terça-feira, 6 de novembro de 2007

Você já bebeu soda cáustica e água oxigenada ?

Este é um dos mais recentes truques das empresas para aumentar seus lucros e vender produtos deteriorados. Adicionavam soda cáustica e água oxigenada no leite. Nós estávamos bebendo estes produtos químicos. As crianças estavam sendo alimentadas com estes produtos químicos. E tudo em nome do lucro e da riqueza dos donos da empresas.

Mas o que mais me estarreceu nesta história foram as consequencias dos fatos. Nada de relevante aconteceu com as empresas e com os culpados. No máximo tiraram os produtos das prateleiras. E os responsáveis pelas adulterações ? Isso não é crime hediondo ? Não estavam envenenando a população a fim de obter lucros e riquezas ? Eu não conheço ninguém que tem a soda cáustica e água oxiganada no menu. Cadê as autoridades públicas responsáveis pela saúde pública ? Cadê os promotores públicos ? Cadê as ONGs que monitoram as corporações e seus produtos no Brasil ? Tem ONG que faz isso no Brasil ? Cadê os órgãos de defesa do consumidor ? Estão dormindo ou estão nos bolsos das empresas envolvidas ?

As empresas que fizeram tais adulterações devem ser fechadas e seus produtos banidos do mercado. Além disso, os responsáveis pelas adulterações e demais envolvidos neste crime sórdido devem ser presos, julgados e condenados pela prática de crime hediondo. Tudo isso tem que ser feito exemplarmente.

O que me surpreendeu foi a reação fraca dos consumidores... Este caso deveria ter ocasionado um escândalo nacional, mas as pessoas deram pouca atenção. Estavam bebendo leite com soda cáustica e água oxigenada e não se importaram. Estavam alimentando seus filhos com soda cáustica e água oxigenada e não fizeram nada. Talvez o susto tenha sido tão grande que ainda estão anestesiados... Talvez a mídia tenha amenizado e jogado uma penumbra de fumaça sobre tudo... Contudo, não podemos deixar este caso passar em branco... Vamos remexê-lo e procurar mais casos parecidos...

A partir desse caso e com base em ações internacionais precisamos levantar a bandeira do controle social e ambiental das empresas e corporações... No documentário "The Corporation" vocês viram o estrago que essas organizações estão ocasionando ao meio-ambiente, às sociedades e às pessoas. Nos EUA são os hormônios e antibióticos aplicados no gado que estão indo parar na
carne e no leite... Será que isto também está acontecendo no Brasil ? Cadê a fiscalização ? Cadê as ONGs de defesa do consumidor ?

Documentário The Corporation

Primeira parte: http://www.guba.com/watch/3000084218

Segunda parte: http://www.guba.com/watch/3000084247

Outros documentários: http://www.guba.com/user/pfilosofia

Meu site: http://www.direitousp.freevar.com

Enfim, o meu recado foi dado. É hora de agir para que coisas como estas não voltem a acontecer...

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Dr Bactéria explica por que soda cáustica e água oxigenada não deveriam estar no leite
Notícias do G1 -- http://www.drbacteria.globolog.com.br/index.html?postId=437380

Na coluna de hoje, vamos entender o que acontece com o leite e por que algumas marcas foram fraudadas com adição de soda cáustica e peróxido de hidrogênio (água oxigenada).

Antes de tudo, vamos falar sobre a composição do leite.

O leite é uma combinação de diversos elementos sólidos em água. Esses elementos são, principalmente, lipídios (gordura), carboidratos (lactose), proteínas, sais minerais e vitaminas, e representam algo em torno de 12% a 13% do leite.

Como podemos ver, soda cáustica e água oxigenada não fazem parte da constituição normal do leite. Seu aparecimento implica em uma adição fraudulenta e inescrupulosa.

Ordenhado em condições precárias de higiene ou mantido em temperaturas inadequadas de conservação, o leite pode sofrer a ação de microorganismos, principalmente sobre a lactose, o açúcar do leite. Os micróbios quebram cada molécula de açúcar em quatro de ácido lático. Com isso, obviamente, a acidez do leite aumenta e ele pode coagular. Visualmente, seria como se você adicionasse ao leite algumas gotas de limão -- ele, popularmente, azedaria.

É esse o principal fator de degradação do leite. Podem haver outros sinais ocasionados também por microorganismos, como proteólise (putrefação) e lipólise (rancificação), com conseqüente sabor e odor desagradáveis.

A adição de conservantes químicos é prática proibida, pois mascara esses efeitos dos microrganismos, dificultando a sua detecção pelo consumidor.

As fraudes observadas foram as seguintes:

Soda cáustica = para neutralizar o ácido lático
Água oxigenada (peróxido de hidrogênio) = detém a proliferação microbiana

A soda cáustica tem a finalidade de esconder um leite que permaneceu em temperaturas inadequadas de conservação, que propiciaram um aumento significativo de microorganismos, com a conseqüente acidificação do produto.

Como a soda é alcalina, o objetivo é neutralizar o ácido lático. O azedamento é escondido e o consumidor, enganado.

Soda cáustica com água oxigenada vira um produto desinfetante muito bom contra microorganismos. Com ele, mesmo um leite ordenhado em condições precárias de higiene e deixado em condições inadequadas de temperatura, pareceria normal. O desinfetante impede a multiplicação dos microorganismos, diminuindo sua ação sobre as substâncias constituintes do leite e conseqüentemente, inibindo a coagulação, a putrefação e a rancificação.

A qualidade do leite seria mascarada e o consumidor seria, novamente, enganado.

É importante lembrar que estes problemas se referem ao leite e não a sua embalagem. A crucificação de leite de caixinha seria, no mínimo, injusta, pois estes problemas podem aparecer em quaisquer das embalagens, não sendo esta, neste caso, determinante da verdadeira qualidade do leite.

Mesmo sendo difícil diagnosticar, a população tem que ficar alerta, não consumindo leites:

- com sinais de alteração (mesmo leves)
- sem o carimbo do SIF
- em temperatura ambiente, quando sua embalagem mandar mantê-lo refrigerado
- com caixinhas estufadas ou alteradas
- fora do período de validade

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Você já bebeu soda cáustica e água oxigenada ?

Este é um dos mais recentes truques das empresas para aumentar seus lucros e vender produtos deteriorados. Adicionavam soda cáustica e água oxigenada no leite. Nós estávamos bebendo estes produtos químicos. As crianças estavam sendo alimentadas com estes produtos químicos. E tudo em nome do lucro e da riqueza dos donos da empresas.

Mas o que mais me estarreceu nesta história foram as consequencias dos fatos. Nada de relevante aconteceu com as empresas e com os culpados. No máximo tiraram os produtos das prateleiras. E os responsáveis pelas adulterações ? Isso não é crime hediondo ? Não estavam envenenando a população a fim de obter lucros e riquezas ? Eu não conheço ninguém que tem a soda cáustica e água oxiganada no menu. Cadê as autoridades públicas responsáveis pela saúde pública ? Cadê os promotores públicos ? Cadê as ONGs que monitoram as corporações e seus produtos no Brasil ? Tem ONG que faz isso no Brasil ? Cadê os órgãos de defesa do consumidor ? Estão dormindo ou estão nos bolsos das empresas envolvidas ?

As empresas que fizeram tais adulterações devem ser fechadas e seus produtos banidos do mercado. Além disso, os responsáveis pelas adulterações e demais envolvidos neste crime sórdido devem ser presos, julgados e condenados pela prática de crime hediondo. Tudo isso tem que ser feito exemplarmente.

O que me surpreendeu foi a reação fraca dos consumidores... Este caso deveria ter ocasionado um escândalo nacional, mas as pessoas deram pouca atenção. Estavam bebendo leite com soda cáustica e água oxigenada e não se importaram. Estavam alimentando seus filhos com soda cáustica e água oxigenada e não fizeram nada. Talvez o susto tenha sido tão grande que ainda estão anestesiados... Talvez a mídia tenha amenizado e jogado uma penumbra de fumaça sobre tudo... Contudo, não podemos deixar este caso passar em branco... Vamos remexê-lo e procurar mais casos parecidos...

A partir desse caso e com base em ações internacionais precisamos levantar a bandeira do controle social e ambiental das empresas e corporações... No documentário "The Corporation" vocês viram o estrago que essas organizações estão ocasionando ao meio-ambiente, às sociedades e às pessoas. Nos EUA são os hormônios e antibióticos aplicados no gado que estão indo parar na
carne e no leite... Será que isto também está acontecendo no Brasil ? Cadê a fiscalização ? Cadê as ONGs de defesa do consumidor ?

Documentário The Corporation

Primeira parte: http://www.guba.com/watch/3000084218

Segunda parte: http://www.guba.com/watch/3000084247

Outros documentários: http://www.guba.com/user/pfilosofia

Meu site: http://www.direitousp.freevar.com

Enfim, o meu recado foi dado. É hora de agir para que coisas como estas não voltem a acontecer...

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Dr Bactéria explica por que soda cáustica e água oxigenada não deveriam estar no leite
Notícias do G1 -- http://www.drbacteria.globolog.com.br/index.html?postId=437380

Na coluna de hoje, vamos entender o que acontece com o leite e por que algumas marcas foram fraudadas com adição de soda cáustica e peróxido de hidrogênio (água oxigenada).

Antes de tudo, vamos falar sobre a composição do leite.

O leite é uma combinação de diversos elementos sólidos em água. Esses elementos são, principalmente, lipídios (gordura), carboidratos (lactose), proteínas, sais minerais e vitaminas, e representam algo em torno de 12% a 13% do leite.

Como podemos ver, soda cáustica e água oxigenada não fazem parte da constituição normal do leite. Seu aparecimento implica em uma adição fraudulenta e inescrupulosa.

Ordenhado em condições precárias de higiene ou mantido em temperaturas inadequadas de conservação, o leite pode sofrer a ação de microorganismos, principalmente sobre a lactose, o açúcar do leite. Os micróbios quebram cada molécula de açúcar em quatro de ácido lático. Com isso, obviamente, a acidez do leite aumenta e ele pode coagular. Visualmente, seria como se você adicionasse ao leite algumas gotas de limão -- ele, popularmente, azedaria.

É esse o principal fator de degradação do leite. Podem haver outros sinais ocasionados também por microorganismos, como proteólise (putrefação) e lipólise (rancificação), com conseqüente sabor e odor desagradáveis.

A adição de conservantes químicos é prática proibida, pois mascara esses efeitos dos microrganismos, dificultando a sua detecção pelo consumidor.

As fraudes observadas foram as seguintes:

Soda cáustica = para neutralizar o ácido lático
Água oxigenada (peróxido de hidrogênio) = detém a proliferação microbiana

A soda cáustica tem a finalidade de esconder um leite que permaneceu em temperaturas inadequadas de conservação, que propiciaram um aumento significativo de microorganismos, com a conseqüente acidificação do produto.

Como a soda é alcalina, o objetivo é neutralizar o ácido lático. O azedamento é escondido e o consumidor, enganado.

Soda cáustica com água oxigenada vira um produto desinfetante muito bom contra microorganismos. Com ele, mesmo um leite ordenhado em condições precárias de higiene e deixado em condições inadequadas de temperatura, pareceria normal. O desinfetante impede a multiplicação dos microorganismos, diminuindo sua ação sobre as substâncias constituintes do leite e conseqüentemente, inibindo a coagulação, a putrefação e a rancificação.

A qualidade do leite seria mascarada e o consumidor seria, novamente, enganado.

É importante lembrar que estes problemas se referem ao leite e não a sua embalagem. A crucificação de leite de caixinha seria, no mínimo, injusta, pois estes problemas podem aparecer em quaisquer das embalagens, não sendo esta, neste caso, determinante da verdadeira qualidade do leite.

Mesmo sendo difícil diagnosticar, a população tem que ficar alerta, não consumindo leites:

- com sinais de alteração (mesmo leves)
- sem o carimbo do SIF
- em temperatura ambiente, quando sua embalagem mandar mantê-lo refrigerado
- com caixinhas estufadas ou alteradas
- fora do período de validade

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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Para quem o Presidente Lula está governando e para onde ele está olhando

Ao ler as últimas palavras do Presidente Lula sobre a Bolívia e sobre o Hugo Chavez, eu fico me perguntando: para quem o Presidente Lula governa ? Ao governar o Brasil, para onde o Presidente Lula olha ? Eu não consigo captar o foco do olhar do Presidente. Parece-me que ele olha para todos os lugares e esquece de olhar para o principal: o futuro, para as próximas gerações.

Os elogios do Presidente Lula para o Hugo Chavez não lhe trará maiores problemas. O mandato do Presidente Lula termina em 2010, daqui a 3 anos. Porém, os próximos presidentes é que enfrentarão o Chavez ditador, tirano, sanguinário, expansionista e imperialista. Somos nós, Presidente, somos nós que sonhamos governar o Brasil um dia que teremos que enfrentar e conter a ditadura do Chavez. Ditadura que hoje é apenas um bebê.

O Presidente Lula sai daqui a 3 anos e o Chavez continuará indefinidamente, causando um grande mal para todos. Até chegar o dia que não teremos mais saída: invadiremos a Venezuela e derrubaremos o Chavez...

O mesmo ocorre com a Bolívia. Precisamos do gás, mas sabemos que a Bolívia nós vê como imperialista, etc... Mais cedo ou mais tarde irão expulsar a Petrobrás novamente, assim como surrupiar os recursos investidos. Hoje o Presidente Lula tem paciência e tolera o índio doido, mas e os futuros presidentes do Brasil ? Eles irão tolerar esse tipo de coisa ou irão invadir e anexar a Bolívia para resolver o problema do gás ? A Petrobrás tem que encontrar outras saídas que não gerem dependência. Saídas que nos permita escolher entre uma coisa ou outra, sem nos prejudicar.

Algumas características são essenciais para um governante. Dentre essas características, eu assinalo algumas: retidão, ética, cumprir o que diz, visão de futuro, compromisso com a coletividade, com a Democracia e com o Estado de Direito. Isso não se aplica só ao governante, mas a todos os administradores públicos. Quem não tem essas características não deve assumir cargos decisórios ou lideranças....

O foco, Presidente, é o futuro e as próximas gerações. O futuro está sendo determinado pelas ações de hoje.
Para quem o Presidente Lula está governando e para onde ele está olhando

Ao ler as últimas palavras do Presidente Lula sobre a Bolívia e sobre o Hugo Chavez, eu fico me perguntando: para quem o Presidente Lula governa ? Ao governar o Brasil, para onde o Presidente Lula olha ? Eu não consigo captar o foco do olhar do Presidente. Parece-me que ele olha para todos os lugares e esquece de olhar para o principal: o futuro, para as próximas gerações.

Os elogios do Presidente Lula para o Hugo Chavez não lhe trará maiores problemas. O mandato do Presidente Lula termina em 2010, daqui a 3 anos. Porém, os próximos presidentes é que enfrentarão o Chavez ditador, tirano, sanguinário, expansionista e imperialista. Somos nós, Presidente, somos nós que sonhamos governar o Brasil um dia que teremos que enfrentar e conter a ditadura do Chavez. Ditadura que hoje é apenas um bebê.

O Presidente Lula sai daqui a 3 anos e o Chavez continuará indefinidamente, causando um grande mal para todos. Até chegar o dia que não teremos mais saída: invadiremos a Venezuela e derrubaremos o Chavez...

O mesmo ocorre com a Bolívia. Precisamos do gás, mas sabemos que a Bolívia nós vê como imperialista, etc... Mais cedo ou mais tarde irão expulsar a Petrobrás novamente, assim como surrupiar os recursos investidos. Hoje o Presidente Lula tem paciência e tolera o índio doido, mas e os futuros presidentes do Brasil ? Eles irão tolerar esse tipo de coisa ou irão invadir e anexar a Bolívia para resolver o problema do gás ? A Petrobrás tem que encontrar outras saídas que não gerem dependência. Saídas que nos permita escolher entre uma coisa ou outra, sem nos prejudicar.

Algumas características são essenciais para um governante. Dentre essas características, eu assinalo algumas: retidão, ética, cumprir o que diz, visão de futuro, compromisso com a coletividade, com a Democracia e com o Estado de Direito. Isso não se aplica só ao governante, mas a todos os administradores públicos. Quem não tem essas características não deve assumir cargos decisórios ou lideranças....

O foco, Presidente, é o futuro e as próximas gerações. O futuro está sendo determinado pelas ações de hoje.
O Professor Milton Santos ...
(...)
Milton Santos não era filiado a partido político, religião, grupos internos da universidade.

Mas foi um militante, no sentido de dedicar toda a sua energia, até poucas semanas antes de morrer de câncer, em junho de 2001, à causa “dos de baixo” – como se referia às classes espoliadas. Tinha ojeriza à bajulação e nunca seria pego bajulando alguém.

Chegava a ser ríspido, quando tinha de ser. Conta-se que, numa palestra, um contendor, arrotando deleuzes, tentou desacreditá-lo perante platéia atenta de uma universidade do sudeste, com citações difusas e pouco acessíveis.

Pacientemente, Milton Santos esperou que o doutor concluísse. Retomando a palavra, objetou com trechos daqueles mesmos autores, mas contextualizando as citações.

Depois, virou-se para o sujeito e concluiu: “O senhor, para debater comigo, deve, antes, treinar dois dos seus músculos – o cérebro e a bunda”. Isto é: vá ler mais e com mais atenção! Generoso ele era. Testemunhei algumas de suas generosidades porque vieram em socorro deste que escreve. Convidado para ser membro da banca para meu título de mestrado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ao tentar ingressar no prédio da escola, foi barrado pelo porteiro na catraca de entrada.

O servidor terceirizado de uma dessas empresas prestadoras de serviço interceptou o seu caminho, exigindo-lhe identificação.

Discreto, ele, que já havia sido laureado internacionalmente com uma espécie de Prêmio Nobel da Geografia, mostrou a identidade. O incidente logo chegou aos ouvidos dos dirigentes da escola, que, constrangidos, foram em fila lhe pedir desculpas. Ele humildemente as aceitou.

Outra vez, ajudou a organizar e compareceu a almoço no Clube dos Professores da USP, em uma espécie de “ato de desagravo” a este escrevinhador, ameaçado pelo então reitor, em 1997, de expulsão dos quadros do doutorado da ECA. A reitoria movera “processo disciplinar” depois de uma série de manifestações políticas a favor de cotas para negros naquela universidade, culminando em nossa prisão em flagrante pela guarda universitária durante pichação no campus.

Milton Santos levantou a voz e defendeu, durante o almoço, que não aceitássemos a proposta do reitor, que exigia o reconhecimento de um suposto “crime” (o de pichar muros, degradando o “patrimônio público”) para que a ameaça de expulsão cessasse. “Não ceda, mantenha sua opinião!”, orientou.

Professor da USP desde o final dos anos 1970, quando regressou do exílio, foi graças a pessoas como Maria Adélia de Souza, então professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas daquela universidade, que ali foi aceito. Os defensores do seu contrato enfrentaram resistências departamentais internas, posto que os conservadores permaneciam fortes no âmbito acadêmico uspiano, como até hoje – e não apenas ali.

Agora mesmo, no âmbito da Universidade Federal da Bahia – onde Milton Santos lecionou, foi cassado e depois, em meados dos anos 90, reintegrado –, enfrenta-se o debate entre os que querem democratizar o acesso e permanência de alunos provenientes “de baixo” e os que se agarram ao discurso da meritocracia.

Aqui, fala-se em mérito para se manter privilégios de “raça” e classe, que fazem da universidade brasileira um antro de branquitude submisso a uma epistemologia do conhecimento que nega a diversidade dos baianos e se dobra a interesses e temas alienígenas. Milton Santos faz falta a esse debate.
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Os dois últimos parágrafos também se aplicam à USP.
Clique aqui para ler sobre
O Professor Milton Santos ...
(...)
Milton Santos não era filiado a partido político, religião, grupos internos da universidade.

Mas foi um militante, no sentido de dedicar toda a sua energia, até poucas semanas antes de morrer de câncer, em junho de 2001, à causa “dos de baixo” – como se referia às classes espoliadas. Tinha ojeriza à bajulação e nunca seria pego bajulando alguém.

Chegava a ser ríspido, quando tinha de ser. Conta-se que, numa palestra, um contendor, arrotando deleuzes, tentou desacreditá-lo perante platéia atenta de uma universidade do sudeste, com citações difusas e pouco acessíveis.

Pacientemente, Milton Santos esperou que o doutor concluísse. Retomando a palavra, objetou com trechos daqueles mesmos autores, mas contextualizando as citações.

Depois, virou-se para o sujeito e concluiu: “O senhor, para debater comigo, deve, antes, treinar dois dos seus músculos – o cérebro e a bunda”. Isto é: vá ler mais e com mais atenção! Generoso ele era. Testemunhei algumas de suas generosidades porque vieram em socorro deste que escreve. Convidado para ser membro da banca para meu título de mestrado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ao tentar ingressar no prédio da escola, foi barrado pelo porteiro na catraca de entrada.

O servidor terceirizado de uma dessas empresas prestadoras de serviço interceptou o seu caminho, exigindo-lhe identificação.

Discreto, ele, que já havia sido laureado internacionalmente com uma espécie de Prêmio Nobel da Geografia, mostrou a identidade. O incidente logo chegou aos ouvidos dos dirigentes da escola, que, constrangidos, foram em fila lhe pedir desculpas. Ele humildemente as aceitou.

Outra vez, ajudou a organizar e compareceu a almoço no Clube dos Professores da USP, em uma espécie de “ato de desagravo” a este escrevinhador, ameaçado pelo então reitor, em 1997, de expulsão dos quadros do doutorado da ECA. A reitoria movera “processo disciplinar” depois de uma série de manifestações políticas a favor de cotas para negros naquela universidade, culminando em nossa prisão em flagrante pela guarda universitária durante pichação no campus.

Milton Santos levantou a voz e defendeu, durante o almoço, que não aceitássemos a proposta do reitor, que exigia o reconhecimento de um suposto “crime” (o de pichar muros, degradando o “patrimônio público”) para que a ameaça de expulsão cessasse. “Não ceda, mantenha sua opinião!”, orientou.

Professor da USP desde o final dos anos 1970, quando regressou do exílio, foi graças a pessoas como Maria Adélia de Souza, então professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas daquela universidade, que ali foi aceito. Os defensores do seu contrato enfrentaram resistências departamentais internas, posto que os conservadores permaneciam fortes no âmbito acadêmico uspiano, como até hoje – e não apenas ali.

Agora mesmo, no âmbito da Universidade Federal da Bahia – onde Milton Santos lecionou, foi cassado e depois, em meados dos anos 90, reintegrado –, enfrenta-se o debate entre os que querem democratizar o acesso e permanência de alunos provenientes “de baixo” e os que se agarram ao discurso da meritocracia.

Aqui, fala-se em mérito para se manter privilégios de “raça” e classe, que fazem da universidade brasileira um antro de branquitude submisso a uma epistemologia do conhecimento que nega a diversidade dos baianos e se dobra a interesses e temas alienígenas. Milton Santos faz falta a esse debate.
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Os dois últimos parágrafos também se aplicam à USP.
Clique aqui para ler sobre
Perguntas para a COSEAS-USP responder:

COSEAS: Coordenadoria de Assistência Social da USP.

1 -- Se o CRUSP é para alunos pobres, por que eu divido o apto com um indivíduo que ganha R$ 4.000,00 por mês ?

2 -- Se o CRUSP é para alunos da USP, por que o outro indivíduo que mora no meu apto já se formou a um ano, inclusive colou grau, e continua como morador oficial regular do CRUSP ?

3 -- Por que a COSEAS manda os calouros ocuparem primeiro as vagas pagas no CEPEUSP (R$ 15,00 a diária) antes de ocuparem as vagas gratuitas existentes nos alojamentos do CRUSP ?

4 -- Por que a COSEAS tem que pagar pelas vagas do CEPEUSP se ele também é um órgão da USP e a ocupação dessas vagas não ocasionam nenhuma despesa extra para a Universidade ?

5 -- A Reitora sabe dessas questões ou vocês não contam nada para ela ?

6 -- Por que em 2005 eu fui impedido de entrar no alojamento do CRUSP quando fiz o pedido (no mês de junho - antes do início do segundo semestre), porém, depois que denunciei os fatos, liberaram o alojamento (em novembro) ? Quem impediu a minha entrada e por que ? Não adianta citar o Regimento, pois o mesmo diz que os alojamentos são para casos excepcionais como este ?

7 -- Por que impediram a minha entrada se a maioria dos alojamentos estavam vagos ?

Além dessas questões, eu tenho outras sobre compras e sobre os acordos que dão salas da COSEAS para o Banco Santander captar clientes ao lado das assistentes... Por que o Banco Santander usa salas da COSEAS se tem duas grandes agências desse banco dentro da USP ?

Enfim, eu tenho tantas perguntas sem respostas...
Perguntas para a COSEAS-USP responder:

COSEAS: Coordenadoria de Assistência Social da USP.

1 -- Se o CRUSP é para alunos pobres, por que eu divido o apto com um indivíduo que ganha R$ 4.000,00 por mês ?

2 -- Se o CRUSP é para alunos da USP, por que o outro indivíduo que mora no meu apto já se formou a um ano, inclusive colou grau, e continua como morador oficial regular do CRUSP ?

3 -- Por que a COSEAS manda os calouros ocuparem primeiro as vagas pagas no CEPEUSP (R$ 15,00 a diária) antes de ocuparem as vagas gratuitas existentes nos alojamentos do CRUSP ?

4 -- Por que a COSEAS tem que pagar pelas vagas do CEPEUSP se ele também é um órgão da USP e a ocupação dessas vagas não ocasionam nenhuma despesa extra para a Universidade ?

5 -- A Reitora sabe dessas questões ou vocês não contam nada para ela ?

6 -- Por que em 2005 eu fui impedido de entrar no alojamento do CRUSP quando fiz o pedido (no mês de junho - antes do início do segundo semestre), porém, depois que denunciei os fatos, liberaram o alojamento (em novembro) ? Quem impediu a minha entrada e por que ? Não adianta citar o Regimento, pois o mesmo diz que os alojamentos são para casos excepcionais como este ?

7 -- Por que impediram a minha entrada se a maioria dos alojamentos estavam vagos ?

Além dessas questões, eu tenho outras sobre compras e sobre os acordos que dão salas da COSEAS para o Banco Santander captar clientes ao lado das assistentes... Por que o Banco Santander usa salas da COSEAS se tem duas grandes agências desse banco dentro da USP ?

Enfim, eu tenho tantas perguntas sem respostas...
Conspirações, perseguições e humilhações que enfrento na USP

Desde que entrei na USP enfrento uma série de conspirações, perseguições e humilhações por parte de alguns funcionários e professores desta Universidade. Eles não aceitam a minha inteligência, o meu sucesso acadêmico e a minha presença na USP. Por isso, lutam de todas as formas e usam todos os meios para tentar me afastar desta Universidade, pois eu sou risco à estrutura de dominação e controle que instalaram aqui.

Inegavelmente, a minha história é uma história de sucesso, pois saí do zero e cheguei ao grande centro de formação dos herdeiros da classe dominante sozinho. Cheguei e entrei no centro sem ser herdeiro e sem ser da classe dominante.

Minha família pouco me ajudou, pois não tinham condições de me ajudar, inclusive acho que eles nem compreendiam o propósito de vida que eu tinha escolhido. Sem contar aquele ramo da família que podia ajudar, mas que preferiu puxar o tapete. Além de minha família, poucos me impulsionaram a continuar e muitos se levantaram e se levantam para me atacar, ameaçar, humilhar e derrubar. O mal está em toda a parte e eu me vejo cercado por conspiradores, traidores, opressores, espiões, exploradores, etc...

Certamente, eu devo possuir algo especial, pois a grande quantidade de pessoas que me atacam é surpreendente. Não só isso, meus projetos, minhas idéias e meus planos são sabotados, copiados e deturpados. As coisas que digo são desvirtuadas e denegridas na cara dura. Fazem tudo isso com um só intuito: tirar-me de cena e encobrir-me com o véu do esquecimento. Não vão conseguir, pois a luz que eu acendi não pode ser apagada e a força das minhas idéias suplantam quaisquer conspirações...

Basta ver os processos adminsitrativos que estão correndo contra a minha pessoa dentro da USP. Um dos procuradores da USP (PASCHOAL JOSE DORSA) teve a cara de pau de pegar os meus textos, inclusive as petições que encaminhei para o MP denunciando os ilícitos praticados na USP, e ir grifando as palavras que ele entende que sejam ameaças, violência, etc... Juntou tudo e pediu abertura de processo administrativo...

Eu vou solicitar uma cópia integral desse processo, assim como dos demais, em seguida vou escaneá-los e publicá-los integralmente no meu site. Quero fazer isso para desmoralizar aqueles que me acusam. Quero mostra o mal uso e o desvirtuamento da lei e do Estado de Direito. Quero mostrar o tamanho do abuso do Direito. Para quem diz que eu só vejo conspiração, etc, vai se surpreender quando ver a conspiração e a perseguição, que tenho sofrido na USP, documentadas.

As petições nas quais eu denunciei crimes e ilegalidades não deram em nada. Não apuraram nada. Arquivaram tudo. Inclusive o MP, maioria de ex-alunos da USP ou então de Pós-graduandos da USP, não fez nada, ou seja, colocou uma pedra em cima e disse: "esquece". Mas o que eu denunciei e relatei eram crimes e ilegalidades que me atingiam e que atingiam a coletividade. Mesmo assim, o MP tinha/têm interesse em não apurar nada contra a USP, em deixar a máfia que age aqui dentro funcionando a todo o vapor.

Não, não sou eu que destruo a USP com as minhas denúncias. Quem destrói a USP é quem a rouba na surdina. Quem desvia recursos encoberto pela falsa legalidade. Quem fecha a USP para a coletividade e acha que a USP é para a classe dominante, não para o povo. Chegaram a dizer e ainda dizem por aqui: "A USP é pública, mas não é para todos". Inclusive publicaram isso em um jornal. Essa frase resume perfeitamente a visão que a máfia tem da USP: "A USP é pública, mas não é para todos. É para eles, os grupos dominantes, e para seus filhotes."

Possivelmente, os promotores não queriam sujar a imagem da USP ou a sua imagem pessoal diante da USP. E realmente não sujaram a imagem da USP, mas sujaram a do MP que demonstrou ser um órgão tendencioso e parcial que só acusa e condena pobre, moradores da periferia e favelas. Um MP que tira o chapéu e se ajoelha aos pés dos criminosos de colarinho branco, da máfia da USP.

O indivíduos que aparecem nessa história são só a ponta de um iceberg, uma máfia, que corrói a USP por dentro, age na surdina. Certamente, eu sou o inimigo número um dessa máfia, pois a meta deles é usar a USP como uma extensão de seus negócios particulares, é usar a USP para darem seus cursos particulares, é desviar recursos de pesquisas e demais verbas do orçamento da USP e da assistência estudantil. Eu não tolerei e não tolero esse monte de coisas ilícitas e de crimes. Denunciei, mas a máfia é grande e tem as suas ramificações no MP, no Judiciário, na Polícia, etc, e conseguiu abafar tudo.

Por isso, tudo o que eu denunciei foi arquivado e estão usando as petições nas quais eu denunciei para tentar me prejudicar. Vocês precisam ler os processos administrativos para verem o tamanho da conspiração... E não se enganem, tem gente graúda trabalhando por baixo dos panos. A maior parte do iceberg podre está submersa.

Este blog é o início das publicações que visam mostra o lado tenebroso da USP, assim como as conspirações, humilhações e exclusões que enfrentei/enfrento nesta Universidade. Eu pretendo revelar os atos, as caras e os nomes dos desgraçados que me atacam pelas costas e buscam prejudicar-me de todas as maneiras. Quero revelar as faces desse mal para que não façam com outros o que fizeram comigo.

A verdade tem que ser revelada, pois esses elementos usam o segredo, a ação escondida, camuflada e dissimulada, para atacarem suas vítimas. Não envenenam a sua comida, mas envenenam a sua mente. Ameaças dissimuladas e indiretas buscam desestabilizar a sua sanidade e desequilibrar a sua conduta. Montam ardis e planos para fazê-lo cair em erro ou contradição e assim poderem te atacar. Usam a legalidade, a lei e a justiça como arma, como forma de ameaça, como meio de dominação, opressão e controle.

Os moradores do CRUSP sabem bem disso, pois são ameaçados constantemente de reintegração de posse, etc... Inegavelmente, a COSEAS é um órgão de opressão e de exclusão. Um órgão que anda a margem da lei e usa mecanismos sórdidos para se manter.

Por exemplo, neste momento os restaurantes da COSEAS estão fechados devido a tal paralisação de funcionários. As Unidades continuam funcionando normalmente, as aulas continuam sendo ministradas, mas a parte assistencial da Universidade, que cuida da comida dos bolsistas, etc, está paralisada e fechada. Isso mostra o quê ? Mostra que a lei não e aplica aqui. Basta lembrar que o STF decidiu no mês passado que a lei de greve da iniciativa privada se aplica nas paralisações públicas. E, mesmo assim, a COSEAS fechou completamente, pois eles dizem que comida não é essencial... E este é o segundo dia que a COSEAS fecha e o resto da Universidade continua funcionando...

A verdade é um antídoto poderoso contra esses indivíduos que praticam o mal e que vivem do mal. Quando a verdade é mostrada, a face do mal, que eles possuem, é revelada e todos os cidadãos podem vê-los e apontá-los. Não só isso, podem se precaver e se proteger dos ataques. Com isso o poder baseado no segredo é eliminado e dissolvido. Por isso, a verdade liberta.

Eu planejo contar tudo nos mínimos detalhes. Cada ação, cada ataque, cada ato que praticaram para tentar derrubar-me e tirar-me do centro de formação dos herdeiros da classe dominante. Tentaram, mas não conseguiram. Isso fica bem claro quando, na Casa do Estudante da Faculdade de Direito da USP, roubaram todos os livros jurídicos que eu tinham comprado a duras penas. Quando a Biblioteca da Faculdade de Direito da USP estabelece uma pena de 7 anos por não devolução de livros que eles se recusaram a receber na data da devolução. Impediram-me não só de emprestar, mas também de retirar o livro para ir até a xerox da própria Faculdade.

Eu quero escrever um livro virtual gratuito sobre tudo isto. Quero contar todos os fatos e mostrar todas as faces e todos os nomes. Quero publicar todos os processos administrativos, todas as petições encaminhadas ao MP, assim como todas as decisões do MP e da USP arquivando os Processos para encobrir os crimes e as ilegalidades. A verdade será mostrada, a face do mal revelada e os exploradores criminosos destruídos.

O que será que eles esperam ganhar com essas ações ? Será que eles pensam que é a USP a minha fonte de poder e inspiração ? Será que eles pensam que quando eu sair da USP não conseguirei escrever mais nenhuma linha ? Se eles pensam isso, são uns idiotas, pois a minha inteligência é natural. A USP somente possibilitou a inserção de mais informações na minha cabeça, mas não criou nada em mim. Eu sou o que sou, simplesmente nasci assim.

Mas o que a máfia da USP mais teme é a minha capacidade de liderança, minha capacidade de ver e mostrar a realidade. Temem porque eu não sou um deles e nem estou com eles. Estou com os excluídos, com os explorados, com os oprimidos. Estou com o povo das periferias, das favelas e do campo. Estou com os mais fracos de corpo e alma. A máfia é composta pelos opressores, pelos exploradores, pelas pessoas que ganham com a desgraça do Brasil e do Povo Brasileiro, ganham com o mal que provocam e disseminam sem mostrar a cara.

O ano que vem é o meu último ano na graduação da USP. Talvez eu vá para a Pós. Talvez eu vá para o exterior. E neste ponto em que cheguei, olho para trás e pergunto-me: valeu a pena ? Valeu a pena ter estudado tanto, ter se dedicado tanto, para entrar na USP ? Hoje, a minha resposta é: não, não valeu a pena. Se eu soubesse que iria enfrentar tanta conspiração, tanta opressão, tanta humilhação dentro desta Universidade, eu teria ido estudar em um outro lugar qualquer. A minha inteligência teria se desenvolvido da mesma forma, pois eu sou autodidata, ou seja, aprendo as coisas sozinhos.

Contudo, entrei na USP por minha capacidade. Apesar de tudo e apesar de todos. Logo, tenho o direito de estar aqui e por isso vou enfrentar com todas as armas possíveis essas conspirações, vou defender com unhas e dentes o direito que conquistei. A USP é uma Universidade Pública, é alimentada com recursos públicos, portanto, ela pertence ao Povo, não a máfia e nem aos grupos dominantes.

Por isso, eu e outros amigos criamos um Projeto chamado OCW-USP. Criamos este projeto para abrir a USP para aqueles que pagam a manutenção desta Universidade e não podem estar aqui, pois foram excluídos pelas desigualdades, pelo ensino público precário e pelos vestibulares. Eles também tem o direito de acessar o conhecimento que pagam para a USP produzir e ministrar. Eles também tem o direito de se desenvolverem, como quaisquer alunos da USP, usando a mesma base de informação e conhecimento.

Entretanto, a classe dominante não gostou nenhum pouco desse projeto, pois ele atinge o centro de poder dominante. Ele dissemina o conhecimento e quebra a estrutura de dominação. Acho que é por isso que estão me atacando neste momento. Querem que eu saia da USP o mais rápido possível para que a máfia continue reinando absoluta, continuem expropriando os recursos públicos, oprimindo, explorando e excluindo os alunos que vêm das escolas públicas.

A máfia da USP não quer me ver continuar na USP. Eu sou uma ameaça ao poder que eles tem aqui. Eu denuncio as coisas. Eu conto os fatos e mostro a realidade. Por isso, eles querem me ver pelas costas, longe daqui. Eu vejo isso claramente. Vejo isso nos processos administrativos sem fundamento que abrem, vejo isso nos editais de bolsas que fazem para me excluir, vejo isso nos comentários indiretos, nas ameaças veladas... Inegavelmente, eu sou um risco para muita gente que usa a USP como extensão de seus negócios particulares e desviam recursos da Universidade.

Enfim, o mal que eles me causam é apenas 0,0001% do mal que eu posso causar a eles, retribuindo-lhes aquilo que me dão de graça...

Para ler mais sobre as conspirações, crimes e ilegalidades praticadas na USP clique no link abaixo:

1 -- Resposta da Coseas ao pedido de moradia

2 -- Ilegalidades e arbitrariedades na Coseas

3 -- Racismo, preconceito e discriminação na Coseas

4 -- Representação contra a USP protocolada no MP/SP

5 -- Por que se mata na USP ?
Conspirações, perseguições e humilhações que enfrento na USP

Desde que entrei na USP enfrento uma série de conspirações, perseguições e humilhações por parte de alguns funcionários e professores desta Universidade. Eles não aceitam a minha inteligência, o meu sucesso acadêmico e a minha presença na USP. Por isso, lutam de todas as formas e usam todos os meios para tentar me afastar desta Universidade, pois eu sou risco à estrutura de dominação e controle que instalaram aqui.

Inegavelmente, a minha história é uma história de sucesso, pois saí do zero e cheguei ao grande centro de formação dos herdeiros da classe dominante sozinho. Cheguei e entrei no centro sem ser herdeiro e sem ser da classe dominante.

Minha família pouco me ajudou, pois não tinham condições de me ajudar, inclusive acho que eles nem compreendiam o propósito de vida que eu tinha escolhido. Sem contar aquele ramo da família que podia ajudar, mas que preferiu puxar o tapete. Além de minha família, poucos me impulsionaram a continuar e muitos se levantaram e se levantam para me atacar, ameaçar, humilhar e derrubar. O mal está em toda a parte e eu me vejo cercado por conspiradores, traidores, opressores, espiões, exploradores, etc...

Certamente, eu devo possuir algo especial, pois a grande quantidade de pessoas que me atacam é surpreendente. Não só isso, meus projetos, minhas idéias e meus planos são sabotados, copiados e deturpados. As coisas que digo são desvirtuadas e denegridas na cara dura. Fazem tudo isso com um só intuito: tirar-me de cena e encobrir-me com o véu do esquecimento. Não vão conseguir, pois a luz que eu acendi não pode ser apagada e a força das minhas idéias suplantam quaisquer conspirações...

Basta ver os processos adminsitrativos que estão correndo contra a minha pessoa dentro da USP. Um dos procuradores da USP (PASCHOAL JOSE DORSA) teve a cara de pau de pegar os meus textos, inclusive as petições que encaminhei para o MP denunciando os ilícitos praticados na USP, e ir grifando as palavras que ele entende que sejam ameaças, violência, etc... Juntou tudo e pediu abertura de processo administrativo...

Eu vou solicitar uma cópia integral desse processo, assim como dos demais, em seguida vou escaneá-los e publicá-los integralmente no meu site. Quero fazer isso para desmoralizar aqueles que me acusam. Quero mostra o mal uso e o desvirtuamento da lei e do Estado de Direito. Quero mostrar o tamanho do abuso do Direito. Para quem diz que eu só vejo conspiração, etc, vai se surpreender quando ver a conspiração e a perseguição, que tenho sofrido na USP, documentadas.

As petições nas quais eu denunciei crimes e ilegalidades não deram em nada. Não apuraram nada. Arquivaram tudo. Inclusive o MP, maioria de ex-alunos da USP ou então de Pós-graduandos da USP, não fez nada, ou seja, colocou uma pedra em cima e disse: "esquece". Mas o que eu denunciei e relatei eram crimes e ilegalidades que me atingiam e que atingiam a coletividade. Mesmo assim, o MP tinha/têm interesse em não apurar nada contra a USP, em deixar a máfia que age aqui dentro funcionando a todo o vapor.

Não, não sou eu que destruo a USP com as minhas denúncias. Quem destrói a USP é quem a rouba na surdina. Quem desvia recursos encoberto pela falsa legalidade. Quem fecha a USP para a coletividade e acha que a USP é para a classe dominante, não para o povo. Chegaram a dizer e ainda dizem por aqui: "A USP é pública, mas não é para todos". Inclusive publicaram isso em um jornal. Essa frase resume perfeitamente a visão que a máfia tem da USP: "A USP é pública, mas não é para todos. É para eles, os grupos dominantes, e para seus filhotes."

Possivelmente, os promotores não queriam sujar a imagem da USP ou a sua imagem pessoal diante da USP. E realmente não sujaram a imagem da USP, mas sujaram a do MP que demonstrou ser um órgão tendencioso e parcial que só acusa e condena pobre, moradores da periferia e favelas. Um MP que tira o chapéu e se ajoelha aos pés dos criminosos de colarinho branco, da máfia da USP.

O indivíduos que aparecem nessa história são só a ponta de um iceberg, uma máfia, que corrói a USP por dentro, age na surdina. Certamente, eu sou o inimigo número um dessa máfia, pois a meta deles é usar a USP como uma extensão de seus negócios particulares, é usar a USP para darem seus cursos particulares, é desviar recursos de pesquisas e demais verbas do orçamento da USP e da assistência estudantil. Eu não tolerei e não tolero esse monte de coisas ilícitas e de crimes. Denunciei, mas a máfia é grande e tem as suas ramificações no MP, no Judiciário, na Polícia, etc, e conseguiu abafar tudo.

Por isso, tudo o que eu denunciei foi arquivado e estão usando as petições nas quais eu denunciei para tentar me prejudicar. Vocês precisam ler os processos administrativos para verem o tamanho da conspiração... E não se enganem, tem gente graúda trabalhando por baixo dos panos. A maior parte do iceberg podre está submersa.

Este blog é o início das publicações que visam mostra o lado tenebroso da USP, assim como as conspirações, humilhações e exclusões que enfrentei/enfrento nesta Universidade. Eu pretendo revelar os atos, as caras e os nomes dos desgraçados que me atacam pelas costas e buscam prejudicar-me de todas as maneiras. Quero revelar as faces desse mal para que não façam com outros o que fizeram comigo.

A verdade tem que ser revelada, pois esses elementos usam o segredo, a ação escondida, camuflada e dissimulada, para atacarem suas vítimas. Não envenenam a sua comida, mas envenenam a sua mente. Ameaças dissimuladas e indiretas buscam desestabilizar a sua sanidade e desequilibrar a sua conduta. Montam ardis e planos para fazê-lo cair em erro ou contradição e assim poderem te atacar. Usam a legalidade, a lei e a justiça como arma, como forma de ameaça, como meio de dominação, opressão e controle.

Os moradores do CRUSP sabem bem disso, pois são ameaçados constantemente de reintegração de posse, etc... Inegavelmente, a COSEAS é um órgão de opressão e de exclusão. Um órgão que anda a margem da lei e usa mecanismos sórdidos para se manter.

Por exemplo, neste momento os restaurantes da COSEAS estão fechados devido a tal paralisação de funcionários. As Unidades continuam funcionando normalmente, as aulas continuam sendo ministradas, mas a parte assistencial da Universidade, que cuida da comida dos bolsistas, etc, está paralisada e fechada. Isso mostra o quê ? Mostra que a lei não e aplica aqui. Basta lembrar que o STF decidiu no mês passado que a lei de greve da iniciativa privada se aplica nas paralisações públicas. E, mesmo assim, a COSEAS fechou completamente, pois eles dizem que comida não é essencial... E este é o segundo dia que a COSEAS fecha e o resto da Universidade continua funcionando...

A verdade é um antídoto poderoso contra esses indivíduos que praticam o mal e que vivem do mal. Quando a verdade é mostrada, a face do mal, que eles possuem, é revelada e todos os cidadãos podem vê-los e apontá-los. Não só isso, podem se precaver e se proteger dos ataques. Com isso o poder baseado no segredo é eliminado e dissolvido. Por isso, a verdade liberta.

Eu planejo contar tudo nos mínimos detalhes. Cada ação, cada ataque, cada ato que praticaram para tentar derrubar-me e tirar-me do centro de formação dos herdeiros da classe dominante. Tentaram, mas não conseguiram. Isso fica bem claro quando, na Casa do Estudante da Faculdade de Direito da USP, roubaram todos os livros jurídicos que eu tinham comprado a duras penas. Quando a Biblioteca da Faculdade de Direito da USP estabelece uma pena de 7 anos por não devolução de livros que eles se recusaram a receber na data da devolução. Impediram-me não só de emprestar, mas também de retirar o livro para ir até a xerox da própria Faculdade.

Eu quero escrever um livro virtual gratuito sobre tudo isto. Quero contar todos os fatos e mostrar todas as faces e todos os nomes. Quero publicar todos os processos administrativos, todas as petições encaminhadas ao MP, assim como todas as decisões do MP e da USP arquivando os Processos para encobrir os crimes e as ilegalidades. A verdade será mostrada, a face do mal revelada e os exploradores criminosos destruídos.

O que será que eles esperam ganhar com essas ações ? Será que eles pensam que é a USP a minha fonte de poder e inspiração ? Será que eles pensam que quando eu sair da USP não conseguirei escrever mais nenhuma linha ? Se eles pensam isso, são uns idiotas, pois a minha inteligência é natural. A USP somente possibilitou a inserção de mais informações na minha cabeça, mas não criou nada em mim. Eu sou o que sou, simplesmente nasci assim.

Mas o que a máfia da USP mais teme é a minha capacidade de liderança, minha capacidade de ver e mostrar a realidade. Temem porque eu não sou um deles e nem estou com eles. Estou com os excluídos, com os explorados, com os oprimidos. Estou com o povo das periferias, das favelas e do campo. Estou com os mais fracos de corpo e alma. A máfia é composta pelos opressores, pelos exploradores, pelas pessoas que ganham com a desgraça do Brasil e do Povo Brasileiro, ganham com o mal que provocam e disseminam sem mostrar a cara.

O ano que vem é o meu último ano na graduação da USP. Talvez eu vá para a Pós. Talvez eu vá para o exterior. E neste ponto em que cheguei, olho para trás e pergunto-me: valeu a pena ? Valeu a pena ter estudado tanto, ter se dedicado tanto, para entrar na USP ? Hoje, a minha resposta é: não, não valeu a pena. Se eu soubesse que iria enfrentar tanta conspiração, tanta opressão, tanta humilhação dentro desta Universidade, eu teria ido estudar em um outro lugar qualquer. A minha inteligência teria se desenvolvido da mesma forma, pois eu sou autodidata, ou seja, aprendo as coisas sozinhos.

Contudo, entrei na USP por minha capacidade. Apesar de tudo e apesar de todos. Logo, tenho o direito de estar aqui e por isso vou enfrentar com todas as armas possíveis essas conspirações, vou defender com unhas e dentes o direito que conquistei. A USP é uma Universidade Pública, é alimentada com recursos públicos, portanto, ela pertence ao Povo, não a máfia e nem aos grupos dominantes.

Por isso, eu e outros amigos criamos um Projeto chamado OCW-USP. Criamos este projeto para abrir a USP para aqueles que pagam a manutenção desta Universidade e não podem estar aqui, pois foram excluídos pelas desigualdades, pelo ensino público precário e pelos vestibulares. Eles também tem o direito de acessar o conhecimento que pagam para a USP produzir e ministrar. Eles também tem o direito de se desenvolverem, como quaisquer alunos da USP, usando a mesma base de informação e conhecimento.

Entretanto, a classe dominante não gostou nenhum pouco desse projeto, pois ele atinge o centro de poder dominante. Ele dissemina o conhecimento e quebra a estrutura de dominação. Acho que é por isso que estão me atacando neste momento. Querem que eu saia da USP o mais rápido possível para que a máfia continue reinando absoluta, continuem expropriando os recursos públicos, oprimindo, explorando e excluindo os alunos que vêm das escolas públicas.

A máfia da USP não quer me ver continuar na USP. Eu sou uma ameaça ao poder que eles tem aqui. Eu denuncio as coisas. Eu conto os fatos e mostro a realidade. Por isso, eles querem me ver pelas costas, longe daqui. Eu vejo isso claramente. Vejo isso nos processos administrativos sem fundamento que abrem, vejo isso nos editais de bolsas que fazem para me excluir, vejo isso nos comentários indiretos, nas ameaças veladas... Inegavelmente, eu sou um risco para muita gente que usa a USP como extensão de seus negócios particulares e desviam recursos da Universidade.

Enfim, o mal que eles me causam é apenas 0,0001% do mal que eu posso causar a eles, retribuindo-lhes aquilo que me dão de graça...

Para ler mais sobre as conspirações, crimes e ilegalidades praticadas na USP clique no link abaixo:

1 -- Resposta da Coseas ao pedido de moradia

2 -- Ilegalidades e arbitrariedades na Coseas

3 -- Racismo, preconceito e discriminação na Coseas

4 -- Representação contra a USP protocolada no MP/SP

5 -- Por que se mata na USP ?

domingo, 4 de novembro de 2007

O Brasil deve ter medo de Chavez ?
Matéria da Revista Época -- 29/10/2007
Há mais de um século, o Brasil não se envolve em guerra com seus vizinhos. A última foi a Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870. Morreram 60 mil brasileiros. De lá para cá, o Brasil, maior país em extensão territorial e população da América Latina, tem mantido relações pacíficas no continente. O Brasil hoje também não tem disputas de fronteiras. Isso contribuiu para firmar a imagem do continente como uma das regiões mais estáveis e desmilitarizadas do mundo. Segundo o Stockholm International Peace Research Institute (Sipri), Instituto sueco dedicado ao monitoramento de gastos militares, a América Latina é a região do mundo que dedica proporcionalmente menos recursos aos orçamentos de suas Forças Armadas ? 1,4% do PIB regional.

Texto completo, incluindo os gráficos estão disponíveis no endereço:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79793-6009-493,00.html

Lula reaparelha Forças Armadas de olho na transferência de tecnologia
Por causa da Venezuela, Aeronáutica inicia o processo com a compra de 36 caças, no valor total de US$ 2,2 bi.

Estadão Online -- Tânia Monteiro -- 04/11/2007

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tirar da gaveta em janeiro, finalmente, o projeto FX-2 e comprar 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), ao custo de US$ 2,2 bilhões - o projeto original, o FX-1, planejado no governo Fernando Henrique Cardoso, previa uma compra mais modesta, de US$ 700 milhões. Dois fatores, conjugados, contribuíram para a decisão política do Planalto: a precariedade a que chegou a FAB, com 37% da frota de 719 aviões sem condições de voar, e o presidente da vizinha Venezuela, Hugo Chávez, que, nas palavras dos militares, está se "armando até os dentes".

Texto completo no site do Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071104/not_imp75182,0.php
O Brasil deve ter medo de Chavez ?
Matéria da Revista Época -- 29/10/2007
Há mais de um século, o Brasil não se envolve em guerra com seus vizinhos. A última foi a Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870. Morreram 60 mil brasileiros. De lá para cá, o Brasil, maior país em extensão territorial e população da América Latina, tem mantido relações pacíficas no continente. O Brasil hoje também não tem disputas de fronteiras. Isso contribuiu para firmar a imagem do continente como uma das regiões mais estáveis e desmilitarizadas do mundo. Segundo o Stockholm International Peace Research Institute (Sipri), Instituto sueco dedicado ao monitoramento de gastos militares, a América Latina é a região do mundo que dedica proporcionalmente menos recursos aos orçamentos de suas Forças Armadas ? 1,4% do PIB regional.

Texto completo, incluindo os gráficos estão disponíveis no endereço:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79793-6009-493,00.html

Lula reaparelha Forças Armadas de olho na transferência de tecnologia
Por causa da Venezuela, Aeronáutica inicia o processo com a compra de 36 caças, no valor total de US$ 2,2 bi.

Estadão Online -- Tânia Monteiro -- 04/11/2007

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tirar da gaveta em janeiro, finalmente, o projeto FX-2 e comprar 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), ao custo de US$ 2,2 bilhões - o projeto original, o FX-1, planejado no governo Fernando Henrique Cardoso, previa uma compra mais modesta, de US$ 700 milhões. Dois fatores, conjugados, contribuíram para a decisão política do Planalto: a precariedade a que chegou a FAB, com 37% da frota de 719 aviões sem condições de voar, e o presidente da vizinha Venezuela, Hugo Chávez, que, nas palavras dos militares, está se "armando até os dentes".

Texto completo no site do Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071104/not_imp75182,0.php