sábado, 2 de fevereiro de 2008

O miolo da questão
A escravidão gerou uma elite, uma minoria branca, econômica poderosa que controla e domina tudo. Uma minoria que continua disseminando e usando os costumes da escravidão, pois a riqueza que eles possuem veio da escravidão, seja do trabalho escravo, seja do comércio de escravos.

Uma minoria que, atualmente, escraviza tanto os negros, que são pobres pela escravidão histórica, quanto os brancos que nascem pobres pela exclusão econômica atual.

Uma minoria que domina a política, a burocracia, a economia, enfim, todos níveis do Estado. E não deixa que mudanças essenciais acontençam. Eles fazem as leis, eles governam, eles aplicam as leis, eles são os juízes, etc, Estão no poder e querem se perpetuar no poder.

Portanto, a questão do racismo é completamente irrelevante, principalmente porque raça não existe. E se existir só há uma: a raça humana. O miolo da questão é a dominação, a opressão, a exclusão e a exploração imposta por uma minoria branca rica sobre uma maioria negra e pobre.

Inclusive o Professor e ex-governador Cláudio Lembro (Site e textos aqui) é uma pessoa de grande visão, entendimento e sabedoria. Mas, mais do que isto, ele tem que coragem de falar a verdade. Não adianta ter grande entendimento e sabedoria e ficar calado ou colaborar com o mal. É preciso falar e falar na lata.

Disse o professor Lembo: "A elite branca deveria olhar menos para o que acontece no exterior e mais para a realidade social do Brasil".
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Palavras do Professor e ex-governador Cláudio lembro:
SOBRE A ELITE BRASILEIRA

"O Brasil é um país que só conheceu derrotas. Derrotas sociais... Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa"

"Em suas lindas casas dizem que vão sair às ruas fazendo protesto. Vão fazer protesto nada! Vão é para o melhor restaurante cinco estrelas com outras figuras da política nacional fazer o bom jantar".

"Nossa burguesia devia é ficar quietinha e pensar muito no que ela fez para esse País".

"A Casa-grande tinha tudo e a Senzala não tinha nada. Então é um drama. É um País que quando os escravos foram libertados, quem recebeu indenização foi o Senhor e não os libertos, como nos EUA. Então, é um País único. (...) O cinismo nacional mata o Brasil. Esse País tem que deixar de ser cínico. Vou falar a verdade, doa a a quem doer, destrua a quem destruir, por que acho que só a verdade vai construir este País".

SOBRE A REAÇÂO DA ELITE PAULISTANA

"O que eu vi em entrevistas da Folha de S. Paulo foram dondocas dizendo coisinhas lindas. Todos são bonzinhos publicamente. E depois exploram a sociedade, seus serviçais, exploram todos os serviços públicos. Querem estar sempre nos palácios dos governos porque querem ter benesses do governo. Isso não vai ter aqui nesses oito meses".

SOBRE A ELITE BRASILEIRA

"A bolsa da burguesia terá de ser aberta, para sustentar a miséria, no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações".

"Se nós não mudarmos a mentalidade brasileira, o cerne da minoria branca brasileira, não iremos a lugar algum".

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O exército de crime

Roberto Saturnino Braga -- JORNAL – CORREIO BRAZILIENSE – 25.05.2006 – PÁG.29

Senador PT/RJ, é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado

Arrefecida a tensão da tragédia de São Paulo, discutem-se intensamente muitos subitens do problema da violência urbana – o uso de celulares nos presídios, as benevolências carcerárias existentes, o agravamento supostamente necessário das penas –, mas ignora-se o fato principal: que o crime organizado dispõe de um exército com grande poder de fogo, comandado por chefes de dentro dos presídios ou por outros que logo os substituem quando eles faltam. O gravíssimo é que existe esse exército organizado capaz de fazer frente à polícia de igual para igual, cessando fogo mediante negociação entre poderes. Isso sem falar do outro exército, também numeroso mas inorgânico, de assaltantes maiores e menores que enchem as ruas das cidades.

Que fenômeno é esse? Que enorme bando é esse de brasileiros que ignoram a lei, o Estado, a República, os valores da moral, da justiça, da humanidade? Como e por que se formou essa legião de bárbaros dentro da sociedade? Como reverter a formação? E como tornar mais eficaz, a curto prazo, nossa polícia para enfrentá-los? Essas são as questões principais que, antes de todas, precisam encontrar resposta.

Houve falta de investimento em educação nas décadas passadas? Evidentemente houve, a constatação é consensual. Houve falta de emprego, falta de oportunidade para uma vida digna? Sim, é outro consenso. Cresceu a massa de pobreza absoluta? Desagregou-se a família, a religião? Sim, também. Esses são fatores efetivamente importantes na formação daquelas legiões. Mas que ainda não explicam tudo a meu juízo. Há que somar outras causas para se ter um efeito tão grande e assustador. Penso, principalmente, no enorme, vasto e profundo sentimento de injustiça que cresceu na alma do nosso povo mais carente e vitimado nos últimos 20 anos. Esse sentimento de injustiça gera ódio nos corações mais agressivos e gera cinismo absoluto, insensibilidade nos mais fracos de caráter. E esse sentimento do povo carente é gerado pela injustiça estrutural e abissal da nossa sociedade e no cinismo com que a nossa “elite branca perversa” (Cláudio Lembo) a encara, achando que é natural, resultante das diferenças de competência e de disposição para o trabalho, decorrente da falta de “competitividade” deles no mercado – os trabalhadores mais pobres – e o mercado tem que ser acatado, ele é que decide, é a racionalidade, não há nada a fazer.

Pois o mercado não decide nada; quem decide é precisamente esse sindicato do cinismo que manda na economia brasileira; eles decidem que é o mercado quem deve decidir, e o povo que se vire. A sociedade, porém, pode decidir, politicamente, que os critérios de distribuição dos frutos do trabalho não são apenas os do mercado e da “competição”, mas também os da justiça, os da solidariedade, os do congraçamento social. Critérios, estes outros, que devem ser implementados pelo Estado, pela sua presença na economia e pelo planejamento, que a elite cínica quer evitar a todo custo, e conseguiu fazê-lo nas décadas perdidas do neoliberalismo.

É claro que esse novo paradigma é viável; trata-se de um confronto político que está acontecendo no país. Se a elite endinheirada e cínica não bota a mão no bolso para ajudar os mais carentes (Cláudio Lembo), o Estado tem de meter a mão no bolso dela, legitimamente, taxando fortunas e ganhos de capital e pagando juros baixos, para investir muito mais na educação, sim, mas também nas favelas, na habitação digna, no saneamento.

Mudar o modelo, eis aí. Encerrar a era neoliberal. É muito difícil, todos sabemos, enfrentar os gigantescos interesses do capital. Mas temos que tentar; junto com a América do Sul, para ficar menos difícil. Dialogando com a França também, que é o único país rico a manifestar resistência àqueles interesses. Enfim, é o principal que temos de fazer, pensando num Brasil mais justo e menos violento.

Mas é evidente que temos que cuidar, de imediato, da eficácia da polícia. Temos que aumentar seus efetivos, que são muito baixos (algo como cinco vezes menos policiais em ação por 1.000 habitantes que nos países ricos). Temos que preparar ainda melhor esses efetivos, como tem feito a Força Nacional; temos que usar mais as tecnologias avançadas, a do geoprocessamento, por exemplo, que permite monitorar todas as ruas da cidade 24 horas por dia. Não entro a fundo nessa discussão porque não sou do ramo, mas é claro que ela é importantíssima – e, a curto prazo, todos dependemos dela.
O miolo da questão
A escravidão gerou uma elite, uma minoria branca, econômica poderosa que controla e domina tudo. Uma minoria que continua disseminando e usando os costumes da escravidão, pois a riqueza que eles possuem veio da escravidão, seja do trabalho escravo, seja do comércio de escravos.

Uma minoria que, atualmente, escraviza tanto os negros, que são pobres pela escravidão histórica, quanto os brancos que nascem pobres pela exclusão econômica atual.

Uma minoria que domina a política, a burocracia, a economia, enfim, todos níveis do Estado. E não deixa que mudanças essenciais acontençam. Eles fazem as leis, eles governam, eles aplicam as leis, eles são os juízes, etc, Estão no poder e querem se perpetuar no poder.

Portanto, a questão do racismo é completamente irrelevante, principalmente porque raça não existe. E se existir só há uma: a raça humana. O miolo da questão é a dominação, a opressão, a exclusão e a exploração imposta por uma minoria branca rica sobre uma maioria negra e pobre.

Inclusive o Professor e ex-governador Cláudio Lembro (Site e textos aqui) é uma pessoa de grande visão, entendimento e sabedoria. Mas, mais do que isto, ele tem que coragem de falar a verdade. Não adianta ter grande entendimento e sabedoria e ficar calado ou colaborar com o mal. É preciso falar e falar na lata.

Disse o professor Lembo: "A elite branca deveria olhar menos para o que acontece no exterior e mais para a realidade social do Brasil".
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Palavras do Professor e ex-governador Cláudio lembro:
SOBRE A ELITE BRASILEIRA

"O Brasil é um país que só conheceu derrotas. Derrotas sociais... Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa"

"Em suas lindas casas dizem que vão sair às ruas fazendo protesto. Vão fazer protesto nada! Vão é para o melhor restaurante cinco estrelas com outras figuras da política nacional fazer o bom jantar".

"Nossa burguesia devia é ficar quietinha e pensar muito no que ela fez para esse País".

"A Casa-grande tinha tudo e a Senzala não tinha nada. Então é um drama. É um País que quando os escravos foram libertados, quem recebeu indenização foi o Senhor e não os libertos, como nos EUA. Então, é um País único. (...) O cinismo nacional mata o Brasil. Esse País tem que deixar de ser cínico. Vou falar a verdade, doa a a quem doer, destrua a quem destruir, por que acho que só a verdade vai construir este País".

SOBRE A REAÇÂO DA ELITE PAULISTANA

"O que eu vi em entrevistas da Folha de S. Paulo foram dondocas dizendo coisinhas lindas. Todos são bonzinhos publicamente. E depois exploram a sociedade, seus serviçais, exploram todos os serviços públicos. Querem estar sempre nos palácios dos governos porque querem ter benesses do governo. Isso não vai ter aqui nesses oito meses".

SOBRE A ELITE BRASILEIRA

"A bolsa da burguesia terá de ser aberta, para sustentar a miséria, no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações".

"Se nós não mudarmos a mentalidade brasileira, o cerne da minoria branca brasileira, não iremos a lugar algum".

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O exército de crime

Roberto Saturnino Braga -- JORNAL – CORREIO BRAZILIENSE – 25.05.2006 – PÁG.29

Senador PT/RJ, é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado

Arrefecida a tensão da tragédia de São Paulo, discutem-se intensamente muitos subitens do problema da violência urbana – o uso de celulares nos presídios, as benevolências carcerárias existentes, o agravamento supostamente necessário das penas –, mas ignora-se o fato principal: que o crime organizado dispõe de um exército com grande poder de fogo, comandado por chefes de dentro dos presídios ou por outros que logo os substituem quando eles faltam. O gravíssimo é que existe esse exército organizado capaz de fazer frente à polícia de igual para igual, cessando fogo mediante negociação entre poderes. Isso sem falar do outro exército, também numeroso mas inorgânico, de assaltantes maiores e menores que enchem as ruas das cidades.

Que fenômeno é esse? Que enorme bando é esse de brasileiros que ignoram a lei, o Estado, a República, os valores da moral, da justiça, da humanidade? Como e por que se formou essa legião de bárbaros dentro da sociedade? Como reverter a formação? E como tornar mais eficaz, a curto prazo, nossa polícia para enfrentá-los? Essas são as questões principais que, antes de todas, precisam encontrar resposta.

Houve falta de investimento em educação nas décadas passadas? Evidentemente houve, a constatação é consensual. Houve falta de emprego, falta de oportunidade para uma vida digna? Sim, é outro consenso. Cresceu a massa de pobreza absoluta? Desagregou-se a família, a religião? Sim, também. Esses são fatores efetivamente importantes na formação daquelas legiões. Mas que ainda não explicam tudo a meu juízo. Há que somar outras causas para se ter um efeito tão grande e assustador. Penso, principalmente, no enorme, vasto e profundo sentimento de injustiça que cresceu na alma do nosso povo mais carente e vitimado nos últimos 20 anos. Esse sentimento de injustiça gera ódio nos corações mais agressivos e gera cinismo absoluto, insensibilidade nos mais fracos de caráter. E esse sentimento do povo carente é gerado pela injustiça estrutural e abissal da nossa sociedade e no cinismo com que a nossa “elite branca perversa” (Cláudio Lembo) a encara, achando que é natural, resultante das diferenças de competência e de disposição para o trabalho, decorrente da falta de “competitividade” deles no mercado – os trabalhadores mais pobres – e o mercado tem que ser acatado, ele é que decide, é a racionalidade, não há nada a fazer.

Pois o mercado não decide nada; quem decide é precisamente esse sindicato do cinismo que manda na economia brasileira; eles decidem que é o mercado quem deve decidir, e o povo que se vire. A sociedade, porém, pode decidir, politicamente, que os critérios de distribuição dos frutos do trabalho não são apenas os do mercado e da “competição”, mas também os da justiça, os da solidariedade, os do congraçamento social. Critérios, estes outros, que devem ser implementados pelo Estado, pela sua presença na economia e pelo planejamento, que a elite cínica quer evitar a todo custo, e conseguiu fazê-lo nas décadas perdidas do neoliberalismo.

É claro que esse novo paradigma é viável; trata-se de um confronto político que está acontecendo no país. Se a elite endinheirada e cínica não bota a mão no bolso para ajudar os mais carentes (Cláudio Lembo), o Estado tem de meter a mão no bolso dela, legitimamente, taxando fortunas e ganhos de capital e pagando juros baixos, para investir muito mais na educação, sim, mas também nas favelas, na habitação digna, no saneamento.

Mudar o modelo, eis aí. Encerrar a era neoliberal. É muito difícil, todos sabemos, enfrentar os gigantescos interesses do capital. Mas temos que tentar; junto com a América do Sul, para ficar menos difícil. Dialogando com a França também, que é o único país rico a manifestar resistência àqueles interesses. Enfim, é o principal que temos de fazer, pensando num Brasil mais justo e menos violento.

Mas é evidente que temos que cuidar, de imediato, da eficácia da polícia. Temos que aumentar seus efetivos, que são muito baixos (algo como cinco vezes menos policiais em ação por 1.000 habitantes que nos países ricos). Temos que preparar ainda melhor esses efetivos, como tem feito a Força Nacional; temos que usar mais as tecnologias avançadas, a do geoprocessamento, por exemplo, que permite monitorar todas as ruas da cidade 24 horas por dia. Não entro a fundo nessa discussão porque não sou do ramo, mas é claro que ela é importantíssima – e, a curto prazo, todos dependemos dela.
Precisamos fazer um rastreamento histórico
Poderíamos fazer um rastreamento histórico para calcular a quantidade, aproximada, de riquezas que os negros produziram, ao longo de centenas de anos de escravidão, e que foi apropriada pelos brancos.
Poderíamos fazer um rastreamento para descobrir onde está esta riquezas, onde estão as famílias que adquiriram e usaram escravos, o que fizeram com a riqueza que acumularam, no que investiram.
Precisamos ver, com exatidão, a partir de que momento os negros, antigos escravos, começaram a estudar... E onde se estabeleceram.
Também temos que ver em que momento os negros começaram a adquirir propriedades, principalmente, terras e de que forma. Eles eram ex-escravos e descendentes de escravos, como conseguiram arranjar recursos para isto ?
Além disso, é preciso ver, após a escravidão, como ficou a questão das terras. Os brancos, pelo que consta, já tinham se apoderado de tudo, restando apenas as terras longíguas e inóspitas...
As respostas destas questões mostrarão, exatamente, porque os negros são pobres, porque são analfabetos e porque vivem nas favelas e periferias.
A resposta, certamente, pode ser antecipada: dominação, opressão, exclusão e exploração dos brancos contra os negros.
Precisamos fazer um rastreamento histórico
Poderíamos fazer um rastreamento histórico para calcular a quantidade, aproximada, de riquezas que os negros produziram, ao longo de centenas de anos de escravidão, e que foi apropriada pelos brancos.
Poderíamos fazer um rastreamento para descobrir onde está esta riquezas, onde estão as famílias que adquiriram e usaram escravos, o que fizeram com a riqueza que acumularam, no que investiram.
Precisamos ver, com exatidão, a partir de que momento os negros, antigos escravos, começaram a estudar... E onde se estabeleceram.
Também temos que ver em que momento os negros começaram a adquirir propriedades, principalmente, terras e de que forma. Eles eram ex-escravos e descendentes de escravos, como conseguiram arranjar recursos para isto ?
Além disso, é preciso ver, após a escravidão, como ficou a questão das terras. Os brancos, pelo que consta, já tinham se apoderado de tudo, restando apenas as terras longíguas e inóspitas...
As respostas destas questões mostrarão, exatamente, porque os negros são pobres, porque são analfabetos e porque vivem nas favelas e periferias.
A resposta, certamente, pode ser antecipada: dominação, opressão, exclusão e exploração dos brancos contra os negros.
Branco não é raça. É cor.
Na discussão da dominação, opressão, exclusão e exploração de uma minoria branca sobre a maioria negra e de pobres, estão tentando levar o tema para o lado do racismo. Racismo ??? Que tipo de rascimo ? Não estamos diante de uma questão de raça, a coisa é muito pior e muito maior, estamos diante de uma questão de cor. Cor não se confunde com raça...

Os brancos não se fundem em uma única raça, assim como os negros não são uma única raça. Mais do que isto, existem brancos que são tão explorados, pelos próprios brancos, quanto os negros. Portanto, não há, nesta questão, a discussão de racismo. Inclusive, no Brasil, não é possível discutir racismo, pois aqui todo mundo é vira-lata.

Certamente, vão tentar deslocar a discussão para o tema do racismo. Vão fazer isto para emperrar o negócio e não resolver nada. Vão dizer que a insurgência dos negros contra os brancos é racismo. Vão dizer que os brancos, uma minoria, pode dominar, explorar, oprimir e excluir a maioria da população. Isto é mérito.

Contudo, em um passado próximo, os negros eram escravizados. Tudo o que produziram agregou-se ao patrimônio dos brancos. E o costume da escravidão, assim como a cultura de ver os negros como bobos, serviçais, analfabetos, inferiores, etc, entrou e se perpetuou na sociedade. A identificação está na cor e não em raça.

Um branco nascido na África, que só falava dialetos africanos, adotava todos os costumes africanos, etc, poderia ser escravizado ? A escravidão pode ter começado com uma raça, mas, ao longo do tempo, foi nivelada por um só critério: a cor. E hoje a dominação branca continua se respaldando no mesmo critério, na cor. Os maiores bandidos são brancos. Mas quem vai para a cadeia são os negros.

Se os negros tivessem escravizado os brancos e arrancado tudo o que eles produziram, ao longo de centenas de anos, hoje, estaríamos falando da dominação dos negros sobre os brancos. Os brancos seriam os pobres, os favelados, os analfabetos, os inferiores, etc. A superioridade e a riqueza dos brancos foi construída com o sangue dos negros, com o trabalho dos negros, com o rebaixamento dos negros, com a submissão dos negros, com o holocausto dos negros.

Mas vamos pegar um exemplo pragmático. Eu gosto de pragmatismo. Hoje, se você chegar em um rico tradicional (Forest Gump), não os novos ricos da megasena, ele vai te contar. O meu dodecavô não tinha nada começou do zero. E deixou uma moeda para o meu udecavô. Com uma moeda o meu udecavô comprou uma galinha e deixou de herança para o meu decavô. O meu decavô trabalhou, ganhou outra moeda e comprou um galo. Deixou um galo e uma galinha de herança para o meu nonavô. O meu nonavô com a galinha e o galo poduziu ovos e construiu um galinheiro, deixando tudo de herança para o meu octavô. O meu octavô com a galinha, o galo, o galinheiro e os ovos, aumentou a produção e construiu cinco galinheiros, deixando tudo de herança para o meu septavô. O meu septavô juntou tudo, aumentou a produção, e construiu uma granja e deixou de herança para o meu hexavô. O meu hexavô ampliou o negócio, construiu mais granjas e comprou uma fazenda e deixou para o meu pentavô.

O meu pentavô com estes bens montou uma indústria de ovos e iniciou a engorda e o abate de frangos. Já o meu tetravô não gostava de aves e preferiu começar outro negócio. Ele investiu em cimento. Ampliando os negócios da Família. O meu trisavô não gostava nem de aves e nem de cimento, mas de alumínio. Então ele investiu na montagem de uma fábrica de alumínio. O meu bisavô continuou com o negócio das aves e do gado, investindo pesado na exportação. Coisa que o meu avô não fez, pois gostava mais de tecnologia. Ele investiu pesado em empresas de internet. E meu pai e eu gostamos mais de mercado financeiro. Investimos o dinheiro da família no mercado, mas até hoje ainda temos o galo e a galinha adquiridos pelo meu udecavô e meu decavô, ainda continuam botando ovos. Dizem que esse galo e esta galinha vieram das terras altas, vieram da Escócia. São Highlander.

Agora vamos ver a História dos negros. Dodecavô: escravo. Udecavô: escravo. Decavô: escravo. Nonavô: escravo no galinheiro. Octavô: escravo em 5 galinheiros. Septavô: escravo na granja. Hexavô: escravo na fazenda. Pentavô: escravo na fazenda. Tetravô: escravo na fazenda. Trisavô: escravo na fazenda. Bisavô: livre - trabalhador rural sem-terra. Avô: livre - servente de pedreiro...

Aquilo que a força do trabalho dos negros produziu, ao longo de centenas de anos, foi agregado ao patrimônio dos brancos. Quando a escravidão terminou, os negros foram expulsos das senzalas com uma mão na frente e outra atrás. A única coisa que possuíam era a força de trabalho. A força de trabalho que vendem até hoje. Os negros são pobres, são favelados, são analfabetos, etc, porcausa da escravidão dos brancos que os impediu de se desenvolveram, de acessarem as riquezas, de estudarem, de usufruírem daquilo que produziram. Não só impediu, como continuam impedindo.

A dominação dos negros pelos brancos não é uma questão de raça, é uma questão de uma minoria oprimindo, excluindo e explorando uma maioria. Não há embasamento para se falar em raça no Brasil. A dominação está mais baseada na cor, por uma razão histórica, do que na idéia de raça que envolve costumes, língua, religião, etc...

A discussão fundamental é o domínio de uma minoria sobre uma grande maioria. Uma minoria que controla o poder político, o poder econômico e as instituições públicas, impedindo a maioria da população (negros e pobres) de acessarem o poder político, o poder econômico e as instituições públicas. Uma minoria que, para perpetuar a sua dominação, impede a realização de projetos sociais que o apartheid social. O parasita cria mecanismos para perpetuar o parasitismo.

A reparação histórica é mais do que obrigação. É justiça, pois a riqueza que construíram originou-se da escravidão.
Branco não é raça. É cor.
Na discussão da dominação, opressão, exclusão e exploração de uma minoria branca sobre a maioria negra e de pobres, estão tentando levar o tema para o lado do racismo. Racismo ??? Que tipo de rascimo ? Não estamos diante de uma questão de raça, a coisa é muito pior e muito maior, estamos diante de uma questão de cor. Cor não se confunde com raça...

Os brancos não se fundem em uma única raça, assim como os negros não são uma única raça. Mais do que isto, existem brancos que são tão explorados, pelos próprios brancos, quanto os negros. Portanto, não há, nesta questão, a discussão de racismo. Inclusive, no Brasil, não é possível discutir racismo, pois aqui todo mundo é vira-lata.

Certamente, vão tentar deslocar a discussão para o tema do racismo. Vão fazer isto para emperrar o negócio e não resolver nada. Vão dizer que a insurgência dos negros contra os brancos é racismo. Vão dizer que os brancos, uma minoria, pode dominar, explorar, oprimir e excluir a maioria da população. Isto é mérito.

Contudo, em um passado próximo, os negros eram escravizados. Tudo o que produziram agregou-se ao patrimônio dos brancos. E o costume da escravidão, assim como a cultura de ver os negros como bobos, serviçais, analfabetos, inferiores, etc, entrou e se perpetuou na sociedade. A identificação está na cor e não em raça.

Um branco nascido na África, que só falava dialetos africanos, adotava todos os costumes africanos, etc, poderia ser escravizado ? A escravidão pode ter começado com uma raça, mas, ao longo do tempo, foi nivelada por um só critério: a cor. E hoje a dominação branca continua se respaldando no mesmo critério, na cor. Os maiores bandidos são brancos. Mas quem vai para a cadeia são os negros.

Se os negros tivessem escravizado os brancos e arrancado tudo o que eles produziram, ao longo de centenas de anos, hoje, estaríamos falando da dominação dos negros sobre os brancos. Os brancos seriam os pobres, os favelados, os analfabetos, os inferiores, etc. A superioridade e a riqueza dos brancos foi construída com o sangue dos negros, com o trabalho dos negros, com o rebaixamento dos negros, com a submissão dos negros, com o holocausto dos negros.

Mas vamos pegar um exemplo pragmático. Eu gosto de pragmatismo. Hoje, se você chegar em um rico tradicional (Forest Gump), não os novos ricos da megasena, ele vai te contar. O meu dodecavô não tinha nada começou do zero. E deixou uma moeda para o meu udecavô. Com uma moeda o meu udecavô comprou uma galinha e deixou de herança para o meu decavô. O meu decavô trabalhou, ganhou outra moeda e comprou um galo. Deixou um galo e uma galinha de herança para o meu nonavô. O meu nonavô com a galinha e o galo poduziu ovos e construiu um galinheiro, deixando tudo de herança para o meu octavô. O meu octavô com a galinha, o galo, o galinheiro e os ovos, aumentou a produção e construiu cinco galinheiros, deixando tudo de herança para o meu septavô. O meu septavô juntou tudo, aumentou a produção, e construiu uma granja e deixou de herança para o meu hexavô. O meu hexavô ampliou o negócio, construiu mais granjas e comprou uma fazenda e deixou para o meu pentavô.

O meu pentavô com estes bens montou uma indústria de ovos e iniciou a engorda e o abate de frangos. Já o meu tetravô não gostava de aves e preferiu começar outro negócio. Ele investiu em cimento. Ampliando os negócios da Família. O meu trisavô não gostava nem de aves e nem de cimento, mas de alumínio. Então ele investiu na montagem de uma fábrica de alumínio. O meu bisavô continuou com o negócio das aves e do gado, investindo pesado na exportação. Coisa que o meu avô não fez, pois gostava mais de tecnologia. Ele investiu pesado em empresas de internet. E meu pai e eu gostamos mais de mercado financeiro. Investimos o dinheiro da família no mercado, mas até hoje ainda temos o galo e a galinha adquiridos pelo meu udecavô e meu decavô, ainda continuam botando ovos. Dizem que esse galo e esta galinha vieram das terras altas, vieram da Escócia. São Highlander.

Agora vamos ver a História dos negros. Dodecavô: escravo. Udecavô: escravo. Decavô: escravo. Nonavô: escravo no galinheiro. Octavô: escravo em 5 galinheiros. Septavô: escravo na granja. Hexavô: escravo na fazenda. Pentavô: escravo na fazenda. Tetravô: escravo na fazenda. Trisavô: escravo na fazenda. Bisavô: livre - trabalhador rural sem-terra. Avô: livre - servente de pedreiro...

Aquilo que a força do trabalho dos negros produziu, ao longo de centenas de anos, foi agregado ao patrimônio dos brancos. Quando a escravidão terminou, os negros foram expulsos das senzalas com uma mão na frente e outra atrás. A única coisa que possuíam era a força de trabalho. A força de trabalho que vendem até hoje. Os negros são pobres, são favelados, são analfabetos, etc, porcausa da escravidão dos brancos que os impediu de se desenvolveram, de acessarem as riquezas, de estudarem, de usufruírem daquilo que produziram. Não só impediu, como continuam impedindo.

A dominação dos negros pelos brancos não é uma questão de raça, é uma questão de uma minoria oprimindo, excluindo e explorando uma maioria. Não há embasamento para se falar em raça no Brasil. A dominação está mais baseada na cor, por uma razão histórica, do que na idéia de raça que envolve costumes, língua, religião, etc...

A discussão fundamental é o domínio de uma minoria sobre uma grande maioria. Uma minoria que controla o poder político, o poder econômico e as instituições públicas, impedindo a maioria da população (negros e pobres) de acessarem o poder político, o poder econômico e as instituições públicas. Uma minoria que, para perpetuar a sua dominação, impede a realização de projetos sociais que o apartheid social. O parasita cria mecanismos para perpetuar o parasitismo.

A reparação histórica é mais do que obrigação. É justiça, pois a riqueza que construíram originou-se da escravidão.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Só me faltava esta...
Depois dessa, como gostam de me culpar por aí, só falta me acusarem de ter promovido o apocalipse, ou seja, ter acelerado o fim do mundo... 

Contudo, eu não me arrependo e não volto atrás.  A Teoria da Consciência Liberdade faz a Humanidade avançar. E o apocalipse faz parte do percurso. Não há como fugir. Para se chegar ao novo Céu e à nova Terra é necessário que o velho Céu e a velha Terra não existam mais.
Há um propósito em minha vida e ele será cumprindo até o fim. 
 
Seja no papel de João Batista, seja no papel de Judas Escariotes. É isto que diz a minha Consciência. 
Para que uns se salvem, outros terão que se sacrificar. E eu sempre estou no lado do sacrifício.
Enfim, preciso consultar os religiosos sobre estas questões.

Só falta jogarem água benta na minha pessoa...
Só me faltava esta...
Depois dessa, como gostam de me culpar por aí, só falta me acusarem de ter promovido o apocalipse, ou seja, ter acelerado o fim do mundo... 

Contudo, eu não me arrependo e não volto atrás.  A Teoria da Consciência Liberdade faz a Humanidade avançar. E o apocalipse faz parte do percurso. Não há como fugir. Para se chegar ao novo Céu e à nova Terra é necessário que o velho Céu e a velha Terra não existam mais.
Há um propósito em minha vida e ele será cumprindo até o fim. 
 
Seja no papel de João Batista, seja no papel de Judas Escariotes. É isto que diz a minha Consciência. 
Para que uns se salvem, outros terão que se sacrificar. E eu sempre estou no lado do sacrifício.
Enfim, preciso consultar os religiosos sobre estas questões.

Só falta jogarem água benta na minha pessoa...
Estou paralisado...
Eu estava escrevendo a Teoria da Consciência e Liberdade para explicar a escravidão totalitária e preveni-la. Não havia uma razão religiosa nesta Teoria. Como eu já disse, eu sempre fugi de religião e das interpretações que fazem das religiões. Porém, Deus sempre está comigo, assim como está com todos que tem fé Nele.

Então surgiu um elemento religioso na Teoria. Um elemento religioso fortíssimo que pode precipitar uma série de eventos e fazer cumprir profecias em várias religiões.

A consciência pode unir todos os seres humanos. È o que há de comum entre os Homens. A Consciência movimenta energia. E Deus é energia Consciente. Pela Consciência o Homem se aproxima de Deus. Através da Consciência, Deus se manifesta entre os Homens, assume um corpo material ou inspira seus Profetas. A energia da consciência é a chama divina que Deus deu aos Homens. É o que há de divino no Homem. Vida, todos os animais têm. Consciência, só os seres feito à imagem e semelhança de Deus.

O mecanismo da consciência e Deus como energia consciente explica tudo em todas as religiões. Logo, pode unir tudo. E este "unir tudo" é que pode precipitar as profecias messiânicas que existem na maioria das religiões...

Porém, eu não estava atento às conseqüencias desse aspecto religioso. Estava escrevendo as coisas como elas são produzidas/sugeridas em minha Consciência. E, inegavelmente, empolgado com tudo, pois as coisas, os aspectos da Teoria, se mostram de uma forma tão lógica e evidente que a grande pergunta que eu fazia era: como não viram isto antes ? Por que não escreveram isto antes ?

Contudo, a resposta sempre estava em minha consciência: "Para tudo há um tempo determinado. E há um tempo para todo propósito embaixo do Céu." Há algo escapando à minha percepção. Ouvia certas frases, certas referências... Enfim, resumindo a história toda, se a minha Teoria vai ajudar a precipitar o apocalipse, quero saber de todos os detalhes e de todas as versões...

Portanto, quero saber de tudo... de todas as profeciais que falam de um Messias, que falam do fim dos tempos, da união das religiões, etc...Poderíamos começar pela Cabala e pelos Rabinos Hassídicos, pela profecia do Retorno do "Imame Mahdi", sobre o anticristo, etc.

O que eu sei, até agora, sobre o assunto é o que li na Bíblia e o que li em:

1- http://www.espada.eti.br/n2108.asp

2- http://www.espada.eti.br/rv133.asp

3- http://www.espada.eti.br/n1516.asp

Que Deus me dê entendimento e sabedoria para saber diferenciar o joio do trigo...
Estou paralisado...
Eu estava escrevendo a Teoria da Consciência e Liberdade para explicar a escravidão totalitária e preveni-la. Não havia uma razão religiosa nesta Teoria. Como eu já disse, eu sempre fugi de religião e das interpretações que fazem das religiões. Porém, Deus sempre está comigo, assim como está com todos que tem fé Nele.

Então surgiu um elemento religioso na Teoria. Um elemento religioso fortíssimo que pode precipitar uma série de eventos e fazer cumprir profecias em várias religiões.

A consciência pode unir todos os seres humanos. È o que há de comum entre os Homens. A Consciência movimenta energia. E Deus é energia Consciente. Pela Consciência o Homem se aproxima de Deus. Através da Consciência, Deus se manifesta entre os Homens, assume um corpo material ou inspira seus Profetas. A energia da consciência é a chama divina que Deus deu aos Homens. É o que há de divino no Homem. Vida, todos os animais têm. Consciência, só os seres feito à imagem e semelhança de Deus.

O mecanismo da consciência e Deus como energia consciente explica tudo em todas as religiões. Logo, pode unir tudo. E este "unir tudo" é que pode precipitar as profecias messiânicas que existem na maioria das religiões...

Porém, eu não estava atento às conseqüencias desse aspecto religioso. Estava escrevendo as coisas como elas são produzidas/sugeridas em minha Consciência. E, inegavelmente, empolgado com tudo, pois as coisas, os aspectos da Teoria, se mostram de uma forma tão lógica e evidente que a grande pergunta que eu fazia era: como não viram isto antes ? Por que não escreveram isto antes ?

Contudo, a resposta sempre estava em minha consciência: "Para tudo há um tempo determinado. E há um tempo para todo propósito embaixo do Céu." Há algo escapando à minha percepção. Ouvia certas frases, certas referências... Enfim, resumindo a história toda, se a minha Teoria vai ajudar a precipitar o apocalipse, quero saber de todos os detalhes e de todas as versões...

Portanto, quero saber de tudo... de todas as profeciais que falam de um Messias, que falam do fim dos tempos, da união das religiões, etc...Poderíamos começar pela Cabala e pelos Rabinos Hassídicos, pela profecia do Retorno do "Imame Mahdi", sobre o anticristo, etc.

O que eu sei, até agora, sobre o assunto é o que li na Bíblia e o que li em:

1- http://www.espada.eti.br/n2108.asp

2- http://www.espada.eti.br/rv133.asp

3- http://www.espada.eti.br/n1516.asp

Que Deus me dê entendimento e sabedoria para saber diferenciar o joio do trigo...
Coisas da minha cabeça...
A busca pelo escolhido disseminada nos filmes e livros...  O Messias retornará, diz a profecia... Mas como identificá-lo ? É o Messias, um Profeta ou um impostor ?

Akhenaton... Moisés, Davi, Jesus, ... Maomé... Buda... Krishna... Consciência divina entre os homens ... Consciência divina em corpo de homem.
Krishna disse:
(...)
5. Tanto você como Eu já vivemos muitas vidas, posso lembrar-Me de todas; você, no entanto, não pode, ó vencedor de inimigos!
6. Mesmo sendo não nascido e Meu corpo imperecível não possa se corromper; embora Eu seja Senhor de todos os seres vivos; ainda assim Eu manifesto Minha forma original quando se faz necessário.
7. Em qualquer lugar e sempre que a verdade vacilar e a mentira dominar, Eu me manifestarei, ó descendente de Bharata.
8. Para restabelecer os princípios religiosos, para salvar os devotos e aniquilar os canalhas, Eu surjo em cada milênio.
(...)
Coisas da minha cabeça...
A busca pelo escolhido disseminada nos filmes e livros...  O Messias retornará, diz a profecia... Mas como identificá-lo ? É o Messias, um Profeta ou um impostor ?

Akhenaton... Moisés, Davi, Jesus, ... Maomé... Buda... Krishna... Consciência divina entre os homens ... Consciência divina em corpo de homem.
Krishna disse:
(...)
5. Tanto você como Eu já vivemos muitas vidas, posso lembrar-Me de todas; você, no entanto, não pode, ó vencedor de inimigos!
6. Mesmo sendo não nascido e Meu corpo imperecível não possa se corromper; embora Eu seja Senhor de todos os seres vivos; ainda assim Eu manifesto Minha forma original quando se faz necessário.
7. Em qualquer lugar e sempre que a verdade vacilar e a mentira dominar, Eu me manifestarei, ó descendente de Bharata.
8. Para restabelecer os princípios religiosos, para salvar os devotos e aniquilar os canalhas, Eu surjo em cada milênio.
(...)