Mostrando postagens com marcador Brasília. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasília. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Operação abafa para salvar o Renan

Precisamos criar um comando 3C - Comando de Caça a Corrupto, pois o fim da corrupção na política e na administração pública somente será alcançado quando nós cidadãos começarmos a agir pessoalmente, ou em movimentos coletivos, contra os vagabundos. Temos que ir atrás deles, descobrir onde esconderam o dinheiro e pegar tudo de volta, incluindo juros e correção monetária. Os corruptos jamais acabarão com a corrupção. Esperar que isso aconteça é uma estupidez.

Vejam o caso do Renan: o corporativismo da corrupção vai tentar abafar tudo. Se isso ocorrer só há uma coisa a fazer: partir com tudo pra cima do Senado e dos Senadores. O povo é idiota, mas não tanto e o abuso destes vagabundos está ultrapassando todos os limites.

Senador conta com oposicionistas para se salvar

Estadão Online - 23/08/07 --

Segundo cálculos de Renan, alguns senadores do DEM e do PSDB votariam por absolvê-lo

Expedito Filho e Marcelo de Moraes

Brasília - Uma operação-abafa, envolvendo número expressivo dos senadores oposicionistas, vem sendo articulada para salvar o mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros ( PMDB-AL). Investigado por supostamente permitir que a empreiteira Mendes Júnior pagasse despesas pessoais, Renan já contabiliza a seu favor não apenas votos da base governista. Pelo menos sete senadores do DEM e alguns tucanos estariam dispostos a votar por sua absolvição.

O próprio Renan confidenciou a aliados que já tem o número de votos necessários para evitar a cassação em plenário. A lista de senadores do DEM que estariam dispostos a não cassar Renan inclui Romeu Tuma (SP), Edison Lobão (MA), Antonio Carlos Magalhães Júnior (BA), César Borges (BA), Heráclito Fortes (PI), Adelmir Santana (DF) e Maria do Carmo Alves (SE).

O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), chegou a ser advertido por colegas de partido pelo excesso de cordialidade demonstrada a favor do presidente do Senado e também é apontado como um provável voto pró-Renan.

Um dos primeiros a perceber o movimento foi o vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC), que estranhou a mudança de comportamento de tucanos, em reunião da Mesa Diretora, que acabou absolvendo Gim Argello (PTB-DF). “O PSDB mudou o comportamento e agora deve apoiar Renan”, revelou Viana a um amigo.

Entre os tucanos, o movimento contra a cassação teria sido detonado por ordem de um governador do partido. Como a votação que definirá o destino de Renan será pelo voto secreto, senadores tucanos dão declarações públicas pela cassação, mas nos bastidores já teriam se comprometido a socorrê-lo. “Isso é mentira. O PSDB votará pela cassação”, garante o senador Tasso Jereissati (CE), presidente do partido.

Por ironia, a maior preocupação de Renan é com o PMDB, onde quatro senadores estão dispostos a não apoiá-lo. Pelo menos três sonham em ocupar seu posto. Nesse grupo estariam os senadores Jarbas Vasconcelos (PE), Gerson Camata (ES) e Mão Santa (PI). Sem a mesma ambição, Pedro Simon (RS) votaria pela cassação.

Essas defecções seriam neutralizadas pelo apoio expressivo dos oposicionistas. As contas e promessas veladas de votos estão até aqui protegidas por um sigilo quase de alcova. E é com a força desse silêncio que o presidente do Senado pretende se manter no posto.

Ontem, os aliados de Renan comemoraram também o resultado do laudo oficial da Polícia Federal, entregue aos três relatores que analisam seu caso no Conselho de Ética. Para o grupo de Renan, o laudo sustentaria que ele não cometeu nenhuma fraude, desvio de recursos ou falsificação de documentos. No máximo, abriria lacunas para alguma explicação. Segundo seus aliados, com esse laudo, senadores que querem absolver Renan teriam argumentos para sustentar suas posições.

Sobre o empréstimo feito a Renan pela locadora de automóveis de seu primo, Tito Uchôa, revelado pelo laudo, seu aliado, Waldir Raupp (RO), líder do PMDB no Senado, diz que não significa problema. “Foi um empréstimo normal.”

Operação abafa para salvar o Renan

Precisamos criar um comando 3C - Comando de Caça a Corrupto, pois o fim da corrupção na política e na administração pública somente será alcançado quando nós cidadãos começarmos a agir pessoalmente, ou em movimentos coletivos, contra os vagabundos. Temos que ir atrás deles, descobrir onde esconderam o dinheiro e pegar tudo de volta, incluindo juros e correção monetária. Os corruptos jamais acabarão com a corrupção. Esperar que isso aconteça é uma estupidez.

Vejam o caso do Renan: o corporativismo da corrupção vai tentar abafar tudo. Se isso ocorrer só há uma coisa a fazer: partir com tudo pra cima do Senado e dos Senadores. O povo é idiota, mas não tanto e o abuso destes vagabundos está ultrapassando todos os limites.

Senador conta com oposicionistas para se salvar

Estadão Online - 23/08/07 --

Segundo cálculos de Renan, alguns senadores do DEM e do PSDB votariam por absolvê-lo

Expedito Filho e Marcelo de Moraes

Brasília - Uma operação-abafa, envolvendo número expressivo dos senadores oposicionistas, vem sendo articulada para salvar o mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros ( PMDB-AL). Investigado por supostamente permitir que a empreiteira Mendes Júnior pagasse despesas pessoais, Renan já contabiliza a seu favor não apenas votos da base governista. Pelo menos sete senadores do DEM e alguns tucanos estariam dispostos a votar por sua absolvição.

O próprio Renan confidenciou a aliados que já tem o número de votos necessários para evitar a cassação em plenário. A lista de senadores do DEM que estariam dispostos a não cassar Renan inclui Romeu Tuma (SP), Edison Lobão (MA), Antonio Carlos Magalhães Júnior (BA), César Borges (BA), Heráclito Fortes (PI), Adelmir Santana (DF) e Maria do Carmo Alves (SE).

O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), chegou a ser advertido por colegas de partido pelo excesso de cordialidade demonstrada a favor do presidente do Senado e também é apontado como um provável voto pró-Renan.

Um dos primeiros a perceber o movimento foi o vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC), que estranhou a mudança de comportamento de tucanos, em reunião da Mesa Diretora, que acabou absolvendo Gim Argello (PTB-DF). “O PSDB mudou o comportamento e agora deve apoiar Renan”, revelou Viana a um amigo.

Entre os tucanos, o movimento contra a cassação teria sido detonado por ordem de um governador do partido. Como a votação que definirá o destino de Renan será pelo voto secreto, senadores tucanos dão declarações públicas pela cassação, mas nos bastidores já teriam se comprometido a socorrê-lo. “Isso é mentira. O PSDB votará pela cassação”, garante o senador Tasso Jereissati (CE), presidente do partido.

Por ironia, a maior preocupação de Renan é com o PMDB, onde quatro senadores estão dispostos a não apoiá-lo. Pelo menos três sonham em ocupar seu posto. Nesse grupo estariam os senadores Jarbas Vasconcelos (PE), Gerson Camata (ES) e Mão Santa (PI). Sem a mesma ambição, Pedro Simon (RS) votaria pela cassação.

Essas defecções seriam neutralizadas pelo apoio expressivo dos oposicionistas. As contas e promessas veladas de votos estão até aqui protegidas por um sigilo quase de alcova. E é com a força desse silêncio que o presidente do Senado pretende se manter no posto.

Ontem, os aliados de Renan comemoraram também o resultado do laudo oficial da Polícia Federal, entregue aos três relatores que analisam seu caso no Conselho de Ética. Para o grupo de Renan, o laudo sustentaria que ele não cometeu nenhuma fraude, desvio de recursos ou falsificação de documentos. No máximo, abriria lacunas para alguma explicação. Segundo seus aliados, com esse laudo, senadores que querem absolver Renan teriam argumentos para sustentar suas posições.

Sobre o empréstimo feito a Renan pela locadora de automóveis de seu primo, Tito Uchôa, revelado pelo laudo, seu aliado, Waldir Raupp (RO), líder do PMDB no Senado, diz que não significa problema. “Foi um empréstimo normal.”

terça-feira, 10 de julho de 2007

Os Senadores terão que sujar as mãos para

tirar o Renan

A fala do Renan hoje, unida a falas anteriores, constitui ameaça e intimidação direta aos Senadores e ao Conselho de Ética do Senado. O acusado está ameaçando e intimidando os juízes da causa. O remédio para isso, no Direito Penal, é prisão preventiva.

O Renan disse hoje que os senadores, para tirá-lo do cargo, terão de sujar as mãos. Ele não precisava dizer isso, pois todo mundo sabe que é tanta sujeira, tanta podridão ética e moral, tanta corrupção, tanta picaretagem grudada na cara de pau desse político que qualquer um que bote a mão nele ficará com as mãos sujas. É igual colocar a mão em um indivíduo coberto de lama.

Por isso a melhor recomendação para os Senadores é: antes de colocarem as mãos no Renan, coloquem luvas de borracha. Mas se mesmo com luvas os Senadores não quiserem tirar o Renan, o povo poderá fazê-lo. Iniciamos um movimento popular para ocupar o Senado e tiramos o Renan na chincha.

Se o Renan não respeita a instituição Presidência do Senado e o próprio Senado, assim como as regras e normas do Estado Democrático de Direito, nós temos que ensiná-lo a respeitar. Quem não aprende em casa, aprende na rua. Quem não aprende quando é novo, aprende depois de velho.

Certamente, ele tem direito a ampla defesa e ao contraditório, mas não pode fazer isso e, ao mesmo tempo, atuar como juiz da causa, determinando o andamento do processo, intimidando e ameaçando Senadores, etc. Isso é uma heresia, uma degeneração, uma blasfêmia contra o Direito e a Democracia.

Se o Renan provar que tudo foi uma armação, que não existe lobista, não existe jornalista, não existe filho, etc. E a história toda é uma conspiração do ET de Varginha. Ele volta para a Presidência. Um inocente não pode ser punido por uma coisa que não fez. Mais do que isso, os que fizeram terão de indenizá-lo pelos danos que lhe causaram. Contudo, para provar a sua inocência, ele deve afastar-se, imediatamente, da Presidência do Senado.

China executa alto funcionário acusado de

corrupção

Estadão Online e BBC Brasil

PEQUIM - Um ex-diretor da agência que supervisiona questões sanitárias na China, Zheng Xiaoyu, foi executado na manhã desta terça-feira (noite de segunda-feira, pelo horário de Brasília), segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua.

Zheng, que comandava a Administração Estatal de Alimentos e Medicamentos (AEAM), havia sido condenado à morte em maio, por corrupção, por aceitar 6,5 milhões de yuans (R$ 1,6 milhão) em propinas em troca da aprovação de licenças a novos remédios.

Zheng chegou a apelar da sentença, alegando que era "muito severa" e que ele havia confessado seus crimes e cooperado com a polícia, mas o recurso foi rejeitado.

O alto funcionário do governo chinês, de 62 anos, foi demitido em 2005 depois de sete anos no cargo. Logo após sua demissão, o governo chinês anunciou uma revisão das licenças de cerca de 170 mil medicamentos concedidas durante sua gestão.

Zheng se transformou em um símbolo da recente crise envolvendo produtos chineses. O ex-secretário de Zheng, Cao Wenzhuang, também foi julgado por acusação de aceitar suborno.

Dezenas de pessoas já morreram na China vítimas de remédios falsificados ou de baixa qualidade. Em 2005, 13 bebês morreram de desnutrição depois de terem sido alimentados com um leite em pó que não tinha valor nutricional.

Casos como esses provocaram pânico na população e fizeram com que o governo chinês anunciasse uma revisão urgente nos padrões da indústria alimentícia.

Entre outros escândalos recentes envolvendo produtos chineses está a morte de inúmeros animais de estimação nos Estados Unidos por causa de rações feita com ingredientes chineses contaminados com químicos industriais.

No Panamá, pelos menos 50 pessoas morreram ao ingerir um xarope contra gripe contendo falsa glicerina importada da China.

Pasta de dente com dietilenoglicol, uma substância tóxica, usada na refrigeração de radiadores de carros, foi exportada para República Dominicana, Panamá e Estados Unidos.

BBC BRASIL

O Roriz é cobra criada e o Renan é bobão

Há um ditado popular que diz: "Antes que o mar cresça, corta a cabeça". E os corruptos, digo políticos, cobra criada aplicam esse regra com maestria. Contudo, os corruptos, digo políticos, inábeis não sabem fazê-lo. Vejam o caso do Roriz. Mal começaram a falar de suas falcatruas e ele caiu fora. Resultado: o assunto morreu. Pararam de falar do homem.

Agora vejam o Renan. Começaram as denúncias e cantarolando: "num tô nem aí, num tô nem aí". Continuaram as denúncias e coisas começaram a aparecer. E ele aumentou o tom de voz e mudou a música: "só quero que você me aqueça neste inverno e que tudo mais vá pro inferno". E o tempo foi passando, o Renan cantando, o negócio fedendo e mais coisa podre aparecendo.

Vejam o tamanho do desgaste político. Não o desgaste pessoal do corrupto, digo político, mas o desgaste da instituição: Presidência do Senado e do próprio órgão da República: o Senado. A vida pessoal do Renan não interessa a ninguém. Se a empreiteira pagasse as contas do Renan, pessoa física, ninguém não estaria nem aí e todos diriam: "Que cara de sorte. Saí por aí semeando filho e a empreiteira pagando a pensão. O que será que a gente tem que fazer para conseguir isso ?" Enfim, a vida privada da pessoa física Renan é privada, fechada e protegida pela lei.

Mas não é disso que estamos falando aqui. Estamos falando da vida do Presidente do Senado, dos atos do Presidente de um órgão público que movimenta interesses públicos e coletivos. Essa vida não é privada e é de interesse de todos. Quem não aceita isso, ou seja, não aceitas estas regras do jogo, não deve entrar no jogo. Se entrou sabe que a sua vida será monitorada e acompanhada de perto.

Homens públicos que movimentam recursos e interesses públicos não podem ter nenhuma privacidade e devem estar bem na vista de todos. Se tiverem privacidade vão utilizá-la para desviar os recursos públicos e ninguém poderá fazer nada, pois estão protegidos pela privacidade. Por isso, são duas esferas diferentes, uma pública e outra privada. E nos políticos ambas as esferas se fundem em um única: a pública, principalmente quando o assunto envolve interesses e recursos públicos.

A empreiteira não pagou a pensão do Renan pessoa física, mas sim do Renan Presidente do Senado. E a empreiteira fez isso porque o Renan, Presidente do Senado, praticaria atos futuros que beneficiariam a empreiteira corruptora. Agora, se o Renan não fosse a autoridade pública que é a empreiteira não teria feito nada e não teria pago nada. Pergunte para os corruptores se eles pagam pensão e despesas pessoais de mais alguém? Se pagarem, certamente, é de uma autoridade pública. Empreiteira não dá ponto sem nó.

Mas voltando ao caso do Roriz cobra criada e do Renan bobão. O Roriz viu que a casa caiu pra ele e caiu fora. Se tivesse continuado muita coisa podre iria aparecer. Logo, ele pensou: "É melhor sair agora e voltar depois do que sair chutado e demorar 20 anos para voltar".

Já o Renan bobão quer dar uma de herói da corrupção. Quer resistir até o fim e sair chutado, escorraçado, cuspido e xingado do Senado. Não só isso, ele deu margem para outras coisas fossem levantadas e investigadas e a capivara dele estão sendo detalhada na mídia. Enfim, uma completa inabilidade na arte da corrupção.

Isso não é bom para a coletividade: é excelente, nota mil. Assim, nós podemos fritar o corrupto lentamente e descobrir centavo por centavo de tudo o que ele furtou. Quanto mais demorar o processo, mais coisas serão descobertas.

Quanto ao Roriz, cobra criada da corrupção, ficou claro que ele saiu correndo porque tem muito podre escondido. Temos que investigar para descobrir o que é. Não só os podres dele, mas as ligações dele com as corporações e com os juízes do TRE de Brasília. Juízes corruptos que venderam a legalidade do processo eleitoral. Empresas corruptas que possibilitaram a movimentação ilícita de recursos públicos desviados do Banco de Brasília.

Além disso, queremos o dinheiro de volta. Não só o valor integral daquilo que foi roubado, mas sim o valor corrigido com juros e correção monetária. E se não pagar expropria o patrimônio dos envolvidos, tanto da empresa envolvida, quanto dos juízes eleitorais corruptos. Se não pegarmos o dinheiro de volta o crime compensou e remunerou os envolvidos.

--------------------------------------------------------------------------------------

Os Senadores terão que sujar as mãos para

tirar o Renan

A fala do Renan hoje, unida a falas anteriores, constitui ameaça e intimidação direta aos Senadores e ao Conselho de Ética do Senado. O acusado está ameaçando e intimidando os juízes da causa. O remédio para isso, no Direito Penal, é prisão preventiva.

O Renan disse hoje que os senadores, para tirá-lo do cargo, terão de sujar as mãos. Ele não precisava dizer isso, pois todo mundo sabe que é tanta sujeira, tanta podridão ética e moral, tanta corrupção, tanta picaretagem grudada na cara de pau desse político que qualquer um que bote a mão nele ficará com as mãos sujas. É igual colocar a mão em um indivíduo coberto de lama.

Por isso a melhor recomendação para os Senadores é: antes de colocarem as mãos no Renan, coloquem luvas de borracha. Mas se mesmo com luvas os Senadores não quiserem tirar o Renan, o povo poderá fazê-lo. Iniciamos um movimento popular para ocupar o Senado e tiramos o Renan na chincha.

Se o Renan não respeita a instituição Presidência do Senado e o próprio Senado, assim como as regras e normas do Estado Democrático de Direito, nós temos que ensiná-lo a respeitar. Quem não aprende em casa, aprende na rua. Quem não aprende quando é novo, aprende depois de velho.

Certamente, ele tem direito a ampla defesa e ao contraditório, mas não pode fazer isso e, ao mesmo tempo, atuar como juiz da causa, determinando o andamento do processo, intimidando e ameaçando Senadores, etc. Isso é uma heresia, uma degeneração, uma blasfêmia contra o Direito e a Democracia.

Se o Renan provar que tudo foi uma armação, que não existe lobista, não existe jornalista, não existe filho, etc. E a história toda é uma conspiração do ET de Varginha. Ele volta para a Presidência. Um inocente não pode ser punido por uma coisa que não fez. Mais do que isso, os que fizeram terão de indenizá-lo pelos danos que lhe causaram. Contudo, para provar a sua inocência, ele deve afastar-se, imediatamente, da Presidência do Senado.

China executa alto funcionário acusado de

corrupção

Estadão Online e BBC Brasil

PEQUIM - Um ex-diretor da agência que supervisiona questões sanitárias na China, Zheng Xiaoyu, foi executado na manhã desta terça-feira (noite de segunda-feira, pelo horário de Brasília), segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua.

Zheng, que comandava a Administração Estatal de Alimentos e Medicamentos (AEAM), havia sido condenado à morte em maio, por corrupção, por aceitar 6,5 milhões de yuans (R$ 1,6 milhão) em propinas em troca da aprovação de licenças a novos remédios.

Zheng chegou a apelar da sentença, alegando que era "muito severa" e que ele havia confessado seus crimes e cooperado com a polícia, mas o recurso foi rejeitado.

O alto funcionário do governo chinês, de 62 anos, foi demitido em 2005 depois de sete anos no cargo. Logo após sua demissão, o governo chinês anunciou uma revisão das licenças de cerca de 170 mil medicamentos concedidas durante sua gestão.

Zheng se transformou em um símbolo da recente crise envolvendo produtos chineses. O ex-secretário de Zheng, Cao Wenzhuang, também foi julgado por acusação de aceitar suborno.

Dezenas de pessoas já morreram na China vítimas de remédios falsificados ou de baixa qualidade. Em 2005, 13 bebês morreram de desnutrição depois de terem sido alimentados com um leite em pó que não tinha valor nutricional.

Casos como esses provocaram pânico na população e fizeram com que o governo chinês anunciasse uma revisão urgente nos padrões da indústria alimentícia.

Entre outros escândalos recentes envolvendo produtos chineses está a morte de inúmeros animais de estimação nos Estados Unidos por causa de rações feita com ingredientes chineses contaminados com químicos industriais.

No Panamá, pelos menos 50 pessoas morreram ao ingerir um xarope contra gripe contendo falsa glicerina importada da China.

Pasta de dente com dietilenoglicol, uma substância tóxica, usada na refrigeração de radiadores de carros, foi exportada para República Dominicana, Panamá e Estados Unidos.

BBC BRASIL

O Roriz é cobra criada e o Renan é bobão

Há um ditado popular que diz: "Antes que o mar cresça, corta a cabeça". E os corruptos, digo políticos, cobra criada aplicam esse regra com maestria. Contudo, os corruptos, digo políticos, inábeis não sabem fazê-lo. Vejam o caso do Roriz. Mal começaram a falar de suas falcatruas e ele caiu fora. Resultado: o assunto morreu. Pararam de falar do homem.

Agora vejam o Renan. Começaram as denúncias e cantarolando: "num tô nem aí, num tô nem aí". Continuaram as denúncias e coisas começaram a aparecer. E ele aumentou o tom de voz e mudou a música: "só quero que você me aqueça neste inverno e que tudo mais vá pro inferno". E o tempo foi passando, o Renan cantando, o negócio fedendo e mais coisa podre aparecendo.

Vejam o tamanho do desgaste político. Não o desgaste pessoal do corrupto, digo político, mas o desgaste da instituição: Presidência do Senado e do próprio órgão da República: o Senado. A vida pessoal do Renan não interessa a ninguém. Se a empreiteira pagasse as contas do Renan, pessoa física, ninguém não estaria nem aí e todos diriam: "Que cara de sorte. Saí por aí semeando filho e a empreiteira pagando a pensão. O que será que a gente tem que fazer para conseguir isso ?" Enfim, a vida privada da pessoa física Renan é privada, fechada e protegida pela lei.

Mas não é disso que estamos falando aqui. Estamos falando da vida do Presidente do Senado, dos atos do Presidente de um órgão público que movimenta interesses públicos e coletivos. Essa vida não é privada e é de interesse de todos. Quem não aceita isso, ou seja, não aceitas estas regras do jogo, não deve entrar no jogo. Se entrou sabe que a sua vida será monitorada e acompanhada de perto.

Homens públicos que movimentam recursos e interesses públicos não podem ter nenhuma privacidade e devem estar bem na vista de todos. Se tiverem privacidade vão utilizá-la para desviar os recursos públicos e ninguém poderá fazer nada, pois estão protegidos pela privacidade. Por isso, são duas esferas diferentes, uma pública e outra privada. E nos políticos ambas as esferas se fundem em um única: a pública, principalmente quando o assunto envolve interesses e recursos públicos.

A empreiteira não pagou a pensão do Renan pessoa física, mas sim do Renan Presidente do Senado. E a empreiteira fez isso porque o Renan, Presidente do Senado, praticaria atos futuros que beneficiariam a empreiteira corruptora. Agora, se o Renan não fosse a autoridade pública que é a empreiteira não teria feito nada e não teria pago nada. Pergunte para os corruptores se eles pagam pensão e despesas pessoais de mais alguém? Se pagarem, certamente, é de uma autoridade pública. Empreiteira não dá ponto sem nó.

Mas voltando ao caso do Roriz cobra criada e do Renan bobão. O Roriz viu que a casa caiu pra ele e caiu fora. Se tivesse continuado muita coisa podre iria aparecer. Logo, ele pensou: "É melhor sair agora e voltar depois do que sair chutado e demorar 20 anos para voltar".

Já o Renan bobão quer dar uma de herói da corrupção. Quer resistir até o fim e sair chutado, escorraçado, cuspido e xingado do Senado. Não só isso, ele deu margem para outras coisas fossem levantadas e investigadas e a capivara dele estão sendo detalhada na mídia. Enfim, uma completa inabilidade na arte da corrupção.

Isso não é bom para a coletividade: é excelente, nota mil. Assim, nós podemos fritar o corrupto lentamente e descobrir centavo por centavo de tudo o que ele furtou. Quanto mais demorar o processo, mais coisas serão descobertas.

Quanto ao Roriz, cobra criada da corrupção, ficou claro que ele saiu correndo porque tem muito podre escondido. Temos que investigar para descobrir o que é. Não só os podres dele, mas as ligações dele com as corporações e com os juízes do TRE de Brasília. Juízes corruptos que venderam a legalidade do processo eleitoral. Empresas corruptas que possibilitaram a movimentação ilícita de recursos públicos desviados do Banco de Brasília.

Além disso, queremos o dinheiro de volta. Não só o valor integral daquilo que foi roubado, mas sim o valor corrigido com juros e correção monetária. E se não pagar expropria o patrimônio dos envolvidos, tanto da empresa envolvida, quanto dos juízes eleitorais corruptos. Se não pegarmos o dinheiro de volta o crime compensou e remunerou os envolvidos.

--------------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 27 de junho de 2007

A corrupção em Brasília

Getúlio Vargas foi o pai dos pobres e a mãe dos ricos. E o Presidente Lula, se não corrigir suas ações, será o pai dos pobres e a mãe dos corruptos.

Um governo a favor dos pobres e excluídos não pode se transformar em um governo que salva e apóia os corruptos que roubam a República. Isso é uma contradição, uma insensatez, uma incoerência, pois o dinheiro que falta para investir em educação, saúde e desenvolvimento, enfim, o dinheiro que falta na guerra contra as desigualdades está nos bolsos dos políticos corruptos. Além disso, quem se envolve com corruptos, envolve-se com a corrupção. E dessa vez não vai adiantar dizer que não sabia, pois todo mundo sabe.

A corrupção em Brasília

Getúlio Vargas foi o pai dos pobres e a mãe dos ricos. E o Presidente Lula, se não corrigir suas ações, será o pai dos pobres e a mãe dos corruptos.

Um governo a favor dos pobres e excluídos não pode se transformar em um governo que salva e apóia os corruptos que roubam a República. Isso é uma contradição, uma insensatez, uma incoerência, pois o dinheiro que falta para investir em educação, saúde e desenvolvimento, enfim, o dinheiro que falta na guerra contra as desigualdades está nos bolsos dos políticos corruptos. Além disso, quem se envolve com corruptos, envolve-se com a corrupção. E dessa vez não vai adiantar dizer que não sabia, pois todo mundo sabe.