quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O conhecimento é eterno. O conhecimento é algo que não se perde, o ladrão não rouba, o tempo não enferruja.
O conhecimento é eterno. O conhecimento é algo que não se perde, o ladrão não rouba, o tempo não enferruja.
Observando a briga entre o Diretor da Faculdade de Direito da USP e o Reitor da USP (ambos professores da Faculdade de Direito) lembrei-me de um projeto de pesquisa que fiz no ano de 2006:
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Observando a briga entre o Diretor da Faculdade de Direito da USP e o Reitor da USP (ambos professores da Faculdade de Direito) lembrei-me de um projeto de pesquisa que fiz no ano de 2006:
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
É sabido que eu tenho idéias e projetos um pouco avançados p/ o período no qual vivemos. Porém, são essenciais p/ o futuro que virá. Neste contexto continuo escrevendo, independentemente do que dizem por aí.
Estamos condenados a um mundo onde a comunicação será cada vez mais concentrada, mais submetida ao poder econômico e, portanto, mais atomizante e... incomunicativa? Embora capitalista até a medula, a revista britânica The Economist acaba de admitir que a resposta é não. Na edição de 20 de abril, ela dedicou um estudo especial [1] de sete matérias ao que chamou de emergência da “comunicação personalizada e participativa”.
O estudo vê na internet – e em particular nas novas ferramentas que permitem compartilhar conteúdo, como wikis, blogs e podcasting – o início de uma revolução semelhante à desencadeada em 1448, quando Johannes Gutenberg inventou a imprensa de tipos móveis. Nos novos tempos, prevêem os textos, “ao invés de um punhado de gigantes ultra-capitalizados da mídia, disputando entre si, haverá pequenas empresas e indivíduos, competindo ou, mais freqüentemente, colaborando uns com os outros”.
(Texto da The Economist: Among the audience)
É sabido que eu tenho idéias e projetos um pouco avançados p/ o período no qual vivemos. Porém, são essenciais p/ o futuro que virá. Neste contexto continuo escrevendo, independentemente do que dizem por aí.
Estamos condenados a um mundo onde a comunicação será cada vez mais concentrada, mais submetida ao poder econômico e, portanto, mais atomizante e... incomunicativa? Embora capitalista até a medula, a revista britânica The Economist acaba de admitir que a resposta é não. Na edição de 20 de abril, ela dedicou um estudo especial [1] de sete matérias ao que chamou de emergência da “comunicação personalizada e participativa”.
O estudo vê na internet – e em particular nas novas ferramentas que permitem compartilhar conteúdo, como wikis, blogs e podcasting – o início de uma revolução semelhante à desencadeada em 1448, quando Johannes Gutenberg inventou a imprensa de tipos móveis. Nos novos tempos, prevêem os textos, “ao invés de um punhado de gigantes ultra-capitalizados da mídia, disputando entre si, haverá pequenas empresas e indivíduos, competindo ou, mais freqüentemente, colaborando uns com os outros”.
(Texto da The Economist: Among the audience)
