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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Os verdadeiros inimigos dos EUA
O Governo Bush inventou o terrorismo internacional e a guerra ao terror e com isto criou a vara que castiga e castigará o Povo Americano por diversas gerações. Os verdadeiros inimigos dos EUA não são os terroristas, mas sim quem criou o terrorismo e a guerra ao terror. O Terrorismo é resposta ao mal que se plantou e se disseminou com guerra e ocupações em nações estrangeiras. E a evidencia mais cristalina disso é o fato do terrorismo ser uma maldição que acompanha os EUA e aqueles que se ligam a eles. Onde se concentra o terrorismo ? Iraque, Afeganistão, Paquistão, etc...

Inegavelmente, os verdadeiros inimigos dos EUA não são os terroristas, não é a Al Qaeda, não é o Bin Laden e nem os radicais islâmicos. Esses atores apenas reagem às ações norte-americanas em suas terras.Ao mal que os norte-americanos plantaram em povos estrangeiros. Logo, as ações terroristas são apenas respostas.

Os verdadeiros inimigos dos EUA são os criadores do terrorismo internacional e da guerra ao terror. São aqueles que plantaram as sementes do ódio com invasões a nações estrangeiras em tempos passados. As pessoas que ajudaram a criar a vara do terrorismo, o Bush, seus assessores e o Congresso Americano que deu amplos poderes para que a vara fosse testada e melhorada, estes sim, são os verdadeiros inimigos do Povo Americano.

Não são apenas inimigos do Povo americano que vive agora, mas também do Povo que será constituído pelas futuras gerações de norte-americanos. Digo isso porque o Bush passará. Terminará o mandato e, para ele, o terrorismo e a guerra ao terror deixará de ser preocupação. O mesmo acontecerá com os congressistas que ajudaram a criar o terrorismo internacional e a guerra ao terror. Contudo, a vara do terrorismo não será baixada e nem descansará, pois a guerra criada pelos governantes transformou o Povo Americano em alvo do terrorismo e do terror. A vara do terrorismo não castigará apenas os governantes ímpios, mas todo o Povo por várias gerações...

O Povo paga pelo mal que os governantes praticam e pagam caro. Um exemplo antigo disso está na Bíblia, em Crônicas 21. Este capítulo conta a história de Davi que resolveu fazer um censo em Israel, ou seja, resolveu contar quantas pessoas haviam em Israel.

"7 E este negócio desagradou a Deus, pelo que feriu Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer tal coisa; agora porém, peço-te, tira a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e dize a Davi: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu te faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe o que quiseres:
12 ou três anos de fome; ou seres por três meses consumido diante de teus adversários, enquanto a espada de teus inimigos te alcance; ou que por três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor faça destruição por todos os termos de Israel. Vê, pois, agora que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque mui grandes são as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
14 Mandou, pois, o Senhor a peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.
15 E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, estando ele prestes a destrui-la, o Senhor olhou e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta; agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
16 E Davi, levantando os olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, tendo na mão uma espada desembainhada estendida sobre Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos."

As violações cometidas e os inocentes mortos, em terras estrangeiras, clamam por vingança nos ouvidos daqueles que sobreviveram, nos ouvidos dos descendentes daqueles que foram mortos. Estas vozes não clamam por vingança contra este ou aquele governante norte-americano, mas sim contra o Povo Americano, contra os EUA. O soldado americano que foi para guerra e matou por ordem do Presidente e das corporações, cumpriu um falso dever. Já o guerrilheiro afegão ou iraquiano que lutou na guerra e morreu bravamente cumpriu o seu dever cívico, pois morreu defendendo sua casa, sua família e sua nação... O soldado americano que morre no Iraque morre pelo quê ? O soldado americano que morre no Afeganistão, morre pelo quê ? Estes soldados defendem o quê ?

Os Presidentes americanos que fizeram guerra e invadiram nações estrangeiras semearam o ódio, semearam grandes campos de ódio, grandes extensões de ódio e desejo de vingança estão germinando vão florescer. Contudo, quem colherá estes campos não será o Bush, nem seus assessores, menos ainda o Congresso Americano, ou seja, não será apenas aqueles que criaram a vara que a todos castigará. É uma colheita coletiva que todo Povo Americano colherá. As gerações futuras herdarão os campos de ódio e de vingança. As gerações futuras receberão uma heração malditas e ensanguentada.

Portanto, o verdadeiro inimigo dos EUA, do povo americano e das gerações futuras desse país são aqueles que semearam os campos de ódio e de vingança e construíram a vara que a todos castiga.

Mas não é só isso, os ventos que sopram sobre os campos de ódio e de vingança contaminam as plantações vizinhas. As violações de Guantánamo, a Guerra do Afeganistão, a Invasão do Iraque, etc revoltam não só os árabes, mas também cidadãos de todo os mundo. Tudo o que acontece nos campos de batalha ou nos porões das prisões de Guantánamos é contado pela imprensa ou pela internet. Isso faz com que o desejo de vingança e o ódio cresça exponencialmente, pois ele se transmite para outros grupos sociais, nacionais, religiosos, etc.

Isso significa que há um ódio global, um desejo global de vingança sendo fermentado. Este ódio e este desejo global de vingança alimentam e camuflam as redes terroristas. E o pior, contra este ódio o poderio militar dos EUA é completamente inofensivo e inoperante. Ilustrativamente, penso nos EUA como um elefante atacado por insetos carnívoros. E pior, foi o elefante que criou o inseto em laboratório.

Além disso, as guerras estão destruindo os EUA por dentro, pois os bilhões que queimam fora do país com operações militares, etc, faltam internamente na economia. E o pior, enquanto os norte-americano estão ficando fracos e desnutridos outras atores estão se fortalecendo e crescendo no cenário internacional, por exemplo, a China, a União Européia, o Japão...

Inclusive, toda vez que eu leio a Bíblia, mais especificamente o Apocalipse 18, eu tenho a impressão que a Grande Babilônia, descrita lá, é os EUA. Você já leu o Apocalipse 18 ? Além disso, outras impressões me ocorrem quando leio o Apocalipse, por exemplo, que este livro foi escrito atrávés da junção e releitura de partes de textos de Profetas do Velho Testamento. Também tenho a impressão que faltam partes no livro de Apocalipse... Mas isto é outra história.

---------------------
Carta enviada ao Presidente Bush pelo Arcebispo de Boston
Senhor Presidente,

Conte a verdade ao povo, senhor Presidente, sobre o terrorismo. Se as ilusões acerca do terrorismo não forem desfeitas, então a ameaça continuará até nos destruir completamente. A verdade é que nenhuma das nossas muitas armas nucleares pode proteger-nos dessas ameaças. Nenhum sistema 'Guerra nas Estrelas' (não importa quão tecnicamente avançado seja, nem quantos trilhões de dólares sejam despejados nele) poderá proteger-nos de uma arma nuclear trazida num barco, avião ou carro alugado.

Nenhuma arma sequer do nosso vasto arsenal, nem um centavo sequer dos US$ 270 bilhões gastos por ano no chamado "sistema de defesa", pode evitar uma bomba terrorista. Isto é um fato militar. Como tenente-coronel reformado e freqüente conferencista sobre assuntos de segurança nacional, sempre tenho citado o salmo 33: "Um rei não é salvo pelo seu poderoso exército, assim como um guerreiro não é salvo por sua enorme força".

A reação óbvia é: 'Então o que podemos fazer? Não existe nada que possamos fazer para garantir a segurança do nosso povo? Existe. Mas para entender isso, precisamos saber a verdade sobre a ameaça'.

Senhor Presidente, o senhor não contou a verdade sobre o porquê de sermos alvo do terrorismo, quando explicou porque bombardearíamos o Afeganistão e o Sudão. O senhor disse que somos alvo do terrorismo porque defendemos a democracia, a liberdade e os direitos humanos no mundo...

Que absurdo, senhor Presidente! Somos alvo dos terroristas porque, na maior parte do mundo, o nosso governo defendeu a ditadura, a escravidão e a exploração humana. Somos alvo dos terroristas porque somos odiados. E somos odiados porque o nosso governo fez coisas odiosas. Em quantos países agentes do nosso governo depuseram líderes eleitos pelos seus povos, substituindo-os por militares ditadores, marionetes desejosas de vender o seu próprio povo a corporações americanas multinacionais?

Fizemos isso no Irã, quando os marines e a CIA depuseram Mossadegh, porque ele tinha a intenção de nacionalizar a indústria do petróleo. Nós o substituímos pelo Xá Reza Pahlevi, armamos, treinamos e pagamos a sua odiada guarda nacional, Savak, que escravizou e brutalizou o povo iraniano, para proteger o interesse financeiro das nossas companhias de petróleo.

Depois disso, será difícil imaginar que existam pessoas no Irã que nos odeiem?

Fizemos isso no Chile. Fizemos isso no Vietnã.

Mais recentemente, fizemos no Iraque. E, é claro, quantas vezes fizemos isso no Panamá, na Nicarágua e outras Repúblicas na América Latina? Uma vez atrás da outra, temos destituído líderes populares que desejavam que as riquezas da sua terra fossem repartidas pelo povo que as gerou. Nós os substituímos por tiranos assassinos que venderiam o seu próprio povo para que, mediante o pagamento de vultosas quantias para engordar as suas contas particulares, a riqueza da sua própria terra pudesse ser tomada por similares à Domino Sugar, à United Fruit Company, à Folgers e por aí adiante.

De país em país, o nosso governo obstruiu a democracia, sufocou a liberdade e pisou nos direitos humanos. É por isto que somos odiados ao redor do mundo! E é por isto que somos alvo dos terroristas!

O povo do Canadá desfruta da liberdade e dos direitos humanos, assim como o povo da Noruega e da Suécia. O senhor já ouviu falar de embaixadas canadenses, norueguesas ou suecas sendo bombardeadas?

Nós não somos odiados porque praticamos a democracia, a liberdade e os direitos humanos. Nós somos odiados porque o nosso governo nega essas coisas aos povos dos países do Terceiro Mundo, cujos recursos são cobiçados pelas nossas corporações multinacionais. Esse ódio que semeamos virou-se contra nós, para nos assombrar sob a forma de terrorismo e, no futuro, terrorismo nuclear.

Uma vez dita a verdade sobre o porquê da ameaça existir e ter sido entendida, a solução torna-se óbvia. Nós precisamos mudar as nossas práticas.

Livrarmo-nos das nossas armas nucleares (unilateralmente, se necessário) irá melhorar nossa segurança. Alterar drasticamente a nossa política externa irá assegurá-la. Em vez de enviar os nossos filhos e filhas ao redor do mundo para matar árabes, para que possamos ter o petróleo que existe sob suas areias, deveríamos mandá-los para reconstruir as suas infra-estruturas, fornecer água limpa e alimentar crianças famintas.

Em vez de continuar a matar milhares de crianças iraquianas todos os dias com as nossas sanções econômicas, deveríamos ajudar os iraquianos a reconstruir suas estações elétricas, suas estações de tratamento de água, seus hospitais e todas as outras coisas que destruímos e os impedimos de reconstruir com as nossas sanções econômicas.

Em vez de treinar terroristas e esquadrões da morte, deveríamos fechar a Escola das Américas. Em vez de sustentar a revolta, a desestabilização, o assassínio e o terror em redor do mundo, deveríamos abolir a CIA e doar o dinheiro gasto por ela a agências de assistência. Resumindo, deveríamos ser bons em vez de maus. Quem iria tentar deter-nos? Quem iria odiar-nos? Quem iria querer nos bombardear?

Esta é a verdade, senhor Presidente. É isto que o povo americano precisa ouvir.

Bernard Law, arcebispo de Boston
Os verdadeiros inimigos dos EUA
O Governo Bush inventou o terrorismo internacional e a guerra ao terror e com isto criou a vara que castiga e castigará o Povo Americano por diversas gerações. Os verdadeiros inimigos dos EUA não são os terroristas, mas sim quem criou o terrorismo e a guerra ao terror. O Terrorismo é resposta ao mal que se plantou e se disseminou com guerra e ocupações em nações estrangeiras. E a evidencia mais cristalina disso é o fato do terrorismo ser uma maldição que acompanha os EUA e aqueles que se ligam a eles. Onde se concentra o terrorismo ? Iraque, Afeganistão, Paquistão, etc...

Inegavelmente, os verdadeiros inimigos dos EUA não são os terroristas, não é a Al Qaeda, não é o Bin Laden e nem os radicais islâmicos. Esses atores apenas reagem às ações norte-americanas em suas terras.Ao mal que os norte-americanos plantaram em povos estrangeiros. Logo, as ações terroristas são apenas respostas.

Os verdadeiros inimigos dos EUA são os criadores do terrorismo internacional e da guerra ao terror. São aqueles que plantaram as sementes do ódio com invasões a nações estrangeiras em tempos passados. As pessoas que ajudaram a criar a vara do terrorismo, o Bush, seus assessores e o Congresso Americano que deu amplos poderes para que a vara fosse testada e melhorada, estes sim, são os verdadeiros inimigos do Povo Americano.

Não são apenas inimigos do Povo americano que vive agora, mas também do Povo que será constituído pelas futuras gerações de norte-americanos. Digo isso porque o Bush passará. Terminará o mandato e, para ele, o terrorismo e a guerra ao terror deixará de ser preocupação. O mesmo acontecerá com os congressistas que ajudaram a criar o terrorismo internacional e a guerra ao terror. Contudo, a vara do terrorismo não será baixada e nem descansará, pois a guerra criada pelos governantes transformou o Povo Americano em alvo do terrorismo e do terror. A vara do terrorismo não castigará apenas os governantes ímpios, mas todo o Povo por várias gerações...

O Povo paga pelo mal que os governantes praticam e pagam caro. Um exemplo antigo disso está na Bíblia, em Crônicas 21. Este capítulo conta a história de Davi que resolveu fazer um censo em Israel, ou seja, resolveu contar quantas pessoas haviam em Israel.

"7 E este negócio desagradou a Deus, pelo que feriu Israel.
8 Então disse Davi a Deus: Gravemente pequei em fazer tal coisa; agora porém, peço-te, tira a iniqüidade de teu servo, porque procedi mui loucamente.
9 Falou o Senhor a Gade, o vidente de Davi, dizendo:
10 Vai, e dize a Davi: Assim diz o Senhor: Três coisas te proponho; escolhe uma delas, para que eu te faça.
11 E Gade veio a Davi, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Escolhe o que quiseres:
12 ou três anos de fome; ou seres por três meses consumido diante de teus adversários, enquanto a espada de teus inimigos te alcance; ou que por três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra, e o anjo do Senhor faça destruição por todos os termos de Israel. Vê, pois, agora que resposta hei de levar a quem me enviou.
13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque mui grandes são as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens.
14 Mandou, pois, o Senhor a peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.
15 E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, estando ele prestes a destrui-la, o Senhor olhou e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta; agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
16 E Davi, levantando os olhos, viu o anjo do Senhor, que estava entre a terra e o céu, tendo na mão uma espada desembainhada estendida sobre Jerusalém. Então Davi e os anciãos, cobertos de sacos, se prostraram sobre os seus rostos."

As violações cometidas e os inocentes mortos, em terras estrangeiras, clamam por vingança nos ouvidos daqueles que sobreviveram, nos ouvidos dos descendentes daqueles que foram mortos. Estas vozes não clamam por vingança contra este ou aquele governante norte-americano, mas sim contra o Povo Americano, contra os EUA. O soldado americano que foi para guerra e matou por ordem do Presidente e das corporações, cumpriu um falso dever. Já o guerrilheiro afegão ou iraquiano que lutou na guerra e morreu bravamente cumpriu o seu dever cívico, pois morreu defendendo sua casa, sua família e sua nação... O soldado americano que morre no Iraque morre pelo quê ? O soldado americano que morre no Afeganistão, morre pelo quê ? Estes soldados defendem o quê ?

Os Presidentes americanos que fizeram guerra e invadiram nações estrangeiras semearam o ódio, semearam grandes campos de ódio, grandes extensões de ódio e desejo de vingança estão germinando vão florescer. Contudo, quem colherá estes campos não será o Bush, nem seus assessores, menos ainda o Congresso Americano, ou seja, não será apenas aqueles que criaram a vara que a todos castigará. É uma colheita coletiva que todo Povo Americano colherá. As gerações futuras herdarão os campos de ódio e de vingança. As gerações futuras receberão uma heração malditas e ensanguentada.

Portanto, o verdadeiro inimigo dos EUA, do povo americano e das gerações futuras desse país são aqueles que semearam os campos de ódio e de vingança e construíram a vara que a todos castiga.

Mas não é só isso, os ventos que sopram sobre os campos de ódio e de vingança contaminam as plantações vizinhas. As violações de Guantánamo, a Guerra do Afeganistão, a Invasão do Iraque, etc revoltam não só os árabes, mas também cidadãos de todo os mundo. Tudo o que acontece nos campos de batalha ou nos porões das prisões de Guantánamos é contado pela imprensa ou pela internet. Isso faz com que o desejo de vingança e o ódio cresça exponencialmente, pois ele se transmite para outros grupos sociais, nacionais, religiosos, etc.

Isso significa que há um ódio global, um desejo global de vingança sendo fermentado. Este ódio e este desejo global de vingança alimentam e camuflam as redes terroristas. E o pior, contra este ódio o poderio militar dos EUA é completamente inofensivo e inoperante. Ilustrativamente, penso nos EUA como um elefante atacado por insetos carnívoros. E pior, foi o elefante que criou o inseto em laboratório.

Além disso, as guerras estão destruindo os EUA por dentro, pois os bilhões que queimam fora do país com operações militares, etc, faltam internamente na economia. E o pior, enquanto os norte-americano estão ficando fracos e desnutridos outras atores estão se fortalecendo e crescendo no cenário internacional, por exemplo, a China, a União Européia, o Japão...

Inclusive, toda vez que eu leio a Bíblia, mais especificamente o Apocalipse 18, eu tenho a impressão que a Grande Babilônia, descrita lá, é os EUA. Você já leu o Apocalipse 18 ? Além disso, outras impressões me ocorrem quando leio o Apocalipse, por exemplo, que este livro foi escrito atrávés da junção e releitura de partes de textos de Profetas do Velho Testamento. Também tenho a impressão que faltam partes no livro de Apocalipse... Mas isto é outra história.

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Carta enviada ao Presidente Bush pelo Arcebispo de Boston
Senhor Presidente,

Conte a verdade ao povo, senhor Presidente, sobre o terrorismo. Se as ilusões acerca do terrorismo não forem desfeitas, então a ameaça continuará até nos destruir completamente. A verdade é que nenhuma das nossas muitas armas nucleares pode proteger-nos dessas ameaças. Nenhum sistema 'Guerra nas Estrelas' (não importa quão tecnicamente avançado seja, nem quantos trilhões de dólares sejam despejados nele) poderá proteger-nos de uma arma nuclear trazida num barco, avião ou carro alugado.

Nenhuma arma sequer do nosso vasto arsenal, nem um centavo sequer dos US$ 270 bilhões gastos por ano no chamado "sistema de defesa", pode evitar uma bomba terrorista. Isto é um fato militar. Como tenente-coronel reformado e freqüente conferencista sobre assuntos de segurança nacional, sempre tenho citado o salmo 33: "Um rei não é salvo pelo seu poderoso exército, assim como um guerreiro não é salvo por sua enorme força".

A reação óbvia é: 'Então o que podemos fazer? Não existe nada que possamos fazer para garantir a segurança do nosso povo? Existe. Mas para entender isso, precisamos saber a verdade sobre a ameaça'.

Senhor Presidente, o senhor não contou a verdade sobre o porquê de sermos alvo do terrorismo, quando explicou porque bombardearíamos o Afeganistão e o Sudão. O senhor disse que somos alvo do terrorismo porque defendemos a democracia, a liberdade e os direitos humanos no mundo...

Que absurdo, senhor Presidente! Somos alvo dos terroristas porque, na maior parte do mundo, o nosso governo defendeu a ditadura, a escravidão e a exploração humana. Somos alvo dos terroristas porque somos odiados. E somos odiados porque o nosso governo fez coisas odiosas. Em quantos países agentes do nosso governo depuseram líderes eleitos pelos seus povos, substituindo-os por militares ditadores, marionetes desejosas de vender o seu próprio povo a corporações americanas multinacionais?

Fizemos isso no Irã, quando os marines e a CIA depuseram Mossadegh, porque ele tinha a intenção de nacionalizar a indústria do petróleo. Nós o substituímos pelo Xá Reza Pahlevi, armamos, treinamos e pagamos a sua odiada guarda nacional, Savak, que escravizou e brutalizou o povo iraniano, para proteger o interesse financeiro das nossas companhias de petróleo.

Depois disso, será difícil imaginar que existam pessoas no Irã que nos odeiem?

Fizemos isso no Chile. Fizemos isso no Vietnã.

Mais recentemente, fizemos no Iraque. E, é claro, quantas vezes fizemos isso no Panamá, na Nicarágua e outras Repúblicas na América Latina? Uma vez atrás da outra, temos destituído líderes populares que desejavam que as riquezas da sua terra fossem repartidas pelo povo que as gerou. Nós os substituímos por tiranos assassinos que venderiam o seu próprio povo para que, mediante o pagamento de vultosas quantias para engordar as suas contas particulares, a riqueza da sua própria terra pudesse ser tomada por similares à Domino Sugar, à United Fruit Company, à Folgers e por aí adiante.

De país em país, o nosso governo obstruiu a democracia, sufocou a liberdade e pisou nos direitos humanos. É por isto que somos odiados ao redor do mundo! E é por isto que somos alvo dos terroristas!

O povo do Canadá desfruta da liberdade e dos direitos humanos, assim como o povo da Noruega e da Suécia. O senhor já ouviu falar de embaixadas canadenses, norueguesas ou suecas sendo bombardeadas?

Nós não somos odiados porque praticamos a democracia, a liberdade e os direitos humanos. Nós somos odiados porque o nosso governo nega essas coisas aos povos dos países do Terceiro Mundo, cujos recursos são cobiçados pelas nossas corporações multinacionais. Esse ódio que semeamos virou-se contra nós, para nos assombrar sob a forma de terrorismo e, no futuro, terrorismo nuclear.

Uma vez dita a verdade sobre o porquê da ameaça existir e ter sido entendida, a solução torna-se óbvia. Nós precisamos mudar as nossas práticas.

Livrarmo-nos das nossas armas nucleares (unilateralmente, se necessário) irá melhorar nossa segurança. Alterar drasticamente a nossa política externa irá assegurá-la. Em vez de enviar os nossos filhos e filhas ao redor do mundo para matar árabes, para que possamos ter o petróleo que existe sob suas areias, deveríamos mandá-los para reconstruir as suas infra-estruturas, fornecer água limpa e alimentar crianças famintas.

Em vez de continuar a matar milhares de crianças iraquianas todos os dias com as nossas sanções econômicas, deveríamos ajudar os iraquianos a reconstruir suas estações elétricas, suas estações de tratamento de água, seus hospitais e todas as outras coisas que destruímos e os impedimos de reconstruir com as nossas sanções econômicas.

Em vez de treinar terroristas e esquadrões da morte, deveríamos fechar a Escola das Américas. Em vez de sustentar a revolta, a desestabilização, o assassínio e o terror em redor do mundo, deveríamos abolir a CIA e doar o dinheiro gasto por ela a agências de assistência. Resumindo, deveríamos ser bons em vez de maus. Quem iria tentar deter-nos? Quem iria odiar-nos? Quem iria querer nos bombardear?

Esta é a verdade, senhor Presidente. É isto que o povo americano precisa ouvir.

Bernard Law, arcebispo de Boston

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Obama é o melhor caminho para os EUA
Inegavelmente, Obama é o melhor caminho para os EUA. Isto porque sendo os EUA o melhor exemplo de democracia e de Estado de Direito que há no mundo, a chegada de Obama ao poder, demonstrará que este sistema de governo realmente funciona. É o sistema mais adequado para a humanidade, pois, como dizem os poligrotas, é um sistema autopoiético, ou seja, um sistema que se auto-a aprimora ao longo do tempo. Um sistema onde as diferenças são reduzidas e minimizadas dia após dia.

Ontem os EUA eram um país escravocratas. Em seguida um país de negros livres, porém sem direitos e, atualmente, um país onde um negro, mais uma vez, chegou ao comando da nação mais poderosa do planeta. Isto jamais ocorreria em um regime de castas ou em um lugar onde uma minoria comunista domina a maioria silenciosa.

Portanto, a vitória de Obama à presidência, seja acompanhado de Hillary ou de Al Gore, fortalece o sistema democrático, o Estado de Direito e os Direitos Humanos na Terra. É o exemplo mais eloqüente que uma nação democrática pode dar aos demais países, principalmente, quando pregarem que a Democracia, o Estado de Direito e os Direitos Humanos devem ser generalizados, disseminados globalmente...

Além disso, é preciso quebrar o paradigma de guerras que marcam os republicanos e tem caracterizado os EUA nesta última década. A eleição de um veterano de guerra não quebra este paradigma, mas fortalece-o, aproximando os EUA mais de Esparta do que da Atenas Grega, ou seja, dá aos EUA o domínio global, não pelo diálogo, mas sim pela força.

Acho que é mais sensato tomar chá com o Hugo Chaves e negociar uma solução pacíficas para as diferenças do que enviar milhares de soldados para ocupar a Venezuela.

Enfim, Obama é um caminho para a paz e para a estabilidade no planeta.
Obama é o melhor caminho para os EUA
Inegavelmente, Obama é o melhor caminho para os EUA. Isto porque sendo os EUA o melhor exemplo de democracia e de Estado de Direito que há no mundo, a chegada de Obama ao poder, demonstrará que este sistema de governo realmente funciona. É o sistema mais adequado para a humanidade, pois, como dizem os poligrotas, é um sistema autopoiético, ou seja, um sistema que se auto-a aprimora ao longo do tempo. Um sistema onde as diferenças são reduzidas e minimizadas dia após dia.

Ontem os EUA eram um país escravocratas. Em seguida um país de negros livres, porém sem direitos e, atualmente, um país onde um negro, mais uma vez, chegou ao comando da nação mais poderosa do planeta. Isto jamais ocorreria em um regime de castas ou em um lugar onde uma minoria comunista domina a maioria silenciosa.

Portanto, a vitória de Obama à presidência, seja acompanhado de Hillary ou de Al Gore, fortalece o sistema democrático, o Estado de Direito e os Direitos Humanos na Terra. É o exemplo mais eloqüente que uma nação democrática pode dar aos demais países, principalmente, quando pregarem que a Democracia, o Estado de Direito e os Direitos Humanos devem ser generalizados, disseminados globalmente...

Além disso, é preciso quebrar o paradigma de guerras que marcam os republicanos e tem caracterizado os EUA nesta última década. A eleição de um veterano de guerra não quebra este paradigma, mas fortalece-o, aproximando os EUA mais de Esparta do que da Atenas Grega, ou seja, dá aos EUA o domínio global, não pelo diálogo, mas sim pela força.

Acho que é mais sensato tomar chá com o Hugo Chaves e negociar uma solução pacíficas para as diferenças do que enviar milhares de soldados para ocupar a Venezuela.

Enfim, Obama é um caminho para a paz e para a estabilidade no planeta.

domingo, 15 de junho de 2008

Será que o Obama cobre a oferta ?
O candidato republicano John McCain está tentando impressionar alguém ? Quem será ?

Mas não é só isto, eu acho que a eliminação da tarifa do etanol brasileiro e o fim do subsído ao etanol de milho, acompanhada da adição de 20% de biocombustível na gasolina americana, pode ser uma arma eficiente contra as altas patológicas do petróleo. Seriam 20% a mais de gasolina disponível para consumo no mercado. Certamente, de gasolina misturada com etanol... Também, poderiam promover a substituição das tecnologias que usam gasolina ou diesel puros por tecnologias que usam álcool. Aquecedores a álcool, carros a álcool, etc...

Contudo, é difícil, muito difícil, aceitar idéias como esta quando se está ligado umbilicalmente com as corporações do petróleo...

McCain quer se aproximar do Brasil
Candidato promete fim de sobretaxa ao etanol brasileiro e propõe País na Conselho de Segurança da ONU e no G-8
Estadão Online -- Patrícia Campos Mello -- Domingo, 15 de Junho de 2008

O candidato republicano John McCain quer acabar com a tarifa de importação sobre o etanol brasileiro e eliminar o subsídio ao etanol de milho americano. Ele também apóia a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU e no G-8. Durante três dias da semana passada, a reportagem do Estado acompanhou McCain em campanha por Nova York, Boston, Filadélfia e Washington. E constatou que o republicano tem mais ligações com o Brasil que os brasileiros imaginam. Seu jatinho de campanha é um Embraer 190, da Jet Blue. McCain já esteve várias vezes no Rio de Janeiro nos anos 50, quando namorou uma carioca.

Se for eleito presidente dos EUA, o candidato republicano deve se aproximar do Brasil, nação que elogia por sua política de energia limpa. "Cometemos uma série de erros ao não adotar uma política energética sustentável - um deles são os subsídios para o etanol de milho, que eu avisei em Iowa que iriam destruir o mercado e foi de fato o que aconteceu: o etanol de milho está causando um sério problema de inflação", disse McCain em entrevista ao Estado em Boston. "Além disso, está errado impor uma tarifa de US$ 0,54 por galão de etanol de cana brasileiro, que é muito mais eficiente do que o etanol de milho." Já o candidato democrata Barack Obama defende uma cooperação energética com o Brasil, mas não quer acabar com a tarifa nem com o subsídio.

Além do setor energético, McCain prega uma aliança com o Brasil na chamada "liga das democracias" - uma união de países para se contrapor ao que chama de regimes autocráticos da China e Rússia. Ele apóia um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU, a participação do País em um G-8 ampliado (que incluiria a Índia e excluiria a Rússia) e a retomada das discussões da Área de Livre Comércio (Alca) com o Brasil - o senador defende o livre comércio como forma de "espalhar" a democracia pelo continente.

Dentro da campanha de McCain, as posições de Obama para a América Latina são ridicularizadas. "Obama nunca pisou na região, não foi nem de férias para Cancún", diz um assessor. McCain já esteve três vezes na Colômbia e outras tantas no Brasil. A primeira vez foi em 1957, quando ele ainda estudava na Academia Naval e conheceu uma modelo brasileira. Segundo um assessor, ela se chamava Maria e morava "perto do Pão de Açúcar". Eles namoraram por alguns meses e McCain voltou ao Rio para vê-la.

Assessores do republicano afirmam que o projeto de Obama para a região se limita a "tomar chá" com Hugo Chávez , enquanto desencoraja aliados como Colômbia por sua oposição ao livre comércio. "Bloquear o acordo comercial com a Colômbia, impor medidas protecionistas e sentar para bater papo com ditadores como Chávez? Como é que isso vai dar certo?", diz um assessor.
Será que o Obama cobre a oferta ?
O candidato republicano John McCain está tentando impressionar alguém ? Quem será ?

Mas não é só isto, eu acho que a eliminação da tarifa do etanol brasileiro e o fim do subsído ao etanol de milho, acompanhada da adição de 20% de biocombustível na gasolina americana, pode ser uma arma eficiente contra as altas patológicas do petróleo. Seriam 20% a mais de gasolina disponível para consumo no mercado. Certamente, de gasolina misturada com etanol... Também, poderiam promover a substituição das tecnologias que usam gasolina ou diesel puros por tecnologias que usam álcool. Aquecedores a álcool, carros a álcool, etc...

Contudo, é difícil, muito difícil, aceitar idéias como esta quando se está ligado umbilicalmente com as corporações do petróleo...

McCain quer se aproximar do Brasil
Candidato promete fim de sobretaxa ao etanol brasileiro e propõe País na Conselho de Segurança da ONU e no G-8
Estadão Online -- Patrícia Campos Mello -- Domingo, 15 de Junho de 2008

O candidato republicano John McCain quer acabar com a tarifa de importação sobre o etanol brasileiro e eliminar o subsídio ao etanol de milho americano. Ele também apóia a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU e no G-8. Durante três dias da semana passada, a reportagem do Estado acompanhou McCain em campanha por Nova York, Boston, Filadélfia e Washington. E constatou que o republicano tem mais ligações com o Brasil que os brasileiros imaginam. Seu jatinho de campanha é um Embraer 190, da Jet Blue. McCain já esteve várias vezes no Rio de Janeiro nos anos 50, quando namorou uma carioca.

Se for eleito presidente dos EUA, o candidato republicano deve se aproximar do Brasil, nação que elogia por sua política de energia limpa. "Cometemos uma série de erros ao não adotar uma política energética sustentável - um deles são os subsídios para o etanol de milho, que eu avisei em Iowa que iriam destruir o mercado e foi de fato o que aconteceu: o etanol de milho está causando um sério problema de inflação", disse McCain em entrevista ao Estado em Boston. "Além disso, está errado impor uma tarifa de US$ 0,54 por galão de etanol de cana brasileiro, que é muito mais eficiente do que o etanol de milho." Já o candidato democrata Barack Obama defende uma cooperação energética com o Brasil, mas não quer acabar com a tarifa nem com o subsídio.

Além do setor energético, McCain prega uma aliança com o Brasil na chamada "liga das democracias" - uma união de países para se contrapor ao que chama de regimes autocráticos da China e Rússia. Ele apóia um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU, a participação do País em um G-8 ampliado (que incluiria a Índia e excluiria a Rússia) e a retomada das discussões da Área de Livre Comércio (Alca) com o Brasil - o senador defende o livre comércio como forma de "espalhar" a democracia pelo continente.

Dentro da campanha de McCain, as posições de Obama para a América Latina são ridicularizadas. "Obama nunca pisou na região, não foi nem de férias para Cancún", diz um assessor. McCain já esteve três vezes na Colômbia e outras tantas no Brasil. A primeira vez foi em 1957, quando ele ainda estudava na Academia Naval e conheceu uma modelo brasileira. Segundo um assessor, ela se chamava Maria e morava "perto do Pão de Açúcar". Eles namoraram por alguns meses e McCain voltou ao Rio para vê-la.

Assessores do republicano afirmam que o projeto de Obama para a região se limita a "tomar chá" com Hugo Chávez , enquanto desencoraja aliados como Colômbia por sua oposição ao livre comércio. "Bloquear o acordo comercial com a Colômbia, impor medidas protecionistas e sentar para bater papo com ditadores como Chávez? Como é que isso vai dar certo?", diz um assessor.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Obama e Hillary
Obama e Hillary governando os EUA... Acho que novos ares serão respirados na América do Norte e o mundo acordará mais aliviado e menos sangrento. Inclusive, eu já estou pensando em ir respirar estes ares também...

Mas ainda não decidi. Estou entre EUA, Europa e Israel... Certamente, com Obama na presidência os EUA ganham pontos extras...

Por falar em Israel, dois capítulos do meu trabalho"Teoria da Consciência e Liberdade" será sobre os Judeus. Em um analiso a questão do totalitarismo na Alemanha nazista e no outro analiso a força da consciência coletiva que une os Judeus. Consciência que garantiu a sobrevivência desse povo por milhares e milhares de anos. Mesmo perdendo território, sendo massacrados e trucidados, continuaram caminhando...

Certamente, esta análise na visa dar supremacia de nenhum povo sobre outros e nem justificará nenhum tipo de dominação. Servirá apenas para mostrar aos demais povos que a única forma de viverem milhares e milhares de anos é fortalecendo a consciência coletiva...

Inegavelmente, eu vejo a necessidade de criação de um Estado Palestino. Penso que Israel deve cede, principalmente, os Judeus Ortodoxos. Mas também os islâmicos deverão ceder e permitir a remoção da Mesquita de Al-Aqsa para dentro do Estado Palestino. Não é derrubar, não é destruir, mas remover, desmontar aqui e remontar ali... Isto permitirá a reconstrução do Templo Judeu, apaziguando os Ortodoxos...

Caso contrário, enquanto a Mesquita existir, existirá guerra entre Islâmicos e Judeus... E uma Mesquita não deveria ser motivo de desentendimento e de guerras. Como a Mesquita foi construída sobre as cinzas do Templo, ela deverá ser removida para que a paz retorne...

A Mesquita de Al-Aqsa foi construída para ser uma ferida no olho do inimigo. É como se Israel invadisse Meca e construisse sobre a CAABA um Templo do Judaísmo. Enquanto o Templo existir neste local, haverá motivos para guerra. E a política na apazigua a religião...

Enfim, acho que estou navegando na maioneze...
Obama e Hillary
Obama e Hillary governando os EUA... Acho que novos ares serão respirados na América do Norte e o mundo acordará mais aliviado e menos sangrento. Inclusive, eu já estou pensando em ir respirar estes ares também...

Mas ainda não decidi. Estou entre EUA, Europa e Israel... Certamente, com Obama na presidência os EUA ganham pontos extras...

Por falar em Israel, dois capítulos do meu trabalho"Teoria da Consciência e Liberdade" será sobre os Judeus. Em um analiso a questão do totalitarismo na Alemanha nazista e no outro analiso a força da consciência coletiva que une os Judeus. Consciência que garantiu a sobrevivência desse povo por milhares e milhares de anos. Mesmo perdendo território, sendo massacrados e trucidados, continuaram caminhando...

Certamente, esta análise na visa dar supremacia de nenhum povo sobre outros e nem justificará nenhum tipo de dominação. Servirá apenas para mostrar aos demais povos que a única forma de viverem milhares e milhares de anos é fortalecendo a consciência coletiva...

Inegavelmente, eu vejo a necessidade de criação de um Estado Palestino. Penso que Israel deve cede, principalmente, os Judeus Ortodoxos. Mas também os islâmicos deverão ceder e permitir a remoção da Mesquita de Al-Aqsa para dentro do Estado Palestino. Não é derrubar, não é destruir, mas remover, desmontar aqui e remontar ali... Isto permitirá a reconstrução do Templo Judeu, apaziguando os Ortodoxos...

Caso contrário, enquanto a Mesquita existir, existirá guerra entre Islâmicos e Judeus... E uma Mesquita não deveria ser motivo de desentendimento e de guerras. Como a Mesquita foi construída sobre as cinzas do Templo, ela deverá ser removida para que a paz retorne...

A Mesquita de Al-Aqsa foi construída para ser uma ferida no olho do inimigo. É como se Israel invadisse Meca e construisse sobre a CAABA um Templo do Judaísmo. Enquanto o Templo existir neste local, haverá motivos para guerra. E a política na apazigua a religião...

Enfim, acho que estou navegando na maioneze...

terça-feira, 27 de maio de 2008

A internacionalização da Amazônia
As manifestações neste momento, principalmente nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, é um ardil ou armação, visando enfraquecer Obama, inclusive o próprio discurso de Obama, sobre esta questão, foi envenenado por algum assessor infiltrado da parte contrária.

O ardil é o seguinte, havendo manifestações nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, ocorrerá, necessariamente, uma reação na América do Sul. Uma reação que pode ser interpretada como hostilidade. E uma América do Sul hostil merece um "big stick". Inclusive há na América do Sul dois "supostos" inimigos dos EUA: o Chavez e o narcotráfico da Colômbia.

Disseminando nos EUA a idéia de internacionalização da Amazônia, estes países tenderam a se aproximar, formando uma frente anti-EUA. Dessa forma se criará um "suposto" grande inimigo sul-americano.

Este "suposto" grande inimigo sul-americano precisará ser combatido por um Presidente dos EUA que tenha experiência no manejo do "big stick". Mais precisamente por um veterano de guerra que tenha sido, inclusive, prisioneiro de guerra em terras subdesenvolvidas. Por exemplo, o Vietnã...

Resumindo, as discussões sobre a internacionalização da Amazônia, inclusive feito no discurso irrefletido e envenenado de Obama, pode fortalecer os republicanos.

Neste contexto encaixa-se perfeitamente o editorial do New York Times. Inclusive, a midia americana tem um sério problema, a gente nunca sabe se está lendo um texto elaborado por um jornalista verdadeiro e isento ou se é um texto plantado pela CIA para atingir objetivos de interesse da Casa Branca.

De uma forma ou de outra, a discussão sobre a internacionalização da Amazônia, neste momento, deve ser ignorado pela América do Sul, pois é um momento de definição nos EUA. E nós não queremos que um veterano de guerra vire presidente e continua espalhando guerras pelo mundo.

Além disso, os eleitores americanos precisam ficar atentos às reportagens sobre terrorismo, etc. Certamente, vão tentar, mais uma vez, amedrontar a população, para eleger o veterano de guerra como presidente. Logo, deverá haver, se já não está ocorrendo, um aumento de reportagens falando do Afeganistão, Taleban, Osama, etc. Inclusive, o próprio Osama pode mostrar a cara para pedir votos ao veterano de guerra...

O perfil de Dilma Rousseff, feito "supostamente" por um consulado dos EUA no Brasil, mas, certamente, obra da CIA, também deve ser compreendido neste contexto de eleições nos EUA. Desde quando o Departamento de Estado dos EUA faz perfil de autoridades públicas de países estrangeiros para ser publicado em jornais do país onde estão estas autoridades ? Fizeram isto esperando uma resposta forte e o aumento de críticas aos EUA...

Porém, acho que quebraram a cara, pois a tentiva de manipulação foi percebida e não surtiu os efeitos esperados.

A verdade se revela para quem observa padrões.
A internacionalização da Amazônia
As manifestações neste momento, principalmente nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, é um ardil ou armação, visando enfraquecer Obama, inclusive o próprio discurso de Obama, sobre esta questão, foi envenenado por algum assessor infiltrado da parte contrária.

O ardil é o seguinte, havendo manifestações nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, ocorrerá, necessariamente, uma reação na América do Sul. Uma reação que pode ser interpretada como hostilidade. E uma América do Sul hostil merece um "big stick". Inclusive há na América do Sul dois "supostos" inimigos dos EUA: o Chavez e o narcotráfico da Colômbia.

Disseminando nos EUA a idéia de internacionalização da Amazônia, estes países tenderam a se aproximar, formando uma frente anti-EUA. Dessa forma se criará um "suposto" grande inimigo sul-americano.

Este "suposto" grande inimigo sul-americano precisará ser combatido por um Presidente dos EUA que tenha experiência no manejo do "big stick". Mais precisamente por um veterano de guerra que tenha sido, inclusive, prisioneiro de guerra em terras subdesenvolvidas. Por exemplo, o Vietnã...

Resumindo, as discussões sobre a internacionalização da Amazônia, inclusive feito no discurso irrefletido e envenenado de Obama, pode fortalecer os republicanos.

Neste contexto encaixa-se perfeitamente o editorial do New York Times. Inclusive, a midia americana tem um sério problema, a gente nunca sabe se está lendo um texto elaborado por um jornalista verdadeiro e isento ou se é um texto plantado pela CIA para atingir objetivos de interesse da Casa Branca.

De uma forma ou de outra, a discussão sobre a internacionalização da Amazônia, neste momento, deve ser ignorado pela América do Sul, pois é um momento de definição nos EUA. E nós não queremos que um veterano de guerra vire presidente e continua espalhando guerras pelo mundo.

Além disso, os eleitores americanos precisam ficar atentos às reportagens sobre terrorismo, etc. Certamente, vão tentar, mais uma vez, amedrontar a população, para eleger o veterano de guerra como presidente. Logo, deverá haver, se já não está ocorrendo, um aumento de reportagens falando do Afeganistão, Taleban, Osama, etc. Inclusive, o próprio Osama pode mostrar a cara para pedir votos ao veterano de guerra...

O perfil de Dilma Rousseff, feito "supostamente" por um consulado dos EUA no Brasil, mas, certamente, obra da CIA, também deve ser compreendido neste contexto de eleições nos EUA. Desde quando o Departamento de Estado dos EUA faz perfil de autoridades públicas de países estrangeiros para ser publicado em jornais do país onde estão estas autoridades ? Fizeram isto esperando uma resposta forte e o aumento de críticas aos EUA...

Porém, acho que quebraram a cara, pois a tentiva de manipulação foi percebida e não surtiu os efeitos esperados.

A verdade se revela para quem observa padrões.

quinta-feira, 13 de março de 2008

A popularidade do Uribe e a anexação da Colômbia
Pesquisa de popularidade na Colômbia diz que Uribe tem o apoio de 84%. (Notícia aqui) É um número muito interessante, porém mentiroso, pois se esse dado for verdadeiro a maior parte da população, incluindo os guerrilheiros, apóiam o Uribe...

Quem tem um pequeno cérebro, acho que até quem tem cérebro de galinha, percebeu que esta pesquisa é mentirosa e manipulada, ou seja, é uma pesquisa comprada pelo Uribe, para respaldar as violações que comete. Tanto violações de direitos humanos, quanto violações da soberania de países estrangeiros.

Eu espero que o Presidente do Equador e da Venezuela coloquem um freio no Uribe, inclusive derrubando-o do poder. Se ele invade a soberania de outros países para praticar suas violações, o que os outros fizerem com ele será apenas resposta, será a colheita do mal que ele plantou.

Além disso, a Colômbia é quase um Estado dos EUA na América do Sul. Só falta o Uribe anexar a Colômbia aos EUA... Ele pode fazer isto sem a menor dor de consciência, pois já extradita nacionais da Colômbia para julgamento nos EUA...
A popularidade do Uribe e a anexação da Colômbia
Pesquisa de popularidade na Colômbia diz que Uribe tem o apoio de 84%. (Notícia aqui) É um número muito interessante, porém mentiroso, pois se esse dado for verdadeiro a maior parte da população, incluindo os guerrilheiros, apóiam o Uribe...

Quem tem um pequeno cérebro, acho que até quem tem cérebro de galinha, percebeu que esta pesquisa é mentirosa e manipulada, ou seja, é uma pesquisa comprada pelo Uribe, para respaldar as violações que comete. Tanto violações de direitos humanos, quanto violações da soberania de países estrangeiros.

Eu espero que o Presidente do Equador e da Venezuela coloquem um freio no Uribe, inclusive derrubando-o do poder. Se ele invade a soberania de outros países para praticar suas violações, o que os outros fizerem com ele será apenas resposta, será a colheita do mal que ele plantou.

Além disso, a Colômbia é quase um Estado dos EUA na América do Sul. Só falta o Uribe anexar a Colômbia aos EUA... Ele pode fazer isto sem a menor dor de consciência, pois já extradita nacionais da Colômbia para julgamento nos EUA...

domingo, 6 de janeiro de 2008

Eleições nos EUA
Será que os "supostos" terroristas vão começar uma onda de atentados para afetar as eleições nos EUA e fazerem os Republicanos vencerem, de novo, as eleições e continuarem no poder ? Este truque é velho... Será que o Povo Americano vai cair no conto do vigário, digo, conto do terrorismo de novo ?

Pelo visto, a Al Qaeda e o Osama Bin Laden são os melhores cabos eleitorais dos Republicanos. Contudo, o que eles não percebem é que criando um inimigo-fantasia para vencer as eleições, depois das eleições, o inimigo-imaginário se torna um inimigo real. O grupo terrorista que existia apenas na mídia ganha simpatizantes e começa a se espalhar pelo mundo...
Eleições nos EUA
Será que os "supostos" terroristas vão começar uma onda de atentados para afetar as eleições nos EUA e fazerem os Republicanos vencerem, de novo, as eleições e continuarem no poder ? Este truque é velho... Será que o Povo Americano vai cair no conto do vigário, digo, conto do terrorismo de novo ?

Pelo visto, a Al Qaeda e o Osama Bin Laden são os melhores cabos eleitorais dos Republicanos. Contudo, o que eles não percebem é que criando um inimigo-fantasia para vencer as eleições, depois das eleições, o inimigo-imaginário se torna um inimigo real. O grupo terrorista que existia apenas na mídia ganha simpatizantes e começa a se espalhar pelo mundo...

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

A importância dos EUA para o mundo

Eu sou um crítico feroz de algumas ações do Governo norte-americano. Contudo, reconheço, assim como qualquer pessoa sensata reconhece, que o desenvolvimento mundial atual e as tecnologias que temos e utilizamos hoje nasceram nos EUA. Logo, o planeta tem uma grande dívida com o povo norte-americano. E é justamente por isso que não podemos deixar essa grande nação regredir em suas conquistas e/ou trilhar caminhos que levem à destruição. Precisamos criticar as condutas nefastas do Governo dos EUA, mas também sugerir soluções que ajudem essa nação a se manter firme em seu propósito de promover as Democracias e a liberdade dos indivíduos no mundo, assim como a proteção dos Direitos Humanos.

Certamente, alguns indivíduos, ao lerem o parágrafo anterior, já torceram o nariz e começaram a pensar/vomitar besteiras, principalmente se forem chavistas. Para estes indivíduos peço coerência e sensatez. Se são contra os EUA e o Povo Norte-Americano, a primeira coisa que Vocês devem fazer é pegar o computador e jogar pela janela. Parem de usar a internet imediatamente e voltem a usar sinal de fumaça, pombo-correio, etc... Logo, a segunda coisa é arrancar o cabo de internet e de telefone no dente, pois também foram tecnologias criadas nos States. Além disso, liguem para a empresa de eletricidade e peça para ela desligar a energia elétrica, pois foi um gringo que desenvolveu o negócio, sem contar que vocês devem quebrar as lâmpadas (Thomas A. Edison que inventou), etc. Enfim, se não fossem os EUA, com seu investimento maciço em pesquisas científicas e a inteligência do Povo norte-americano, não teríamos o desenvolvimento tecnológico que temos hoje no planeta...

Isso é esquecido por muitos que só sabem falar mal dos norte-americanos. Não só esquecem, como vão falar mal dos gringos no McDonald, enquanto comem um Big Mac e tomam uma coca-cola, ou durante algum filme de HollyWood no Shopping mais próximo, ou então, via email do Google, Yahoo ou coisas parecidas. Eu não sei se esses indivíduos são burros ou o quê... Sei apenas que é gente que deve ser ignorada, pois entre suas palavras e suas ações há um abismo de contradição, incoerência e insensatez...

Isso não significa que temos que aceitar intervenções e guerras dos EUA em outras nações, etc... Significa que temos que criticar os erros e aplaudir os acertos dos EUA... Não só isso, significa que temos que auxiliar o Governo Americano na promoção da Democracia, das liberdades e dos Direitos Humanos no mundo. Precisamos dar efetividade a esses ideais. Certamente, respeitando as culturas e os costumes de cada povo, mas atacando a opressão, a tirania, as exclusões e as explorações...

E cito como exemplo o caso de Myanmar, Mianmar ou Mianmá (a antiga Birmânia ou Burma). Os EUA impuseram embargos ao País e os outros países, o que fizeram ? Muitos não fizeram nada, alegando a soberania interna daquele Estado Nacional. Contudo, é um Estado que subjuga seu povo, que mantém uma sangrenta repressão e um controle rígido sobre o pensamento... Isso é natural ? Gostaríamos de viver em um país assim ? Se estivéssemos em um país assim, não gostaríamos que uma outra nação mais poderosa fosse nos libertar ? Certamente que sim... Portanto, temos que apoiar a ação americana que busca libertar esse povo, assim como libertou o Iraque do Saddam.

Contudo, não podemos esquecer que muitos dos ditadores que andaram/andam por aí foram resultados de ações norte-americanas durante a guerra fria. Mas o próprio EUA sofreram as conseqüências de terem apoiado e treinado esses grupos. Um exemplo claro disso é o Bin Laden que é cria dos EUA, treinado pela CIA. Outro caso foi o próprio Saddam e seu regime sanguinário. Isso tem que ser lembrado para não se repetir, ou seja, os EUA devem apoiar a libertação de um Povo e não o domínio de uma classe, ou de um ditador, sobre a população. Logo, as ações devem ser dirigidas em favor da liberdade, da democracia e dos direitos humanos da população.

Os demais países precisam sentar com o Governo norte-americano e discutir, planejar e auxiliar na promoção da democracia, das liberdades e dos direitos humanos pelo mundo. Devem fazer isso para não dizer depois que os EUA são um império, que forçam a implantação da democracia, da liberdade e dos direitos humanos pelo mundo... Se eles forçam isso, penso que estão no caminho certo, pois ninguém quer viver subjugado, embaixo de botas militares ou de governos ditatoriais.

O mundo acadêmico, assim como o mundo dos negócios, reconhecem a importância dos EUA para o planeta. Reconhecem que alguém deve liderar a disseminação da liberdade e o fim da escravidão política, pois cada povo deve ter o direito de escolher os seus governantes e o seu destino. E os EUA desempenham bem esse papel. Certamente, cometem alguns excessos que podem ser corrigidos, mas são bons líderes nessa área. Por isso, devem ser apoiados e aplaudidos.

No mundo dos negócios os EUA aparecem como um dos maiores consumidores de produtos importados do planeta. Inclusive o Professor Rubens Ricupero, no artigo "Os Estados Unidos e o comércio mundial: protecionistas ou campeões do livre-comércio?"
(http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142002000300002&script=sci_arttext) da Revista de Estudos Avançados da USP de (vol.16 no.46 São Paulo Sept./Dec. 2002) faz a seguinte afirmação:

"Tive, sobretudo, receio de reduzir a uma simplificação distorcida da realidade que é extraordinariamente mais complexa. No ano em que o Congresso e o Executivo de Washington reafirmaram a disposição de proteger setores não-competitivos da economia com uma série encadeada de três graves medidas unilaterais - as salvaguardas para o aço, a nova lei agrícola e o mecanismo de consulta especial do Trade Promotion Authority ou fast track - seria absurdo negar a realidade do protecionismo que viceja às margens do Potomac.

Contudo, nesse mesmo ano e nos quatro ou cinco precedentes, o déficit em contas correntes aumentou constantemente até superar os 4% e aproximar-se dos 5% do PIB, devido ao insaciável apetite por importações de uma economia que é obviamente uma das mais abertas do mundo. É possível chamar de protecionista um país que se tornou, na segunda metade dos anos de 1990, a única fonte importante de demanda de importações, uma espécie de gigantesco "buraco negro" que vem engolindo parcela apreciável do excedente de mercadorias mundiais, dos calçados baratos chineses aos sofisticados supercondutores sul-coreanos? Quem ignora que hoje a China e o México, ontem (e ainda agora) todos os temíveis tigres asiáticos, desde o Supremo Dragão japonês até as Filipinas e a Indonésia, passando por Taiwan, Hong Kong, Cingapura, Malásia, Tailândia, devem, sem exceção, o essencial do seu êxito exportador aos vorazes mercados ianques? "

Além disso, muita gente diz que os EUA são um império, que escravizam os demais países, etc. Quem diz isto, não sabe o que está falando, pois se os EUA fossem um império, nós estaríamos perdidos, uma vez que o exército americano tem poder para intervir em qualquer ponto do planeta. Seria, certamente, o maior e mais poderoso império da terra e nós seríamos servos de Washington. Isso não acontece. Se há supremacia militar e econômica, essa supremacia é usada com moderação e com respeito às regras do jogo. Certamente, há ponto isolados, mas o todo mostra que os norte-americanos respeitam e cumprem as regras estabelecidas. Se fossem um império, isso jamais aconteceria. Não cumpririam nada, não negociariam nada e suas posições seriam impostas.

Além disso, eu pergunto: O que a China faz com os Noam Chomsky chineses ? O que Cuba faz com os Noam Chomsky cubanos ? O que o Chaves faz com os Noam Chomsky venezuelanos ? Contudo, o Noam Chomsky dos EUA vive tranquilamente em seu país... Isso é liberdade de expressão, de ação, de crítica, etc. E essa liberdade tem que estar presente em todos os países do mundo, pois o ser humano nasceu para ser livre e não para ser escravo.

E aqui entra um outro ponto importante. Não podemos permitir que os EUA trilhem caminhos que levem ao totalitarismo. Não podemos permitir a decadência da república norte-americana, pois se o poder norte-americano cair nas mãos de um agente totalitário, um Adolf Hitler da vida, estaremos perdidos e condenados.

Isso se aplica não só aos EUA, mas a todos os países. Contudo, a trilha do totalitarismo é, sem dúvida nenhuma, um caminho de fracasso. Foi seguida por inúmeras nações e todas elas chegaram no mesmo ponto: a queda do regime. Isso porque um regime totalitário carrega consigo o germe de auto-destruição. Mais cedo ou mais tarde, nesta geração ou na próxima, daqui a 10, 100 ou 1000 anos o germe de autodestruição é ativado e o regime desmorona. Por que isso acontece ? Acontece por uma razão simples: o totalitarismo tira dos homens a individualidade, a liberdade, a iniciativa, a capacidade de pensar, criar e ser feliz. E sem esses elementos o homem não se desenvolve e não evolui.

Quando os indivíduos, dentro do sistema totalitário, percebem isso, o germe é ativado e o regime cai. Cai porque o totalitarismo é um sistema. E são os homens que criam os sistemas e não os sistemas que criam os homens. Portanto, um sistema totalitário está fadado ao fracasso e à destruição. Contudo, enquanto sobrevive causa grande mal e sofrimento aos seres humanos.

Esta é uma outra razão pela qual temos que apoiar os EUA. As ações do Governo norte-americano, promovendo a democracia, as liberdades e os direitos humanos, inibem e sufocam as intenções totalitárias, matam o germe totalitário antes que ele nasça, pois totalitarismo e liberdade não combinam, assim como totalitarismo e direitos humanos são inimigos. Inclusive temos que lembrar que os norte-americanos salvaram o planeta das principais manifestações totalitárias que se levantaram: o nazismo de Hitler, o comunismo da URSS e outros regimes totalitários que estão sendo sufocados aos pouco...

E para terminar esse texto faço algumas sugestões, ao governo americano, na luta contra o terrorismo:

1) Atacar as causas e não os grupos... Um grupo terrorista só se mantém se existir uma causa alimentando-o, sem causa nenhum grupo se sustenta ou consegue apóio.

2) Lembrem ao mundo, aos países e às pessoas, as conquistas tecnológicas que os EUA obtiveram para a humanidade. Lembrem todas as conquistas e invenções e digam: "Isso aqui fomos nós que inventamos..." Isso dará aos indivíduos uma dimensão da importância dos EUA para a humanidade.

3) A imagem dos EUA está muito ligada a guerras, armas e violência... O Governo norte-americano deve fazer campanhas mostrando a importância da Democracia, das Liberdades e dos Direitos Humanos, principalmente, mostrando que as riquezas dos EUA, assim como a sua estabilidade política derivaram da união dessas características.

4) Os EUA devem evitar ao máximo ações que contrariem os princípios que pregam, principalmente, violações de direitos humanos (Guantánamo, invasão de privacidade, etc), quebra de princípios democráticos e ações unilaterais ou contrárias ao consenso universal. Se querem liderar, devem ser o exemplo e dar o exemplo.
A importância dos EUA para o mundo

Eu sou um crítico feroz de algumas ações do Governo norte-americano. Contudo, reconheço, assim como qualquer pessoa sensata reconhece, que o desenvolvimento mundial atual e as tecnologias que temos e utilizamos hoje nasceram nos EUA. Logo, o planeta tem uma grande dívida com o povo norte-americano. E é justamente por isso que não podemos deixar essa grande nação regredir em suas conquistas e/ou trilhar caminhos que levem à destruição. Precisamos criticar as condutas nefastas do Governo dos EUA, mas também sugerir soluções que ajudem essa nação a se manter firme em seu propósito de promover as Democracias e a liberdade dos indivíduos no mundo, assim como a proteção dos Direitos Humanos.

Certamente, alguns indivíduos, ao lerem o parágrafo anterior, já torceram o nariz e começaram a pensar/vomitar besteiras, principalmente se forem chavistas. Para estes indivíduos peço coerência e sensatez. Se são contra os EUA e o Povo Norte-Americano, a primeira coisa que Vocês devem fazer é pegar o computador e jogar pela janela. Parem de usar a internet imediatamente e voltem a usar sinal de fumaça, pombo-correio, etc... Logo, a segunda coisa é arrancar o cabo de internet e de telefone no dente, pois também foram tecnologias criadas nos States. Além disso, liguem para a empresa de eletricidade e peça para ela desligar a energia elétrica, pois foi um gringo que desenvolveu o negócio, sem contar que vocês devem quebrar as lâmpadas (Thomas A. Edison que inventou), etc. Enfim, se não fossem os EUA, com seu investimento maciço em pesquisas científicas e a inteligência do Povo norte-americano, não teríamos o desenvolvimento tecnológico que temos hoje no planeta...

Isso é esquecido por muitos que só sabem falar mal dos norte-americanos. Não só esquecem, como vão falar mal dos gringos no McDonald, enquanto comem um Big Mac e tomam uma coca-cola, ou durante algum filme de HollyWood no Shopping mais próximo, ou então, via email do Google, Yahoo ou coisas parecidas. Eu não sei se esses indivíduos são burros ou o quê... Sei apenas que é gente que deve ser ignorada, pois entre suas palavras e suas ações há um abismo de contradição, incoerência e insensatez...

Isso não significa que temos que aceitar intervenções e guerras dos EUA em outras nações, etc... Significa que temos que criticar os erros e aplaudir os acertos dos EUA... Não só isso, significa que temos que auxiliar o Governo Americano na promoção da Democracia, das liberdades e dos Direitos Humanos no mundo. Precisamos dar efetividade a esses ideais. Certamente, respeitando as culturas e os costumes de cada povo, mas atacando a opressão, a tirania, as exclusões e as explorações...

E cito como exemplo o caso de Myanmar, Mianmar ou Mianmá (a antiga Birmânia ou Burma). Os EUA impuseram embargos ao País e os outros países, o que fizeram ? Muitos não fizeram nada, alegando a soberania interna daquele Estado Nacional. Contudo, é um Estado que subjuga seu povo, que mantém uma sangrenta repressão e um controle rígido sobre o pensamento... Isso é natural ? Gostaríamos de viver em um país assim ? Se estivéssemos em um país assim, não gostaríamos que uma outra nação mais poderosa fosse nos libertar ? Certamente que sim... Portanto, temos que apoiar a ação americana que busca libertar esse povo, assim como libertou o Iraque do Saddam.

Contudo, não podemos esquecer que muitos dos ditadores que andaram/andam por aí foram resultados de ações norte-americanas durante a guerra fria. Mas o próprio EUA sofreram as conseqüências de terem apoiado e treinado esses grupos. Um exemplo claro disso é o Bin Laden que é cria dos EUA, treinado pela CIA. Outro caso foi o próprio Saddam e seu regime sanguinário. Isso tem que ser lembrado para não se repetir, ou seja, os EUA devem apoiar a libertação de um Povo e não o domínio de uma classe, ou de um ditador, sobre a população. Logo, as ações devem ser dirigidas em favor da liberdade, da democracia e dos direitos humanos da população.

Os demais países precisam sentar com o Governo norte-americano e discutir, planejar e auxiliar na promoção da democracia, das liberdades e dos direitos humanos pelo mundo. Devem fazer isso para não dizer depois que os EUA são um império, que forçam a implantação da democracia, da liberdade e dos direitos humanos pelo mundo... Se eles forçam isso, penso que estão no caminho certo, pois ninguém quer viver subjugado, embaixo de botas militares ou de governos ditatoriais.

O mundo acadêmico, assim como o mundo dos negócios, reconhecem a importância dos EUA para o planeta. Reconhecem que alguém deve liderar a disseminação da liberdade e o fim da escravidão política, pois cada povo deve ter o direito de escolher os seus governantes e o seu destino. E os EUA desempenham bem esse papel. Certamente, cometem alguns excessos que podem ser corrigidos, mas são bons líderes nessa área. Por isso, devem ser apoiados e aplaudidos.

No mundo dos negócios os EUA aparecem como um dos maiores consumidores de produtos importados do planeta. Inclusive o Professor Rubens Ricupero, no artigo "Os Estados Unidos e o comércio mundial: protecionistas ou campeões do livre-comércio?"
(http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142002000300002&script=sci_arttext) da Revista de Estudos Avançados da USP de (vol.16 no.46 São Paulo Sept./Dec. 2002) faz a seguinte afirmação:

"Tive, sobretudo, receio de reduzir a uma simplificação distorcida da realidade que é extraordinariamente mais complexa. No ano em que o Congresso e o Executivo de Washington reafirmaram a disposição de proteger setores não-competitivos da economia com uma série encadeada de três graves medidas unilaterais - as salvaguardas para o aço, a nova lei agrícola e o mecanismo de consulta especial do Trade Promotion Authority ou fast track - seria absurdo negar a realidade do protecionismo que viceja às margens do Potomac.

Contudo, nesse mesmo ano e nos quatro ou cinco precedentes, o déficit em contas correntes aumentou constantemente até superar os 4% e aproximar-se dos 5% do PIB, devido ao insaciável apetite por importações de uma economia que é obviamente uma das mais abertas do mundo. É possível chamar de protecionista um país que se tornou, na segunda metade dos anos de 1990, a única fonte importante de demanda de importações, uma espécie de gigantesco "buraco negro" que vem engolindo parcela apreciável do excedente de mercadorias mundiais, dos calçados baratos chineses aos sofisticados supercondutores sul-coreanos? Quem ignora que hoje a China e o México, ontem (e ainda agora) todos os temíveis tigres asiáticos, desde o Supremo Dragão japonês até as Filipinas e a Indonésia, passando por Taiwan, Hong Kong, Cingapura, Malásia, Tailândia, devem, sem exceção, o essencial do seu êxito exportador aos vorazes mercados ianques? "

Além disso, muita gente diz que os EUA são um império, que escravizam os demais países, etc. Quem diz isto, não sabe o que está falando, pois se os EUA fossem um império, nós estaríamos perdidos, uma vez que o exército americano tem poder para intervir em qualquer ponto do planeta. Seria, certamente, o maior e mais poderoso império da terra e nós seríamos servos de Washington. Isso não acontece. Se há supremacia militar e econômica, essa supremacia é usada com moderação e com respeito às regras do jogo. Certamente, há ponto isolados, mas o todo mostra que os norte-americanos respeitam e cumprem as regras estabelecidas. Se fossem um império, isso jamais aconteceria. Não cumpririam nada, não negociariam nada e suas posições seriam impostas.

Além disso, eu pergunto: O que a China faz com os Noam Chomsky chineses ? O que Cuba faz com os Noam Chomsky cubanos ? O que o Chaves faz com os Noam Chomsky venezuelanos ? Contudo, o Noam Chomsky dos EUA vive tranquilamente em seu país... Isso é liberdade de expressão, de ação, de crítica, etc. E essa liberdade tem que estar presente em todos os países do mundo, pois o ser humano nasceu para ser livre e não para ser escravo.

E aqui entra um outro ponto importante. Não podemos permitir que os EUA trilhem caminhos que levem ao totalitarismo. Não podemos permitir a decadência da república norte-americana, pois se o poder norte-americano cair nas mãos de um agente totalitário, um Adolf Hitler da vida, estaremos perdidos e condenados.

Isso se aplica não só aos EUA, mas a todos os países. Contudo, a trilha do totalitarismo é, sem dúvida nenhuma, um caminho de fracasso. Foi seguida por inúmeras nações e todas elas chegaram no mesmo ponto: a queda do regime. Isso porque um regime totalitário carrega consigo o germe de auto-destruição. Mais cedo ou mais tarde, nesta geração ou na próxima, daqui a 10, 100 ou 1000 anos o germe de autodestruição é ativado e o regime desmorona. Por que isso acontece ? Acontece por uma razão simples: o totalitarismo tira dos homens a individualidade, a liberdade, a iniciativa, a capacidade de pensar, criar e ser feliz. E sem esses elementos o homem não se desenvolve e não evolui.

Quando os indivíduos, dentro do sistema totalitário, percebem isso, o germe é ativado e o regime cai. Cai porque o totalitarismo é um sistema. E são os homens que criam os sistemas e não os sistemas que criam os homens. Portanto, um sistema totalitário está fadado ao fracasso e à destruição. Contudo, enquanto sobrevive causa grande mal e sofrimento aos seres humanos.

Esta é uma outra razão pela qual temos que apoiar os EUA. As ações do Governo norte-americano, promovendo a democracia, as liberdades e os direitos humanos, inibem e sufocam as intenções totalitárias, matam o germe totalitário antes que ele nasça, pois totalitarismo e liberdade não combinam, assim como totalitarismo e direitos humanos são inimigos. Inclusive temos que lembrar que os norte-americanos salvaram o planeta das principais manifestações totalitárias que se levantaram: o nazismo de Hitler, o comunismo da URSS e outros regimes totalitários que estão sendo sufocados aos pouco...

E para terminar esse texto faço algumas sugestões, ao governo americano, na luta contra o terrorismo:

1) Atacar as causas e não os grupos... Um grupo terrorista só se mantém se existir uma causa alimentando-o, sem causa nenhum grupo se sustenta ou consegue apóio.

2) Lembrem ao mundo, aos países e às pessoas, as conquistas tecnológicas que os EUA obtiveram para a humanidade. Lembrem todas as conquistas e invenções e digam: "Isso aqui fomos nós que inventamos..." Isso dará aos indivíduos uma dimensão da importância dos EUA para a humanidade.

3) A imagem dos EUA está muito ligada a guerras, armas e violência... O Governo norte-americano deve fazer campanhas mostrando a importância da Democracia, das Liberdades e dos Direitos Humanos, principalmente, mostrando que as riquezas dos EUA, assim como a sua estabilidade política derivaram da união dessas características.

4) Os EUA devem evitar ao máximo ações que contrariem os princípios que pregam, principalmente, violações de direitos humanos (Guantánamo, invasão de privacidade, etc), quebra de princípios democráticos e ações unilaterais ou contrárias ao consenso universal. Se querem liderar, devem ser o exemplo e dar o exemplo.