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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

TV Digital: as ONGs podem dar uma mãozinha
Se o preço do conversor não baixar, pois a fome de lucro dos capitalistas é insaciável, as ONGs podem dar uma mãozinha, ou seja, podem entrar no negócio, adquirindo os conversores no exterior e comercializando-os aqui a um preço bem próximo do preço de custo.

O mesmo ocorre com o tal notebook de cem dólares que está saindo por trezentos dólares. No exterior estão vendendo notebook a preços bem menores. Inclusive é preciso verificar se estes trezentos dólares não adquire um desktop com mais recursos. Talvez seja mais fácil e mais eficiente montar salas de informática com 50 ou 100 computadores desktop, em todas as escola públicas do Brasil, do que cair no conto do notebook de cem dólares que custa trezentos dólares e que vem com poucos recursos, sem contar que ele pode ficar completamente obsoleto em poucos anos.

Uma sala de informática nas escolas pode servir como cybercafé para os alunos, como sala de cursos de informática e outros cursos e como sala de treinamento para os professores. Isto é bem melhor do que notebook de cem dólares que custa trezentos dólares e que não roda a maioria dos programas que interessa aos estudantes.

Certamente, estas salas de informática precisam ser muito bem estruturadas e protegidas. Caso contrário, os ladrões roubam todos os computadores. Igual estão fazendo com as obras de artes dos museus e das Igrejas.

Enfim, se a meta é democratizar e beneficiar a população, as ONGs podem entrar em ação. Elas existem para isto, ou seja, para fazer aquilo que os capitalistas não fazem e não querem fazer: a parte social do negócio...

Contudo, um alerta, é preciso saber com qual ONG estão mexendo e se é uma ONG séria, pois existem muitas organizações que foram criadas para furtar recursos públicos. São as ONGs da criminalidade organizada.
TV Digital: as ONGs podem dar uma mãozinha
Se o preço do conversor não baixar, pois a fome de lucro dos capitalistas é insaciável, as ONGs podem dar uma mãozinha, ou seja, podem entrar no negócio, adquirindo os conversores no exterior e comercializando-os aqui a um preço bem próximo do preço de custo.

O mesmo ocorre com o tal notebook de cem dólares que está saindo por trezentos dólares. No exterior estão vendendo notebook a preços bem menores. Inclusive é preciso verificar se estes trezentos dólares não adquire um desktop com mais recursos. Talvez seja mais fácil e mais eficiente montar salas de informática com 50 ou 100 computadores desktop, em todas as escola públicas do Brasil, do que cair no conto do notebook de cem dólares que custa trezentos dólares e que vem com poucos recursos, sem contar que ele pode ficar completamente obsoleto em poucos anos.

Uma sala de informática nas escolas pode servir como cybercafé para os alunos, como sala de cursos de informática e outros cursos e como sala de treinamento para os professores. Isto é bem melhor do que notebook de cem dólares que custa trezentos dólares e que não roda a maioria dos programas que interessa aos estudantes.

Certamente, estas salas de informática precisam ser muito bem estruturadas e protegidas. Caso contrário, os ladrões roubam todos os computadores. Igual estão fazendo com as obras de artes dos museus e das Igrejas.

Enfim, se a meta é democratizar e beneficiar a população, as ONGs podem entrar em ação. Elas existem para isto, ou seja, para fazer aquilo que os capitalistas não fazem e não querem fazer: a parte social do negócio...

Contudo, um alerta, é preciso saber com qual ONG estão mexendo e se é uma ONG séria, pois existem muitas organizações que foram criadas para furtar recursos públicos. São as ONGs da criminalidade organizada.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

As ONGs e as campanhas precisam ser investigadas
Eu concordo plenamente com a investigação das ONGs, de todas as ONGs, começando pelas mais grandes. Por exemplo, Fundação Roberto Marinho, Fundação Banco do Brasil, Fundação Bradesco, etc. Tem que passar um pente fino em tudo, em todos os gastos, em todas as campanhas.

Por exemplo, a tal Campanha Criança Esperança arrecada milhões e milhões todo ano. Para onde vai este dinheiro ? Está sendo aplicado em projetos sociais ou é tudo mentira e estão desviando até o talo. Monstram meia dúzia de criança em um abrigo, um jovem que agora está fazendo esporte e diz que aquilo é projeto financiado pelo Criança Esperança. Projetos que somados não chegam a R$ 100.000,00. E o resto do dinheiro, os milhões, para onde estão indo. Cadê o resultado concreto ?

Tem gente que usa crianças para pedir nos faróis das grandes cidades. Outras pessoas usam crianças para pedir na TV. Em ambos os casos as crianças são usadas. O dinheiro arrecadado é embolsado pelos larápios. As crianças ? Ganham balas e pirulitos... Os larápios ganham os milhões.

Usar o nome do UNICEF ou de outras organizações não é sinônimo de lisura e nem garantia de destinação correta dos recursos. Eu acho que a CPI das ONGs tem que ir fundo nestas campanhas, pois mais de 50% dos recursos arrecadados, usando a boa-fé e a ingenuidade das pessoas, estão sendo desviados e embolsados pelos organizadores desses eventos.

Também tem que investigar o tal Sistema S. As receitas arrecadadas pelas contribuições ao Sistema S são repassadas a entidades, na maior parte de direito privado, que devem aplicá-las conforme previsto na respectiva lei de instituição. Não estão aplicando, ou então estão aplicando muito mal o dinheiro. Não vemos resultados concretos. A arrecadação aumenta ano a ano e os projetos do sistema S continuam os mesmos de 10 anos atrás. Tem que fazer a mesma coisa: pente fino emtudo, em todas as contas dos últimos 20 anos...
As ONGs e as campanhas precisam ser investigadas
Eu concordo plenamente com a investigação das ONGs, de todas as ONGs, começando pelas mais grandes. Por exemplo, Fundação Roberto Marinho, Fundação Banco do Brasil, Fundação Bradesco, etc. Tem que passar um pente fino em tudo, em todos os gastos, em todas as campanhas.

Por exemplo, a tal Campanha Criança Esperança arrecada milhões e milhões todo ano. Para onde vai este dinheiro ? Está sendo aplicado em projetos sociais ou é tudo mentira e estão desviando até o talo. Monstram meia dúzia de criança em um abrigo, um jovem que agora está fazendo esporte e diz que aquilo é projeto financiado pelo Criança Esperança. Projetos que somados não chegam a R$ 100.000,00. E o resto do dinheiro, os milhões, para onde estão indo. Cadê o resultado concreto ?

Tem gente que usa crianças para pedir nos faróis das grandes cidades. Outras pessoas usam crianças para pedir na TV. Em ambos os casos as crianças são usadas. O dinheiro arrecadado é embolsado pelos larápios. As crianças ? Ganham balas e pirulitos... Os larápios ganham os milhões.

Usar o nome do UNICEF ou de outras organizações não é sinônimo de lisura e nem garantia de destinação correta dos recursos. Eu acho que a CPI das ONGs tem que ir fundo nestas campanhas, pois mais de 50% dos recursos arrecadados, usando a boa-fé e a ingenuidade das pessoas, estão sendo desviados e embolsados pelos organizadores desses eventos.

Também tem que investigar o tal Sistema S. As receitas arrecadadas pelas contribuições ao Sistema S são repassadas a entidades, na maior parte de direito privado, que devem aplicá-las conforme previsto na respectiva lei de instituição. Não estão aplicando, ou então estão aplicando muito mal o dinheiro. Não vemos resultados concretos. A arrecadação aumenta ano a ano e os projetos do sistema S continuam os mesmos de 10 anos atrás. Tem que fazer a mesma coisa: pente fino emtudo, em todas as contas dos últimos 20 anos...