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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Mas por que temos que nos preocupar com a política ?
Porque o Povo paga pelo mal que os governantes praticam e pagam caro. Um exemplo antigo disso está na Bíblia, em Crônicas 21. Este capítulo conta a história de Davi que resolveu fazer um censo em Israel, ou seja, resolveu contar quantas pessoas haviam em Israel.

"7 E este negócio desagradou a Deus, pelo que feriu Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer tal coisa; agora porém, peço-te, tira a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e dize a Davi: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu te faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe o que quiseres:
12 ou três anos de fome; ou seres por três meses consumido diante de teus adversários, enquanto a espada de teus inimigos te alcance; ou que por três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor faça destruição por todos os termos de Israel. Vê, pois, agora que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque mui grandes são as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
14 Mandou, pois, o Senhor a peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.
15 E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, estando ele prestes a destrui-la, o Senhor olhou e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta; agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
16 E Davi, levantando os olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, tendo na mão uma espada desembainhada estendida sobre Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos."

Certamente, a introdução de dogmas religiosos na política é extremamente pernicioso, pois a força da política não pode ser usada para impôr a religião. Contudo, a religião não pode tolerar que o mal use a política para oprimir, explorar e excluir a maioria da população.
Mas por que temos que nos preocupar com a política ?
Porque o Povo paga pelo mal que os governantes praticam e pagam caro. Um exemplo antigo disso está na Bíblia, em Crônicas 21. Este capítulo conta a história de Davi que resolveu fazer um censo em Israel, ou seja, resolveu contar quantas pessoas haviam em Israel.

"7 E este negócio desagradou a Deus, pelo que feriu Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer tal coisa; agora porém, peço-te, tira a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e dize a Davi: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu te faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe o que quiseres:
12 ou três anos de fome; ou seres por três meses consumido diante de teus adversários, enquanto a espada de teus inimigos te alcance; ou que por três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor faça destruição por todos os termos de Israel. Vê, pois, agora que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque mui grandes são as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
14 Mandou, pois, o Senhor a peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.
15 E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, estando ele prestes a destrui-la, o Senhor olhou e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta; agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
16 E Davi, levantando os olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, tendo na mão uma espada desembainhada estendida sobre Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos."

Certamente, a introdução de dogmas religiosos na política é extremamente pernicioso, pois a força da política não pode ser usada para impôr a religião. Contudo, a religião não pode tolerar que o mal use a política para oprimir, explorar e excluir a maioria da população.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O Governo Serra e o PCC
Meses atrás os tucanos acusaram o PT de ter ligação com o PCC. Uma grande mentira cabeluda. E agora descobriu-se que quem tinha ligação com o PCC eram eles, os tucanos, mais especificamente o assessor Malheiro do Joselito Serra.

Mas o mais interessante é que, para esconder e minimizar a ligação do Governo Serra com o PCC, ficam batendo na tecla do "suposto" dossiê com as contas do FHC. É só disso que a mídia dominante, que atua em conluio com os tucanos e o PFL, gosta de falar.

O que é mais relevante para o Brasil e para os Brasileiros: o dossiê fictício inventado pelos tucanos ou a ligação do Governo Serra com o PCC ?
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Post de 15/07/06

O PT tem ligação com o PCC

Alckmin e aliados descobriram uma ligação entre o PT e o PCC. Descobriram que o PT começa com P e o PCC também começa com P, logo há uma terrível ligação criminosa entre estes grupos, ambos começam com P. Será que o Alckmin e a sua gangue não teriam uma outra desculpa mais inteligente para encobrir a incompetência tucana no governo de São Paulo ?? Sabemos que a classe dominante é estúpida, mas falar besteira como esta é demais.

Se há alguém que tem ligação com o PCC é o Alckmin e a sua gangue (PFL), pois o PCC surgiu 1993 (Governo Fleury), mas se desenvolveu e cresceu mesmo durante o império Tucano (1995 a 2006). Portanto, os responsáveis pelo fortalecimento do PCC e da criminalidade organizada em São Paulo é a incompetência dos Tucanos na área social e de Segurança Pública. Certamente, é melhor inventar uma mentira cabeluda do que admitir a incompetência na gestão da coisa pública.

Além disso, se o PT tivesse ligação com o PCC não seria mais fácil mandar os criminosos matarem os candidatos da oposição e sua gangue do que ficar atirando em PM e carcereiro de penitenciária ? Se toda a oposição estiver morta, incluindo os líderes dos partidos, o PT ganha a eleição sozinho. Por que os criminosos perderiam tempo dando tiro em PM e carcereiro que não são de nenhum partido político ?

Enfim, os Tucanos e sua gangue (o PFL) são incompetentes até para inventar mentiras. Além disso, sugiro que os Tucanos e sua gangue calem a boca ao invés de falarem besteiras e darem idéias para os bandidos.

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Alckmin e aliados vêem ligação do PT com PCC

Estadão Online - Denise Madueño - 13 de julho de 2006 - 19:03

http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/eleicoes2006/noticias/2006/jul/13/309.htm

O tucano adotou o discurso mais moderado, enquanto as declarações mais contundentes partiram de Serra e dos pefelistas Bornhausen e José Jorge.
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BRASÍLIA - O candidato à Presidência da República pela coligação PSDB-PFL, Geraldo Alckmin, insinuou que haja motivação política por trás dos ataques do crime organizado em São Paulo. Ele adotou um tom mais brando do que o tucano José Serra e dos pefelistas Jorge Bornhausen e José Jorge, que ligaram o PT às ações da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo.

"É estranho a forma como a coisa ocorre, a época em que ocorre, a maneira como ocorre e como os fatos são desencadeados. Cabe aos órgãos policiais e de inteligência investigarem. Não vou politizar este debate", disse Alckmin, ao chegar ao senado onde está reunido com o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE) e o coordenador de sua campanha, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE)

O primeiro ataque ao PT partiu do presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (RS) que, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, lançou a suspeita de envolvimento do partido do presidente Lula com a facção criminosa. "O PT pode estar manuseando, manipulando as ações, afirmou, o senador ao jornal, que um dos articuladores da campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB. "O PT vive no submundo e nada mais me espanta nesse partido".

Em seguida, de acordo com a reportagem, Bornhausen afirmou que o partido vive no "submundo de Santo André", referindo-se a morte do prefeito Celso Daniel e também ao "submundo do mensalão", como ficou conhecido o esquema de pagamento de parlamentares em troca de apoio ao governo.

Em campanha na cidade de Jales, no interior paulista, O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, disse que são fortes os indícios de que há ligações entre o PT e o PCC. "Há indícios, sim. Basta você olhar manifestos do crime organizado, o que eles dizem sobre a política e coisas que se diz que eles (PCC) dizem, inclusive nas gravações. Eu não diria que há provas, mas isso merece ser investigado", comentou.

Em Brasília, o senador José Jorge (PFL-PE), candidato a vice-presidente na chapa de Alckmin, também sugeriu que há interesses eleitorais por trás dos atentados praticados em São Paulo. "Há uma coincidência: quando as pesquisas estão a favor de Alckmin, os ataques recomeçam. O PCC trabalha de acordo com as pesquisas", afirmou.
O Governo Serra e o PCC
Meses atrás os tucanos acusaram o PT de ter ligação com o PCC. Uma grande mentira cabeluda. E agora descobriu-se que quem tinha ligação com o PCC eram eles, os tucanos, mais especificamente o assessor Malheiro do Joselito Serra.

Mas o mais interessante é que, para esconder e minimizar a ligação do Governo Serra com o PCC, ficam batendo na tecla do "suposto" dossiê com as contas do FHC. É só disso que a mídia dominante, que atua em conluio com os tucanos e o PFL, gosta de falar.

O que é mais relevante para o Brasil e para os Brasileiros: o dossiê fictício inventado pelos tucanos ou a ligação do Governo Serra com o PCC ?
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Post de 15/07/06

O PT tem ligação com o PCC

Alckmin e aliados descobriram uma ligação entre o PT e o PCC. Descobriram que o PT começa com P e o PCC também começa com P, logo há uma terrível ligação criminosa entre estes grupos, ambos começam com P. Será que o Alckmin e a sua gangue não teriam uma outra desculpa mais inteligente para encobrir a incompetência tucana no governo de São Paulo ?? Sabemos que a classe dominante é estúpida, mas falar besteira como esta é demais.

Se há alguém que tem ligação com o PCC é o Alckmin e a sua gangue (PFL), pois o PCC surgiu 1993 (Governo Fleury), mas se desenvolveu e cresceu mesmo durante o império Tucano (1995 a 2006). Portanto, os responsáveis pelo fortalecimento do PCC e da criminalidade organizada em São Paulo é a incompetência dos Tucanos na área social e de Segurança Pública. Certamente, é melhor inventar uma mentira cabeluda do que admitir a incompetência na gestão da coisa pública.

Além disso, se o PT tivesse ligação com o PCC não seria mais fácil mandar os criminosos matarem os candidatos da oposição e sua gangue do que ficar atirando em PM e carcereiro de penitenciária ? Se toda a oposição estiver morta, incluindo os líderes dos partidos, o PT ganha a eleição sozinho. Por que os criminosos perderiam tempo dando tiro em PM e carcereiro que não são de nenhum partido político ?

Enfim, os Tucanos e sua gangue (o PFL) são incompetentes até para inventar mentiras. Além disso, sugiro que os Tucanos e sua gangue calem a boca ao invés de falarem besteiras e darem idéias para os bandidos.

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Alckmin e aliados vêem ligação do PT com PCC

Estadão Online - Denise Madueño - 13 de julho de 2006 - 19:03

http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/eleicoes2006/noticias/2006/jul/13/309.htm

O tucano adotou o discurso mais moderado, enquanto as declarações mais contundentes partiram de Serra e dos pefelistas Bornhausen e José Jorge.
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BRASÍLIA - O candidato à Presidência da República pela coligação PSDB-PFL, Geraldo Alckmin, insinuou que haja motivação política por trás dos ataques do crime organizado em São Paulo. Ele adotou um tom mais brando do que o tucano José Serra e dos pefelistas Jorge Bornhausen e José Jorge, que ligaram o PT às ações da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo.

"É estranho a forma como a coisa ocorre, a época em que ocorre, a maneira como ocorre e como os fatos são desencadeados. Cabe aos órgãos policiais e de inteligência investigarem. Não vou politizar este debate", disse Alckmin, ao chegar ao senado onde está reunido com o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE) e o coordenador de sua campanha, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE)

O primeiro ataque ao PT partiu do presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (RS) que, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, lançou a suspeita de envolvimento do partido do presidente Lula com a facção criminosa. "O PT pode estar manuseando, manipulando as ações, afirmou, o senador ao jornal, que um dos articuladores da campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB. "O PT vive no submundo e nada mais me espanta nesse partido".

Em seguida, de acordo com a reportagem, Bornhausen afirmou que o partido vive no "submundo de Santo André", referindo-se a morte do prefeito Celso Daniel e também ao "submundo do mensalão", como ficou conhecido o esquema de pagamento de parlamentares em troca de apoio ao governo.

Em campanha na cidade de Jales, no interior paulista, O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, disse que são fortes os indícios de que há ligações entre o PT e o PCC. "Há indícios, sim. Basta você olhar manifestos do crime organizado, o que eles dizem sobre a política e coisas que se diz que eles (PCC) dizem, inclusive nas gravações. Eu não diria que há provas, mas isso merece ser investigado", comentou.

Em Brasília, o senador José Jorge (PFL-PE), candidato a vice-presidente na chapa de Alckmin, também sugeriu que há interesses eleitorais por trás dos atentados praticados em São Paulo. "Há uma coincidência: quando as pesquisas estão a favor de Alckmin, os ataques recomeçam. O PCC trabalha de acordo com as pesquisas", afirmou.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Modus operandi do Governo FHC
Crimes e ilegalidades correram soltas dentro do governo FHC. Porém, como já disse dezenas de vezes, tudo era bem escondido, dissimulado e camuflado. O modus operandi do governo FHC era vender o joio junto com o trigo. Isso foi denunciado, inclusive, pela fala do Professor Ricupero sobre o Plano Real: o que é bom a gente conta e o que é ruim a gente esconde.

O governo FHC tinha vários mecanismos de contenção e abafamento, de picaretagens, ilegalidades e dos crimes que praticavam. Dessa forma impediam que surgissem denúncias. Caso esta barreira fosse rompida, outro mecanismo entrava em ação e as denúncias não evoluiam para investigação, inquérito, processos, julgamentos...Enfim, a impunidade era quase garantida.

Este contexto explica cristalinamente a fala do falecido ACM que afirmou, já no leito de morte, que tinha sonhado com o FHC e com o Serra. O falecido sabia demais. Sabia de tudo... E sonhava com seus parceiros de picaretagens

Mas o maior de todo os golpes do Governo FHC para encobrir e esconder as picaretagens, as ilegalidades e os crimes foi mostrado pela Lei 10628/02. Esta lei foi o último mecanismo, aprovado na última hora, para tentar perpetuar a impunidade dos integrantes do Governo de FH, mais especificamente os tucanos (PSDB) e o PFL.

Mas o que esta lei tem de interessante ? Esta lei aumentava o âmbito do foro privilegiado de autoridade pública. A lei, para garantir a impunidade, pois foro privilegiado é garantia de impunidade, estabelecia que o foro passava a acompanhar a pessoa e não a função. Assim, que perdia a função pública continuaria pelos crimes que praticou, enquanto era agente público, em foro privilegiado.

Para isto, a lei inseriu dois parágrafos no art. 84 do Código de Processo Penal.

A simples aprovação desse conteúdo consiste, por si só, em uma grande falta de vergonha dos picaretas, pois mostrava a má intenção, a aprovação de uma lei para benefício próprio, assim como a reeleição. Era uma lei feita para salvar a cabeça dos integrantes do Governo FHC. Uma tentativa de tirá-los da mira da justiça e truncar eventuais processos nos tribunais superiores. Assim os crimes que cometeram contra a coletividade passaria em branco.

Enfim, fizeram a lambança e um monte de sujeira, colocaram tudo debaixo do tapete e, com a lei 10628/02, tentaram colar o tapete no chão para ninguém descobrir a sujeira.

Certamente, eles sabiam que uma lei dessa encontraria uma resistência intensa da sociedade civil. Por isso, A gangue do FHC utilizou outro truque: a lei foi entrou em vigor no dia 24/12/2002. No dia 24 de dezembro de 2002, véspera de Natal, emplacarm a mudança do Código de processo penal para garantir a impunidade de autoridades criminosas, criando um foro privilegiado perpétuo.

Possivelmente, acharam que o espírito natalino iria cegar a população que deixaria a coisa correr solta. tentaram legar ao governo Lula, que iniciaria dali a seis dias, o esqueleto enterrado ou a sujeira debaixo do tapete.

Os parágrafos, inseridos no CPP pela lei, diziam o seguinte:

"Par. 1 -- A competência especial por prerrogativa de função relativa a atos administrativos do agente, prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam iniciados após a cessação do exercício da função pública.

Par. 2 -- A ação de improbidade, de que trata a Lei n. 8429, de 2 de junho de 1992, será proposta perante o tribunal competente para processar e julgar criminalmente o funcionário ou autoridade na hipótese de prerrogativa de foro em razão do exercício de função pública, observado o disposto no par. 1."

Certamente, estes mecanismos foram derrubados no STF, ou seja, foram considerados inconstitucionais. Porém, eles evidenciam o modus operandi do governo FHC. Métodos dissimulados e sorrateiros feitos na surdina para prejudicar a coletividade e encobrir os crimes e as ilegalidades que praticaram.

Esta lei é a ponta do iceberg de ilegalidad e de crimes do governo FHC. Se erguerem o tapete, muita sujeira será descoberta e revelada, começando pelos tais cartões corporativos... Por isso, o ACM vivia sonhando com o FHC e com o Serra.

Tentaram modificar a lei na calada da noite e na véspera de natal, nos últimos instantes do governo FHC, para criar o foro privilegiado perpétuo e assim se beneficiarem, futuramente, de eventuais acusações que viessem a sofrer. Eles sabiam/sabem que mais cedo ou mais tarde os podres vão aparecer e tentaram emplacar a lei para se protegerem nos tribunais superiores contra eventuais acusações.

Por isso, eu digo sempre: os tucanos e o PFL são mais sujos do que pau de galinheiro. Porém, eles usam um manto de hipocrisia e se valem de suas sociedades secretas para encobrir o mal que praticaram e praticam. É a tal ajuda mútua da criminalidade organizada.
Modus operandi do Governo FHC
Crimes e ilegalidades correram soltas dentro do governo FHC. Porém, como já disse dezenas de vezes, tudo era bem escondido, dissimulado e camuflado. O modus operandi do governo FHC era vender o joio junto com o trigo. Isso foi denunciado, inclusive, pela fala do Professor Ricupero sobre o Plano Real: o que é bom a gente conta e o que é ruim a gente esconde.

O governo FHC tinha vários mecanismos de contenção e abafamento, de picaretagens, ilegalidades e dos crimes que praticavam. Dessa forma impediam que surgissem denúncias. Caso esta barreira fosse rompida, outro mecanismo entrava em ação e as denúncias não evoluiam para investigação, inquérito, processos, julgamentos...Enfim, a impunidade era quase garantida.

Este contexto explica cristalinamente a fala do falecido ACM que afirmou, já no leito de morte, que tinha sonhado com o FHC e com o Serra. O falecido sabia demais. Sabia de tudo... E sonhava com seus parceiros de picaretagens

Mas o maior de todo os golpes do Governo FHC para encobrir e esconder as picaretagens, as ilegalidades e os crimes foi mostrado pela Lei 10628/02. Esta lei foi o último mecanismo, aprovado na última hora, para tentar perpetuar a impunidade dos integrantes do Governo de FH, mais especificamente os tucanos (PSDB) e o PFL.

Mas o que esta lei tem de interessante ? Esta lei aumentava o âmbito do foro privilegiado de autoridade pública. A lei, para garantir a impunidade, pois foro privilegiado é garantia de impunidade, estabelecia que o foro passava a acompanhar a pessoa e não a função. Assim, que perdia a função pública continuaria pelos crimes que praticou, enquanto era agente público, em foro privilegiado.

Para isto, a lei inseriu dois parágrafos no art. 84 do Código de Processo Penal.

A simples aprovação desse conteúdo consiste, por si só, em uma grande falta de vergonha dos picaretas, pois mostrava a má intenção, a aprovação de uma lei para benefício próprio, assim como a reeleição. Era uma lei feita para salvar a cabeça dos integrantes do Governo FHC. Uma tentativa de tirá-los da mira da justiça e truncar eventuais processos nos tribunais superiores. Assim os crimes que cometeram contra a coletividade passaria em branco.

Enfim, fizeram a lambança e um monte de sujeira, colocaram tudo debaixo do tapete e, com a lei 10628/02, tentaram colar o tapete no chão para ninguém descobrir a sujeira.

Certamente, eles sabiam que uma lei dessa encontraria uma resistência intensa da sociedade civil. Por isso, A gangue do FHC utilizou outro truque: a lei foi entrou em vigor no dia 24/12/2002. No dia 24 de dezembro de 2002, véspera de Natal, emplacarm a mudança do Código de processo penal para garantir a impunidade de autoridades criminosas, criando um foro privilegiado perpétuo.

Possivelmente, acharam que o espírito natalino iria cegar a população que deixaria a coisa correr solta. tentaram legar ao governo Lula, que iniciaria dali a seis dias, o esqueleto enterrado ou a sujeira debaixo do tapete.

Os parágrafos, inseridos no CPP pela lei, diziam o seguinte:

"Par. 1 -- A competência especial por prerrogativa de função relativa a atos administrativos do agente, prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam iniciados após a cessação do exercício da função pública.

Par. 2 -- A ação de improbidade, de que trata a Lei n. 8429, de 2 de junho de 1992, será proposta perante o tribunal competente para processar e julgar criminalmente o funcionário ou autoridade na hipótese de prerrogativa de foro em razão do exercício de função pública, observado o disposto no par. 1."

Certamente, estes mecanismos foram derrubados no STF, ou seja, foram considerados inconstitucionais. Porém, eles evidenciam o modus operandi do governo FHC. Métodos dissimulados e sorrateiros feitos na surdina para prejudicar a coletividade e encobrir os crimes e as ilegalidades que praticaram.

Esta lei é a ponta do iceberg de ilegalidad e de crimes do governo FHC. Se erguerem o tapete, muita sujeira será descoberta e revelada, começando pelos tais cartões corporativos... Por isso, o ACM vivia sonhando com o FHC e com o Serra.

Tentaram modificar a lei na calada da noite e na véspera de natal, nos últimos instantes do governo FHC, para criar o foro privilegiado perpétuo e assim se beneficiarem, futuramente, de eventuais acusações que viessem a sofrer. Eles sabiam/sabem que mais cedo ou mais tarde os podres vão aparecer e tentaram emplacar a lei para se protegerem nos tribunais superiores contra eventuais acusações.

Por isso, eu digo sempre: os tucanos e o PFL são mais sujos do que pau de galinheiro. Porém, eles usam um manto de hipocrisia e se valem de suas sociedades secretas para encobrir o mal que praticaram e praticam. É a tal ajuda mútua da criminalidade organizada.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Será que já começaram a atentar contra a minha vida ?
Interessante, a minha pele está queimando como se tivesse ocorrido queimadura subcutânea. Será que já começaram a atentar contra a minha vida ? Não se enganem, as coisas que eu estou escrevdno ultimamente, mexe com muitos interesses. Interesses de gente que mata sem hesitar. Os grupos dominantes matam sem hesitar. Não é isto que eles fazem nas favelas e periferias ?

Certamente, no meu caso, eles agiram com mais cautela e planejamento. Vão arranjar algum acidente, ou então, isto, queimadura com ondas eletromagnéticas... Queimaduras que provocam câncer...

Eu já lhe contei que tenho uma cicatriz no peito. Uma cicatriz que era um quelóide bem no meio do peito. Antes tinha 2cm. Mandei cortar no hospital do Exército em Tabatinga e agora tem 10 cm. É uma marca e tanto...

Além disso, eu tenho quase certeza, que tem araponga no apto de cima do meu e que estão me vigiando de lá... Bem, estavam vigiando... Agora podem estar atentando... Tenho dezenas de evidências de que estão lá. Dependendo da coisa que eu faço aqui, há uma resposta lá... Se eu mudo a mesa com o computador de lugar, eles mudam alguma coisa lá. Se eu mudo a cama de lugar, eles mudam outra coisa lá.

Um tempo atrás eles estavam usando música para afetar... Era uma música chata, tocad bem baixinho durante toda a madruga (entre uma e seis horas da manhã). Não era uma música comum... Reclamei várias vezes na portaria. Então pararam de tocar a música... Mas acho que podem ter mudado para coisa mais sutis e venenosas.

Inclusive eles vivem furando apto com furadeira. Furaram tanto que está até saindo água pelo cano de energia da sala de apto. Também já reclamei na USP, os guarda foram lá, mas nada aconteceu...

Mas o mais interessante é que chamaram-me para morar aqui. E, possivelmente, me colocaram em uma armadilha para bisbilhotar as minhas coisas, invadirem o meu computador, me espionar, etc. Deve ser coisa dos P2 dos tucanos ou do General Félix... (É General, não é Coronel).Os tucano está no quarto do lado. No apto de cima deve ser gente dos militares... Eles me vigiam desde 2003, quando estive na Colômbia...

Eu tenho que sair desse lugar... Eu tenho que sair daqui logo... Enfim, o fato está registrado.
Será que já começaram a atentar contra a minha vida ?
Interessante, a minha pele está queimando como se tivesse ocorrido queimadura subcutânea. Será que já começaram a atentar contra a minha vida ? Não se enganem, as coisas que eu estou escrevdno ultimamente, mexe com muitos interesses. Interesses de gente que mata sem hesitar. Os grupos dominantes matam sem hesitar. Não é isto que eles fazem nas favelas e periferias ?

Certamente, no meu caso, eles agiram com mais cautela e planejamento. Vão arranjar algum acidente, ou então, isto, queimadura com ondas eletromagnéticas... Queimaduras que provocam câncer...

Eu já lhe contei que tenho uma cicatriz no peito. Uma cicatriz que era um quelóide bem no meio do peito. Antes tinha 2cm. Mandei cortar no hospital do Exército em Tabatinga e agora tem 10 cm. É uma marca e tanto...

Além disso, eu tenho quase certeza, que tem araponga no apto de cima do meu e que estão me vigiando de lá... Bem, estavam vigiando... Agora podem estar atentando... Tenho dezenas de evidências de que estão lá. Dependendo da coisa que eu faço aqui, há uma resposta lá... Se eu mudo a mesa com o computador de lugar, eles mudam alguma coisa lá. Se eu mudo a cama de lugar, eles mudam outra coisa lá.

Um tempo atrás eles estavam usando música para afetar... Era uma música chata, tocad bem baixinho durante toda a madruga (entre uma e seis horas da manhã). Não era uma música comum... Reclamei várias vezes na portaria. Então pararam de tocar a música... Mas acho que podem ter mudado para coisa mais sutis e venenosas.

Inclusive eles vivem furando apto com furadeira. Furaram tanto que está até saindo água pelo cano de energia da sala de apto. Também já reclamei na USP, os guarda foram lá, mas nada aconteceu...

Mas o mais interessante é que chamaram-me para morar aqui. E, possivelmente, me colocaram em uma armadilha para bisbilhotar as minhas coisas, invadirem o meu computador, me espionar, etc. Deve ser coisa dos P2 dos tucanos ou do General Félix... (É General, não é Coronel).Os tucano está no quarto do lado. No apto de cima deve ser gente dos militares... Eles me vigiam desde 2003, quando estive na Colômbia...

Eu tenho que sair desse lugar... Eu tenho que sair daqui logo... Enfim, o fato está registrado.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

O truque do Ministro Marco Aurélio
O truque do Ministro Marco Aurélio se chama incitação a adin. A coisa funciona da seguinte maneira: o STF não pode agir de ofício, ou seja, ele não pode começar uma ação de inconstitucionalidade. Ele depende da propositura da ação. E isto somente pode ser feito pelos legitimados pela Constituição...

Como o Ministro Marco Aurélio não tem o que fazer e sendo ele uma pessoa que gosta muito de trabalhar, ele fica procurando arranjar afazeres para ele e para os seus colegas. Então ele vai na mídia e fala: se alguém propor a ação, nóis dirruba...". Logo, os legitimados pela Constituição, incitados pelo "nóis dirruba" do Ministro, crescem o olho, ou seja, falam baixinho: "UUUUhhhhhmmmm, que interessantiiii !!! É um caso ganhuuuu !!! A sentença já foi dada !!! É só apresentá que eis dirrubam !!! Vamuuu apresentá, uai !!!". E assim, o círculo se fecha e o plano do Ministro se concretiza.

Este plano se chama incitação a Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e é o segundo método que o STF utiliza para governar. O primeiro método sãos as ameaças que impedem o governo de praticar certos atos. Por exemplo, "não mexam com os crimes da ditadura", etc.

Portanto, no Brasil, o STF julga, legisla e governa. Além disso, o Supremo Tribunal tem ares de império e o imperador, como disse, se chama Marco Aurélio...

Pare e pense um pouco: o que acontecerá na sociedade se os Magistrados começarem a ir nos jornais incitar a propositura de ação e a prolatarem sentenças antes de analisarem os casos...

Certamente, ocorrerá um caos social, primeiro porque o número de ações vai crescer exponencialmente; segundo porque haverá uma completa perda da imparcialidade do órgão julgador. Os juízes vão julgar as sentenças que eles pediram para propor. Logo, a sentença é aquela que foi prolatada quando fizeram o pedido. Ao invés da parte pedir ao Magistrado, agora é o Magistrado que está pedindo para parte... Isso é coisa de gente Macunaíma !!!
O truque do Ministro Marco Aurélio
O truque do Ministro Marco Aurélio se chama incitação a adin. A coisa funciona da seguinte maneira: o STF não pode agir de ofício, ou seja, ele não pode começar uma ação de inconstitucionalidade. Ele depende da propositura da ação. E isto somente pode ser feito pelos legitimados pela Constituição...

Como o Ministro Marco Aurélio não tem o que fazer e sendo ele uma pessoa que gosta muito de trabalhar, ele fica procurando arranjar afazeres para ele e para os seus colegas. Então ele vai na mídia e fala: se alguém propor a ação, nóis dirruba...". Logo, os legitimados pela Constituição, incitados pelo "nóis dirruba" do Ministro, crescem o olho, ou seja, falam baixinho: "UUUUhhhhhmmmm, que interessantiiii !!! É um caso ganhuuuu !!! A sentença já foi dada !!! É só apresentá que eis dirrubam !!! Vamuuu apresentá, uai !!!". E assim, o círculo se fecha e o plano do Ministro se concretiza.

Este plano se chama incitação a Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e é o segundo método que o STF utiliza para governar. O primeiro método sãos as ameaças que impedem o governo de praticar certos atos. Por exemplo, "não mexam com os crimes da ditadura", etc.

Portanto, no Brasil, o STF julga, legisla e governa. Além disso, o Supremo Tribunal tem ares de império e o imperador, como disse, se chama Marco Aurélio...

Pare e pense um pouco: o que acontecerá na sociedade se os Magistrados começarem a ir nos jornais incitar a propositura de ação e a prolatarem sentenças antes de analisarem os casos...

Certamente, ocorrerá um caos social, primeiro porque o número de ações vai crescer exponencialmente; segundo porque haverá uma completa perda da imparcialidade do órgão julgador. Os juízes vão julgar as sentenças que eles pediram para propor. Logo, a sentença é aquela que foi prolatada quando fizeram o pedido. Ao invés da parte pedir ao Magistrado, agora é o Magistrado que está pedindo para parte... Isso é coisa de gente Macunaíma !!!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Uma coisa que eu me pergunto
Quantos tucanos e gente do PFL estão infiltrados na estrutura do Estado, ou seja, na administração pública ? Por exemplo, na Polícia Federal. Você lembra do delegado tucano que fotografou o monte de dinheiro para ferrar o PT ?

E na ABIN, existem muitos arapongas tucanos em serviço ? Você lembra que a história do mensalão petista começou com arapongas da ABIN ? E o mensalão tucano, por que não começou com arapongas da ABIN ? Eles não sabiam ou apenas agem para ferrar o PT ?

E os arapongas da ditadura, continuam em operação, subiram de cargo, onde eles estão, fazendo o quê ? Isto também me interessa e muito...

Além disso, os arapongas tem mania de vazar informações privilegiadas para jornais, tramar ardis contra altas autoridades, grampear sem autorização, vender informações, etc... Dizem que o caso Palocci foi trama de araponga tucano.

Há um bom tempo estou de olho nestas ações, estou mirando as camuflagens, vendo as inteligações, as conspirações e fazendo alguns testes de checagem.

O serviço secreto, sem um controle forte da lei sobre ele, é um risco para a Democracia e para o Estado de Direito. Eles podem neutralizar completamente as autoridades democráticas e tomar conta do Estado, estabelecendo uma sangrenta ditadura sobre a população.

O totalitarismo necessita de um serviço secreto forte.
Uma coisa que eu me pergunto
Quantos tucanos e gente do PFL estão infiltrados na estrutura do Estado, ou seja, na administração pública ? Por exemplo, na Polícia Federal. Você lembra do delegado tucano que fotografou o monte de dinheiro para ferrar o PT ?

E na ABIN, existem muitos arapongas tucanos em serviço ? Você lembra que a história do mensalão petista começou com arapongas da ABIN ? E o mensalão tucano, por que não começou com arapongas da ABIN ? Eles não sabiam ou apenas agem para ferrar o PT ?

E os arapongas da ditadura, continuam em operação, subiram de cargo, onde eles estão, fazendo o quê ? Isto também me interessa e muito...

Além disso, os arapongas tem mania de vazar informações privilegiadas para jornais, tramar ardis contra altas autoridades, grampear sem autorização, vender informações, etc... Dizem que o caso Palocci foi trama de araponga tucano.

Há um bom tempo estou de olho nestas ações, estou mirando as camuflagens, vendo as inteligações, as conspirações e fazendo alguns testes de checagem.

O serviço secreto, sem um controle forte da lei sobre ele, é um risco para a Democracia e para o Estado de Direito. Eles podem neutralizar completamente as autoridades democráticas e tomar conta do Estado, estabelecendo uma sangrenta ditadura sobre a população.

O totalitarismo necessita de um serviço secreto forte.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Para quem o Presidente Lula está governando e para onde ele está olhando

Ao ler as últimas palavras do Presidente Lula sobre a Bolívia e sobre o Hugo Chavez, eu fico me perguntando: para quem o Presidente Lula governa ? Ao governar o Brasil, para onde o Presidente Lula olha ? Eu não consigo captar o foco do olhar do Presidente. Parece-me que ele olha para todos os lugares e esquece de olhar para o principal: o futuro, para as próximas gerações.

Os elogios do Presidente Lula para o Hugo Chavez não lhe trará maiores problemas. O mandato do Presidente Lula termina em 2010, daqui a 3 anos. Porém, os próximos presidentes é que enfrentarão o Chavez ditador, tirano, sanguinário, expansionista e imperialista. Somos nós, Presidente, somos nós que sonhamos governar o Brasil um dia que teremos que enfrentar e conter a ditadura do Chavez. Ditadura que hoje é apenas um bebê.

O Presidente Lula sai daqui a 3 anos e o Chavez continuará indefinidamente, causando um grande mal para todos. Até chegar o dia que não teremos mais saída: invadiremos a Venezuela e derrubaremos o Chavez...

O mesmo ocorre com a Bolívia. Precisamos do gás, mas sabemos que a Bolívia nós vê como imperialista, etc... Mais cedo ou mais tarde irão expulsar a Petrobrás novamente, assim como surrupiar os recursos investidos. Hoje o Presidente Lula tem paciência e tolera o índio doido, mas e os futuros presidentes do Brasil ? Eles irão tolerar esse tipo de coisa ou irão invadir e anexar a Bolívia para resolver o problema do gás ? A Petrobrás tem que encontrar outras saídas que não gerem dependência. Saídas que nos permita escolher entre uma coisa ou outra, sem nos prejudicar.

Algumas características são essenciais para um governante. Dentre essas características, eu assinalo algumas: retidão, ética, cumprir o que diz, visão de futuro, compromisso com a coletividade, com a Democracia e com o Estado de Direito. Isso não se aplica só ao governante, mas a todos os administradores públicos. Quem não tem essas características não deve assumir cargos decisórios ou lideranças....

O foco, Presidente, é o futuro e as próximas gerações. O futuro está sendo determinado pelas ações de hoje.
Para quem o Presidente Lula está governando e para onde ele está olhando

Ao ler as últimas palavras do Presidente Lula sobre a Bolívia e sobre o Hugo Chavez, eu fico me perguntando: para quem o Presidente Lula governa ? Ao governar o Brasil, para onde o Presidente Lula olha ? Eu não consigo captar o foco do olhar do Presidente. Parece-me que ele olha para todos os lugares e esquece de olhar para o principal: o futuro, para as próximas gerações.

Os elogios do Presidente Lula para o Hugo Chavez não lhe trará maiores problemas. O mandato do Presidente Lula termina em 2010, daqui a 3 anos. Porém, os próximos presidentes é que enfrentarão o Chavez ditador, tirano, sanguinário, expansionista e imperialista. Somos nós, Presidente, somos nós que sonhamos governar o Brasil um dia que teremos que enfrentar e conter a ditadura do Chavez. Ditadura que hoje é apenas um bebê.

O Presidente Lula sai daqui a 3 anos e o Chavez continuará indefinidamente, causando um grande mal para todos. Até chegar o dia que não teremos mais saída: invadiremos a Venezuela e derrubaremos o Chavez...

O mesmo ocorre com a Bolívia. Precisamos do gás, mas sabemos que a Bolívia nós vê como imperialista, etc... Mais cedo ou mais tarde irão expulsar a Petrobrás novamente, assim como surrupiar os recursos investidos. Hoje o Presidente Lula tem paciência e tolera o índio doido, mas e os futuros presidentes do Brasil ? Eles irão tolerar esse tipo de coisa ou irão invadir e anexar a Bolívia para resolver o problema do gás ? A Petrobrás tem que encontrar outras saídas que não gerem dependência. Saídas que nos permita escolher entre uma coisa ou outra, sem nos prejudicar.

Algumas características são essenciais para um governante. Dentre essas características, eu assinalo algumas: retidão, ética, cumprir o que diz, visão de futuro, compromisso com a coletividade, com a Democracia e com o Estado de Direito. Isso não se aplica só ao governante, mas a todos os administradores públicos. Quem não tem essas características não deve assumir cargos decisórios ou lideranças....

O foco, Presidente, é o futuro e as próximas gerações. O futuro está sendo determinado pelas ações de hoje.

domingo, 29 de abril de 2007

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Artigo sobre Ségolène e Hillary

Publicada em 28/04/2007 às 20h00m - O Globo Online

Por Mônica Leite Lessa

Ségolène Royal, candidata do Partido Socialista francês à presidência da república, pode tornar-se a primeira mulher presidente da França - país onde o direito ao voto/eleição de candidatas do sexo feminino entrou em vigor apenas após a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1945. Para além da expectativa de uma candidatura feminina com chances reais de vitória, soma-se o fato de que essa é também a possibilidade para o Partido Socialista de voltar à cena política após a humilhante derrota de 2002.

Do outro lado do Atlântico, Hillary Clinton vive atualmente o que Ségolène Royal vivenciou meses atrás: a luta dentro de seu próprio partido (Partido Democrata) para ser indicada como candidata à presidência da República em 2008. Observe-se que nos Estados Unidos o voto/eleição das mulheres entrou em vigor após a Primeira Guerra Mundial, em junho de 1919. Entretanto, com um quadro político bem mais conservador do que o francês, a "maior democracia do mundo" se destaca pelo bipartidarismo do resultado de suas eleições nas quais sempre se alternam o Partido Republicano e o Partido Democrata. Sem que isso incomode os analistas especializados ou suscite alguma crise no cenário politico norte-americano, a dobradinha entre o Elefante e o Burro tem agora um elemento novo: a primeira candidatura de uma mulher à Casa Branca.

O tabu de uma candidatura feminina ao posto máximo da nação será finalmente quebrado na França e/ou nos Estados Unidos ? Ambos os países estão bastante atrasados em relação à questão de gênero na política. Contudo, deve ser destacado, o governo socialista de François Mitterrand inovou ao nomear pela primeira vez na história da nação uma mulher como primeira-ministra, mas o governo de Edith Cresson foi também o mais curto da V República: durou apenas 11 meses. Outros países, tanto no Ocidente quanto no Oriente, há muito romperam com a primazia masculina na política. Por exemplo: Indira Ganhdi (Partido do Congresso) exerceu o cargo de primeira-ministra da Índia de 1966 a 1977 e de 1980 a 1984; Golda Meir foi eleita em Israel entre 1969 e 1974; de 1979 a 1990 Margareth Tatcher (Partido Conservador) esteve à frente da Inglaterra; Benazir Bhutto (Partido Socialista) foi eleita primeira-ministra do Pakistão em 1988; em 2000, Tarja Halonen (Partido Social Democrático) foi eleita presidente da Finlandia; Angela Merkel (Partido Democrata Cristão) foi eleita chanceler da Alemanha em 2005; Michelle Bachelet (Partido Socialista) foi eleita presidente do Chile em 2006. Se as mulheres já demonstraram que liderança política não é monopólio do sexo masculino, mas questão de competência e oportunidade política, porque a pátria dos Direitos do Homem e a "maior democracia do mundo" ainda não elegeram mulheres para a presidência da República é um mistério.

Talvez esse quadro mude em breve. Quem apostou na derrota do Partido Socialista francês desde o primeiro turno não levou em consideração o trauma de 2002, quando o Front National, partido de extrema-direita, chegou ao segundo turno derrotando o Partido Socialista, nem o descontentamento dos franceses com dois mandatos presidenciais da direita. A vontade da alternância ideológica, explicitada no primeiro turno das eleições 2007, é a única resposta para o Partido Socialista ir para o segundo turno ? Para muitos analistas sim porque consideram que a candidata socialista é dúbia em suas opiniões, assina um programa de governo incoerente com a ideologia que representa e, sobretudo, pouco factível. Para outros, ao contrário, Ségolène Royal faz a diferença enquanto candidata porque é tão preparada quanto seus concorrentes, representa os ideais socialistas renovados pragmaticamente à luz da realidade contemporânea e mostrou coragem ao enfrentar dentro do PS correligionários como Laurent Fabius e Dominique Strauss-Khan, ambos candidatos à indicação partidária para as eleições presidenciais. E ganhou.

A despeito de ser a 6ª nação mais rica do planeta (PIB-nominal) e a 7ª economia mundial (PIB-PPC), a França possui uma taxa de desemprego superior a 8%, a menor taxa de crescimento da União Européia (2%) e uma dívida interna em torno de 66% do PIB. Ao contrário de Nicolas Sarkozy, seu oponente de campanha nesse segundo turno das eleições, Ségolène Royal insiste que para reduzir os números negativos de sua economia a França não necessita abdicar de sua essência: solidariedade nacional ao invés da competitividade social; manutenção das 35 horas semanais de trabalho, conquista do governo Mitterrand; implantação de um salário mínimo europeu; manutenção do direito ao reagrupamento familiar dos imigrantes; reforma do FMI, do Banco Mundial e do Banco Central Europeu; referendo sobre novo texto que substitua a derrotada proposta da Constituição Européia. Ela também condenou repetidas vezes a postura "chauvinista" e "nacionalista" de Sarkozy, reafirmou que a União Européia é essencial para a França e defendeu o internacionalismo e a solidariedade como valores típicos da esquerda. Nesse sentido, ela atacou frontalmente a proposta de Sarkozy sobre a criação de um "Ministério da Imigração e da Identidade Nacional", bem como sobre a "imigração seletiva" e a "discriminação positiva" dos imigrantes.

Única candidata a lançar a proposta de uma iniciativa européia para a organização de uma conferência em prol da paz e da segurança no Oriente Médio, Ségolène Royal condenou a invasão do Iraque e afirmou seu distanciamento em relação à política norte-americana nessa região. A repercussão dessa posição foi grande e inegavelmente lhe creditou uma atitude de independência e autoridade que os franceses consideram indispensáveis a qualquer presidente da República. E, ao mesmo tempo, relembrou a criticada viagem do então ministro do Interior Nicolas Sarkozy ao presidente Bush, em setembro de 2006.

Por muitas razões Ségolène Royal está mais próxima de seu objetivo do que sua colega Hillary Cliton. Royal exerceu mais cargos na alta administração do Estado; recebeu o voto popular em mais mandatos; é diplomada por uma das mais prestigiosas instituições francesas, a École Nationale d'Administration, na qual é formada a elite política-administrativa do país; tem uma forte imagem de mulher independente porque permanece solteira, mas construiu uma família, composta de quatro filhos, com o mesmo companheiro com quem vive há mais de trinta anos; construiu sua carreira política sem a sombra de uma figura masculina; é conhecida pela defesa de suas posições dentro e fora do PS. Hillary Clinton, ao contrário, investiu mais na carreira política do marido; foi vitima de um escândalo pessoal impensável na França mas típico do puritanismo norte-americano; teve uma discreta atuação em seu primeiro mandato como senadora e, atualmente, é criticada por sua mudança de posição sobre a guerra no Iraque - ela votou pela invasão em 2003.

No próximo dia 6 de maio a França escolherá seu novo presidente. Apesar das sondagens serem favoráveis à Nicolas Sarkozy a candidata socialista continua crescendo nas pesquisas, multiplicando aparições e debates públicos e com isso demonstrando sua tenacidade e recursos políticos. Pode tornar-se a primeira mulher eleita presidente da França. Se isso acontecer ela promete que valores esquecidos serão ressucitados e um novo élan será dado à política francesa. E talvez sua eleição possa significar um grão de areia para a campanha da senadora Cliton. Tanto na França quanto nos Estados Unidos a representação feminina na política nacional tem aumentado decididamente indicando que o eleitorado é atualmente menos preconceituoso devido justamente à crescente presença das mulheres na sociedade civil. Esse último dado sem dúvida contribuiu para uma maior articulação e pressão das mulheres na arena política. Por fim, deve ser considerado que as forças políticas dos dois países devem inovar para, a longo prazo, não desaparecerem do horizonte político. E as mulheres podem representar o indispensável passaporte para o futuro.

Mônica Leite Lessa é professora de História da Uerj

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Artigo sobre Ségolène e Hillary

Publicada em 28/04/2007 às 20h00m - O Globo Online

Por Mônica Leite Lessa

Ségolène Royal, candidata do Partido Socialista francês à presidência da república, pode tornar-se a primeira mulher presidente da França - país onde o direito ao voto/eleição de candidatas do sexo feminino entrou em vigor apenas após a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1945. Para além da expectativa de uma candidatura feminina com chances reais de vitória, soma-se o fato de que essa é também a possibilidade para o Partido Socialista de voltar à cena política após a humilhante derrota de 2002.

Do outro lado do Atlântico, Hillary Clinton vive atualmente o que Ségolène Royal vivenciou meses atrás: a luta dentro de seu próprio partido (Partido Democrata) para ser indicada como candidata à presidência da República em 2008. Observe-se que nos Estados Unidos o voto/eleição das mulheres entrou em vigor após a Primeira Guerra Mundial, em junho de 1919. Entretanto, com um quadro político bem mais conservador do que o francês, a "maior democracia do mundo" se destaca pelo bipartidarismo do resultado de suas eleições nas quais sempre se alternam o Partido Republicano e o Partido Democrata. Sem que isso incomode os analistas especializados ou suscite alguma crise no cenário politico norte-americano, a dobradinha entre o Elefante e o Burro tem agora um elemento novo: a primeira candidatura de uma mulher à Casa Branca.

O tabu de uma candidatura feminina ao posto máximo da nação será finalmente quebrado na França e/ou nos Estados Unidos ? Ambos os países estão bastante atrasados em relação à questão de gênero na política. Contudo, deve ser destacado, o governo socialista de François Mitterrand inovou ao nomear pela primeira vez na história da nação uma mulher como primeira-ministra, mas o governo de Edith Cresson foi também o mais curto da V República: durou apenas 11 meses. Outros países, tanto no Ocidente quanto no Oriente, há muito romperam com a primazia masculina na política. Por exemplo: Indira Ganhdi (Partido do Congresso) exerceu o cargo de primeira-ministra da Índia de 1966 a 1977 e de 1980 a 1984; Golda Meir foi eleita em Israel entre 1969 e 1974; de 1979 a 1990 Margareth Tatcher (Partido Conservador) esteve à frente da Inglaterra; Benazir Bhutto (Partido Socialista) foi eleita primeira-ministra do Pakistão em 1988; em 2000, Tarja Halonen (Partido Social Democrático) foi eleita presidente da Finlandia; Angela Merkel (Partido Democrata Cristão) foi eleita chanceler da Alemanha em 2005; Michelle Bachelet (Partido Socialista) foi eleita presidente do Chile em 2006. Se as mulheres já demonstraram que liderança política não é monopólio do sexo masculino, mas questão de competência e oportunidade política, porque a pátria dos Direitos do Homem e a "maior democracia do mundo" ainda não elegeram mulheres para a presidência da República é um mistério.

Talvez esse quadro mude em breve. Quem apostou na derrota do Partido Socialista francês desde o primeiro turno não levou em consideração o trauma de 2002, quando o Front National, partido de extrema-direita, chegou ao segundo turno derrotando o Partido Socialista, nem o descontentamento dos franceses com dois mandatos presidenciais da direita. A vontade da alternância ideológica, explicitada no primeiro turno das eleições 2007, é a única resposta para o Partido Socialista ir para o segundo turno ? Para muitos analistas sim porque consideram que a candidata socialista é dúbia em suas opiniões, assina um programa de governo incoerente com a ideologia que representa e, sobretudo, pouco factível. Para outros, ao contrário, Ségolène Royal faz a diferença enquanto candidata porque é tão preparada quanto seus concorrentes, representa os ideais socialistas renovados pragmaticamente à luz da realidade contemporânea e mostrou coragem ao enfrentar dentro do PS correligionários como Laurent Fabius e Dominique Strauss-Khan, ambos candidatos à indicação partidária para as eleições presidenciais. E ganhou.

A despeito de ser a 6ª nação mais rica do planeta (PIB-nominal) e a 7ª economia mundial (PIB-PPC), a França possui uma taxa de desemprego superior a 8%, a menor taxa de crescimento da União Européia (2%) e uma dívida interna em torno de 66% do PIB. Ao contrário de Nicolas Sarkozy, seu oponente de campanha nesse segundo turno das eleições, Ségolène Royal insiste que para reduzir os números negativos de sua economia a França não necessita abdicar de sua essência: solidariedade nacional ao invés da competitividade social; manutenção das 35 horas semanais de trabalho, conquista do governo Mitterrand; implantação de um salário mínimo europeu; manutenção do direito ao reagrupamento familiar dos imigrantes; reforma do FMI, do Banco Mundial e do Banco Central Europeu; referendo sobre novo texto que substitua a derrotada proposta da Constituição Européia. Ela também condenou repetidas vezes a postura "chauvinista" e "nacionalista" de Sarkozy, reafirmou que a União Européia é essencial para a França e defendeu o internacionalismo e a solidariedade como valores típicos da esquerda. Nesse sentido, ela atacou frontalmente a proposta de Sarkozy sobre a criação de um "Ministério da Imigração e da Identidade Nacional", bem como sobre a "imigração seletiva" e a "discriminação positiva" dos imigrantes.

Única candidata a lançar a proposta de uma iniciativa européia para a organização de uma conferência em prol da paz e da segurança no Oriente Médio, Ségolène Royal condenou a invasão do Iraque e afirmou seu distanciamento em relação à política norte-americana nessa região. A repercussão dessa posição foi grande e inegavelmente lhe creditou uma atitude de independência e autoridade que os franceses consideram indispensáveis a qualquer presidente da República. E, ao mesmo tempo, relembrou a criticada viagem do então ministro do Interior Nicolas Sarkozy ao presidente Bush, em setembro de 2006.

Por muitas razões Ségolène Royal está mais próxima de seu objetivo do que sua colega Hillary Cliton. Royal exerceu mais cargos na alta administração do Estado; recebeu o voto popular em mais mandatos; é diplomada por uma das mais prestigiosas instituições francesas, a École Nationale d'Administration, na qual é formada a elite política-administrativa do país; tem uma forte imagem de mulher independente porque permanece solteira, mas construiu uma família, composta de quatro filhos, com o mesmo companheiro com quem vive há mais de trinta anos; construiu sua carreira política sem a sombra de uma figura masculina; é conhecida pela defesa de suas posições dentro e fora do PS. Hillary Clinton, ao contrário, investiu mais na carreira política do marido; foi vitima de um escândalo pessoal impensável na França mas típico do puritanismo norte-americano; teve uma discreta atuação em seu primeiro mandato como senadora e, atualmente, é criticada por sua mudança de posição sobre a guerra no Iraque - ela votou pela invasão em 2003.

No próximo dia 6 de maio a França escolherá seu novo presidente. Apesar das sondagens serem favoráveis à Nicolas Sarkozy a candidata socialista continua crescendo nas pesquisas, multiplicando aparições e debates públicos e com isso demonstrando sua tenacidade e recursos políticos. Pode tornar-se a primeira mulher eleita presidente da França. Se isso acontecer ela promete que valores esquecidos serão ressucitados e um novo élan será dado à política francesa. E talvez sua eleição possa significar um grão de areia para a campanha da senadora Cliton. Tanto na França quanto nos Estados Unidos a representação feminina na política nacional tem aumentado decididamente indicando que o eleitorado é atualmente menos preconceituoso devido justamente à crescente presença das mulheres na sociedade civil. Esse último dado sem dúvida contribuiu para uma maior articulação e pressão das mulheres na arena política. Por fim, deve ser considerado que as forças políticas dos dois países devem inovar para, a longo prazo, não desaparecerem do horizonte político. E as mulheres podem representar o indispensável passaporte para o futuro.

Mônica Leite Lessa é professora de História da Uerj