Mostrando postagens com marcador Projetos Sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Projetos Sociais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Tem que entrar de sola...
Tem coisa que só pode ser resolvida na base da bicuda e da truculência. Não adianta chegar e conversar, falar, explicar, argumentar, mostrar provas, etc... O interesse de alguns é prejudicar, é causar dano, é usar a lei para praticar ilicitudes, etc. Isto se aplica, principalmente, quando o assunto é a burocracia que desrespeita a lei...

Por exemplo, o Ministério de Justiça. Eu e mais dois alunos da USP, em 2007, criamos o Instituto OCW Br@sil, visando a democratização do conhecimento e a socialização dos saberes. Bastou falarmos da idéia por aí, para o mal se levantar contra nós e trabalhar intensamente para impedir que a idéia se concretizasse. Estou falando do mal que está na cabeça de servidores e autoridades públicas. Gente que de dia reza para Deus e a noite acendem velas para o Diabo.

Seguindo a lei pedimos a qualificação da ONG que criamos como OSCIP, junto ao Ministério da Justiça. O Ministério sumiu com os documentos. Receberam os documentos e, desrespeitando o que a lei estababelece, não praticaram nenhum ato, não fizeram nenhum registro ou nos informaram sobre a falta de documentos, etc...

Três alunos da USP resolvem criar uma ONG para democratizar o conhecimento e socializar os saberes e são impedidos pelas autoridades públicas. Gente que deveria trabalhar pelo interesse público e ajudar a concretizar este tipo de iniciativa se levantam para prejudicar a idéia e impedir que a população tenha acesso aos conhecimentos e aos saberes. Isto não se aplica só ao Ministério da Justiça, mas também à USP que agiu, e ainda está agindo, para impedir a continuidade de nossa idéia. Tiveram a cara de pau de tirar o Pró-Reitor de Cultura que apoiava o nosso projeto. Tiraram e colocaram outro no lugar.

Mas o que mais me impressionou foi saber que o PCC criou uma ONG para lavar o dinheiro da criminalidade organizada e representar os presos. Não só criou uma ONG como obteve a qualificação OSCIP do Ministério da Justiça. Os alunos da USP criam a ONG para concretizar suas idéias e realizar projetos sociais e são prejudicados ao máximo. A criminalidade organizada cria uma ONG e são beneficiados em tudo.

O problema é a mentalidade maléfica. É a reza de dia para Deus e a vela à noite para o diabo. É a hipocrisia extrema, a cara-de-pau em se achar melhor do que tudo e todo, a ousadia de contrariar o interesse público e impedir a realização de projetos sociais de relevante interessante público. É dessa forma que a maior parte da burocracia estatal trabalha. Trabalha mais contra o Povo do que a seu favor.

Não é só no Projeto OCW que isso aparece. Aparece também no projeto cimento social e em muitas outras idéias fundamentais para a população que são arquivadas porque não emanam da mediocridade das autoridades que governam ou administram o Estado.

A saída é entrar de sola. É partir com tudo para cima desses elementos nocivos aos interesses da coletividade.

Eu saí do Paraná e fui estudar na USP porque supunha ser a melhor. Contudo, hoje sei que a pergunta "a USP é a melhor ?", obriga a fazer outra pergunta: "melhor para quem, para quais interesses ?" E quanto ao Ministério da Justiça, bem..., até hoje ainda não recebemos nenhuma resposta. Será que podemos chamar a Polícia Federal para eles ? Se o Ministério da Justiça é o primeiro a não cumprir a lei neste país, o que podemos esperar do resto...
Tem que entrar de sola...
Tem coisa que só pode ser resolvida na base da bicuda e da truculência. Não adianta chegar e conversar, falar, explicar, argumentar, mostrar provas, etc... O interesse de alguns é prejudicar, é causar dano, é usar a lei para praticar ilicitudes, etc. Isto se aplica, principalmente, quando o assunto é a burocracia que desrespeita a lei...

Por exemplo, o Ministério de Justiça. Eu e mais dois alunos da USP, em 2007, criamos o Instituto OCW Br@sil, visando a democratização do conhecimento e a socialização dos saberes. Bastou falarmos da idéia por aí, para o mal se levantar contra nós e trabalhar intensamente para impedir que a idéia se concretizasse. Estou falando do mal que está na cabeça de servidores e autoridades públicas. Gente que de dia reza para Deus e a noite acendem velas para o Diabo.

Seguindo a lei pedimos a qualificação da ONG que criamos como OSCIP, junto ao Ministério da Justiça. O Ministério sumiu com os documentos. Receberam os documentos e, desrespeitando o que a lei estababelece, não praticaram nenhum ato, não fizeram nenhum registro ou nos informaram sobre a falta de documentos, etc...

Três alunos da USP resolvem criar uma ONG para democratizar o conhecimento e socializar os saberes e são impedidos pelas autoridades públicas. Gente que deveria trabalhar pelo interesse público e ajudar a concretizar este tipo de iniciativa se levantam para prejudicar a idéia e impedir que a população tenha acesso aos conhecimentos e aos saberes. Isto não se aplica só ao Ministério da Justiça, mas também à USP que agiu, e ainda está agindo, para impedir a continuidade de nossa idéia. Tiveram a cara de pau de tirar o Pró-Reitor de Cultura que apoiava o nosso projeto. Tiraram e colocaram outro no lugar.

Mas o que mais me impressionou foi saber que o PCC criou uma ONG para lavar o dinheiro da criminalidade organizada e representar os presos. Não só criou uma ONG como obteve a qualificação OSCIP do Ministério da Justiça. Os alunos da USP criam a ONG para concretizar suas idéias e realizar projetos sociais e são prejudicados ao máximo. A criminalidade organizada cria uma ONG e são beneficiados em tudo.

O problema é a mentalidade maléfica. É a reza de dia para Deus e a vela à noite para o diabo. É a hipocrisia extrema, a cara-de-pau em se achar melhor do que tudo e todo, a ousadia de contrariar o interesse público e impedir a realização de projetos sociais de relevante interessante público. É dessa forma que a maior parte da burocracia estatal trabalha. Trabalha mais contra o Povo do que a seu favor.

Não é só no Projeto OCW que isso aparece. Aparece também no projeto cimento social e em muitas outras idéias fundamentais para a população que são arquivadas porque não emanam da mediocridade das autoridades que governam ou administram o Estado.

A saída é entrar de sola. É partir com tudo para cima desses elementos nocivos aos interesses da coletividade.

Eu saí do Paraná e fui estudar na USP porque supunha ser a melhor. Contudo, hoje sei que a pergunta "a USP é a melhor ?", obriga a fazer outra pergunta: "melhor para quem, para quais interesses ?" E quanto ao Ministério da Justiça, bem..., até hoje ainda não recebemos nenhuma resposta. Será que podemos chamar a Polícia Federal para eles ? Se o Ministério da Justiça é o primeiro a não cumprir a lei neste país, o que podemos esperar do resto...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A outra face dos projetos sociais
Eu sei que as sabotagens e os ataques dos grupos dominantes contra os projetos que estou idealizando para beneficiar a maioria da população ficarão cada vez mais intenso e mais pesados e que eles usarão todos os truques que possuem para impedir que estes projetos sejam construídos e beneficiem milhões de brasileiros.

Eu sei disso. E isto não reduz um milímetro do meu propósito e das minhas ações. Ao contrário, ainda me fortalecem ainda mais, pois eu vou utilizar estas sabotagens e todas as ações da classe dominante contra estes projetos para elaborar o discurso de ataque dos grupos dominantes contra o interesse público e contra o Povo Brasileiro. Vou mostrar o que eles fazem e incitar o Povo a atacá-los e destruí-los. Não só eles mas também os corruptos que furtam a coisa pública noite e dia.

O veneno que eles impõe à sociedade, nós faremos eles beberem até a última gota. O meu discurso será simples e direto: "Os projetos sociais não foiram implementados ou construídos porque os grupos domiantes fizeram isto, isto e mais isto... Fizeram tudo o que podiam para impedir a maioria da população de ter acesso ao conhecimento e aos saberes. E farão muito mais para manter a maioria da população na escravidão da ignorância, na pobreza e na miséia.

Não temos escolha. Não podemos continuar tolerando o mal que nos escraviza e que parasita o nosso sangue, o nosso corpo e a nossa alma. Temos que reagir, temos que combater o mal onde ele estiver. Só há uma forma de romper a dominação e o controle dos grupos dominantes. Só há uma forma de recuperar o poder para a maioria e fazê-lo ser exercido pelo povo e para o povo. É hora do levante. É hora de tomar aquilo que nos pertence. O poder pertence à maioria, não pertence à classe dominante, aos ricos. É hora de sufocar e subjulgar os grupos dominantes e julgá-los pelos quinhentos anos de crimes e pilhagens que praticaram contra a maioria do Povo Brasileiro. É hora da Revolução."

Enfim, a ação dos grupos dominantes contra os projetos sociais permitirá à população vê-los agindo contra o interesse público e contra a sociedade. E eu utilizarei esta visão para construir o discurso de libertação da opressão, da exploração e da exclusão.

Se todo dia eu der uma machadada, em uma década eu derrubo os grupos dominantes. Eu não penso no curto prazo, mas sim no médio e longo prazo. O que eu tenho que fazer hoje é cercar a classe dominante, identificar suas ações, seus métodos e seus truques. Não só isto devo evidenciar e mostrar para as pessoas como atuam, como operam seus olheiros, como inviabilizam os projetos sociais e paralisam mudanças significativas para a sociedade.

A classe dominante usa uma camuflagem que a torna comum no meio da sociedade. O que eu tenho que fazer é mostrar que ela é a principal inimiga da coletividade. O mal que escraviza, explora, oprime e exclui a maioria da população. Esta é a verdade. E a verdade nos libertará.

E no final, quando a maioria assumir definitivamente o Poder, acabaremos , definitivamente, com a Democracia Representativa dos grupos dominantes e dos corruptos e instauraremos, no lugar desta, a Democracia Direta. A vontade da maioria será soberana e a última palavra.
A outra face dos projetos sociais
Eu sei que as sabotagens e os ataques dos grupos dominantes contra os projetos que estou idealizando para beneficiar a maioria da população ficarão cada vez mais intenso e mais pesados e que eles usarão todos os truques que possuem para impedir que estes projetos sejam construídos e beneficiem milhões de brasileiros.

Eu sei disso. E isto não reduz um milímetro do meu propósito e das minhas ações. Ao contrário, ainda me fortalecem ainda mais, pois eu vou utilizar estas sabotagens e todas as ações da classe dominante contra estes projetos para elaborar o discurso de ataque dos grupos dominantes contra o interesse público e contra o Povo Brasileiro. Vou mostrar o que eles fazem e incitar o Povo a atacá-los e destruí-los. Não só eles mas também os corruptos que furtam a coisa pública noite e dia.

O veneno que eles impõe à sociedade, nós faremos eles beberem até a última gota. O meu discurso será simples e direto: "Os projetos sociais não foiram implementados ou construídos porque os grupos domiantes fizeram isto, isto e mais isto... Fizeram tudo o que podiam para impedir a maioria da população de ter acesso ao conhecimento e aos saberes. E farão muito mais para manter a maioria da população na escravidão da ignorância, na pobreza e na miséia.

Não temos escolha. Não podemos continuar tolerando o mal que nos escraviza e que parasita o nosso sangue, o nosso corpo e a nossa alma. Temos que reagir, temos que combater o mal onde ele estiver. Só há uma forma de romper a dominação e o controle dos grupos dominantes. Só há uma forma de recuperar o poder para a maioria e fazê-lo ser exercido pelo povo e para o povo. É hora do levante. É hora de tomar aquilo que nos pertence. O poder pertence à maioria, não pertence à classe dominante, aos ricos. É hora de sufocar e subjulgar os grupos dominantes e julgá-los pelos quinhentos anos de crimes e pilhagens que praticaram contra a maioria do Povo Brasileiro. É hora da Revolução."

Enfim, a ação dos grupos dominantes contra os projetos sociais permitirá à população vê-los agindo contra o interesse público e contra a sociedade. E eu utilizarei esta visão para construir o discurso de libertação da opressão, da exploração e da exclusão.

Se todo dia eu der uma machadada, em uma década eu derrubo os grupos dominantes. Eu não penso no curto prazo, mas sim no médio e longo prazo. O que eu tenho que fazer hoje é cercar a classe dominante, identificar suas ações, seus métodos e seus truques. Não só isto devo evidenciar e mostrar para as pessoas como atuam, como operam seus olheiros, como inviabilizam os projetos sociais e paralisam mudanças significativas para a sociedade.

A classe dominante usa uma camuflagem que a torna comum no meio da sociedade. O que eu tenho que fazer é mostrar que ela é a principal inimiga da coletividade. O mal que escraviza, explora, oprime e exclui a maioria da população. Esta é a verdade. E a verdade nos libertará.

E no final, quando a maioria assumir definitivamente o Poder, acabaremos , definitivamente, com a Democracia Representativa dos grupos dominantes e dos corruptos e instauraremos, no lugar desta, a Democracia Direta. A vontade da maioria será soberana e a última palavra.