e não podemos nos perder por causa de ninharias...

------------------

Ampliar as leis de incentivo

Ampliação das leis de incentivo para a educação, saúde, meio ambiente, pesquisa científica (principalmente pesquisa básica), etc. As leis de incentivo permitem a aplicação direta de recurso privados, que seriam dados ao Estado na forma de impostos, em projetos de relevante interesse público.

Se tem uma escola precisando de computadores, penso que um empresário poderia dar os computadores para a Escola e abater isso no imposto devido. Se tem um hospital necessitando de equipamentos, penso que uma empresa poderia equipar o hospital e abater isso dos impostos devidos.

Isso fará com que muitos problemas sociais sejam resolvidos rapidamente, evitando desperdício e a unha dos corruptos. Certamente, essa lei deverá estabelecer formas de controle para que os empresários picaretas não usem isso como uma forma de enriquecimento ilícito ou lavagem de dinheiro. Penso que as empresas e pessoas física poderiam ter o Direito de usar até 40% dos impostos devidos em projetos aprovados pela lei de incentivo.

-----------------
O Estado confisca dinheiro dos cidadãos para dar aos corruptos

Enquanto as instituições estiverem nas mãos da corrupção e corruptos construindo fortunas com recursos públicos, os cidadãos não devem pagar mais impostos. Dizer que os recursos públicos são para programas sociais é uma mentira cabeluda. Basta olhar o valor dos programas sociais para ver que não necessitam de tanto dinheiro assim. Confiscar recursos dos cidadãos para guardar embaixo do colchão também é outra estupidez.

Eu pergunto para os movimentos de esquerda que querem re-estatizar a Vale do Rio Doce: Quantas Vale do Rio Doce a corrupção está roubando do Brasil ? Não seria melhor fazer um movimento para exterminar os corruptos do que ficar querendo re-estatizar empresas que estão gerando empregos e pagando impostos ?

O Renan é o símbolo máximo de que a corrupção tomou conta do Brasil. E decisões das instituições somente podem ser acatadas quando tomada de acordo com a lei e com os interesses da sociedade. Se é para aceitar a decisão do PCS (Primeiro Comando do Senado), então porque não aceitam a decisão do juiz que vendia sentença.

O truque da criminalidade organizada que domina as instituições públicas é justamente dar aparência de legalidade e legitimidade a decisões tomadas secretamente e oriundas de chantagem, dossiês, etc.

--------
O Estado é pródigo. E entregar fortuna para um pródigo é jogar dinheiro fora. Não só isso, o Estado é um pródigo voraz e guloso que não se contenta com aquilo que arrecada. Quanto mais arrecadar, mais vai gastar. Não só gasta, como esbanja por ter muito. Se tivesse pouco somente gastaria naquilo que é importante, mas como tem muito, joga dinheiro fora. Por isso, a voracidade tributária do Estado tem que ser contida.

Além disso, a dívida pública cresce porque o Estado sabe que vai arrecadar. É apenas uma questão de tempo até obter o dinheiro. Logo, se arrecada 100, gasta 1000. Se arrecada 1000, gasta 1.000.000. E se arrecada 1 trilhão, certamente, vai gastar um quatrilhão. Portanto, o único jeito de se controlar a voracidade tributário do Estado é reconhecendo a sua prodigalidade e se recusando a dar mais dinheiro para ele.

É preciso criar um tipo de mecanismo que aumente o resultado do dinheiro que é pago na forma de tributo, assim como mecanismos que evitem dar dinheiro vivo nas mãos pródigas do Estado, ou seja, mecanismo que inibam, o máximo possível, o desperdício de dinheiro público e maximizem os resultados do dinheiro arrecadado.

Hoje vivemos uma lambança tributária. Bilhões e mais bilhões são arrecadados e não saímos da miséria. Pior do que isso, vemos todos os dias escândalos e mais escândalos envolvendo o furto e o desvio dos recursos públicos. Não vemos resultados, mas vemos muitos funcionários públicos, legisladores e governantes se enriquecendo às custas do erário. As roubalheiras, a corrupção e as picaretagens não tem limites.
A questão da CPMF e dos tributos

O caso da CPMF, neste momento, é crítico e sensível. Logo, precisamos usar o bom senso, a coerência e a inteligência para resolvê-lo. A carga tributária do país é alta e corrosiva, contudo a estrutura atual do Estado está atrelada a ela. Mas o que é pior, neste momento é fundamental a existência e o aporte de recursos, principalmente, na defesa do país, assim como para assegurar a estabilidade econômica e o avanço social do Brasil.

Promover a eliminação da CPMF pode comprometer tudo isto: defesa, estabilidade econômica, projetos sociais, etc. Não só pode comprometer, como pode trazer o caos inflacionário de volta.

Se isso ocorrer, não será o Presidente Lula que irá sofrer as conseqüências. Será o próximo Presidente que pode ser, inclusive, um tucano.

Portanto, é preciso ter cautela e agir com entendimento e sabedoria, principalmente para não ser denominado e apontado mais tarde como indivíduos que, por um desejo atroz de oposição, trouxeram de volta o caos inflacionário e desgraçaram, mais uma vez, o Brasil e o Povo Brasileiro.

Se a manutenção dos avanços e das conquistas obtidas exigem sacrifício, a CPMF é um sacrifício aceitável. Contudo, negociem o que é possível negociar, mas sem querer sabotar e desestabilizar o Brasil e o Povo Brasileiro.

Estamos no caminho certo e não podemos nos perder por causa de ninharias...

------------------

Ampliar as leis de incentivo

Ampliação das leis de incentivo para a educação, saúde, meio ambiente, pesquisa científica (principalmente pesquisa básica), etc. As leis de incentivo permitem a aplicação direta de recurso privados, que seriam dados ao Estado na forma de impostos, em projetos de relevante interesse público.

Se tem uma escola precisando de computadores, penso que um empresário poderia dar os computadores para a Escola e abater isso no imposto devido. Se tem um hospital necessitando de equipamentos, penso que uma empresa poderia equipar o hospital e abater isso dos impostos devidos.

Isso fará com que muitos problemas sociais sejam resolvidos rapidamente, evitando desperdício e a unha dos corruptos. Certamente, essa lei deverá estabelecer formas de controle para que os empresários picaretas não usem isso como uma forma de enriquecimento ilícito ou lavagem de dinheiro. Penso que as empresas e pessoas física poderiam ter o Direito de usar até 40% dos impostos devidos em projetos aprovados pela lei de incentivo.

-----------------
O Estado confisca dinheiro dos cidadãos para dar aos corruptos

Enquanto as instituições estiverem nas mãos da corrupção e corruptos construindo fortunas com recursos públicos, os cidadãos não devem pagar mais impostos. Dizer que os recursos públicos são para programas sociais é uma mentira cabeluda. Basta olhar o valor dos programas sociais para ver que não necessitam de tanto dinheiro assim. Confiscar recursos dos cidadãos para guardar embaixo do colchão também é outra estupidez.

Eu pergunto para os movimentos de esquerda que querem re-estatizar a Vale do Rio Doce: Quantas Vale do Rio Doce a corrupção está roubando do Brasil ? Não seria melhor fazer um movimento para exterminar os corruptos do que ficar querendo re-estatizar empresas que estão gerando empregos e pagando impostos ?

O Renan é o símbolo máximo de que a corrupção tomou conta do Brasil. E decisões das instituições somente podem ser acatadas quando tomada de acordo com a lei e com os interesses da sociedade. Se é para aceitar a decisão do PCS (Primeiro Comando do Senado), então porque não aceitam a decisão do juiz que vendia sentença.

O truque da criminalidade organizada que domina as instituições públicas é justamente dar aparência de legalidade e legitimidade a decisões tomadas secretamente e oriundas de chantagem, dossiês, etc.

--------
O Estado é pródigo. E entregar fortuna para um pródigo é jogar dinheiro fora. Não só isso, o Estado é um pródigo voraz e guloso que não se contenta com aquilo que arrecada. Quanto mais arrecadar, mais vai gastar. Não só gasta, como esbanja por ter muito. Se tivesse pouco somente gastaria naquilo que é importante, mas como tem muito, joga dinheiro fora. Por isso, a voracidade tributária do Estado tem que ser contida.

Além disso, a dívida pública cresce porque o Estado sabe que vai arrecadar. É apenas uma questão de tempo até obter o dinheiro. Logo, se arrecada 100, gasta 1000. Se arrecada 1000, gasta 1.000.000. E se arrecada 1 trilhão, certamente, vai gastar um quatrilhão. Portanto, o único jeito de se controlar a voracidade tributário do Estado é reconhecendo a sua prodigalidade e se recusando a dar mais dinheiro para ele.

É preciso criar um tipo de mecanismo que aumente o resultado do dinheiro que é pago na forma de tributo, assim como mecanismos que evitem dar dinheiro vivo nas mãos pródigas do Estado, ou seja, mecanismo que inibam, o máximo possível, o desperdício de dinheiro público e maximizem os resultados do dinheiro arrecadado.

Hoje vivemos uma lambança tributária. Bilhões e mais bilhões são arrecadados e não saímos da miséria. Pior do que isso, vemos todos os dias escândalos e mais escândalos envolvendo o furto e o desvio dos recursos públicos. Não vemos resultados, mas vemos muitos funcionários públicos, legisladores e governantes se enriquecendo às custas do erário. As roubalheiras, a corrupção e as picaretagens não tem limites.