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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Ameaça fantasma - Star Wars I
A República não é mais o que era antes. O Senado só tem representantes ganaciosos e briguentos. Não há o mero interesse no bem comum.

Além disso, o Chanceler tem pouco poder e está minado por acusações infundadas de corrupção. Os burocratas comandam. Eles dominam a República e estão na folha de pagamento da Federação Comercial. Formam comissão para tudo. Comissões que não funcionam e não decidem nada. Comissões que se perdem em discussões irrelevantes.

Para resolver o problema é preciso forçar a eleição de um Chanceler mais forte (centralização de poder). Um Chanceler que possa controlar os burocratas e fazer justiça.

Isto abre as portas para o fim da República e instalação do império. A corrupção dos burocratas e dos senadores obriga a centralização do poder nas mãos do Chanceler. E a centralização do poder destrói o que restou da República e levanta o império.
Ameaça fantasma - Star Wars I
A República não é mais o que era antes. O Senado só tem representantes ganaciosos e briguentos. Não há o mero interesse no bem comum.

Além disso, o Chanceler tem pouco poder e está minado por acusações infundadas de corrupção. Os burocratas comandam. Eles dominam a República e estão na folha de pagamento da Federação Comercial. Formam comissão para tudo. Comissões que não funcionam e não decidem nada. Comissões que se perdem em discussões irrelevantes.

Para resolver o problema é preciso forçar a eleição de um Chanceler mais forte (centralização de poder). Um Chanceler que possa controlar os burocratas e fazer justiça.

Isto abre as portas para o fim da República e instalação do império. A corrupção dos burocratas e dos senadores obriga a centralização do poder nas mãos do Chanceler. E a centralização do poder destrói o que restou da República e levanta o império.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

A corrupção das instituições e a instalação do império
Observe que a República é uma construção humana recentíssima e com pouco uso, enquanto que o império é uma forma de governo com mais de 4000 anos e com uso intenso pelas sociedades humanas.
Eu disse que a corrupção das instituições leva, necessariamente, à instalação de um império, ou uma ditadura. Certamente, muitos não gostaram de ler isto, pois pensam que a República e a Democracia possuem mecanismos internos capazes de curar o mal que a corrói. Contudo, quem pensa desta forma está errado, pois a corrupção é um câncer maligno que se alastra por todo o organismo, destruindo-o e matando-o.

Somente a centralização do poder, nas mãos de um líder, ações arbitrárias e o uso da força, simultaneamente, podem restabelecer os princípios da República e curar o mal, ou seja, limpar as instituições públicas. Fora isto, todas as demais instâncias do poder estão contaminadas e possuídas pela corrupção.

Um legislativo corrupto produz leis corruptas. Um judiciário corrupto legitima e aplica as leis corruptas. Um executivo corrupto governa corruptamente. Uma mídia corrupta dá ares de normalidade a tudo. E se tudo estiver corrompido, o sistema se fecha sobre si mesmo. Logo, a única forma de destruí-lo é centralizando o poder em um líder que não seja corrupto e que tenha força e poder suficiente para enfrentar os corruptos e a corrupção, destruindo o sistema que instalaram para dominar, explorar e excluir a população.

Pessoas corruptas podem ser combatidas. Instituições corruptas não podem, pois são as instituições que regulam e legitimam o uso da força. Logo, elas não agirão contra si mesmas, ou seja, estão tomadas e possuídas pela corrupção. Por isso, a essência do sistema não pode ser contaminada, as instituições não podem ser transformadas no mal, ou seja, em um instrumento de dominação, controle e opressão; a lei não pode emanar da corrupção, não pode banalizar a coletividade e os seres humanos.

A lei deve representar a vontade da maioria, a vontade do Povo, não a vontade da classe dominante, dos ricos e dos poderosos. A democracia representativa é isto. É democracia da classe dominante, é democracia de rico, é democracia dos poderosos. Não há vontade popular na democracia representativa. Há apenas vontade da classe dominante.

A corrupção na República é alimentada e construída pela classe dominante, pois os corruptos são, em sua maioria, da classe dominante. E os corruptores são todos da classe dominante. Percebam que a corrupção é um negócio de família que envolve membros da mesma classe. Contudo, o objeto negociado não lhes pertence. O objeto da corrupção é o interesse público, é a vontade popular. São recursos públicos que são desviados. São bens públicos que são privatizados. São normas do sistema coletivo de governo que são violadas.

Resumindo, o poder pertence ao Povo e emana do Povo. Contudo, a classe dominante conseguir se infiltrar neste poder, por meio da democracia representativa, e tomá-lo para si, construindo um império dissimulado dentro de uma República Democrática, escondendo e passando os seus interesses particulares dentro de normas que vendem como sendo de interesse público. A casca da norma é interesse público, mas o miolo, o interior da norma, é interesse da classe dominante.

Contudo, a classe dominante somente consegue controlar e dominar o sistema, enquanto as pessoas acreditarem na falsa idéia de participação popular em democracia representativa. Quando houver esclarecimento suficiente de que a democracia representativa é democracia da classe dominante, de que a corrupção é um negócio de família da classe dominante e de que somos escravos dentro deste sistema opressor, explorador e excludente, as cadeias serão abertas e as instituições corruptas quebrarão.

Nesta hora a República cai e o império se levanta. A fé na República é enterrada junto com a classe dominante, ou seja, a República passa a ser identificada como mecanismo de dominação dos grupos dominantes. Um mecanismo criado para escravizar, explorar e excluir dissimuladamente.

Quanto mais enfraquecem e corrompem a República, mais se aproxima o imperio.
A corrupção das instituições e a instalação do império
Observe que a República é uma construção humana recentíssima e com pouco uso, enquanto que o império é uma forma de governo com mais de 4000 anos e com uso intenso pelas sociedades humanas.
Eu disse que a corrupção das instituições leva, necessariamente, à instalação de um império, ou uma ditadura. Certamente, muitos não gostaram de ler isto, pois pensam que a República e a Democracia possuem mecanismos internos capazes de curar o mal que a corrói. Contudo, quem pensa desta forma está errado, pois a corrupção é um câncer maligno que se alastra por todo o organismo, destruindo-o e matando-o.

Somente a centralização do poder, nas mãos de um líder, ações arbitrárias e o uso da força, simultaneamente, podem restabelecer os princípios da República e curar o mal, ou seja, limpar as instituições públicas. Fora isto, todas as demais instâncias do poder estão contaminadas e possuídas pela corrupção.

Um legislativo corrupto produz leis corruptas. Um judiciário corrupto legitima e aplica as leis corruptas. Um executivo corrupto governa corruptamente. Uma mídia corrupta dá ares de normalidade a tudo. E se tudo estiver corrompido, o sistema se fecha sobre si mesmo. Logo, a única forma de destruí-lo é centralizando o poder em um líder que não seja corrupto e que tenha força e poder suficiente para enfrentar os corruptos e a corrupção, destruindo o sistema que instalaram para dominar, explorar e excluir a população.

Pessoas corruptas podem ser combatidas. Instituições corruptas não podem, pois são as instituições que regulam e legitimam o uso da força. Logo, elas não agirão contra si mesmas, ou seja, estão tomadas e possuídas pela corrupção. Por isso, a essência do sistema não pode ser contaminada, as instituições não podem ser transformadas no mal, ou seja, em um instrumento de dominação, controle e opressão; a lei não pode emanar da corrupção, não pode banalizar a coletividade e os seres humanos.

A lei deve representar a vontade da maioria, a vontade do Povo, não a vontade da classe dominante, dos ricos e dos poderosos. A democracia representativa é isto. É democracia da classe dominante, é democracia de rico, é democracia dos poderosos. Não há vontade popular na democracia representativa. Há apenas vontade da classe dominante.

A corrupção na República é alimentada e construída pela classe dominante, pois os corruptos são, em sua maioria, da classe dominante. E os corruptores são todos da classe dominante. Percebam que a corrupção é um negócio de família que envolve membros da mesma classe. Contudo, o objeto negociado não lhes pertence. O objeto da corrupção é o interesse público, é a vontade popular. São recursos públicos que são desviados. São bens públicos que são privatizados. São normas do sistema coletivo de governo que são violadas.

Resumindo, o poder pertence ao Povo e emana do Povo. Contudo, a classe dominante conseguir se infiltrar neste poder, por meio da democracia representativa, e tomá-lo para si, construindo um império dissimulado dentro de uma República Democrática, escondendo e passando os seus interesses particulares dentro de normas que vendem como sendo de interesse público. A casca da norma é interesse público, mas o miolo, o interior da norma, é interesse da classe dominante.

Contudo, a classe dominante somente consegue controlar e dominar o sistema, enquanto as pessoas acreditarem na falsa idéia de participação popular em democracia representativa. Quando houver esclarecimento suficiente de que a democracia representativa é democracia da classe dominante, de que a corrupção é um negócio de família da classe dominante e de que somos escravos dentro deste sistema opressor, explorador e excludente, as cadeias serão abertas e as instituições corruptas quebrarão.

Nesta hora a República cai e o império se levanta. A fé na República é enterrada junto com a classe dominante, ou seja, a República passa a ser identificada como mecanismo de dominação dos grupos dominantes. Um mecanismo criado para escravizar, explorar e excluir dissimuladamente.

Quanto mais enfraquecem e corrompem a República, mais se aproxima o imperio.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A República, a Vingança dos Sith e os Cavaleiros Jedi:
O que teremos que fazer para impedir que o Senado destrua a República .
( ) Greve de fome coletiva -- modelo Dom Cappio;
( ) fundar um grupo de Cavaleiros Jedi para defender a República;
( ) Atentados contínuos contra o edifício do Senado -- modelo 11 de setembro;
( ) Assassinato seletivo contínuo de senadores -- modelo John Kennedy;
( ) Tomar o poder e fuzilar todos os senadores de uma vez;
( ) Todas as hipóteses anteriores.

O Senado é inimigo da República e os Senadores corruptos irão destruí-la. Só há uma saída. Lembre-se do quadro de Jacques Louis David (1748-1825):

(...) quadro Os Litores Levam ao Cônsul Brutus os Corpos de seus Filhos, que hoje está no Museu do Louvre. Todo espectador culto entende de imediato o sentido da obra. Refere-se a um episódio de Roma antiga, depois de expulso o último rei e proclamada a República. Brutus era um dos dois cônsules eleitos anualmente e que exerciam, em conjunto, o poder executivo. Seus filhos, porém, conspiraram para restaurar a dinastia dos Tarqüínios – uma dinastia etrusca, portanto de origem externa à cidade – e foram presos.

O próprio pai os condena à morte. Na sua função pública, não poderia agir de outro modo. No quadro, vemos ao fundo os cadáveres, com as mulheres soltando todo o desespero, toda a dor pela morte dos rapazes. No primeiro plano, o cônsul, em silêncio, meditando – e na sua forma discreta, máscula, condensada, sentindo imensa dor. (Texto completo)

Se o próprio pai matou os filhos para salvar a República, por que nós deixaremos que os corruptos destruam a nossa República ? Quando o mal é grande e não pode ser contido, somente um mal maior poderá detê-lo. Somente a força pode parar a força. Somente a violência pode quebrar a dominação e o controle...

E se a República atual tornou-se o mal que devemos combater e destruir ? E se as autoridades públicas atuais, incluindo os senadores, forem nossos inimigos ocultos e os Sith que querem transformar a República em um império ? E se a República atual já for um império dos grupos dominantes sobre a maioria da população, contudo ela está tão camuflada que nós pensamos ser uma República ? Só há um caminho: iniciar uma guerra civil.

A corrupção do Senado leva, necessariamente, a um império, ou então, a corrupção do Senado mantém em funcionamento um império dissimulado. E não há trinunais, neste país, capaz julgar senadores corruptos, ou restabelecer os princípios da República, pois os tribunais e os juízes são controlado pelos corruptos... O Renan está rindo da nossa cara... Tiraram R$ 40.000.000.000,00 de projetos sociais e da saúde e estão rindo de nossa cara...Alguém terá que fazer justiça. Nós teremos que fazer justiça !!!

Eu estou, como sempre estive, pronto para iniciar e comandar uma guerra. Uma guerra para fazer justiça e lavar a nossa alma e as nossas mãos no sangue dos opressores !!! Uma guerra dos oprimidos, dos explorados, dos excluídos contra os corruptos, os grupos dominantes, os ricos. Preciso apenas reunir pessoas dispostas e com coragem para enfrentar um inimigo milhares de vezes maior e mais poderoso do que nós. Temos apenas nossa inteligência e tecnologia para enfrentá-los e destruí-los.

E, certamente, venceremos, pois temos uma coisa que eles não tem: o desejo de vingança que corrói a nossa alma, o desejo de acabar com a exploração, com a opressão e com a exclusão, a vontade firme de estabelecer definitivamente o governo da maioria, governo da coletividade, no Brasil e acabar com o governo dos ricos, dos grupos dominantes, sobre a maioria, sobre a coletividade...

Talvez não seja mais possível salvar a República. E a vinda do império seja inevitável, ou então, o império dos grupos dominantes já está instalado sobre nós, apenas não vemos a sua estrutura, mas ele já domina e controla tudo. De uma forma ou de outra, nós somos a esperança e o futuro. Eles são o passado e a decadência. Nós iremos, certamente, enterrá-los.

Lembre-se: nós somos a maioria e o poder pertence a nós, não a eles. Eles são usurpadores e destruidores da República. Eles nos excluíram. Eles são opressores, exploradores e senhores de escravo. Nós somos os escravos. A escravidão, a dominação e a opressão somente acabará quando não existir mais senhores de escravos !!! A escravidão, a dominação e a opressão somente acabará quando não existir mais senhores de escravos !!!

Eles são os Sith, nós os Cavaleiros Jedi !!!
A República, a Vingança dos Sith e os Cavaleiros Jedi:
O que teremos que fazer para impedir que o Senado destrua a República .
( ) Greve de fome coletiva -- modelo Dom Cappio;
( ) fundar um grupo de Cavaleiros Jedi para defender a República;
( ) Atentados contínuos contra o edifício do Senado -- modelo 11 de setembro;
( ) Assassinato seletivo contínuo de senadores -- modelo John Kennedy;
( ) Tomar o poder e fuzilar todos os senadores de uma vez;
( ) Todas as hipóteses anteriores.

O Senado é inimigo da República e os Senadores corruptos irão destruí-la. Só há uma saída. Lembre-se do quadro de Jacques Louis David (1748-1825):

(...) quadro Os Litores Levam ao Cônsul Brutus os Corpos de seus Filhos, que hoje está no Museu do Louvre. Todo espectador culto entende de imediato o sentido da obra. Refere-se a um episódio de Roma antiga, depois de expulso o último rei e proclamada a República. Brutus era um dos dois cônsules eleitos anualmente e que exerciam, em conjunto, o poder executivo. Seus filhos, porém, conspiraram para restaurar a dinastia dos Tarqüínios – uma dinastia etrusca, portanto de origem externa à cidade – e foram presos.

O próprio pai os condena à morte. Na sua função pública, não poderia agir de outro modo. No quadro, vemos ao fundo os cadáveres, com as mulheres soltando todo o desespero, toda a dor pela morte dos rapazes. No primeiro plano, o cônsul, em silêncio, meditando – e na sua forma discreta, máscula, condensada, sentindo imensa dor. (Texto completo)

Se o próprio pai matou os filhos para salvar a República, por que nós deixaremos que os corruptos destruam a nossa República ? Quando o mal é grande e não pode ser contido, somente um mal maior poderá detê-lo. Somente a força pode parar a força. Somente a violência pode quebrar a dominação e o controle...

E se a República atual tornou-se o mal que devemos combater e destruir ? E se as autoridades públicas atuais, incluindo os senadores, forem nossos inimigos ocultos e os Sith que querem transformar a República em um império ? E se a República atual já for um império dos grupos dominantes sobre a maioria da população, contudo ela está tão camuflada que nós pensamos ser uma República ? Só há um caminho: iniciar uma guerra civil.

A corrupção do Senado leva, necessariamente, a um império, ou então, a corrupção do Senado mantém em funcionamento um império dissimulado. E não há trinunais, neste país, capaz julgar senadores corruptos, ou restabelecer os princípios da República, pois os tribunais e os juízes são controlado pelos corruptos... O Renan está rindo da nossa cara... Tiraram R$ 40.000.000.000,00 de projetos sociais e da saúde e estão rindo de nossa cara...Alguém terá que fazer justiça. Nós teremos que fazer justiça !!!

Eu estou, como sempre estive, pronto para iniciar e comandar uma guerra. Uma guerra para fazer justiça e lavar a nossa alma e as nossas mãos no sangue dos opressores !!! Uma guerra dos oprimidos, dos explorados, dos excluídos contra os corruptos, os grupos dominantes, os ricos. Preciso apenas reunir pessoas dispostas e com coragem para enfrentar um inimigo milhares de vezes maior e mais poderoso do que nós. Temos apenas nossa inteligência e tecnologia para enfrentá-los e destruí-los.

E, certamente, venceremos, pois temos uma coisa que eles não tem: o desejo de vingança que corrói a nossa alma, o desejo de acabar com a exploração, com a opressão e com a exclusão, a vontade firme de estabelecer definitivamente o governo da maioria, governo da coletividade, no Brasil e acabar com o governo dos ricos, dos grupos dominantes, sobre a maioria, sobre a coletividade...

Talvez não seja mais possível salvar a República. E a vinda do império seja inevitável, ou então, o império dos grupos dominantes já está instalado sobre nós, apenas não vemos a sua estrutura, mas ele já domina e controla tudo. De uma forma ou de outra, nós somos a esperança e o futuro. Eles são o passado e a decadência. Nós iremos, certamente, enterrá-los.

Lembre-se: nós somos a maioria e o poder pertence a nós, não a eles. Eles são usurpadores e destruidores da República. Eles nos excluíram. Eles são opressores, exploradores e senhores de escravo. Nós somos os escravos. A escravidão, a dominação e a opressão somente acabará quando não existir mais senhores de escravos !!! A escravidão, a dominação e a opressão somente acabará quando não existir mais senhores de escravos !!!

Eles são os Sith, nós os Cavaleiros Jedi !!!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O que fazer ? O que fazer ?
Eu tenho compromisso com a coletividade, ou seja, com a maioria da população. E, ao longo dos últimos anos, não vejo nenhuma saída, sem violência, para quebrar a dominação, a opressão, a exploração e a exclusão da maioria dos brasileiros.

Assisto, diariamente, grandes demonstrações do predomínio dos interesses privados, interesses de pequenos grupos dominantes, sobre o interesse público, sobre os interesses da coletividade. Vejo autoridades públicas decidindo em benefício próprio e contra a vontade da maioria dos brasileiros. Vejo o lucro derrogando a vida. A sede de poder e ambição se sobrepondo à Lei e ao Direito.

Usam as instituições para legitimar a opressão, a exploração e a exclusão. Cobrem-se com o manto da falsidade e da hipocrisia e buscam minar, descaracterizar e deslegitimar todo discurso público em prol da república, da democracia e da coletividade.

Oprimem, exploram e excluem e quando são capturados e julgados por seus atos apelam para os Direitos Humanos, para a Lei e para o Direito. Instituições que, antes de serem capturados e julgados, violavam e desrespeitavam reinteradamente. Por que querem ser julgados de acordo com os Direitos Humanos, com a Lei e com o Direito, se não julgam obedecendo aos Direitos Humanos, à Lei e ao Direito ?

Atacam os movimentos sociais com a Polícia e com o Judiciário, matam aos montes nas periferias e quando são vítimas de sequestros, roubos e assassinatos, uma resposta dos oprimidos, dos explorados e dos excluídos, contra a dominação, as desigualdades sociais, as violações de Direitos Humanos, etc; reclamam, gritam e pedem Justiça. Quem pratica a violência, necessariamente, recebe violência. Isto é uma lei universal. Logo, mais certo ou mais tarde, alguém se levantará para praticar contra os malfeitores, o mal que plantaram com suas ações.

Pedem Justiça, mas não são justos. Pedem Direitos Humanos, mas violam os Direitos Humanos. Pedem obediência à Lei, mas vivem da violação da Lei. Pedem que prevaleça o Estado de Direito, mas trabalham contra os Princípios do Direito.

Eu tenho um compromisso com os de baixo, com os oprimidos, explorados e excluídos. Um compromisso para acabar com as desigualdades e com a dominação. Um compromisso que não descarta o uso da violência e nem do terrorismo como caminho para elevar e estabelecer a vontade da maioria sobre os grupos dominantes. Algumas vezes a única forma de se atingir o poder que escraviza e domina a coletividade é agindo com violência contra os detentores desse poder.

Não há dúvida, as monstruosidades que os grupos dominantes espalham e promovem geram monstros que os devorará, um após o outro, até o último deles. A violência pode ser usada para o bem e, muitas vezes, a violência é o único caminho para se estabelecer Justiça entre os homens, para fazer prevalecer a vontade da coletividade sobre os interesses privados, para inserir racionalidade no sistema.

Contudo, os grupos dominantes não acreditam nisso. Eles pensam que fizeram uma lavagem cerebral eficientíssima nos excluídos e oprimidos. Acreditam que a coletividade, as pessoas comuns, pratica a não-violência, os Direitos Humanos, a Lei e o Direito e que ninguém ousará sair da redoma de mentiras para lutar contra a dominação e o controle. Contudo, dia após dia, sol após sol, mais e mais pessoas se convencem de que há algo de errado com este país, de que os discursos são hipócritas e mentirosos, a democracia representativa é a democracia dos grupos dominantes, a república foi corrompida e está encobrindo interesses privados.

Quanto mais pessoas verem isto, mais próximos estaremos de uma quebra do sistema. Uma quebra que pode caminhar e desembocar em um sistema totalitário, pois as instituições que tem força para impedir a instauração do totalitarismo foram corrompidas e se transformaram em instrumentos de opressão, exploração e exclusão.

Não precisamos de revolução, mas precisamos de mudanças efetivas e eficazes. Contudo, mudanças efetivas e eficazes, dada a estupidez e a irracionalidade dos grupos dominantes, só ocorrem com revolução e violência. Somente entregam o poder para a coletividade, para a maioria da população, quando suas cabeças começam a saltar na guilhotina.
O que fazer ? O que fazer ?
Eu tenho compromisso com a coletividade, ou seja, com a maioria da população. E, ao longo dos últimos anos, não vejo nenhuma saída, sem violência, para quebrar a dominação, a opressão, a exploração e a exclusão da maioria dos brasileiros.

Assisto, diariamente, grandes demonstrações do predomínio dos interesses privados, interesses de pequenos grupos dominantes, sobre o interesse público, sobre os interesses da coletividade. Vejo autoridades públicas decidindo em benefício próprio e contra a vontade da maioria dos brasileiros. Vejo o lucro derrogando a vida. A sede de poder e ambição se sobrepondo à Lei e ao Direito.

Usam as instituições para legitimar a opressão, a exploração e a exclusão. Cobrem-se com o manto da falsidade e da hipocrisia e buscam minar, descaracterizar e deslegitimar todo discurso público em prol da república, da democracia e da coletividade.

Oprimem, exploram e excluem e quando são capturados e julgados por seus atos apelam para os Direitos Humanos, para a Lei e para o Direito. Instituições que, antes de serem capturados e julgados, violavam e desrespeitavam reinteradamente. Por que querem ser julgados de acordo com os Direitos Humanos, com a Lei e com o Direito, se não julgam obedecendo aos Direitos Humanos, à Lei e ao Direito ?

Atacam os movimentos sociais com a Polícia e com o Judiciário, matam aos montes nas periferias e quando são vítimas de sequestros, roubos e assassinatos, uma resposta dos oprimidos, dos explorados e dos excluídos, contra a dominação, as desigualdades sociais, as violações de Direitos Humanos, etc; reclamam, gritam e pedem Justiça. Quem pratica a violência, necessariamente, recebe violência. Isto é uma lei universal. Logo, mais certo ou mais tarde, alguém se levantará para praticar contra os malfeitores, o mal que plantaram com suas ações.

Pedem Justiça, mas não são justos. Pedem Direitos Humanos, mas violam os Direitos Humanos. Pedem obediência à Lei, mas vivem da violação da Lei. Pedem que prevaleça o Estado de Direito, mas trabalham contra os Princípios do Direito.

Eu tenho um compromisso com os de baixo, com os oprimidos, explorados e excluídos. Um compromisso para acabar com as desigualdades e com a dominação. Um compromisso que não descarta o uso da violência e nem do terrorismo como caminho para elevar e estabelecer a vontade da maioria sobre os grupos dominantes. Algumas vezes a única forma de se atingir o poder que escraviza e domina a coletividade é agindo com violência contra os detentores desse poder.

Não há dúvida, as monstruosidades que os grupos dominantes espalham e promovem geram monstros que os devorará, um após o outro, até o último deles. A violência pode ser usada para o bem e, muitas vezes, a violência é o único caminho para se estabelecer Justiça entre os homens, para fazer prevalecer a vontade da coletividade sobre os interesses privados, para inserir racionalidade no sistema.

Contudo, os grupos dominantes não acreditam nisso. Eles pensam que fizeram uma lavagem cerebral eficientíssima nos excluídos e oprimidos. Acreditam que a coletividade, as pessoas comuns, pratica a não-violência, os Direitos Humanos, a Lei e o Direito e que ninguém ousará sair da redoma de mentiras para lutar contra a dominação e o controle. Contudo, dia após dia, sol após sol, mais e mais pessoas se convencem de que há algo de errado com este país, de que os discursos são hipócritas e mentirosos, a democracia representativa é a democracia dos grupos dominantes, a república foi corrompida e está encobrindo interesses privados.

Quanto mais pessoas verem isto, mais próximos estaremos de uma quebra do sistema. Uma quebra que pode caminhar e desembocar em um sistema totalitário, pois as instituições que tem força para impedir a instauração do totalitarismo foram corrompidas e se transformaram em instrumentos de opressão, exploração e exclusão.

Não precisamos de revolução, mas precisamos de mudanças efetivas e eficazes. Contudo, mudanças efetivas e eficazes, dada a estupidez e a irracionalidade dos grupos dominantes, só ocorrem com revolução e violência. Somente entregam o poder para a coletividade, para a maioria da população, quando suas cabeças começam a saltar na guilhotina.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

O levante autoritário e a Vingança dos Sith
Eu gosto de filmes de ficção (SCI-FI). E entre os filmes de ficção que eu já assisti, há um, inclusive acabei de rever algumas partes, que ilustra perfeitamente alguns fatos atuais. Este filme é o Star Wars III - A Vingança dos Sith. Ele mostra como Lord Sidious transformou a República em um Império e como Anakin Skywalker, um cavaleiro Jedi, se transformou no temível Darth Vader.

O que nós estamos vendo hoje por todos os lados. Estamos vendo várias tentativas, algumas ousadas demais, para transforma uma república democrática em um império. Não foi isto que aconteceu na Venezuela, que está acontecendo na Rússia, no Paquistão, etc ? Os presidentes enlouqueceram e querem poderes infinitos. Querem virar imperadores.

Assistam o filme e olhem para a realidade. Ficarão surpreso com a proximidade. A diferença entre ambos é o fato de Lord Sidious, no filme, usar a guerra para transformar a república em um império, enquanto na nossa atualidade estão usando a constituição.

Há um alinhamento pernicioso e diabólico entre o executivo, o legislativo e o judiciário. Um alinhamento que trabalha para corroer a Constituição Fundamental do Estado, inserindo, no texto constitucional, regras e medidas autoritárias. Por exemplo, reeleição infinita, eliminação de direitos fundamentais, etc... Querem transformar a Constituição Republicana e Democrática em um texto de opressão, tirania e autoritarismo.

É importante lembrar que a Constituição é um texto que nos salva da tirania do Estado e do governante. Já corromperam a democracia e a república e agora querem corromper a última barreira que protege os cidadãos e a coisa pública dos excessos do governante.

Mas este filme chamou a minha atenção, não só por este viés político, mas também pela história do jovem, Anakin Skywalker, que é sugado pelo lado sombrio da força por ardis de Lord Sidios, pelo medo de perder sua amada Padmé e por uma visão equivocada da República.

O mal tem muitos ardis e trama constantemente contra aqueles que trabalham a favor da coletividade. E este é o grande perigo, como dizia V no filme V de Vingança: fazem tanto mal para a gente, tantas monstruosidades, que, por mais que você resista, acabam lhe transformando em um monstro.
O levante autoritário e a Vingança dos Sith
Eu gosto de filmes de ficção (SCI-FI). E entre os filmes de ficção que eu já assisti, há um, inclusive acabei de rever algumas partes, que ilustra perfeitamente alguns fatos atuais. Este filme é o Star Wars III - A Vingança dos Sith. Ele mostra como Lord Sidious transformou a República em um Império e como Anakin Skywalker, um cavaleiro Jedi, se transformou no temível Darth Vader.

O que nós estamos vendo hoje por todos os lados. Estamos vendo várias tentativas, algumas ousadas demais, para transforma uma república democrática em um império. Não foi isto que aconteceu na Venezuela, que está acontecendo na Rússia, no Paquistão, etc ? Os presidentes enlouqueceram e querem poderes infinitos. Querem virar imperadores.

Assistam o filme e olhem para a realidade. Ficarão surpreso com a proximidade. A diferença entre ambos é o fato de Lord Sidious, no filme, usar a guerra para transformar a república em um império, enquanto na nossa atualidade estão usando a constituição.

Há um alinhamento pernicioso e diabólico entre o executivo, o legislativo e o judiciário. Um alinhamento que trabalha para corroer a Constituição Fundamental do Estado, inserindo, no texto constitucional, regras e medidas autoritárias. Por exemplo, reeleição infinita, eliminação de direitos fundamentais, etc... Querem transformar a Constituição Republicana e Democrática em um texto de opressão, tirania e autoritarismo.

É importante lembrar que a Constituição é um texto que nos salva da tirania do Estado e do governante. Já corromperam a democracia e a república e agora querem corromper a última barreira que protege os cidadãos e a coisa pública dos excessos do governante.

Mas este filme chamou a minha atenção, não só por este viés político, mas também pela história do jovem, Anakin Skywalker, que é sugado pelo lado sombrio da força por ardis de Lord Sidios, pelo medo de perder sua amada Padmé e por uma visão equivocada da República.

O mal tem muitos ardis e trama constantemente contra aqueles que trabalham a favor da coletividade. E este é o grande perigo, como dizia V no filme V de Vingança: fazem tanto mal para a gente, tantas monstruosidades, que, por mais que você resista, acabam lhe transformando em um monstro.