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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Obama é o melhor caminho para os EUA
Inegavelmente, Obama é o melhor caminho para os EUA. Isto porque sendo os EUA o melhor exemplo de democracia e de Estado de Direito que há no mundo, a chegada de Obama ao poder, demonstrará que este sistema de governo realmente funciona. É o sistema mais adequado para a humanidade, pois, como dizem os poligrotas, é um sistema autopoiético, ou seja, um sistema que se auto-a aprimora ao longo do tempo. Um sistema onde as diferenças são reduzidas e minimizadas dia após dia.

Ontem os EUA eram um país escravocratas. Em seguida um país de negros livres, porém sem direitos e, atualmente, um país onde um negro, mais uma vez, chegou ao comando da nação mais poderosa do planeta. Isto jamais ocorreria em um regime de castas ou em um lugar onde uma minoria comunista domina a maioria silenciosa.

Portanto, a vitória de Obama à presidência, seja acompanhado de Hillary ou de Al Gore, fortalece o sistema democrático, o Estado de Direito e os Direitos Humanos na Terra. É o exemplo mais eloqüente que uma nação democrática pode dar aos demais países, principalmente, quando pregarem que a Democracia, o Estado de Direito e os Direitos Humanos devem ser generalizados, disseminados globalmente...

Além disso, é preciso quebrar o paradigma de guerras que marcam os republicanos e tem caracterizado os EUA nesta última década. A eleição de um veterano de guerra não quebra este paradigma, mas fortalece-o, aproximando os EUA mais de Esparta do que da Atenas Grega, ou seja, dá aos EUA o domínio global, não pelo diálogo, mas sim pela força.

Acho que é mais sensato tomar chá com o Hugo Chaves e negociar uma solução pacíficas para as diferenças do que enviar milhares de soldados para ocupar a Venezuela.

Enfim, Obama é um caminho para a paz e para a estabilidade no planeta.
Obama é o melhor caminho para os EUA
Inegavelmente, Obama é o melhor caminho para os EUA. Isto porque sendo os EUA o melhor exemplo de democracia e de Estado de Direito que há no mundo, a chegada de Obama ao poder, demonstrará que este sistema de governo realmente funciona. É o sistema mais adequado para a humanidade, pois, como dizem os poligrotas, é um sistema autopoiético, ou seja, um sistema que se auto-a aprimora ao longo do tempo. Um sistema onde as diferenças são reduzidas e minimizadas dia após dia.

Ontem os EUA eram um país escravocratas. Em seguida um país de negros livres, porém sem direitos e, atualmente, um país onde um negro, mais uma vez, chegou ao comando da nação mais poderosa do planeta. Isto jamais ocorreria em um regime de castas ou em um lugar onde uma minoria comunista domina a maioria silenciosa.

Portanto, a vitória de Obama à presidência, seja acompanhado de Hillary ou de Al Gore, fortalece o sistema democrático, o Estado de Direito e os Direitos Humanos na Terra. É o exemplo mais eloqüente que uma nação democrática pode dar aos demais países, principalmente, quando pregarem que a Democracia, o Estado de Direito e os Direitos Humanos devem ser generalizados, disseminados globalmente...

Além disso, é preciso quebrar o paradigma de guerras que marcam os republicanos e tem caracterizado os EUA nesta última década. A eleição de um veterano de guerra não quebra este paradigma, mas fortalece-o, aproximando os EUA mais de Esparta do que da Atenas Grega, ou seja, dá aos EUA o domínio global, não pelo diálogo, mas sim pela força.

Acho que é mais sensato tomar chá com o Hugo Chaves e negociar uma solução pacíficas para as diferenças do que enviar milhares de soldados para ocupar a Venezuela.

Enfim, Obama é um caminho para a paz e para a estabilidade no planeta.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Obama e Hillary
Obama e Hillary governando os EUA... Acho que novos ares serão respirados na América do Norte e o mundo acordará mais aliviado e menos sangrento. Inclusive, eu já estou pensando em ir respirar estes ares também...

Mas ainda não decidi. Estou entre EUA, Europa e Israel... Certamente, com Obama na presidência os EUA ganham pontos extras...

Por falar em Israel, dois capítulos do meu trabalho"Teoria da Consciência e Liberdade" será sobre os Judeus. Em um analiso a questão do totalitarismo na Alemanha nazista e no outro analiso a força da consciência coletiva que une os Judeus. Consciência que garantiu a sobrevivência desse povo por milhares e milhares de anos. Mesmo perdendo território, sendo massacrados e trucidados, continuaram caminhando...

Certamente, esta análise na visa dar supremacia de nenhum povo sobre outros e nem justificará nenhum tipo de dominação. Servirá apenas para mostrar aos demais povos que a única forma de viverem milhares e milhares de anos é fortalecendo a consciência coletiva...

Inegavelmente, eu vejo a necessidade de criação de um Estado Palestino. Penso que Israel deve cede, principalmente, os Judeus Ortodoxos. Mas também os islâmicos deverão ceder e permitir a remoção da Mesquita de Al-Aqsa para dentro do Estado Palestino. Não é derrubar, não é destruir, mas remover, desmontar aqui e remontar ali... Isto permitirá a reconstrução do Templo Judeu, apaziguando os Ortodoxos...

Caso contrário, enquanto a Mesquita existir, existirá guerra entre Islâmicos e Judeus... E uma Mesquita não deveria ser motivo de desentendimento e de guerras. Como a Mesquita foi construída sobre as cinzas do Templo, ela deverá ser removida para que a paz retorne...

A Mesquita de Al-Aqsa foi construída para ser uma ferida no olho do inimigo. É como se Israel invadisse Meca e construisse sobre a CAABA um Templo do Judaísmo. Enquanto o Templo existir neste local, haverá motivos para guerra. E a política na apazigua a religião...

Enfim, acho que estou navegando na maioneze...
Obama e Hillary
Obama e Hillary governando os EUA... Acho que novos ares serão respirados na América do Norte e o mundo acordará mais aliviado e menos sangrento. Inclusive, eu já estou pensando em ir respirar estes ares também...

Mas ainda não decidi. Estou entre EUA, Europa e Israel... Certamente, com Obama na presidência os EUA ganham pontos extras...

Por falar em Israel, dois capítulos do meu trabalho"Teoria da Consciência e Liberdade" será sobre os Judeus. Em um analiso a questão do totalitarismo na Alemanha nazista e no outro analiso a força da consciência coletiva que une os Judeus. Consciência que garantiu a sobrevivência desse povo por milhares e milhares de anos. Mesmo perdendo território, sendo massacrados e trucidados, continuaram caminhando...

Certamente, esta análise na visa dar supremacia de nenhum povo sobre outros e nem justificará nenhum tipo de dominação. Servirá apenas para mostrar aos demais povos que a única forma de viverem milhares e milhares de anos é fortalecendo a consciência coletiva...

Inegavelmente, eu vejo a necessidade de criação de um Estado Palestino. Penso que Israel deve cede, principalmente, os Judeus Ortodoxos. Mas também os islâmicos deverão ceder e permitir a remoção da Mesquita de Al-Aqsa para dentro do Estado Palestino. Não é derrubar, não é destruir, mas remover, desmontar aqui e remontar ali... Isto permitirá a reconstrução do Templo Judeu, apaziguando os Ortodoxos...

Caso contrário, enquanto a Mesquita existir, existirá guerra entre Islâmicos e Judeus... E uma Mesquita não deveria ser motivo de desentendimento e de guerras. Como a Mesquita foi construída sobre as cinzas do Templo, ela deverá ser removida para que a paz retorne...

A Mesquita de Al-Aqsa foi construída para ser uma ferida no olho do inimigo. É como se Israel invadisse Meca e construisse sobre a CAABA um Templo do Judaísmo. Enquanto o Templo existir neste local, haverá motivos para guerra. E a política na apazigua a religião...

Enfim, acho que estou navegando na maioneze...

terça-feira, 27 de maio de 2008

A internacionalização da Amazônia
As manifestações neste momento, principalmente nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, é um ardil ou armação, visando enfraquecer Obama, inclusive o próprio discurso de Obama, sobre esta questão, foi envenenado por algum assessor infiltrado da parte contrária.

O ardil é o seguinte, havendo manifestações nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, ocorrerá, necessariamente, uma reação na América do Sul. Uma reação que pode ser interpretada como hostilidade. E uma América do Sul hostil merece um "big stick". Inclusive há na América do Sul dois "supostos" inimigos dos EUA: o Chavez e o narcotráfico da Colômbia.

Disseminando nos EUA a idéia de internacionalização da Amazônia, estes países tenderam a se aproximar, formando uma frente anti-EUA. Dessa forma se criará um "suposto" grande inimigo sul-americano.

Este "suposto" grande inimigo sul-americano precisará ser combatido por um Presidente dos EUA que tenha experiência no manejo do "big stick". Mais precisamente por um veterano de guerra que tenha sido, inclusive, prisioneiro de guerra em terras subdesenvolvidas. Por exemplo, o Vietnã...

Resumindo, as discussões sobre a internacionalização da Amazônia, inclusive feito no discurso irrefletido e envenenado de Obama, pode fortalecer os republicanos.

Neste contexto encaixa-se perfeitamente o editorial do New York Times. Inclusive, a midia americana tem um sério problema, a gente nunca sabe se está lendo um texto elaborado por um jornalista verdadeiro e isento ou se é um texto plantado pela CIA para atingir objetivos de interesse da Casa Branca.

De uma forma ou de outra, a discussão sobre a internacionalização da Amazônia, neste momento, deve ser ignorado pela América do Sul, pois é um momento de definição nos EUA. E nós não queremos que um veterano de guerra vire presidente e continua espalhando guerras pelo mundo.

Além disso, os eleitores americanos precisam ficar atentos às reportagens sobre terrorismo, etc. Certamente, vão tentar, mais uma vez, amedrontar a população, para eleger o veterano de guerra como presidente. Logo, deverá haver, se já não está ocorrendo, um aumento de reportagens falando do Afeganistão, Taleban, Osama, etc. Inclusive, o próprio Osama pode mostrar a cara para pedir votos ao veterano de guerra...

O perfil de Dilma Rousseff, feito "supostamente" por um consulado dos EUA no Brasil, mas, certamente, obra da CIA, também deve ser compreendido neste contexto de eleições nos EUA. Desde quando o Departamento de Estado dos EUA faz perfil de autoridades públicas de países estrangeiros para ser publicado em jornais do país onde estão estas autoridades ? Fizeram isto esperando uma resposta forte e o aumento de críticas aos EUA...

Porém, acho que quebraram a cara, pois a tentiva de manipulação foi percebida e não surtiu os efeitos esperados.

A verdade se revela para quem observa padrões.
A internacionalização da Amazônia
As manifestações neste momento, principalmente nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, é um ardil ou armação, visando enfraquecer Obama, inclusive o próprio discurso de Obama, sobre esta questão, foi envenenado por algum assessor infiltrado da parte contrária.

O ardil é o seguinte, havendo manifestações nos EUA, sobre a internacionalização da Amazônia, ocorrerá, necessariamente, uma reação na América do Sul. Uma reação que pode ser interpretada como hostilidade. E uma América do Sul hostil merece um "big stick". Inclusive há na América do Sul dois "supostos" inimigos dos EUA: o Chavez e o narcotráfico da Colômbia.

Disseminando nos EUA a idéia de internacionalização da Amazônia, estes países tenderam a se aproximar, formando uma frente anti-EUA. Dessa forma se criará um "suposto" grande inimigo sul-americano.

Este "suposto" grande inimigo sul-americano precisará ser combatido por um Presidente dos EUA que tenha experiência no manejo do "big stick". Mais precisamente por um veterano de guerra que tenha sido, inclusive, prisioneiro de guerra em terras subdesenvolvidas. Por exemplo, o Vietnã...

Resumindo, as discussões sobre a internacionalização da Amazônia, inclusive feito no discurso irrefletido e envenenado de Obama, pode fortalecer os republicanos.

Neste contexto encaixa-se perfeitamente o editorial do New York Times. Inclusive, a midia americana tem um sério problema, a gente nunca sabe se está lendo um texto elaborado por um jornalista verdadeiro e isento ou se é um texto plantado pela CIA para atingir objetivos de interesse da Casa Branca.

De uma forma ou de outra, a discussão sobre a internacionalização da Amazônia, neste momento, deve ser ignorado pela América do Sul, pois é um momento de definição nos EUA. E nós não queremos que um veterano de guerra vire presidente e continua espalhando guerras pelo mundo.

Além disso, os eleitores americanos precisam ficar atentos às reportagens sobre terrorismo, etc. Certamente, vão tentar, mais uma vez, amedrontar a população, para eleger o veterano de guerra como presidente. Logo, deverá haver, se já não está ocorrendo, um aumento de reportagens falando do Afeganistão, Taleban, Osama, etc. Inclusive, o próprio Osama pode mostrar a cara para pedir votos ao veterano de guerra...

O perfil de Dilma Rousseff, feito "supostamente" por um consulado dos EUA no Brasil, mas, certamente, obra da CIA, também deve ser compreendido neste contexto de eleições nos EUA. Desde quando o Departamento de Estado dos EUA faz perfil de autoridades públicas de países estrangeiros para ser publicado em jornais do país onde estão estas autoridades ? Fizeram isto esperando uma resposta forte e o aumento de críticas aos EUA...

Porém, acho que quebraram a cara, pois a tentiva de manipulação foi percebida e não surtiu os efeitos esperados.

A verdade se revela para quem observa padrões.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Entre Obama e Hillary
Entre Obama e Hillary, eu escolho Obama. Por que ?
Devido à ligação quase íntima entre o Clinton e o FHC. A vitória de Hillary pode beneficiar, dissimuladamente, a tucanada no Brasil.

O FHC liga para o Clinton peindo favores. E o Bill "estagiária debaixo da mesa", por sua vez, buzina no ouvido da esposa. A Casa Branca pode jogar do lado dos bicudos. Portanto, é melhor olhar para o Obama.

Certamente, a vitória da Hillary poderia fortalecer a candidatura da Dilma. Porém, não é bom arriscar... Além disso, os petistas estão excessivamente apagados para 2010 e não me surpreenderia nem um pouco se levassem uma surra nas eleições.

Mais uma coisa... A ligação entre a direita e o centro, ou seja, entre o PSDB e o PT é perniciosa e nociva para o Brasil. Ela mostrará que é tudo farinha do mesmo saco, ou seja, entre FHC e Lula não há diferenças. Esta ligação dissolverá o discurso de ambos... Será que é tudo farinha do mesmo saco ?

De uma forma ou de outra, a única solução é destruir completamente o sistema político brasileiro e implantar outro. O sistema atual é uma construção de dominação, exclusão e exploração. Foi feito para manter o poder nas mãos de uma minoria branca e rica, mantendo a maioria na doença e na miséria. Portanto, o sistema tem que se destruído e o poder distribuído para a maioria.
Entre Obama e Hillary
Entre Obama e Hillary, eu escolho Obama. Por que ?
Devido à ligação quase íntima entre o Clinton e o FHC. A vitória de Hillary pode beneficiar, dissimuladamente, a tucanada no Brasil.

O FHC liga para o Clinton peindo favores. E o Bill "estagiária debaixo da mesa", por sua vez, buzina no ouvido da esposa. A Casa Branca pode jogar do lado dos bicudos. Portanto, é melhor olhar para o Obama.

Certamente, a vitória da Hillary poderia fortalecer a candidatura da Dilma. Porém, não é bom arriscar... Além disso, os petistas estão excessivamente apagados para 2010 e não me surpreenderia nem um pouco se levassem uma surra nas eleições.

Mais uma coisa... A ligação entre a direita e o centro, ou seja, entre o PSDB e o PT é perniciosa e nociva para o Brasil. Ela mostrará que é tudo farinha do mesmo saco, ou seja, entre FHC e Lula não há diferenças. Esta ligação dissolverá o discurso de ambos... Será que é tudo farinha do mesmo saco ?

De uma forma ou de outra, a única solução é destruir completamente o sistema político brasileiro e implantar outro. O sistema atual é uma construção de dominação, exclusão e exploração. Foi feito para manter o poder nas mãos de uma minoria branca e rica, mantendo a maioria na doença e na miséria. Portanto, o sistema tem que se destruído e o poder distribuído para a maioria.