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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Um canal entre Deus e o homem
O cérebro humano é uma máquina do mundo da matéria, um sistema do mundo de três dimensões, que realiza processos do mundo dos espíritos, da quarta dimensão. Esse sistema é a consciência humana. Consciência que movimenta energia, interagindo com a quarta dimensão, com a dimensão dos espíritos.

Certamente, existem bloqueios que impedem a fuga da energia da consciência para a quarta dimensão, prendendo-a dentro da cabeça de cada pessoa. COntudo, estes bloqueios são porosos e permitem algumas escapadelas da consciência para o mundo dos espíritos, para a quarta dimensão. Isto ocorre durante o sono, quando sonhamos ou temos pesadelos. Porém, basta religar o corpo material para que a energia da consciência volte para a cabeça humana.

Entretanto, quando a máquina humana é desligada, quando a pessoa morre, a energia da consciência, uma energia que se tornou semi-consciente ao longo da vida, parte definitivamente para a quarta-dimensão, para o mundo dos espíritos.

Portanto, a consciência humana é um portal entre o homem e o mundo dos espíritos; entre o homem e a quarta-dimensão. Há no sistema-consciência a realização de processos mentais, processos energéticos, que visam tornar a energia que aí circula em Energia Consciente. Quanto mais informação, mais conhecimento, mais processos mentais (pensamentos), maior é a iluminação da consciência, mais consciente se torna a energia que movimenta a consciência.

Inegavelmente, a qualidade da informação e do conhecimento afetam o processo de iluminação. Não bastam informações e conhecimentos religiosos, científicos, culturais, etc. É preciso ir além, é preciso buscar também algo de si mesmo. É o célebre "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e Deus".

Certamente, Deus é Energia Consciente. Ele não é uma energia em processo de consciência, em processo de iluminação, mas sim uma Energia Plenamente Consciente... Logo, a iluminação da consciência é um caminho para Deus...

Portanto, cada homem tem um canal direto com Deus. Possui uma consciência que pode levá-lo para o mundo dos espíritos, para a quarta dimensão. COntudo, o sistema-consciência não vem com um manual que diz como otimizá-lo, ou seja, como alcançar a plena iluminação em dez passos. Esse caminho é tão difícil quanto entrar na tropa de elite do Capitão Nascimento. Um caminho com alto índice de reprovação... Para piorar, cada pessoa tem o seu próprio caminho, um caminho individual entrecruzado com outros caminhos,o que dificulta ainda mais a longa jornada.

A consciência humana, por enquanto, não tem um manual de instrução. Contudo, Deus mostrou como andar no caminho da iluminação para se obter pleno sucesso na caminhada. Certamente, este ensinamento foi dado de forma diferente para sociedades diferentes, culturas diferentes, sistemas de consciência diferentes. Logo, cada padrão de consciência pode encontrar um modelo de caminho, um modelo de iluminação, que lhe seja mais adequado, com o qual identifique mais. Caminhos diversos para Deus...

Além de ensinar o caminho, Deus deu ao homem ferramentas para consultá-lo. Para isto existem os Profetas. Pessoas que estão em sintonia com a divindade, manifestando entre os homens os desígnios de Deus. Pessoas que agem como porta-voz da quarta dimensão e da vontade divina. Estes intermediários aparecem quando a maioria das consciências, por não seguirem as instruções divinas e abandonarem o caminho da iluminação, da justiça, da verdade e da retidão, se contaminaram com o mal e perderam força para se aproximar de Deus, ou seja, o excesso de impurezas nas consciências humanas afastaram a maioria dos homem de Deus. Logo, os torpedos divinos devem ser recebidos, abertos e lidos na Terra.

Os profetas são instrumentos da divindade nesta dimensão. Eles falam e escrevem por inspiração e instrução divina. Não apresentam suas vontades, mas sim a vontade que invade suas consciências, a vontade de um força superior que os controla e movimenta. As orientações divinas, assim como as profecias buscam evitar a disseminação do mal e, consequentemente, a destruição em massa de sociedades inteiras. Como foi o caso de Sodoma e Gomorra ou do mundo anterior a época de Noé... Consciências que somente podem ser limpas por arrependimento e conversão.

Mas, além dos profetas, Deus também mandou construir Templos de oração, súplica e adoração. Aqui também, cada sociedade, dada suas particularidades, recebeu instruções específicas sobre os Templos que deveriam construir. Templos que consideravam a tradição, a cultura, o modo de vida, enfim, o padrão de consciência e da percepção de Deus naquela sociedade. Templos que serviam para aproximar o homem de Deus, ou seja, um local específico onde o homem poderia ir buscar a ajuda divina. Ajuda que não conseguiu obter sozinho, só com a própria consciência, pois esta se encontrava contaminada/tomada pelo mal.

Para a nossa civilização judaico-cristã, o canal de ligação entre o homem e Deus, foi revelado aos Profetas do Velho Testamento e fixado pelos Judeus em Livros Bíblicos. O Rei Davi queria construir um Templo para Deus, mas foi impedido de fazê-lo, pois tinha derramado muito sangue sobre a terra. Porém, Deus deu a Salomão, filho de Davi, a tarefa de construir um Grande Templo.

O Templo construído por Salomão não foi um templo qualquer. Não é um templo fruto da vaidade ou do desejo humano de se imortalizar ou de um homem mostrar seu poder pessoal. Não foi um templo construído por capricho humano, mas sim uma obra instruída e orientada pelo próprio Deus. Nesta obra Deus determinou o lugar a ser construído e foi o Grande Arquiteto da obra.

Uma obra que, conforme a oração de Salomão na inauguração do Templo (Texto abaixo), era uma verdadeira embaixada de Deus na Terra. Porém, devido à contaminação e disseminação do mal entre os homens, o Templo foi destruído... Com isso, a civilização judaico-cristã perdeu a embaixada de Deus na Terra... Certamente, existem outros Templos dentro da civilização judaico-cristã, mas nenhum deles teve a participação direta da divindade em sua construção...

Hoje, a civilização judaico-cristã está afundando na corrupção, no consumismo patológico e em inúmeras outras perversões e degenerações. As coisas sagradas foram abandonadas e esquecidas. Poucos ainda cultuam a divindade, buscam um contato direto com Deus. A maioria das consciências estão contaminadas pelo e não conseguem, sozinhas, nenhum tipo de contato com a divindade. O ateísmo domina as consciências e empurra o homem para a própria destruição...

Portanto, tomando como referência a oração de Salomão (Texto abaixo), uma forma de reaproximar o homem de Deus, uma tentativa de regenerar a civilização judaico-cristã, é reconstruir a embaixada da divindade no local em que Ele indicou e seguindo as orientações que Ele deu para a construção. O Templo de Salomão tem que ser reconstruído...

Certamente, isto significa uma grande encrenca. Primeiro, porcausa do conflito entre Israel e os Palestinos. O conflito tem que ser resolvido antes de se reconstruir o Templo. Segundo, porcausa do conflito entre civilizações, de um lado a civilização judaico-cristã e do outro a civilização islâmica. Conflito que aparece na relação EUA x Irã (Não é o Irã Estado-Nacional que quer armas nucleares, mas sim o Irã Fundamentalista Islâmico, ou seja, os Aiatolás...) e também no fato de existir uma Mesquita, Al Aqsa, em cima do antigo Templo de Salomão...

Isto não deveria significar guerra, mas sim um caminho para entendimento e união. Contudo, os homens são fontes de discórdia e desentendimento. O mal que contamina suas consciências movimenta-os para a própria destruição.
-------------------
II Crônicas 6
1 Então disse Salomão: O Senhor disse que habitaria nas trevas.
2 E eu te construí uma casa para morada, um lugar para a tua eterna habitação.
(...)
18 Mas, na verdade, habitará Deus com os homens na terra? Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter; quanto menos esta casa que tenho edificado!
19 Contudo, atende à oração e à súplica do teu servo, ó Senhor meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz diante de ti;
20 que dia e noite estejam os teus olhos abertos para esta casa, sim, para o lugar de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.
21 Ouve as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; sim, ouve do lugar da tua habitação, do céu; e, ouvindo, perdoa.
22 Se alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido que jure, e ele vier jurar perante o teu altar, nesta casa,
23 ouve então do céu, age, e julga os teus servos: paga ao culpado, fazendo recair sobre a sua cabeça o seu proceder, e justifica ao reto, retribuindo-lhe segundo a sua retidão.
24 Se o teu povo Israel for derrotado diante do inimigo, por ter pecado contra ti; e eles se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem e fizerem súplicas diante de ti nesta casa,
25 ouve então do céu, e perdoa os pecados do teu povo Israel, e torna a levá-los para a terra que lhes deste a eles e a seus pais.
26 Se o céu se fechar e não houver chuva, por terem pecado contra ti; se orarem, voltados para este lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, quando tu os afligires,
27 ouve então do céu, e perdoa o pecado dos teus servos, e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho, em que devem andar, envia chuva sobre a tua terra, que deste ao teu povo em herança.
28 Se houver na terra fome ou peste, se houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos ou lagarta; se os seus inimigos os cercarem nas suas cidades; seja qual for a praga ou doença que houver;
29 toda oração e toda súplica que qualquer homem ou todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a sua praga e a sua dor, e estendendo as suas mãos para esta casa,
30 ouve então do céu, lugar da tua habitação, e perdoa, e dá a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo vires o seu coração (pois tu, só tu conheces o coração dos filhos dos homens)
31 para que te temam e andem nos teus caminhos todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.
32 Assim também ao estrangeiro, que não é do teu povo Israel, quando vier de um país remoto por amor do teu grande nome, da tua mão poderosa e do teu braço estendido, vindo ele e orando nesta casa,
33 ouve então do céu, lugar da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro te suplicar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam como o teu povo Israel, e saibam que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei.
34 Se o teu povo sair à guerra contra os seus inimigos, seja qual for o caminho por que os enviares, e orarem a ti, voltados para esta cidade que escolheste e para a casa que edifiquei ao teu nome,
35 ouve então do céu a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
36 Se pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares ao inimigo, de modo que os levem em cativeiro para alguma terra, longínqua ou próxima;
37 se na terra para onde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, cometemos iniqüidade, procedemos perversamente;
38 se eles se arrependerem de todo o seu coração e de toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, a que os tenham levado cativos, e orarem voltados para a sua terra, que deste a seus pais, e para a cidade que escolheste, e para a casa que edifiquei ao teu nome,
39 ouve então do céu, lugar da tua habitação, a sua oração e as suas súplicas, defende a sua causa e perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.
40 Agora, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração que se fizer neste lugar.
Um canal entre Deus e o homem
O cérebro humano é uma máquina do mundo da matéria, um sistema do mundo de três dimensões, que realiza processos do mundo dos espíritos, da quarta dimensão. Esse sistema é a consciência humana. Consciência que movimenta energia, interagindo com a quarta dimensão, com a dimensão dos espíritos.

Certamente, existem bloqueios que impedem a fuga da energia da consciência para a quarta dimensão, prendendo-a dentro da cabeça de cada pessoa. COntudo, estes bloqueios são porosos e permitem algumas escapadelas da consciência para o mundo dos espíritos, para a quarta dimensão. Isto ocorre durante o sono, quando sonhamos ou temos pesadelos. Porém, basta religar o corpo material para que a energia da consciência volte para a cabeça humana.

Entretanto, quando a máquina humana é desligada, quando a pessoa morre, a energia da consciência, uma energia que se tornou semi-consciente ao longo da vida, parte definitivamente para a quarta-dimensão, para o mundo dos espíritos.

Portanto, a consciência humana é um portal entre o homem e o mundo dos espíritos; entre o homem e a quarta-dimensão. Há no sistema-consciência a realização de processos mentais, processos energéticos, que visam tornar a energia que aí circula em Energia Consciente. Quanto mais informação, mais conhecimento, mais processos mentais (pensamentos), maior é a iluminação da consciência, mais consciente se torna a energia que movimenta a consciência.

Inegavelmente, a qualidade da informação e do conhecimento afetam o processo de iluminação. Não bastam informações e conhecimentos religiosos, científicos, culturais, etc. É preciso ir além, é preciso buscar também algo de si mesmo. É o célebre "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e Deus".

Certamente, Deus é Energia Consciente. Ele não é uma energia em processo de consciência, em processo de iluminação, mas sim uma Energia Plenamente Consciente... Logo, a iluminação da consciência é um caminho para Deus...

Portanto, cada homem tem um canal direto com Deus. Possui uma consciência que pode levá-lo para o mundo dos espíritos, para a quarta dimensão. COntudo, o sistema-consciência não vem com um manual que diz como otimizá-lo, ou seja, como alcançar a plena iluminação em dez passos. Esse caminho é tão difícil quanto entrar na tropa de elite do Capitão Nascimento. Um caminho com alto índice de reprovação... Para piorar, cada pessoa tem o seu próprio caminho, um caminho individual entrecruzado com outros caminhos,o que dificulta ainda mais a longa jornada.

A consciência humana, por enquanto, não tem um manual de instrução. Contudo, Deus mostrou como andar no caminho da iluminação para se obter pleno sucesso na caminhada. Certamente, este ensinamento foi dado de forma diferente para sociedades diferentes, culturas diferentes, sistemas de consciência diferentes. Logo, cada padrão de consciência pode encontrar um modelo de caminho, um modelo de iluminação, que lhe seja mais adequado, com o qual identifique mais. Caminhos diversos para Deus...

Além de ensinar o caminho, Deus deu ao homem ferramentas para consultá-lo. Para isto existem os Profetas. Pessoas que estão em sintonia com a divindade, manifestando entre os homens os desígnios de Deus. Pessoas que agem como porta-voz da quarta dimensão e da vontade divina. Estes intermediários aparecem quando a maioria das consciências, por não seguirem as instruções divinas e abandonarem o caminho da iluminação, da justiça, da verdade e da retidão, se contaminaram com o mal e perderam força para se aproximar de Deus, ou seja, o excesso de impurezas nas consciências humanas afastaram a maioria dos homem de Deus. Logo, os torpedos divinos devem ser recebidos, abertos e lidos na Terra.

Os profetas são instrumentos da divindade nesta dimensão. Eles falam e escrevem por inspiração e instrução divina. Não apresentam suas vontades, mas sim a vontade que invade suas consciências, a vontade de um força superior que os controla e movimenta. As orientações divinas, assim como as profecias buscam evitar a disseminação do mal e, consequentemente, a destruição em massa de sociedades inteiras. Como foi o caso de Sodoma e Gomorra ou do mundo anterior a época de Noé... Consciências que somente podem ser limpas por arrependimento e conversão.

Mas, além dos profetas, Deus também mandou construir Templos de oração, súplica e adoração. Aqui também, cada sociedade, dada suas particularidades, recebeu instruções específicas sobre os Templos que deveriam construir. Templos que consideravam a tradição, a cultura, o modo de vida, enfim, o padrão de consciência e da percepção de Deus naquela sociedade. Templos que serviam para aproximar o homem de Deus, ou seja, um local específico onde o homem poderia ir buscar a ajuda divina. Ajuda que não conseguiu obter sozinho, só com a própria consciência, pois esta se encontrava contaminada/tomada pelo mal.

Para a nossa civilização judaico-cristã, o canal de ligação entre o homem e Deus, foi revelado aos Profetas do Velho Testamento e fixado pelos Judeus em Livros Bíblicos. O Rei Davi queria construir um Templo para Deus, mas foi impedido de fazê-lo, pois tinha derramado muito sangue sobre a terra. Porém, Deus deu a Salomão, filho de Davi, a tarefa de construir um Grande Templo.

O Templo construído por Salomão não foi um templo qualquer. Não é um templo fruto da vaidade ou do desejo humano de se imortalizar ou de um homem mostrar seu poder pessoal. Não foi um templo construído por capricho humano, mas sim uma obra instruída e orientada pelo próprio Deus. Nesta obra Deus determinou o lugar a ser construído e foi o Grande Arquiteto da obra.

Uma obra que, conforme a oração de Salomão na inauguração do Templo (Texto abaixo), era uma verdadeira embaixada de Deus na Terra. Porém, devido à contaminação e disseminação do mal entre os homens, o Templo foi destruído... Com isso, a civilização judaico-cristã perdeu a embaixada de Deus na Terra... Certamente, existem outros Templos dentro da civilização judaico-cristã, mas nenhum deles teve a participação direta da divindade em sua construção...

Hoje, a civilização judaico-cristã está afundando na corrupção, no consumismo patológico e em inúmeras outras perversões e degenerações. As coisas sagradas foram abandonadas e esquecidas. Poucos ainda cultuam a divindade, buscam um contato direto com Deus. A maioria das consciências estão contaminadas pelo e não conseguem, sozinhas, nenhum tipo de contato com a divindade. O ateísmo domina as consciências e empurra o homem para a própria destruição...

Portanto, tomando como referência a oração de Salomão (Texto abaixo), uma forma de reaproximar o homem de Deus, uma tentativa de regenerar a civilização judaico-cristã, é reconstruir a embaixada da divindade no local em que Ele indicou e seguindo as orientações que Ele deu para a construção. O Templo de Salomão tem que ser reconstruído...

Certamente, isto significa uma grande encrenca. Primeiro, porcausa do conflito entre Israel e os Palestinos. O conflito tem que ser resolvido antes de se reconstruir o Templo. Segundo, porcausa do conflito entre civilizações, de um lado a civilização judaico-cristã e do outro a civilização islâmica. Conflito que aparece na relação EUA x Irã (Não é o Irã Estado-Nacional que quer armas nucleares, mas sim o Irã Fundamentalista Islâmico, ou seja, os Aiatolás...) e também no fato de existir uma Mesquita, Al Aqsa, em cima do antigo Templo de Salomão...

Isto não deveria significar guerra, mas sim um caminho para entendimento e união. Contudo, os homens são fontes de discórdia e desentendimento. O mal que contamina suas consciências movimenta-os para a própria destruição.
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II Crônicas 6
1 Então disse Salomão: O Senhor disse que habitaria nas trevas.
2 E eu te construí uma casa para morada, um lugar para a tua eterna habitação.
(...)
18 Mas, na verdade, habitará Deus com os homens na terra? Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter; quanto menos esta casa que tenho edificado!
19 Contudo, atende à oração e à súplica do teu servo, ó Senhor meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo faz diante de ti;
20 que dia e noite estejam os teus olhos abertos para esta casa, sim, para o lugar de que disseste que ali porias o teu nome; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar.
21 Ouve as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; sim, ouve do lugar da tua habitação, do céu; e, ouvindo, perdoa.
22 Se alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for exigido que jure, e ele vier jurar perante o teu altar, nesta casa,
23 ouve então do céu, age, e julga os teus servos: paga ao culpado, fazendo recair sobre a sua cabeça o seu proceder, e justifica ao reto, retribuindo-lhe segundo a sua retidão.
24 Se o teu povo Israel for derrotado diante do inimigo, por ter pecado contra ti; e eles se converterem, e confessarem o teu nome, e orarem e fizerem súplicas diante de ti nesta casa,
25 ouve então do céu, e perdoa os pecados do teu povo Israel, e torna a levá-los para a terra que lhes deste a eles e a seus pais.
26 Se o céu se fechar e não houver chuva, por terem pecado contra ti; se orarem, voltados para este lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, quando tu os afligires,
27 ouve então do céu, e perdoa o pecado dos teus servos, e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho, em que devem andar, envia chuva sobre a tua terra, que deste ao teu povo em herança.
28 Se houver na terra fome ou peste, se houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos ou lagarta; se os seus inimigos os cercarem nas suas cidades; seja qual for a praga ou doença que houver;
29 toda oração e toda súplica que qualquer homem ou todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a sua praga e a sua dor, e estendendo as suas mãos para esta casa,
30 ouve então do céu, lugar da tua habitação, e perdoa, e dá a cada um conforme todos os seus caminhos, segundo vires o seu coração (pois tu, só tu conheces o coração dos filhos dos homens)
31 para que te temam e andem nos teus caminhos todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.
32 Assim também ao estrangeiro, que não é do teu povo Israel, quando vier de um país remoto por amor do teu grande nome, da tua mão poderosa e do teu braço estendido, vindo ele e orando nesta casa,
33 ouve então do céu, lugar da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro te suplicar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam como o teu povo Israel, e saibam que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei.
34 Se o teu povo sair à guerra contra os seus inimigos, seja qual for o caminho por que os enviares, e orarem a ti, voltados para esta cidade que escolheste e para a casa que edifiquei ao teu nome,
35 ouve então do céu a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
36 Se pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares ao inimigo, de modo que os levem em cativeiro para alguma terra, longínqua ou próxima;
37 se na terra para onde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, cometemos iniqüidade, procedemos perversamente;
38 se eles se arrependerem de todo o seu coração e de toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, a que os tenham levado cativos, e orarem voltados para a sua terra, que deste a seus pais, e para a cidade que escolheste, e para a casa que edifiquei ao teu nome,
39 ouve então do céu, lugar da tua habitação, a sua oração e as suas súplicas, defende a sua causa e perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.
40 Agora, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração que se fizer neste lugar.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O Profetismo
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.
Moisés foi sempre considerado o primeiro profeta. Não só por motivos cronológicos mas por ocupar um lugar único na cultura nacional-religiosa israelita, sem nenhuma comparação com seus antecessores - os patriarcas - ou seus sucessores - juízes, reis ou profetas. Tanto assim que, na história e na liturgia de Israel, Abraão, Isaac e Jacob são cognominados avinu, nosso pai, os monarcas sempre são ha-melech, o rei, e o profeta é ha-navi, mas Moisés é rabênu, nosso mestre, o mestre.

A origem da palavra navi é obscura. Parece referir-se a uma pessoa de quem brotam, irrompem palavras, idéias e imagens. É especialmente a partir da época dos juízes que encontramos os neviim, quer individualmente, quer agrupados em "fraternidades", percorrendo o país e pregando em nome de Deus. Às vezes se colocam em estado de arrebatamento por meio do ritmo e da música, mas não recorrem à dança ou ao uso de ervas ou bebidas embriagantes - comum entre outras culturas - para atingir um frenesi individual ou coletivo. Destes extáticos, contudo, os profetas clássicos diferem como difere um hidróscopo de uma vara de condão.

Por mais diferentes que os precursores tenham sido dos profetas clássicos, uns conduzem aos outros. Todos têm um denominador comum e desenvolvem-se dentro dos parâmetros do monoteísmo israelita. Nem precursores e muito menos os profetas clássicos operam num vácuo; eles consideram-se elos numa longa cadeia a partir de Moisés, e todos falam exclusivamente em nome de Javé, o Deus de Israel, não constando nenhum único caso de algum profeta israelita ter falado em nome de outro deus.

Assim, encontra-se, a partir de meados da época dos juízes, ao lado dos meros oraculistas, neviím que, individualmente e sem vínculo com grupos organizados ou com instituições, em vez de êxtase, pregam a ética. São homens - às vezes mulheres - carismáticos, que atuam como uma espécie de porta-voz de Deus. O conceito do profeta como "boca de Deus" é antigo (Exodos - 7:1,2), é uma função que ele não escolhe, mas para a qual se acha designado, muitas vezes contra sua própria vontade e quase sempre para dizer o que os outros não querem ouvir. O naví é escolhido por Deus e irresistivelmente compelido a comunicar aos outros a sua mensagem. Ele só fala quando assim mandado e, uma vez recebida a ordem, quer queira quer não, tem que falar.

O mais conhecidos entre os precursores do profetismo clássico são Elias e Eliseu, representando um estágio intermediário entre os extáticos e os profetas literatos que, a partir de meados do século VIII, transmitem seus ensinamentos por escrito. Surpreendentemente não são só os profetas pertencentes à classe alta que escrevem sua mensagem, como isaías, membro da aristocracia jerosolemita, ou Jeremias, descendente de uma tradicional família sacerdotal, porém igualmente pessoas de origem humilde como Amós, um pastor das estepes de Judá.

Muitos reis estavam habituados a recorrer aos serviços de videntes porém, via de regra, sabiam distinguir muito bem entre a palavra de um Natan ou um Elias e a de um "profissional" pago para predizer a sorte, de preferência boa. Há um bom exemplo em 1.Rs.22, que descreve como Ahab, rei da Samária, e Jeosafat, de Judá, se aprontam para uma batalha contra Ben Hadad, rei de Damasco. Quatrocentos profetas de Ahab prometem vitória, mas Jeosafat insiste em perguntar se não havia "mais um outro, um profeta do Senhor", e Ahab diz "sim, há um, mas eu o detesto, pois ele sempre profetiza o mal !". (1.Rs.22:8)

Durante três séculos, a seqüencia dos profetas clássicos hebreus constitui um fenômeno totalmente ímpar na História. Diz-se Profetas hebreus, porque o idioma hebraico é um elemento fundamental do seu poder de comunicação. O profeta sempre é um gênio da linguagem, cujo ritmo e simbolismo desafiam mesmo o mais brilhante tradutor a alcançar um inimitável original.

Na base da mensagem do profeta de Israel está o domínio universal da justiça, da justiça social entre os homens e da justiça pública no convívio entre as nações. Todos, indivíduos ou povos, estão sempre submetidos ao juízo do eternamente Justo, Javé, o Protetor dos pobres, dos órfãos e das viúvas, nunca dos ricos e famosos. Por acostumar-e a ver nos males econômicos a raiz da decadência das nações, sucumbe-se facilmente à tentação de perceber os profetas vestidos de visionários da redenção da humanidade por intermédio de plataformas sociais. É uma linguagem sem dúvida sedutora, mas não se pode transformar Amós em precursor de Marx sem privar a mensagem profética de sua inalienável dimensão religiosa.

A realidade vista pelo profeta é diferente da de outros homens. É uma realidade paradoxal, que despreza as conveniências do momento e faz do profeta sempre o arquiinimigo do pragmatismo - politicamente tantas vezes transformado em virtude -, pois seu alvo não é o que pode, mas o que deve ser. Já que nunca consegue o que quer, está sempre exasperado, sempre um desafeto dos poderosos e sempre alvo dos que, com impaciência e desespero, bradam, na expressão de Oséias: "o profeta é um louco". (Os.9:7)

Os profetas são invariavelmente supra-nacionais, tanto faz se originários de Judá ou da Samária. Suas palavras são sempre dirigidas a toda a Nação como se não existissem dos estados separados. Samária e Judá são uma unidade, são Israel "de Dan a Beersheba". Povo e reis - com poucas exceções - respeitam a palavra e honram a integridade física do profeta, e nenhum dos profetas clássicos denota qualquer ambição pessoal de liderança ou de poder.

Talvez a relevância histórica de Amós e de Jeremias nasça do fato de suas mensagens terem sido emitidas em épocas de enormes tensões sociais, épocas marcadas pela ascensão e queda de superpotências consideradas inabaláveis. Tentaram transmitir a lição moral de que o poder corrompe e de que a pobreza e a injustiça constituem problemas éticos por cuja solução o homem será responsabilizado individual e coletivamente. Para o homem pensante, Amós, Isaías e Jeremias permanecem, decorridos vinte e cinco séculos, gigantes espirituais de mensagem universal.
O Profetismo
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.
Moisés foi sempre considerado o primeiro profeta. Não só por motivos cronológicos mas por ocupar um lugar único na cultura nacional-religiosa israelita, sem nenhuma comparação com seus antecessores - os patriarcas - ou seus sucessores - juízes, reis ou profetas. Tanto assim que, na história e na liturgia de Israel, Abraão, Isaac e Jacob são cognominados avinu, nosso pai, os monarcas sempre são ha-melech, o rei, e o profeta é ha-navi, mas Moisés é rabênu, nosso mestre, o mestre.

A origem da palavra navi é obscura. Parece referir-se a uma pessoa de quem brotam, irrompem palavras, idéias e imagens. É especialmente a partir da época dos juízes que encontramos os neviim, quer individualmente, quer agrupados em "fraternidades", percorrendo o país e pregando em nome de Deus. Às vezes se colocam em estado de arrebatamento por meio do ritmo e da música, mas não recorrem à dança ou ao uso de ervas ou bebidas embriagantes - comum entre outras culturas - para atingir um frenesi individual ou coletivo. Destes extáticos, contudo, os profetas clássicos diferem como difere um hidróscopo de uma vara de condão.

Por mais diferentes que os precursores tenham sido dos profetas clássicos, uns conduzem aos outros. Todos têm um denominador comum e desenvolvem-se dentro dos parâmetros do monoteísmo israelita. Nem precursores e muito menos os profetas clássicos operam num vácuo; eles consideram-se elos numa longa cadeia a partir de Moisés, e todos falam exclusivamente em nome de Javé, o Deus de Israel, não constando nenhum único caso de algum profeta israelita ter falado em nome de outro deus.

Assim, encontra-se, a partir de meados da época dos juízes, ao lado dos meros oraculistas, neviím que, individualmente e sem vínculo com grupos organizados ou com instituições, em vez de êxtase, pregam a ética. São homens - às vezes mulheres - carismáticos, que atuam como uma espécie de porta-voz de Deus. O conceito do profeta como "boca de Deus" é antigo (Exodos - 7:1,2), é uma função que ele não escolhe, mas para a qual se acha designado, muitas vezes contra sua própria vontade e quase sempre para dizer o que os outros não querem ouvir. O naví é escolhido por Deus e irresistivelmente compelido a comunicar aos outros a sua mensagem. Ele só fala quando assim mandado e, uma vez recebida a ordem, quer queira quer não, tem que falar.

O mais conhecidos entre os precursores do profetismo clássico são Elias e Eliseu, representando um estágio intermediário entre os extáticos e os profetas literatos que, a partir de meados do século VIII, transmitem seus ensinamentos por escrito. Surpreendentemente não são só os profetas pertencentes à classe alta que escrevem sua mensagem, como isaías, membro da aristocracia jerosolemita, ou Jeremias, descendente de uma tradicional família sacerdotal, porém igualmente pessoas de origem humilde como Amós, um pastor das estepes de Judá.

Muitos reis estavam habituados a recorrer aos serviços de videntes porém, via de regra, sabiam distinguir muito bem entre a palavra de um Natan ou um Elias e a de um "profissional" pago para predizer a sorte, de preferência boa. Há um bom exemplo em 1.Rs.22, que descreve como Ahab, rei da Samária, e Jeosafat, de Judá, se aprontam para uma batalha contra Ben Hadad, rei de Damasco. Quatrocentos profetas de Ahab prometem vitória, mas Jeosafat insiste em perguntar se não havia "mais um outro, um profeta do Senhor", e Ahab diz "sim, há um, mas eu o detesto, pois ele sempre profetiza o mal !". (1.Rs.22:8)

Durante três séculos, a seqüencia dos profetas clássicos hebreus constitui um fenômeno totalmente ímpar na História. Diz-se Profetas hebreus, porque o idioma hebraico é um elemento fundamental do seu poder de comunicação. O profeta sempre é um gênio da linguagem, cujo ritmo e simbolismo desafiam mesmo o mais brilhante tradutor a alcançar um inimitável original.

Na base da mensagem do profeta de Israel está o domínio universal da justiça, da justiça social entre os homens e da justiça pública no convívio entre as nações. Todos, indivíduos ou povos, estão sempre submetidos ao juízo do eternamente Justo, Javé, o Protetor dos pobres, dos órfãos e das viúvas, nunca dos ricos e famosos. Por acostumar-e a ver nos males econômicos a raiz da decadência das nações, sucumbe-se facilmente à tentação de perceber os profetas vestidos de visionários da redenção da humanidade por intermédio de plataformas sociais. É uma linguagem sem dúvida sedutora, mas não se pode transformar Amós em precursor de Marx sem privar a mensagem profética de sua inalienável dimensão religiosa.

A realidade vista pelo profeta é diferente da de outros homens. É uma realidade paradoxal, que despreza as conveniências do momento e faz do profeta sempre o arquiinimigo do pragmatismo - politicamente tantas vezes transformado em virtude -, pois seu alvo não é o que pode, mas o que deve ser. Já que nunca consegue o que quer, está sempre exasperado, sempre um desafeto dos poderosos e sempre alvo dos que, com impaciência e desespero, bradam, na expressão de Oséias: "o profeta é um louco". (Os.9:7)

Os profetas são invariavelmente supra-nacionais, tanto faz se originários de Judá ou da Samária. Suas palavras são sempre dirigidas a toda a Nação como se não existissem dos estados separados. Samária e Judá são uma unidade, são Israel "de Dan a Beersheba". Povo e reis - com poucas exceções - respeitam a palavra e honram a integridade física do profeta, e nenhum dos profetas clássicos denota qualquer ambição pessoal de liderança ou de poder.

Talvez a relevância histórica de Amós e de Jeremias nasça do fato de suas mensagens terem sido emitidas em épocas de enormes tensões sociais, épocas marcadas pela ascensão e queda de superpotências consideradas inabaláveis. Tentaram transmitir a lição moral de que o poder corrompe e de que a pobreza e a injustiça constituem problemas éticos por cuja solução o homem será responsabilizado individual e coletivamente. Para o homem pensante, Amós, Isaías e Jeremias permanecem, decorridos vinte e cinco séculos, gigantes espirituais de mensagem universal.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Uma história do Povo Judeu
Eu estou lendo um livro interessante. O título é: "Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999. E, realmente, não é uma história qualquer. Manter uma consciência coletiva e uma linha histórica por mais de três mil anos é uma coisa surpreendente. Eles viram impérios e civilizações se levantarem e caírem. Foram atacados, dominados, esfolados, dispersados e, apesar de tudo, continuaram e continuam caminhando.

O que será que eles tomam: Keep Walking ?

Se lhe perguntarem sobre a importância da religião para a sociedade, cite como exemplo o Povo Judeu e o Deus de Israel. A história deles está contada na Bíblia, porém, lendo o livro citado, você consegue cruzar os textos bíblicos com a história comum. Sem contar que as instituições que eles criaram são melhor explicadas no livro.
Uma história do Povo Judeu
Eu estou lendo um livro interessante. O título é: "Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999. E, realmente, não é uma história qualquer. Manter uma consciência coletiva e uma linha histórica por mais de três mil anos é uma coisa surpreendente. Eles viram impérios e civilizações se levantarem e caírem. Foram atacados, dominados, esfolados, dispersados e, apesar de tudo, continuaram e continuam caminhando.

O que será que eles tomam: Keep Walking ?

Se lhe perguntarem sobre a importância da religião para a sociedade, cite como exemplo o Povo Judeu e o Deus de Israel. A história deles está contada na Bíblia, porém, lendo o livro citado, você consegue cruzar os textos bíblicos com a história comum. Sem contar que as instituições que eles criaram são melhor explicadas no livro.