sexta-feira, 29 de maio de 2009

Monte Horeb e Moriá
Ontem passei um tempo no Google Earth mirando os Montes Horeb e Moriá, assim como voando sobre Israel... É uma coisa muito interessante para se fazer...

Para fazer isso é só instalar o Google Earth (baixar aqui). O programa é gratuito e existem milhares de fotos, postadas por turistas, sobre os locais citados...

Também dei uma passada na Coréia do Norte...
Monte Horeb e Moriá
Ontem passei um tempo no Google Earth mirando os Montes Horeb e Moriá, assim como voando sobre Israel... É uma coisa muito interessante para se fazer...

Para fazer isso é só instalar o Google Earth (baixar aqui). O programa é gratuito e existem milhares de fotos, postadas por turistas, sobre os locais citados...

Também dei uma passada na Coréia do Norte...
Epifania do FHC
Em Londres, Fernando Henrique defende descriminalização das drogas
BBC-BRASIL - 29/05/2009

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu, em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a descriminalização das drogas como forma de reverter o fracasso da guerra contra entorpecentes em todo o mundo.

O ex-presidente esteve em Londres na quinta-feira para participar de um evento da Comissão Latino-Americana para Drogas e Democracia, co-presidida por ele e por outros líderes latino-americanos, como o ex-presidente da Colômbia César Gaviria.

A comissão foi criada em 1998 para levar uma visão latino-americana às discussões da ONU sobre a luta contra as drogas. Entre os integrantes da comissão também estão os escritores Mario Vargas Llosa e Paulo Coelho.

O ex-presidente afirmou ao diário britânico, um dos mais influentes do país, que é chegada a hora para uma "mudança de paradigma" no debate sobre as drogas.

"A guerra contra as drogas é baseada na corrupção. Como as pessoas podem acreditar na democracia se a regra da lei não funciona? Os usuários deveriam ter acesso a tratamento e não à prisão", disse Fernando Henrique.

Estados Unidos

Ainda segundo o ex-presidente, o ponto de partida para a mudança na abordagem do problema das drogas está nos Estados Unidos.

"Agora temos uma nova administração, que é muito mais aberta do que antes. E o clima está mudando pela primeira vez em muitos anos. Até nos Estados Unidos se reconhece que há um impasse. Obama já deixou claro que ideia da guerra contra drogas não funciona", disse o ex-presidente ao Guardian.

Na opinião de FHC, a guerra contra drogas "fracassou" apesar dos enormes esforços em lugares como as Colômbia.

"As áreas de plantio de coca não estão diminuindo", disse ele.

O ex-presidente ainda destacou o sucesso do Brasil em reduzir os casos de HIV/Aids, obtido, entre outros fatores, graças à promoção do uso do preservativos.

"Isto é um exemplo de como o comportamento das pessoas pode ser alterado pela educação em vez de repressão", afirmou.
Epifania do FHC
Em Londres, Fernando Henrique defende descriminalização das drogas
BBC-BRASIL - 29/05/2009

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu, em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a descriminalização das drogas como forma de reverter o fracasso da guerra contra entorpecentes em todo o mundo.

O ex-presidente esteve em Londres na quinta-feira para participar de um evento da Comissão Latino-Americana para Drogas e Democracia, co-presidida por ele e por outros líderes latino-americanos, como o ex-presidente da Colômbia César Gaviria.

A comissão foi criada em 1998 para levar uma visão latino-americana às discussões da ONU sobre a luta contra as drogas. Entre os integrantes da comissão também estão os escritores Mario Vargas Llosa e Paulo Coelho.

O ex-presidente afirmou ao diário britânico, um dos mais influentes do país, que é chegada a hora para uma "mudança de paradigma" no debate sobre as drogas.

"A guerra contra as drogas é baseada na corrupção. Como as pessoas podem acreditar na democracia se a regra da lei não funciona? Os usuários deveriam ter acesso a tratamento e não à prisão", disse Fernando Henrique.

Estados Unidos

Ainda segundo o ex-presidente, o ponto de partida para a mudança na abordagem do problema das drogas está nos Estados Unidos.

"Agora temos uma nova administração, que é muito mais aberta do que antes. E o clima está mudando pela primeira vez em muitos anos. Até nos Estados Unidos se reconhece que há um impasse. Obama já deixou claro que ideia da guerra contra drogas não funciona", disse o ex-presidente ao Guardian.

Na opinião de FHC, a guerra contra drogas "fracassou" apesar dos enormes esforços em lugares como as Colômbia.

"As áreas de plantio de coca não estão diminuindo", disse ele.

O ex-presidente ainda destacou o sucesso do Brasil em reduzir os casos de HIV/Aids, obtido, entre outros fatores, graças à promoção do uso do preservativos.

"Isto é um exemplo de como o comportamento das pessoas pode ser alterado pela educação em vez de repressão", afirmou.
Pentágono prepara comando militar para o ciberespaço

'NYT' afirma que Obama anunciará criação de departamento para preparar ações contra a guerra virtual.


WASHINGTON - O Pentágono pretende criar um novo comando militar para proteger o ciberespaço, melhorando a preparação das Forças Armadas dos EUA para ações defensivas e ofensivas de guerra por computador, disse o jornal The New York Times nesta sexta-feira, 29. Esse comando militar complementaria um esforço civil que o presidente Barack Obama deve anunciar nesta sexta, no sentido de reformular as salvaguardas para as redes de computação no país, segundo o site do jornal.

Citando fontes oficiais, o Times disse que o presidente vai detalhar a criação de um departamento da Casa Branca para coordenar um bilionário esforço para restringir o acesso a computadores do governo e proteger os sistemas que administram as Bolsas dos EUA, liberam transações bancárias e integram o controle do tráfego aéreo. O departamento civil será responsável pela coordenação entre as defesas do setor privado e do governo contra milhares de ataques virtuais realizados todos os dias contra os EUA, em geral por hackers, mas às vezes por governos estrangeiros.

Fontes do governo disseram que Obama não falará sobre o plano do Pentágono na sexta-feira. Mas o presidente deve assinar nas próximas semanas um decreto sigiloso para criar o comando cibernético.

A necessidade de melhorar a segurança digital dos EUA ficou clara em abril, quando o Wall Street Journal afirmou que ciberespiões haviam invadido rede elétrica dos EUA e deixado softwares que poderiam afetar o sistema. O Times disse que os EUA já têm muitas armas no seu arsenal informático, e deve preparar estratégias para usá-las como dissuasão, junto com armas convencionais, em diversos tipos de possíveis conflitos.

A Reuters já havia informado que empresas no mercado da segurança digital incluem fabricantes de softwares de segurança, como Symantec e McAfee, empresas tradicionais de defesa, como Northrop Grumman e Lockheed Martin, e companhias de tecnologia da informação, como CACI International.

O Pentágono trabalhou durante meses numa estratégia para o ciberespaço, concluída há poucas semanas, mas cuja divulgação foi adiada devido a divergências a respeito da autoridade do departamento da Casa Branca e do orçamento para toda a iniciativa, segundo a reportagem.
Pentágono prepara comando militar para o ciberespaço

'NYT' afirma que Obama anunciará criação de departamento para preparar ações contra a guerra virtual.


WASHINGTON - O Pentágono pretende criar um novo comando militar para proteger o ciberespaço, melhorando a preparação das Forças Armadas dos EUA para ações defensivas e ofensivas de guerra por computador, disse o jornal The New York Times nesta sexta-feira, 29. Esse comando militar complementaria um esforço civil que o presidente Barack Obama deve anunciar nesta sexta, no sentido de reformular as salvaguardas para as redes de computação no país, segundo o site do jornal.

Citando fontes oficiais, o Times disse que o presidente vai detalhar a criação de um departamento da Casa Branca para coordenar um bilionário esforço para restringir o acesso a computadores do governo e proteger os sistemas que administram as Bolsas dos EUA, liberam transações bancárias e integram o controle do tráfego aéreo. O departamento civil será responsável pela coordenação entre as defesas do setor privado e do governo contra milhares de ataques virtuais realizados todos os dias contra os EUA, em geral por hackers, mas às vezes por governos estrangeiros.

Fontes do governo disseram que Obama não falará sobre o plano do Pentágono na sexta-feira. Mas o presidente deve assinar nas próximas semanas um decreto sigiloso para criar o comando cibernético.

A necessidade de melhorar a segurança digital dos EUA ficou clara em abril, quando o Wall Street Journal afirmou que ciberespiões haviam invadido rede elétrica dos EUA e deixado softwares que poderiam afetar o sistema. O Times disse que os EUA já têm muitas armas no seu arsenal informático, e deve preparar estratégias para usá-las como dissuasão, junto com armas convencionais, em diversos tipos de possíveis conflitos.

A Reuters já havia informado que empresas no mercado da segurança digital incluem fabricantes de softwares de segurança, como Symantec e McAfee, empresas tradicionais de defesa, como Northrop Grumman e Lockheed Martin, e companhias de tecnologia da informação, como CACI International.

O Pentágono trabalhou durante meses numa estratégia para o ciberespaço, concluída há poucas semanas, mas cuja divulgação foi adiada devido a divergências a respeito da autoridade do departamento da Casa Branca e do orçamento para toda a iniciativa, segundo a reportagem.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dúvida...
Dúvida...
PF desmonta quadrilha que usava escutas e falsificava diplomas
Detetives, policiais e funcionário de telefonia estariam envolvidos.
Ação acontece em sete cidades do Espírito Santo.

A ação ocorre em Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Guarapari, Piúma e Itarana. Segundo a PF, as investigações começaram há três meses e apontam que detetives particulares "grampeavam" os telefones de seus alvos e passavam semanas espionando as conversas telefônicas. Os diálogos eram vendidos ou usados em chantagens.

A polícia diz que os gravadores eram colocados nos armários de telefonia nas ruas e, diariamente, um dos suspeitos de envolvimento no grupo trocava as fitas. O funcionário de uma empresa terceirizada por uma concessionária também é suspeito de participar do esquema. A polícia afirma que ele fornecia informações para a instalação do gravador, como a localização do armário de telefonia e a chave dele. Além deles, a PF informa que um policial militar e um ex-policial militar também são alvos da operação.

PF desmonta quadrilha que usava escutas e falsificava diplomas
Detetives, policiais e funcionário de telefonia estariam envolvidos.
Ação acontece em sete cidades do Espírito Santo.

A ação ocorre em Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Guarapari, Piúma e Itarana. Segundo a PF, as investigações começaram há três meses e apontam que detetives particulares "grampeavam" os telefones de seus alvos e passavam semanas espionando as conversas telefônicas. Os diálogos eram vendidos ou usados em chantagens.

A polícia diz que os gravadores eram colocados nos armários de telefonia nas ruas e, diariamente, um dos suspeitos de envolvimento no grupo trocava as fitas. O funcionário de uma empresa terceirizada por uma concessionária também é suspeito de participar do esquema. A polícia afirma que ele fornecia informações para a instalação do gravador, como a localização do armário de telefonia e a chave dele. Além deles, a PF informa que um policial militar e um ex-policial militar também são alvos da operação.

Teste do Windows 7
1- Ocorreu um travamento durante a leitura/inicialização de um pendrive - solução: o velho ctrl+alt+del seguido de "start task manage" e "end process". Descrevendo o acontecido: coloquei o pendrive. O sistema reconheceu. Em seguida abriu uma janela de verificação e correção de erros. Mandei ler e corrigir eventuais erros. No final da leitura o programa travou. Não deixava fechar a janela e nem cancelar e também não avançava.

2- Bloqueio de download do Megaupload - Nenhum navegador instalado no windows7 (iexplorer, firefox, opera) abriu a página de download. Mudei de sistema - windows xp - e a página abriu.... Logo, o windows7 não gosta de alguns endereços de download... (Observe: estou falando de uma página de download, não do site inteiro megaupload)

3- Vamos continuar testando... A nota não subiu, mas caiu... Porém, de uma forma ou de outra, o sistema é muito bom... Contudo, se ele possuir algum dispositivo de censura embutido, não vai fazer muito sucesso, principalmente porque não cabe a uma empresa de software censurar o comportamento dos consumidores... Cada macaco no seu galho !!!

Não precisamos de programas que controlam as nossas ações. A consciência de cada um já faz isso.

Imagine se resolverem modificar o word para impedir que as pessoas digitem palavrões e blasfêmia !!! Você manda, por escrito, alguém ir tomar no símbolo atômico do elemento químico cobre, e o word apaga o que você digitou... Mesmo que, nesse caso específico, acho que o xingamento burlaria o sistema... A menos, é claro, que o computador tenha evoluído e compreenda o sentido geral da coisa...

Esse é outro tema muitíssimo interessante: cérebro da máquina x cérebro humano...
Teste do Windows 7
1- Ocorreu um travamento durante a leitura/inicialização de um pendrive - solução: o velho ctrl+alt+del seguido de "start task manage" e "end process". Descrevendo o acontecido: coloquei o pendrive. O sistema reconheceu. Em seguida abriu uma janela de verificação e correção de erros. Mandei ler e corrigir eventuais erros. No final da leitura o programa travou. Não deixava fechar a janela e nem cancelar e também não avançava.

2- Bloqueio de download do Megaupload - Nenhum navegador instalado no windows7 (iexplorer, firefox, opera) abriu a página de download. Mudei de sistema - windows xp - e a página abriu.... Logo, o windows7 não gosta de alguns endereços de download... (Observe: estou falando de uma página de download, não do site inteiro megaupload)

3- Vamos continuar testando... A nota não subiu, mas caiu... Porém, de uma forma ou de outra, o sistema é muito bom... Contudo, se ele possuir algum dispositivo de censura embutido, não vai fazer muito sucesso, principalmente porque não cabe a uma empresa de software censurar o comportamento dos consumidores... Cada macaco no seu galho !!!

Não precisamos de programas que controlam as nossas ações. A consciência de cada um já faz isso.

Imagine se resolverem modificar o word para impedir que as pessoas digitem palavrões e blasfêmia !!! Você manda, por escrito, alguém ir tomar no símbolo atômico do elemento químico cobre, e o word apaga o que você digitou... Mesmo que, nesse caso específico, acho que o xingamento burlaria o sistema... A menos, é claro, que o computador tenha evoluído e compreenda o sentido geral da coisa...

Esse é outro tema muitíssimo interessante: cérebro da máquina x cérebro humano...