terça-feira, 31 de março de 2009

Rastreamento
Eu pretendo, em breve, fazer um rastreamento detalhado para identificar quem, incluindo as instituições públicas, anda me espionando e investigando e por quais razões... Eu sei que tem muita gente acessando dados a meu respeito...

Não tenho nada para esconder ou ocultar, porém não quero minha vida e minha privacidade circulando nas mãos de terceiros ou nas mãos do Estado... O que estão procurando ??? Seja o que for, não vão encontrar nada, pois não há nada para ser encontrado...

Vou tomar providências contra esses intrusos e vou bater pesado...
Rastreamento
Eu pretendo, em breve, fazer um rastreamento detalhado para identificar quem, incluindo as instituições públicas, anda me espionando e investigando e por quais razões... Eu sei que tem muita gente acessando dados a meu respeito...

Não tenho nada para esconder ou ocultar, porém não quero minha vida e minha privacidade circulando nas mãos de terceiros ou nas mãos do Estado... O que estão procurando ??? Seja o que for, não vão encontrar nada, pois não há nada para ser encontrado...

Vou tomar providências contra esses intrusos e vou bater pesado...
Reflexões rápidas
Assim como eu não sou bem-vindos nos círculos de algumas pessoas, em suas empresas, etc... Essas pessoas também não são bem-vindas no meu círculo, nos meus projetos e nem na minha casa...

E o pagamento, por uma questão de justiça, é feito na mesma moeda... É a velha história da espada e do ferido... E vivemos em uma época na qual a Justiça Divina é extremamente célere... O indivíduo faz o mal aqui, dez passos adiante, está recebendo o troco...

Tempo é uma coisa que não me preocupa... Inclusive, o tempo corre a meu favor... Quem caminha no sentido da evolução tem o tempo como aliado... O tempo se encarrega de matar inimigos e adversários e fixar as idéias e os projetos que construímos... Quem caminha contra a evolução tem o tempo como inimigo... Correm e lutam contra o tempo para não serem extintos e esquecidos... E, mesmo assim, são extintos e esquecidos !!!

Lembro dos professores da USP que, na época do Prof. Schenberg, lutavam para que nenhum computador fosse instalado na USP...Computador e calculadora, diziam os matemáticos, inibia a abstração e o raciocínio... E hoje, lembro-me dos professores que lutam para que o conhecimento, as informações e os saberes da universidade pública não seja aberto e nem seja democratizado... Em ambos os casos o fim será o mesmo: extinção e esquecimento !!! Estão contra a evolução...

Vão morrer, serão enterrados e, no dia seguinte, o conhecimento, os saberes e as informações começarão a ser abertos e democratizados... Certamente, há a possibilidade de serem derrotados e terem suas idéias massacradas ainda em vida, ou seja, podem presenciar a própria derrota do egoísmo e do individualismo que representam...

Além disso, eu observaria as voltas do mundo... Sempre chega a hora daqueles que estão por baixo, dos oprimidos e excluídos, estarem por cima... Por exemplo, em um passado próximos, as pessoas que hoje governam o Brasil, eram chamadas de terroristas e de guerrilheiros, e perseguidos implacavelmente... Hoje governam o Brasil !!!
Reflexões rápidas
Assim como eu não sou bem-vindos nos círculos de algumas pessoas, em suas empresas, etc... Essas pessoas também não são bem-vindas no meu círculo, nos meus projetos e nem na minha casa...

E o pagamento, por uma questão de justiça, é feito na mesma moeda... É a velha história da espada e do ferido... E vivemos em uma época na qual a Justiça Divina é extremamente célere... O indivíduo faz o mal aqui, dez passos adiante, está recebendo o troco...

Tempo é uma coisa que não me preocupa... Inclusive, o tempo corre a meu favor... Quem caminha no sentido da evolução tem o tempo como aliado... O tempo se encarrega de matar inimigos e adversários e fixar as idéias e os projetos que construímos... Quem caminha contra a evolução tem o tempo como inimigo... Correm e lutam contra o tempo para não serem extintos e esquecidos... E, mesmo assim, são extintos e esquecidos !!!

Lembro dos professores da USP que, na época do Prof. Schenberg, lutavam para que nenhum computador fosse instalado na USP...Computador e calculadora, diziam os matemáticos, inibia a abstração e o raciocínio... E hoje, lembro-me dos professores que lutam para que o conhecimento, as informações e os saberes da universidade pública não seja aberto e nem seja democratizado... Em ambos os casos o fim será o mesmo: extinção e esquecimento !!! Estão contra a evolução...

Vão morrer, serão enterrados e, no dia seguinte, o conhecimento, os saberes e as informações começarão a ser abertos e democratizados... Certamente, há a possibilidade de serem derrotados e terem suas idéias massacradas ainda em vida, ou seja, podem presenciar a própria derrota do egoísmo e do individualismo que representam...

Além disso, eu observaria as voltas do mundo... Sempre chega a hora daqueles que estão por baixo, dos oprimidos e excluídos, estarem por cima... Por exemplo, em um passado próximos, as pessoas que hoje governam o Brasil, eram chamadas de terroristas e de guerrilheiros, e perseguidos implacavelmente... Hoje governam o Brasil !!!
Crimes financeiros
Eu acho que, além da prisão, nos casos de crimes financeiros, tem que ser aplicado, acima de tudo, a pena de confisco e expropriação do patrimônio do agente, dos laranjas e de todos aqueles que ganharam, auferiram vantagem, com a prática do crime...

Talvez a prisão seja uma pena insignificante para esse tipo de crime, pois o agente vai cumprir a pena na cadeia (comendo lagosta, igual o Carçola), depois sai e tem todo o dinheiro para gastar livremente, em algum paraíso fiscal do Caribe ou do Mediterrâneo...

Repetindo Posts
Estratégias jurídicas
Estou idealizando duas estratégias jurídicas:
1- A primeira é para obrigar os políticos a cumprirem as promessas de campanha... Caso não cumpram serem punidos com a perda do mandato... Se no direito privado, onde predomina a ampla autonomia da vontade, os pactos e promessas devem ser cumpridos, por que tolerar, no âmbito do direito público, mentiras e picaretagens... Os indivíduos criam um cenário de mentiras e maquiagem, enganam a população, furtam os votos dos cidadãos, se elegem e comandam a coisa pública até o final, usando uma cartilha de interesses obscuros e que ninguém conhecia... O reinado da mentira tem que acabar !!! Logo, temos que atacar, frontalmente, esse tipo de coisa...

2- A segunda é para tornar extremamente danoso e caro ao Estado e, pela tangente, aos governantes, a manutenção de presídios superlotados e de violações de direitos humanos dos presidiários... Considero que a melhor forma de atacar esse problema é propondo ações indenizatórias pesadíssimas contra o Estado e, uma vez vencida a demanda e paga a indenização, o Ministério Público, protegendo os recursos dos cidadãos, entra com ações regressivas contra os governantes, visando recuperar, tirar do patrimônio particular dos agentes públicos, aquilo que o Estado gastou com as indenizações...

Essa é a forma mais eficiente para solucionar o problema de presidíos superlotados (os governantes não constroem novos presídios porque não querem e não se importam com os direitos dos presos) e manutenção de carcereiros sádicos nessas instituições...

3- Além disso, continuo pensando como Cristovam Buarque: corrupção tem que ser crime hediondo !!! E tanto os corruptos quanto os corruptores devem ser enquadrados no mesmo tipo penal...

Curtas e rápidas

A verdade e a justiça estragam o negócio e a fonte de lucro de muita gente... Pessoas que construíram suas casas e suas riquezas sobre a exploração, a opressão e a exclusão dos mais fracos... Trabalhavam com a hipótese de que a verdade e a justiça jamais chegaria e se viesse seria combatida, encoberta ou escondida... É isso que estão tentando fazer hoje !!!

Eu não participei da construção do mundo no qual vivemos hoje... Eles, com suas sociedades secretas e seus comportamentos hipócritas, é que construíram esse caos social, esse mar de violência e repressão, essa sociedade excludente, indiferente e banal... O que estou tentando fazer é mudar a direção do trem desgovernado, é limpar a sujeira que dissemiram... Contudo, essa sujeira é uma fonte riqueza para muita gente...

O mal tem raízes profundas e já contaminou/dominou completamente a geração atual... Uma nova consciência, pensamentos limpos e um novo mundo para uma nova geração !!!

O mal que estão plantando
O mal que estão plantando hoje, reunido ao mal que já foi plantado, vai florescer com muita força e vai alcançar níveis avançados de poder... Os servos das trevas estão se alinhando e se ligando em todos os continentes... A maioria dos países já são controlados pelos Sith e se preparam para entregar suas forças para o senhor das trevas...


Não se engane... O mal está em toda parte e observa tudo e todos... Pior do que isso, cada vez se fortalece mais e obtém novos militantes... Inclusive, algumas instituições e países já não podem mais serem limpos, sem serem destruídos...

A lógica deles é que não estarão aqui para ver o negócio feder, porém os descendentes deles estarão e vão pagar o preço pelo que plantaram...

A Palavra do Senhor: 2 Samuel 24: 10-17
(...)
10 Sentiu Davi bater-lhe o coração, depois de haver recenseado o povo, e disse ao SENHOR: Muito pequei no que fiz; porém, agora, ó SENHOR, peço-te que perdoes a iniqüidade do teu servo; porque procedi mui loucamente.
11 Ao levantar-se Davi pela manhã, veio a palavra do SENHOR ao profeta Gade, vidente de Davi, dizendo:
12 Vai e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço; escolhe uma delas, para que te faça.
13 Veio, pois, Gade a Davi e lho fez saber, dizendo: Queres que sete anos de fome te venham à tua terra? Ou que, por três meses, fujas diante de teus inimigos, e eles te persigam? Ou que, por três dias, haja peste na tua terra? Delibera, agora, e vê que resposta hei de dar ao que me enviou.
14 Então, disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do SENHOR, porque muitas são as suas misericórdias; mas, nas mãos dos homens, não caia eu.
15 Então, enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até ao tempo que determinou; e, de Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo.
16 Estendendo, pois, o Anjo do SENHOR a mão sobre Jerusalém, para a destruir, arrependeu-se o SENHOR do mal e disse ao Anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, retira a mão. O Anjo estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.
17 Vendo Davi ao Anjo que feria o povo, falou ao SENHOR e disse: Eu é que pequei, eu é que procedi perversamente; porém estas ovelhas que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim e contra a casa de meu pai.
(...)
------------------------
Essa Palavra mostra que, muitas vezes, o povo paga pela estupidez praticada pelo governante. O governante vira as costas para Deus, para a Palavra de Deus, e a mão do Senhor pesa sobre o Povo...
Por isso, não podemos apoiar e nem votar em governantes corruptos e mentirosos... Dar poder e autoridade para esse tipo de gente, para servos do lado sombrio, é atrair desgraça e destruição sobre nós mesmos... Eles fazem o mal. O Povo paga o preço...
Crimes financeiros
Eu acho que, além da prisão, nos casos de crimes financeiros, tem que ser aplicado, acima de tudo, a pena de confisco e expropriação do patrimônio do agente, dos laranjas e de todos aqueles que ganharam, auferiram vantagem, com a prática do crime...

Talvez a prisão seja uma pena insignificante para esse tipo de crime, pois o agente vai cumprir a pena na cadeia (comendo lagosta, igual o Carçola), depois sai e tem todo o dinheiro para gastar livremente, em algum paraíso fiscal do Caribe ou do Mediterrâneo...

Repetindo Posts
Estratégias jurídicas
Estou idealizando duas estratégias jurídicas:
1- A primeira é para obrigar os políticos a cumprirem as promessas de campanha... Caso não cumpram serem punidos com a perda do mandato... Se no direito privado, onde predomina a ampla autonomia da vontade, os pactos e promessas devem ser cumpridos, por que tolerar, no âmbito do direito público, mentiras e picaretagens... Os indivíduos criam um cenário de mentiras e maquiagem, enganam a população, furtam os votos dos cidadãos, se elegem e comandam a coisa pública até o final, usando uma cartilha de interesses obscuros e que ninguém conhecia... O reinado da mentira tem que acabar !!! Logo, temos que atacar, frontalmente, esse tipo de coisa...

2- A segunda é para tornar extremamente danoso e caro ao Estado e, pela tangente, aos governantes, a manutenção de presídios superlotados e de violações de direitos humanos dos presidiários... Considero que a melhor forma de atacar esse problema é propondo ações indenizatórias pesadíssimas contra o Estado e, uma vez vencida a demanda e paga a indenização, o Ministério Público, protegendo os recursos dos cidadãos, entra com ações regressivas contra os governantes, visando recuperar, tirar do patrimônio particular dos agentes públicos, aquilo que o Estado gastou com as indenizações...

Essa é a forma mais eficiente para solucionar o problema de presidíos superlotados (os governantes não constroem novos presídios porque não querem e não se importam com os direitos dos presos) e manutenção de carcereiros sádicos nessas instituições...

3- Além disso, continuo pensando como Cristovam Buarque: corrupção tem que ser crime hediondo !!! E tanto os corruptos quanto os corruptores devem ser enquadrados no mesmo tipo penal...

Curtas e rápidas

A verdade e a justiça estragam o negócio e a fonte de lucro de muita gente... Pessoas que construíram suas casas e suas riquezas sobre a exploração, a opressão e a exclusão dos mais fracos... Trabalhavam com a hipótese de que a verdade e a justiça jamais chegaria e se viesse seria combatida, encoberta ou escondida... É isso que estão tentando fazer hoje !!!

Eu não participei da construção do mundo no qual vivemos hoje... Eles, com suas sociedades secretas e seus comportamentos hipócritas, é que construíram esse caos social, esse mar de violência e repressão, essa sociedade excludente, indiferente e banal... O que estou tentando fazer é mudar a direção do trem desgovernado, é limpar a sujeira que dissemiram... Contudo, essa sujeira é uma fonte riqueza para muita gente...

O mal tem raízes profundas e já contaminou/dominou completamente a geração atual... Uma nova consciência, pensamentos limpos e um novo mundo para uma nova geração !!!

O mal que estão plantando
O mal que estão plantando hoje, reunido ao mal que já foi plantado, vai florescer com muita força e vai alcançar níveis avançados de poder... Os servos das trevas estão se alinhando e se ligando em todos os continentes... A maioria dos países já são controlados pelos Sith e se preparam para entregar suas forças para o senhor das trevas...


Não se engane... O mal está em toda parte e observa tudo e todos... Pior do que isso, cada vez se fortalece mais e obtém novos militantes... Inclusive, algumas instituições e países já não podem mais serem limpos, sem serem destruídos...

A lógica deles é que não estarão aqui para ver o negócio feder, porém os descendentes deles estarão e vão pagar o preço pelo que plantaram...

A Palavra do Senhor: 2 Samuel 24: 10-17
(...)
10 Sentiu Davi bater-lhe o coração, depois de haver recenseado o povo, e disse ao SENHOR: Muito pequei no que fiz; porém, agora, ó SENHOR, peço-te que perdoes a iniqüidade do teu servo; porque procedi mui loucamente.
11 Ao levantar-se Davi pela manhã, veio a palavra do SENHOR ao profeta Gade, vidente de Davi, dizendo:
12 Vai e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço; escolhe uma delas, para que te faça.
13 Veio, pois, Gade a Davi e lho fez saber, dizendo: Queres que sete anos de fome te venham à tua terra? Ou que, por três meses, fujas diante de teus inimigos, e eles te persigam? Ou que, por três dias, haja peste na tua terra? Delibera, agora, e vê que resposta hei de dar ao que me enviou.
14 Então, disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do SENHOR, porque muitas são as suas misericórdias; mas, nas mãos dos homens, não caia eu.
15 Então, enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até ao tempo que determinou; e, de Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo.
16 Estendendo, pois, o Anjo do SENHOR a mão sobre Jerusalém, para a destruir, arrependeu-se o SENHOR do mal e disse ao Anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, retira a mão. O Anjo estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.
17 Vendo Davi ao Anjo que feria o povo, falou ao SENHOR e disse: Eu é que pequei, eu é que procedi perversamente; porém estas ovelhas que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim e contra a casa de meu pai.
(...)
------------------------
Essa Palavra mostra que, muitas vezes, o povo paga pela estupidez praticada pelo governante. O governante vira as costas para Deus, para a Palavra de Deus, e a mão do Senhor pesa sobre o Povo...
Por isso, não podemos apoiar e nem votar em governantes corruptos e mentirosos... Dar poder e autoridade para esse tipo de gente, para servos do lado sombrio, é atrair desgraça e destruição sobre nós mesmos... Eles fazem o mal. O Povo paga o preço...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Reunião
Enviaram-me, no dia 30/03/2009, um convite para participar de uma reunião realizada no dia 27/03/2009... Vou responder aos envolvidos que ainda não possuo nenhuma máquina do tempo... Logo, não poderei participar da reunião solicitada...

Certamente, vão achar que estou esnobando, que não quero me integrar ao grupo, que sou anti-social ou coisa parecida, contudo, estou dizendo a verdade... a pura verdade !!!
Reunião
Enviaram-me, no dia 30/03/2009, um convite para participar de uma reunião realizada no dia 27/03/2009... Vou responder aos envolvidos que ainda não possuo nenhuma máquina do tempo... Logo, não poderei participar da reunião solicitada...

Certamente, vão achar que estou esnobando, que não quero me integrar ao grupo, que sou anti-social ou coisa parecida, contudo, estou dizendo a verdade... a pura verdade !!!

domingo, 29 de março de 2009

O Diabo também lê a Bíblia
De acordo com o Pastor Silas Malafaia, e eu concordo plenamente com ele, o Diabo conhece a Bíblia melhor do que qualquer Teólogos... É um ser extremamente sagaz... Uma inteligência superior, só que voltada para o mal...

Portanto, quando o Diabo lê a Bíblia é para usá-la contra Deus... Sendo ele um ser maligno, a sua essência é má, ou seja, ele lê e usa a Bíblia para o mal, para confundir, para enganar, para mentir...

Agora leia a entrevista da Revista Época com o escritor norte-americano David Plotz... (Clique aqui)

Não só a Bíblia, mas todos os livros religiosos, livros sagrados, que ensinam um caminho para Deus, um caminho do bem, viram uma arma nas mãos do maligno... Palavras, idéias e ensinamentos são deturpados, corrompidos, reinterpretados e relidos com a finalidade única de disseminar e perpetrar o mal, causando desentendimentos, divisões, conflitos, violência e guerras...

Certamente, o tal escritor não é o Diabo, mas é alguém movido pelo senhor das trevas, assim como a revista que publicou a entrevista... Inclusive, no título da matéria já tem um ardil. O título sugere uma coisa e o conteúdo do artigo é outra coisa. É o contrário do título. Inegavelmente, o velho do truque do pai da mentira e de seus seguidores...
O Diabo também lê a Bíblia
De acordo com o Pastor Silas Malafaia, e eu concordo plenamente com ele, o Diabo conhece a Bíblia melhor do que qualquer Teólogos... É um ser extremamente sagaz... Uma inteligência superior, só que voltada para o mal...

Portanto, quando o Diabo lê a Bíblia é para usá-la contra Deus... Sendo ele um ser maligno, a sua essência é má, ou seja, ele lê e usa a Bíblia para o mal, para confundir, para enganar, para mentir...

Agora leia a entrevista da Revista Época com o escritor norte-americano David Plotz... (Clique aqui)

Não só a Bíblia, mas todos os livros religiosos, livros sagrados, que ensinam um caminho para Deus, um caminho do bem, viram uma arma nas mãos do maligno... Palavras, idéias e ensinamentos são deturpados, corrompidos, reinterpretados e relidos com a finalidade única de disseminar e perpetrar o mal, causando desentendimentos, divisões, conflitos, violência e guerras...

Certamente, o tal escritor não é o Diabo, mas é alguém movido pelo senhor das trevas, assim como a revista que publicou a entrevista... Inclusive, no título da matéria já tem um ardil. O título sugere uma coisa e o conteúdo do artigo é outra coisa. É o contrário do título. Inegavelmente, o velho do truque do pai da mentira e de seus seguidores...
Por falar em extinção
Lembro-me de um episódio da série Arquivo X que falava do assunto... Muitas verdades foram ditas e reveladas no meio da ficção da série Arquivo X... Mas, como sempre, poucos conseguem ver na penumbra...

Por falar em extinção
Lembro-me de um episódio da série Arquivo X que falava do assunto... Muitas verdades foram ditas e reveladas no meio da ficção da série Arquivo X... Mas, como sempre, poucos conseguem ver na penumbra...

Não podemos esquecer o Tibet
Resumo a ação da China, contra o Tibet hoje, em uma frase:
"Construção de apátridas..."
Tudo aquilo que estudamos sobre a ação dos nazistas contra os judeus se aplica aqui... O autoritarismo chinês tomou as terras e as riquezas dos Tibetanos... Expulsou-os de suas casas e eliminou a sua nacionalidade e trabalha para dispersá-los pelo mundo... Inegavelmente, estão fabricando apátridas...

Observações do Professor Celso Lafer
Hannah Arendt, a ruptura totalitária e a reconstrução dos Direitos Humanos

"Os direitos humanos foram sendo conjugados com a soberania nacional, consoante o modelo da Revolução Francesa.

A convergência entre os direitos de primeira, segunda e terceira geração baseara-se num pressuposto implícito: o padrão de normalidade era a distribuição, em escala mundial, dos seres humanos entre os Estados de que eram nacionais - um padrão que as realidades históricas do primeiro pós-guerra colocaram em questão.

Os refugiados e apátridas são expulsos da trindade Povo-Estado-Território. Estes assinalam, com a emergência do totalitarismo, o ponto de ruptura.

De fato, na medida em que os refugiados e apátridas se viram destituídos, com a perda da cidadania, dos benefícios do princípio da legalidade, não puderam valer-se dos direitos humanos, e não encontrando lugar - qualquer lugar - num mundo como o do século XX, inteiramente organizado e ocupado politicamente, tornaram-se efetivamente supérfluos, porque indesejáveis erga omnes, e acabaram encontrando o seu destino nos campos de concentração.

Daí a conclusão de Hannah Arendt, calcada na realidade das displaced persons e na experiência do totalitarismo, de que a cidadania é o direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos não é um dado. É um construído da convivência coletiva, que requer o acesso ao espaço público. É este acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de asserção dos direitos humanos.

Neste sentido, a reflexão arendtiana em "As origens do Totalitarismo" mostra a inadequação da tradição, pois os direitos humanos pressupõem a cidadania não apenas como um meio (o que já seria paradoxal, pois seria o artifício contingente da cidadania a condição necessária para assegurar um princípio universal), mas como um princípio substantivo, vale dizer: o ser humano, privado de seu estatuto político, na medida em que é apenas um ser humano, perde as suas qualidades substanciais, ou seja, a possibilidade de ser tratado pelos Outros como um semelhante, num mundo compartilhado.

As conseqüências e a atualidade desta conclusão foram recolhidas pelo Direito Internacional Público contemporâneo, que passou a considerar a nacionalidade como um direito humano fundamental e que procura substituir as insuficiências do mecanismo de proteção diplomática por garantias coletivas, confiadas a todos os Estados-partes nas Convenções Internacionais de Direitos Humanos.

Influenciaram também a jurisprudência norte-americana. Esta, ao absorver explicitamente a reflexão de Hannah Arendt, trouxe uma importante contribuição aos princípios do Direito Constitucional democrático na parte referente à inaceitabilidade da privação da cidadania como sanção.

De fato, o processo de asserção dos direitos humanos, enquanto invenção para a convivência coletiva, exige um espaço público, a que só se tem acesso por meio da cidadania.

Por isso, como apontou a Suprema Corte dos EUA, no mundo contemporÂneo destituir alguém de sua cidadania é tendencialmente expulsá-lo do mundo, tornando-o supérfluo e descartável, conforme revelou a experiência totalitária."

Judeus e Tibetanos
Você já percebeu que há semelhanças entre as histórias... Possuem uma terra especial... Possuem uma religião peculiar... Nações poderosas invadem e tomam suas terras... Dispersam o Povo... No exílio forma-se a resistência para recuperar o lar, a cultura, língua e religião...

Os Judeus conseguiram retornar. Agora estão em processo de pacificação com os demais povos... Os tibetanos ainda estão no meio da história... Ainda estão na diáspora... Será que também passarão por um holocausto, serão pisoteados, etc ???

No final, assim como os judeus retornaram, certamente, os tibetanos retornarão... E as nações poderosas, opressoras, exploradoras, etc, desaparecem sem deixar saudade...

A força de ambos os povos está na fé e vem da religião... A longo prazo, o espírito sempre vence a espada...
Não podemos esquecer o Tibet
Resumo a ação da China, contra o Tibet hoje, em uma frase:
"Construção de apátridas..."
Tudo aquilo que estudamos sobre a ação dos nazistas contra os judeus se aplica aqui... O autoritarismo chinês tomou as terras e as riquezas dos Tibetanos... Expulsou-os de suas casas e eliminou a sua nacionalidade e trabalha para dispersá-los pelo mundo... Inegavelmente, estão fabricando apátridas...

Observações do Professor Celso Lafer
Hannah Arendt, a ruptura totalitária e a reconstrução dos Direitos Humanos

"Os direitos humanos foram sendo conjugados com a soberania nacional, consoante o modelo da Revolução Francesa.

A convergência entre os direitos de primeira, segunda e terceira geração baseara-se num pressuposto implícito: o padrão de normalidade era a distribuição, em escala mundial, dos seres humanos entre os Estados de que eram nacionais - um padrão que as realidades históricas do primeiro pós-guerra colocaram em questão.

Os refugiados e apátridas são expulsos da trindade Povo-Estado-Território. Estes assinalam, com a emergência do totalitarismo, o ponto de ruptura.

De fato, na medida em que os refugiados e apátridas se viram destituídos, com a perda da cidadania, dos benefícios do princípio da legalidade, não puderam valer-se dos direitos humanos, e não encontrando lugar - qualquer lugar - num mundo como o do século XX, inteiramente organizado e ocupado politicamente, tornaram-se efetivamente supérfluos, porque indesejáveis erga omnes, e acabaram encontrando o seu destino nos campos de concentração.

Daí a conclusão de Hannah Arendt, calcada na realidade das displaced persons e na experiência do totalitarismo, de que a cidadania é o direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos não é um dado. É um construído da convivência coletiva, que requer o acesso ao espaço público. É este acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de asserção dos direitos humanos.

Neste sentido, a reflexão arendtiana em "As origens do Totalitarismo" mostra a inadequação da tradição, pois os direitos humanos pressupõem a cidadania não apenas como um meio (o que já seria paradoxal, pois seria o artifício contingente da cidadania a condição necessária para assegurar um princípio universal), mas como um princípio substantivo, vale dizer: o ser humano, privado de seu estatuto político, na medida em que é apenas um ser humano, perde as suas qualidades substanciais, ou seja, a possibilidade de ser tratado pelos Outros como um semelhante, num mundo compartilhado.

As conseqüências e a atualidade desta conclusão foram recolhidas pelo Direito Internacional Público contemporâneo, que passou a considerar a nacionalidade como um direito humano fundamental e que procura substituir as insuficiências do mecanismo de proteção diplomática por garantias coletivas, confiadas a todos os Estados-partes nas Convenções Internacionais de Direitos Humanos.

Influenciaram também a jurisprudência norte-americana. Esta, ao absorver explicitamente a reflexão de Hannah Arendt, trouxe uma importante contribuição aos princípios do Direito Constitucional democrático na parte referente à inaceitabilidade da privação da cidadania como sanção.

De fato, o processo de asserção dos direitos humanos, enquanto invenção para a convivência coletiva, exige um espaço público, a que só se tem acesso por meio da cidadania.

Por isso, como apontou a Suprema Corte dos EUA, no mundo contemporÂneo destituir alguém de sua cidadania é tendencialmente expulsá-lo do mundo, tornando-o supérfluo e descartável, conforme revelou a experiência totalitária."

Judeus e Tibetanos
Você já percebeu que há semelhanças entre as histórias... Possuem uma terra especial... Possuem uma religião peculiar... Nações poderosas invadem e tomam suas terras... Dispersam o Povo... No exílio forma-se a resistência para recuperar o lar, a cultura, língua e religião...

Os Judeus conseguiram retornar. Agora estão em processo de pacificação com os demais povos... Os tibetanos ainda estão no meio da história... Ainda estão na diáspora... Será que também passarão por um holocausto, serão pisoteados, etc ???

No final, assim como os judeus retornaram, certamente, os tibetanos retornarão... E as nações poderosas, opressoras, exploradoras, etc, desaparecem sem deixar saudade...

A força de ambos os povos está na fé e vem da religião... A longo prazo, o espírito sempre vence a espada...

sábado, 28 de março de 2009

Apocalipse

Navegando pela Web vislumbrei uma frase: "A terra já acabou muitas vezes." Na hora não parei para refletir sobre a frase e continuei buscando a informação que pretendia. Achei a informação, vi o video (era o trailer de um filme) e, de repente, tenho um insight: a frase permite visualizar e entender o apocalipse por um outro ângulo...

"A terra já acabou muitas vezes", mas ela continua aqui... Logo, quem acaba não é a terra, mas sim as espécies que habitam a terra... Portanto, eu poderia falar, ilustrativamente, que houve um apocalipse para os dinossauros e que muitas outras espécies, que habitam esse planeta, estão tendo os seus apocalipses... Certamente, para essas espécies o apocalipse precede a extinção completa...

Acho que pensar no apocalipse como destruição do planeta torna esse fato difícil de acontecer, ou seja, municia os incrédulos de argumentos... Começam a calcular os fenômenos que podem destruir completamente o planeta e chegam à conclusão que isso não vai ocorrer nos próximos milhões de anos... Logo, eles não precisam se preocupar com o apocalipse...

Estão certos, pois a destruição total do planeta é bem difícil de acontecer por causas naturais e até mesmo por causas artificiais... O aquecimento global e outras formas de poluição e destruição, incluindo bombas atômicas, matam as espécies, não o planeta !!!

O planeta é duro, mas o homem, a espécie humana, assim como outras espécies, não é !!! E o apocalipse para uma espécie, como disse anteriormente, não é novidade... Se acontece com as outras espécies por que não aconteceria com o homem ??? E planeta desabitado é o que mais tem por aí !!! Será que esses planetas também tiveram espécies e viveram apocalipses ???

O que diferencia o homem das outras espécies é exatamente isso que estou fazendo aqui, ou seja, temos informação, sabemos o que aconteceu com outras espécies (por exemplo, os dinossauros), sabemos que espécies de Nossa Era, contemporâneas a nós, estão entrando em extinção e desaparecendo (vivendo apocalipses) e fomos avisados (profecias) que isso também acontecerá conosco...

Para quem não tem fé, as probabilidades apontam para o mesmo ponto...

Apocalipse

Navegando pela Web vislumbrei uma frase: "A terra já acabou muitas vezes." Na hora não parei para refletir sobre a frase e continuei buscando a informação que pretendia. Achei a informação, vi o video (era o trailer de um filme) e, de repente, tenho um insight: a frase permite visualizar e entender o apocalipse por um outro ângulo...

"A terra já acabou muitas vezes", mas ela continua aqui... Logo, quem acaba não é a terra, mas sim as espécies que habitam a terra... Portanto, eu poderia falar, ilustrativamente, que houve um apocalipse para os dinossauros e que muitas outras espécies, que habitam esse planeta, estão tendo os seus apocalipses... Certamente, para essas espécies o apocalipse precede a extinção completa...

Acho que pensar no apocalipse como destruição do planeta torna esse fato difícil de acontecer, ou seja, municia os incrédulos de argumentos... Começam a calcular os fenômenos que podem destruir completamente o planeta e chegam à conclusão que isso não vai ocorrer nos próximos milhões de anos... Logo, eles não precisam se preocupar com o apocalipse...

Estão certos, pois a destruição total do planeta é bem difícil de acontecer por causas naturais e até mesmo por causas artificiais... O aquecimento global e outras formas de poluição e destruição, incluindo bombas atômicas, matam as espécies, não o planeta !!!

O planeta é duro, mas o homem, a espécie humana, assim como outras espécies, não é !!! E o apocalipse para uma espécie, como disse anteriormente, não é novidade... Se acontece com as outras espécies por que não aconteceria com o homem ??? E planeta desabitado é o que mais tem por aí !!! Será que esses planetas também tiveram espécies e viveram apocalipses ???

O que diferencia o homem das outras espécies é exatamente isso que estou fazendo aqui, ou seja, temos informação, sabemos o que aconteceu com outras espécies (por exemplo, os dinossauros), sabemos que espécies de Nossa Era, contemporâneas a nós, estão entrando em extinção e desaparecendo (vivendo apocalipses) e fomos avisados (profecias) que isso também acontecerá conosco...

Para quem não tem fé, as probabilidades apontam para o mesmo ponto...

sexta-feira, 27 de março de 2009

A Palavra do Senhor - AMós 5:10-15
(...) 10 “‘No portão odiaram o repreendedor e detestaram o orador de coisas perfeitas.

11 Portanto, visto que exigis a renda agrícola daquele que é de condição humilde e continuais a tirar dele o tributo de cereais, construístes casas de pedras lavradas, mas não continuareis a morar nelas; e plantastes vinhedos desejáveis, mas não continuareis a beber seu vinho.

12 Porque sei quantas são as vossas revoltas e quão fortes são os vossos pecados, vós os que sois hostis ao justo, vós os que aceitais peita e que tendes afastado os pobres até mesmo no portão.

13 Portanto, aquele que tiver perspicácia ficará quieto naquele tempo, porque será um tempo calamitoso.

14 “‘Buscai o que é bom e não o que é mau, para que possais continuar a viver; e para que assim venha a estar convosco Jeová, o Deus dos exércitos, assim como dissestes.

15 Odiai o que é mau e amai o que é bom, e dai à justiça um lugar no portão.
A Palavra do Senhor - AMós 5:10-15
(...) 10 “‘No portão odiaram o repreendedor e detestaram o orador de coisas perfeitas.

11 Portanto, visto que exigis a renda agrícola daquele que é de condição humilde e continuais a tirar dele o tributo de cereais, construístes casas de pedras lavradas, mas não continuareis a morar nelas; e plantastes vinhedos desejáveis, mas não continuareis a beber seu vinho.

12 Porque sei quantas são as vossas revoltas e quão fortes são os vossos pecados, vós os que sois hostis ao justo, vós os que aceitais peita e que tendes afastado os pobres até mesmo no portão.

13 Portanto, aquele que tiver perspicácia ficará quieto naquele tempo, porque será um tempo calamitoso.

14 “‘Buscai o que é bom e não o que é mau, para que possais continuar a viver; e para que assim venha a estar convosco Jeová, o Deus dos exércitos, assim como dissestes.

15 Odiai o que é mau e amai o que é bom, e dai à justiça um lugar no portão.
Repetindo de novo
O texto abaixo é de difícil compreensão para algumas pessoas... Para explicá-lo, e esse é o momento ideal, eu aponto a crise atual... Observe atentamente a ação do Estado na crise atual, seja ela natural ou artificial, e você verá exatamente o que está escrito abaixo... Dinheiro público/coletivo para bancos, compra de títulos podres e empresas falidas, etc...etc...etc...
"(...) quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação."

A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.

Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
-----------------
A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
--------------------
Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.
Repetindo de novo
O texto abaixo é de difícil compreensão para algumas pessoas... Para explicá-lo, e esse é o momento ideal, eu aponto a crise atual... Observe atentamente a ação do Estado na crise atual, seja ela natural ou artificial, e você verá exatamente o que está escrito abaixo... Dinheiro público/coletivo para bancos, compra de títulos podres e empresas falidas, etc...etc...etc...
"(...) quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação."

A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.

Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
-----------------
A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
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Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.
Observações do post abaixo
Atualmente encontramos uma concentração muito maior de pessoas honestas, retas e justas entre religiosos e seguidores sérios de uma religião do que em quaisquer outro meio...

A plataforma apregoada por muitas religiões, e seguidas por seus adeptos, constituem os grandes anseios da sociedade atual, por exemplo, justiça social, integridade nos negócios, etc...

Inegavelmente, algumas correntes que se dizem religiosas não o são verdadeiramente... São apenas empresas capitalistas disfarçadas de religião... Essas correntes usam a religião como um negócio, por isso, a competição por seguidores, o marketing, etc... Deus não habita nesse meio !!! Deus habita/está na geração dos justos (Salmo 14:5).

Além disso, a maioria das religiões atuais precisam passar por um processo de racionalização e eliminação de fanatismos e inutilidades que servem mais para dividir do que para ajuntar... Precisam cortar aquilo que é dogma de homem, aquilo que não constitui uma revelação divina ou que confronta com a essência daquela religião...

O fanatismo é cegueira religiosa. Assim como a corrupção degenera e destrói a política, o fanatismo degenera e destrói a religião.

Outra observação interessante é que a Ágora Grega pode ser mais facilmente reconstruída no meio religioso, entre pessoas que possuem um elemento comum, no caso a religião, do que entre indivíduos que não possuem um vínculo tão forte... Inclusive, há a expressão:"pessoas que se reúnem religiosamente..." para indicar uma sequência contínua e séria de reuniões...

Em uma época no qual os espaços públicos estão sendo dissolvidos e desaparecendo, as pessoas sendo fragmentadas e dispersas (nas palavras de Hannah Arendt: "indivíduos atomizados") as Igrejas resistem como espaço de vínculo, encontro, reunião e adoração... Certamente, esses liames estão sendo atacados e enfraquecidos, mas ainda servem como resistência contra a banalidade do mal, contra a atomização dos indivíduos... Resistem como meio e caminho para preservar o homem e os direitos humanos...

Nesse contexto, consciências limpas, justas e retas florescem, frutificam e se perpetuam com muito mais vigor e força no meio religioso, numa família religiosa, por exemplo, do que no meio daqueles que não acreditam em nada, não temem nada e não respeitam ninguém, nem o Criador e nem a Criação !!!
Observações do post abaixo
Atualmente encontramos uma concentração muito maior de pessoas honestas, retas e justas entre religiosos e seguidores sérios de uma religião do que em quaisquer outro meio...

A plataforma apregoada por muitas religiões, e seguidas por seus adeptos, constituem os grandes anseios da sociedade atual, por exemplo, justiça social, integridade nos negócios, etc...

Inegavelmente, algumas correntes que se dizem religiosas não o são verdadeiramente... São apenas empresas capitalistas disfarçadas de religião... Essas correntes usam a religião como um negócio, por isso, a competição por seguidores, o marketing, etc... Deus não habita nesse meio !!! Deus habita/está na geração dos justos (Salmo 14:5).

Além disso, a maioria das religiões atuais precisam passar por um processo de racionalização e eliminação de fanatismos e inutilidades que servem mais para dividir do que para ajuntar... Precisam cortar aquilo que é dogma de homem, aquilo que não constitui uma revelação divina ou que confronta com a essência daquela religião...

O fanatismo é cegueira religiosa. Assim como a corrupção degenera e destrói a política, o fanatismo degenera e destrói a religião.

Outra observação interessante é que a Ágora Grega pode ser mais facilmente reconstruída no meio religioso, entre pessoas que possuem um elemento comum, no caso a religião, do que entre indivíduos que não possuem um vínculo tão forte... Inclusive, há a expressão:"pessoas que se reúnem religiosamente..." para indicar uma sequência contínua e séria de reuniões...

Em uma época no qual os espaços públicos estão sendo dissolvidos e desaparecendo, as pessoas sendo fragmentadas e dispersas (nas palavras de Hannah Arendt: "indivíduos atomizados") as Igrejas resistem como espaço de vínculo, encontro, reunião e adoração... Certamente, esses liames estão sendo atacados e enfraquecidos, mas ainda servem como resistência contra a banalidade do mal, contra a atomização dos indivíduos... Resistem como meio e caminho para preservar o homem e os direitos humanos...

Nesse contexto, consciências limpas, justas e retas florescem, frutificam e se perpetuam com muito mais vigor e força no meio religioso, numa família religiosa, por exemplo, do que no meio daqueles que não acreditam em nada, não temem nada e não respeitam ninguém, nem o Criador e nem a Criação !!!

O fim da política

Vivemos em um mundo dominado pela política... Somos governados pela política... Contudo, a política, como a conhecemos hoje, não se perpetuará.  E a razão disso é a corrupção. Corrupção que atinge não só a política, mas todo o seu entorno, a burocracia estatal...

Nesse contexto surge a questão principal: o que faz um pessoa ser honesta ??? O que faz uma pessoa ser corrupta ??? A resposta é a ética, os valores, enfim, a consciência da pessoa... Quando mais contaminada pelo mal, mais egoísta e individualista for a consciência do sujeito, mais estará direcionada para a corrupção, mais facilmente poderá ser corrompida...

Portanto, em uma sociedade onde as consciências são contaminadas pelo mal, orientadas pelo egoísmo, pelo individualismo e por vaidades infinitas, banalidades, consumismo patológico, indiferença diante do sofrimento alheio, etc, a corrupção se torna uma consequência lógica, uma variável comum, uma variável típica, desse sistema...

A corrupção não está só na política, está em toda parte. É inerente, está na essência do sistema capitalista... Sistema que promove e dissemina as características citadas acima... Inegavelmente, um sistema onde a regra é a competição, uma forma de vencer sem competir é a corrupção... Corrupção das regras do sistema... Como é um comportamento típico do cenário, a intolerância à violação das regras, a punição, o inconformismo, enfim, tudo pode ser corrompido, tudo está sujeito à corrupção...

A política é uma forma do sistema se organizar e se manter... Como a política maneja, ou seja, manipula, bens e direitos alheios, exige uma consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade... Tem que ser inimigo da corrupção...

Consciência limpa é o contrário da consciência típica do sistema capitalista... Isso significa que a política está em extinção porque políticos virtuosos (consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade, etc) estão cada vez mais raros.. E quando todos sumirem, a política, entendida como administração honesta e reta da coisa pública, desaparece...

E o que vai restar ??? Restará o que já tem hoje: politiqueiros. A política se transfoma em um banco de negócio particular... Negócio particular que manejam bens e direitos pertencentes à coletividade... Esse tipo de política mata a república e levanta o império...

Inegavelmente, a política limpa e pura necessita de uma consciência nova... Uma consciência ética, reta e honesta, que respeita o livre-arbítrio e as diferenças, respeita a vida e o ser humano como pessoa, etc... 

É interessante observar que essa é a consciência típica, característica, de algumas religiões... E dessa observação dou o pulo do gato: no futuro, a religião vai substituir, vai tomar o lugar, da política, pois a consciência adequada para gerir a coisa pública, respeitar a vida, o livre-arbítrio, as diferenças, enfim, respeitar o ser humano como pessoa, somente será encontrada na religião....

O fim da política

Vivemos em um mundo dominado pela política... Somos governados pela política... Contudo, a política, como a conhecemos hoje, não se perpetuará.  E a razão disso é a corrupção. Corrupção que atinge não só a política, mas todo o seu entorno, a burocracia estatal...

Nesse contexto surge a questão principal: o que faz um pessoa ser honesta ??? O que faz uma pessoa ser corrupta ??? A resposta é a ética, os valores, enfim, a consciência da pessoa... Quando mais contaminada pelo mal, mais egoísta e individualista for a consciência do sujeito, mais estará direcionada para a corrupção, mais facilmente poderá ser corrompida...

Portanto, em uma sociedade onde as consciências são contaminadas pelo mal, orientadas pelo egoísmo, pelo individualismo e por vaidades infinitas, banalidades, consumismo patológico, indiferença diante do sofrimento alheio, etc, a corrupção se torna uma consequência lógica, uma variável comum, uma variável típica, desse sistema...

A corrupção não está só na política, está em toda parte. É inerente, está na essência do sistema capitalista... Sistema que promove e dissemina as características citadas acima... Inegavelmente, um sistema onde a regra é a competição, uma forma de vencer sem competir é a corrupção... Corrupção das regras do sistema... Como é um comportamento típico do cenário, a intolerância à violação das regras, a punição, o inconformismo, enfim, tudo pode ser corrompido, tudo está sujeito à corrupção...

A política é uma forma do sistema se organizar e se manter... Como a política maneja, ou seja, manipula, bens e direitos alheios, exige uma consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade... Tem que ser inimigo da corrupção...

Consciência limpa é o contrário da consciência típica do sistema capitalista... Isso significa que a política está em extinção porque políticos virtuosos (consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade, etc) estão cada vez mais raros.. E quando todos sumirem, a política, entendida como administração honesta e reta da coisa pública, desaparece...

E o que vai restar ??? Restará o que já tem hoje: politiqueiros. A política se transfoma em um banco de negócio particular... Negócio particular que manejam bens e direitos pertencentes à coletividade... Esse tipo de política mata a república e levanta o império...

Inegavelmente, a política limpa e pura necessita de uma consciência nova... Uma consciência ética, reta e honesta, que respeita o livre-arbítrio e as diferenças, respeita a vida e o ser humano como pessoa, etc... 

É interessante observar que essa é a consciência típica, característica, de algumas religiões... E dessa observação dou o pulo do gato: no futuro, a religião vai substituir, vai tomar o lugar, da política, pois a consciência adequada para gerir a coisa pública, respeitar a vida, o livre-arbítrio, as diferenças, enfim, respeitar o ser humano como pessoa, somente será encontrada na religião....

quinta-feira, 26 de março de 2009

Unificação do vestibular das Federais
É um passo gigantesco para tornar esse exame vestibular mais justo...

Uma prova única vai unificar o conteúdo a ser estudado em todo o país... Mais do que isso, cria a possibilidade do MEC criar um curso vestibular gratuito, oferecido via internet, ou distribuir materiais, exigidos nas provas, em dvd/cd e livros, etc, enviado para todas as bibliotecas e escolas públicas de segundo grau do país...

Dessa forma, as condições se aproximam... Aquilo que é ministrado nos cursinhos pré-vestibular pagos também estará acessível/disponível para estudantes de baixa-renda... Quem quer prestar esse vestibular é só estudar tais materiais... Materiais encontrados na própria escola pública ou nas bibliotecas públicas e também na internet...

Enfim, se souberem administrar e multiplicar essa idéia, muita coisa boa virá dela !!!

Essa mesma idéia pode ser aplicada ao Exame da OAB... Não precisa pensar nada diferente, é só seguir os passos, encaixar as peças...

“Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, planta uma árvore; e se forem para cem anos, instrui teu povo.”
Unificação do vestibular das Federais
É um passo gigantesco para tornar esse exame vestibular mais justo...

Uma prova única vai unificar o conteúdo a ser estudado em todo o país... Mais do que isso, cria a possibilidade do MEC criar um curso vestibular gratuito, oferecido via internet, ou distribuir materiais, exigidos nas provas, em dvd/cd e livros, etc, enviado para todas as bibliotecas e escolas públicas de segundo grau do país...

Dessa forma, as condições se aproximam... Aquilo que é ministrado nos cursinhos pré-vestibular pagos também estará acessível/disponível para estudantes de baixa-renda... Quem quer prestar esse vestibular é só estudar tais materiais... Materiais encontrados na própria escola pública ou nas bibliotecas públicas e também na internet...

Enfim, se souberem administrar e multiplicar essa idéia, muita coisa boa virá dela !!!

Essa mesma idéia pode ser aplicada ao Exame da OAB... Não precisa pensar nada diferente, é só seguir os passos, encaixar as peças...

“Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, planta uma árvore; e se forem para cem anos, instrui teu povo.”
O que eu diria para certas autoridades
A sua cabeça e as suas ações pertencem a um mundo que não existe mais !!! O tempo passou e você não evoluiu... E agora está tentando vestir, impôr, a novos tempos suas velhas idéias, seus velhos métodos... Inegavelmente, é um velho tentando vestir suas roupas de bebê !!! Ridículo, para não dizer "Impossible" !!!

Contudo, no geral estamos avançando... estamos nos adequando aos novos tempos e à nova realidade... A coisa está acontecendo !!!
O que eu diria para certas autoridades
A sua cabeça e as suas ações pertencem a um mundo que não existe mais !!! O tempo passou e você não evoluiu... E agora está tentando vestir, impôr, a novos tempos suas velhas idéias, seus velhos métodos... Inegavelmente, é um velho tentando vestir suas roupas de bebê !!! Ridículo, para não dizer "Impossible" !!!

Contudo, no geral estamos avançando... estamos nos adequando aos novos tempos e à nova realidade... A coisa está acontecendo !!!
Repetindo Post
Não confunda interesses do Estado com interesses coletivos... Em alguns casos eles se confundem, mas, na maioria das vezes, são distintos...
A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.
Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
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A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
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Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.

Repetindo Post
Não confunda interesses do Estado com interesses coletivos... Em alguns casos eles se confundem, mas, na maioria das vezes, são distintos...
A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.
Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
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A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
--------------------
Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.

Outra bandeira
É hora de levantar outra bandeira. Uma bandeira contra uma antiga fonte de injustiças, contra o Estado desvalido e hipossuficiente processual. Precisamos acabar com esse negócio de dar prazos maiores para o Estado propor suas ações ou para recorrer, incluindo o tal reexame necessário e outros institutos estapafúrdios que protegem o ente estatal...

A relação processual no qual o Estado é parte é, naturalmente, desigual... De um lado está a instituição mais forte da sociedade, com sua estrutura burocrática, seus procuradores especializados (muitas vezes renomados juristas), assessores e consultores graúdos, funcionários, estagiários, bibliotecas, equipamentos de ponta, etc... Do outro lado está o cidadão e seu advogado...

Inegavelmente, o Estado é, naturalmente, uma parte poderosa e altamente equipada, logo, não há nenhuma razão ou justificativa para lhe dar mais força, para tratá-lo como desvalido ou hipossuficiente processual, dando-lhe, prazos maiores e outras regalias processuais...

Os argumentos que utilizam para justificar tais medidas, prazos maiores, etc, eram válidos para os séculos XX, XIX e XVIII... Hoje, em pleno século XXI, não há razão para mantê-los... O Estado não tem só advogados, geralmente, tem os melhores advogados e juristas em sua folha de pagamento... E os casos de corrupção não justifica a inserção de desigualdades processuais no sistema...

Enfim, na Justiça, o Estado tem que ser igual o cidadão... Se for para dar prazos maiores, tem que ser para o cidadão e para o advogado que milita contra o "Grande Leviatã"... O cidadão, nessa relação processual, é a verdadeira parte hipossuficiente...

Paridade de armas, é disso que precisamos... Chega de desigualdades e de fortalecer quem já é forte demais !!!
Outra bandeira
É hora de levantar outra bandeira. Uma bandeira contra uma antiga fonte de injustiças, contra o Estado desvalido e hipossuficiente processual. Precisamos acabar com esse negócio de dar prazos maiores para o Estado propor suas ações ou para recorrer, incluindo o tal reexame necessário e outros institutos estapafúrdios que protegem o ente estatal...

A relação processual no qual o Estado é parte é, naturalmente, desigual... De um lado está a instituição mais forte da sociedade, com sua estrutura burocrática, seus procuradores especializados (muitas vezes renomados juristas), assessores e consultores graúdos, funcionários, estagiários, bibliotecas, equipamentos de ponta, etc... Do outro lado está o cidadão e seu advogado...

Inegavelmente, o Estado é, naturalmente, uma parte poderosa e altamente equipada, logo, não há nenhuma razão ou justificativa para lhe dar mais força, para tratá-lo como desvalido ou hipossuficiente processual, dando-lhe, prazos maiores e outras regalias processuais...

Os argumentos que utilizam para justificar tais medidas, prazos maiores, etc, eram válidos para os séculos XX, XIX e XVIII... Hoje, em pleno século XXI, não há razão para mantê-los... O Estado não tem só advogados, geralmente, tem os melhores advogados e juristas em sua folha de pagamento... E os casos de corrupção não justifica a inserção de desigualdades processuais no sistema...

Enfim, na Justiça, o Estado tem que ser igual o cidadão... Se for para dar prazos maiores, tem que ser para o cidadão e para o advogado que milita contra o "Grande Leviatã"... O cidadão, nessa relação processual, é a verdadeira parte hipossuficiente...

Paridade de armas, é disso que precisamos... Chega de desigualdades e de fortalecer quem já é forte demais !!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Sobre os precatórios
Repito a minha idéia:
"Um dos grandes problemas enfrentados pelos indivíduos que vencem demandas pecuniárias contra o Estado é o pagamento feito em precatórios... Precatórios, ninguém merece !!! Mas, é assim que é feito... Logo, temos que buscar uma solução para a questão...

Na minha opinião a solução é simples: basta tornar os precatórios títulos negociáveis na bolsa, uma espécie de título da dívida pública ou coisa parecida... Assim, podendo comprar e vender esses papéis, quem não pode esperar transfoma-os em dinheiro... Quem pode esperar adquire os papéis como investimento seguro."

Além disso, penso que a União deveria ser responsável pelo pagamento de todos os precatórios, incluindo aqueles dos municípios e estados... A União paga e depois desconta dos valores que tem que repassar para esses entes federativos... Sob a gerência da União ficaria mais fácil transfomar os precatórios em títulos negociáveis... O Banco Central ou o tesouro nacional, não sei que emite os títulos públicos para venda, poderia cuidar dessa transformação...

Uma solução simples e fácil...
Sobre os precatórios
Repito a minha idéia:
"Um dos grandes problemas enfrentados pelos indivíduos que vencem demandas pecuniárias contra o Estado é o pagamento feito em precatórios... Precatórios, ninguém merece !!! Mas, é assim que é feito... Logo, temos que buscar uma solução para a questão...

Na minha opinião a solução é simples: basta tornar os precatórios títulos negociáveis na bolsa, uma espécie de título da dívida pública ou coisa parecida... Assim, podendo comprar e vender esses papéis, quem não pode esperar transfoma-os em dinheiro... Quem pode esperar adquire os papéis como investimento seguro."

Além disso, penso que a União deveria ser responsável pelo pagamento de todos os precatórios, incluindo aqueles dos municípios e estados... A União paga e depois desconta dos valores que tem que repassar para esses entes federativos... Sob a gerência da União ficaria mais fácil transfomar os precatórios em títulos negociáveis... O Banco Central ou o tesouro nacional, não sei que emite os títulos públicos para venda, poderia cuidar dessa transformação...

Uma solução simples e fácil...
OAB sugere utilizar precatórios para pagamento de impostos e casa própria

Brasília, 24/03/2009 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, ao se reunir hoje (24) com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu a inclusão no substitutivo à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12 de um sistema pelo qual os precatórios não-quitados possam ser utilizados para pagar débitos contraídos por seus titulares, como impostos e outras obrigações assumidas junto à União e Estados, ou serem trocados por dívida ativa. A senadora é a nova relatora da PEC 12, que institui novo regime de pagamento dos precatórios por Estados e Municípios, considerada pela OAB como "a PEC do Calote", ao agravar as condições para o recebimento desses débitos, que já vem sendo postergados indefinidamente pelos entes públicos devedores. Estima-se que o total da dívida em precatórios da União, Estados e Municípios seja hoje cerca de R$ 100 bilhões.

Britto sugeriu também um mecanismo pelo qual os precatórios alimentares não-quitados possam ser aplicados no abatimento de prestações da casa própria. O presidente nacional da OAB voltou a criticar duramente a proposta original, de autooria do Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que para ele "representa a desmoralização do Poder Judiciário à medida que não respeita a sentença judicial e leiloa os créditos alimentares decididos pela Justiça". Os dirigentes da OAB pediram também que fique claramente definido no substitutivo que o pagamento do precatório de natureza alimentar tem prioridade nos orçamentos públicos.

Acompanharam Britto na audiência com a senadora, em seu gabinete, o presidente da Comissão Nacional de Legislação da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, o presidente da Seccional da OAB no Tocantins, Ercílio Bezerra, e membros da Comissão Especial dos Credores Públicos (Precatórios) da entidade, Flávio Brando e Eduardo Gouveia.
OAB sugere utilizar precatórios para pagamento de impostos e casa própria

Brasília, 24/03/2009 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, ao se reunir hoje (24) com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu a inclusão no substitutivo à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12 de um sistema pelo qual os precatórios não-quitados possam ser utilizados para pagar débitos contraídos por seus titulares, como impostos e outras obrigações assumidas junto à União e Estados, ou serem trocados por dívida ativa. A senadora é a nova relatora da PEC 12, que institui novo regime de pagamento dos precatórios por Estados e Municípios, considerada pela OAB como "a PEC do Calote", ao agravar as condições para o recebimento desses débitos, que já vem sendo postergados indefinidamente pelos entes públicos devedores. Estima-se que o total da dívida em precatórios da União, Estados e Municípios seja hoje cerca de R$ 100 bilhões.

Britto sugeriu também um mecanismo pelo qual os precatórios alimentares não-quitados possam ser aplicados no abatimento de prestações da casa própria. O presidente nacional da OAB voltou a criticar duramente a proposta original, de autooria do Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que para ele "representa a desmoralização do Poder Judiciário à medida que não respeita a sentença judicial e leiloa os créditos alimentares decididos pela Justiça". Os dirigentes da OAB pediram também que fique claramente definido no substitutivo que o pagamento do precatório de natureza alimentar tem prioridade nos orçamentos públicos.

Acompanharam Britto na audiência com a senadora, em seu gabinete, o presidente da Comissão Nacional de Legislação da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, o presidente da Seccional da OAB no Tocantins, Ercílio Bezerra, e membros da Comissão Especial dos Credores Públicos (Precatórios) da entidade, Flávio Brando e Eduardo Gouveia.
Repetindo posts
O Deus de Abrahão

Uma história do Povo Judeu - Hans Borger - Editora Sêfer - 1999 p. 23
(...)
O Deus de Abrão pouca semelhança tem com os modelos politeístas contemporâneos. Não foi criado, não nasceu nem morre, não tem colegas nem rivais, ascendência ou descendência, não tem corpo, sexo ou origem, não exige templos ou sacerdotes. E abomina o rito pagão do sacrifício de vidas humanas, o qual é abolido a partir da não-consumada imolação de Isaac - o filho que Abrão tem com sua esposa, Sarai - no grandioso cenário da Akedah.

Os encontros e os colóquios dos patriarcas com seu Deus possuem uma qualidade nova, que é transmitida de geração em geração: a convivência, o diálogo, a intimidade - se assim se pode dizer - com esse Deus dos Pais, Deus que não só se revela aos fiéis como - também isto é novo - busca os homens, vai atrás deles, cuida do destino humano, sem intermediários profissionais.

Entre outros povos da Antiguidade - Egito, Suméria, Assíria - teria havido espaço para um processo mitológico, Abrão tornando-se ele próprio a divindade de um novo culto. Mas aqui, no Gênesis, não nasce o deus abrão, mas o Deus de Abrahão.
(...)
Em decorrência do Pacto, e como que simbolizando as mudanças com que ele impregnou suas personalidades, o nome de Abrão passa a ser Abrahão e o de Sarai, Sarah. (...)

Plataforma dos grandes sábios
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

Ensinamento de grandes sábios através de algumas de suas "plataformas" características:

-- Servir sem esperar recompensa (Antígono);

-- Seja sua casa um lugar de reunião de sábios (José ben Ioezer);

-- Afasta-te de má companhia (Nitai);

-- Ama o trabalho e não procures o favor dos governos (Shemaia);

-- Não julgues o teu próximo até que te encontres na sua situação e não te apartes da comunidade (Hilel);

-- Fala pouco e faz muito (Shamai);

-- Arranja um mestre para dirimir dúvidas (Raban Gamaliel);

-- Estudar a Lei não basta, é preciso praticá-la (Simeon ben Gamaliel);

-- O mundo mantém-se pela verdade, pela paz e pela justiça (Simeon ben Gamaliel);

-- A convivência com ignorantes abrevia a vida (Dossá);

-- Tudo está previsto, mas o homem tem livre-arbítrio (Akiva);

-- Onde não há pão não há lei e sem lei não há pão (Eleazar ben Azariá).

-- Um certo dia, enquanto estava caminhando pela estrada, rabi Iochanan viu um homem plantando uma alfarrobeira. E ele perguntou-lhe: "Quanto tempo vai levar para esta árvore dar frutos ?" "Setenta anos", o homem respondeu. "E tens certeza que ainda viverás setenta anos para comer dos seus frutos ?" Ao que o homem retrucou: "Eu encontrei este mundo cheio de alfarrobeiras plenamente crescidas; assim como os meus antepassados plantaram para mim, eu estou plantando para meus filhos." (Bialik 203.7; B.Ta 23a)
Repetindo posts
O Deus de Abrahão

Uma história do Povo Judeu - Hans Borger - Editora Sêfer - 1999 p. 23
(...)
O Deus de Abrão pouca semelhança tem com os modelos politeístas contemporâneos. Não foi criado, não nasceu nem morre, não tem colegas nem rivais, ascendência ou descendência, não tem corpo, sexo ou origem, não exige templos ou sacerdotes. E abomina o rito pagão do sacrifício de vidas humanas, o qual é abolido a partir da não-consumada imolação de Isaac - o filho que Abrão tem com sua esposa, Sarai - no grandioso cenário da Akedah.

Os encontros e os colóquios dos patriarcas com seu Deus possuem uma qualidade nova, que é transmitida de geração em geração: a convivência, o diálogo, a intimidade - se assim se pode dizer - com esse Deus dos Pais, Deus que não só se revela aos fiéis como - também isto é novo - busca os homens, vai atrás deles, cuida do destino humano, sem intermediários profissionais.

Entre outros povos da Antiguidade - Egito, Suméria, Assíria - teria havido espaço para um processo mitológico, Abrão tornando-se ele próprio a divindade de um novo culto. Mas aqui, no Gênesis, não nasce o deus abrão, mas o Deus de Abrahão.
(...)
Em decorrência do Pacto, e como que simbolizando as mudanças com que ele impregnou suas personalidades, o nome de Abrão passa a ser Abrahão e o de Sarai, Sarah. (...)

Plataforma dos grandes sábios
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

Ensinamento de grandes sábios através de algumas de suas "plataformas" características:

-- Servir sem esperar recompensa (Antígono);

-- Seja sua casa um lugar de reunião de sábios (José ben Ioezer);

-- Afasta-te de má companhia (Nitai);

-- Ama o trabalho e não procures o favor dos governos (Shemaia);

-- Não julgues o teu próximo até que te encontres na sua situação e não te apartes da comunidade (Hilel);

-- Fala pouco e faz muito (Shamai);

-- Arranja um mestre para dirimir dúvidas (Raban Gamaliel);

-- Estudar a Lei não basta, é preciso praticá-la (Simeon ben Gamaliel);

-- O mundo mantém-se pela verdade, pela paz e pela justiça (Simeon ben Gamaliel);

-- A convivência com ignorantes abrevia a vida (Dossá);

-- Tudo está previsto, mas o homem tem livre-arbítrio (Akiva);

-- Onde não há pão não há lei e sem lei não há pão (Eleazar ben Azariá).

-- Um certo dia, enquanto estava caminhando pela estrada, rabi Iochanan viu um homem plantando uma alfarrobeira. E ele perguntou-lhe: "Quanto tempo vai levar para esta árvore dar frutos ?" "Setenta anos", o homem respondeu. "E tens certeza que ainda viverás setenta anos para comer dos seus frutos ?" Ao que o homem retrucou: "Eu encontrei este mundo cheio de alfarrobeiras plenamente crescidas; assim como os meus antepassados plantaram para mim, eu estou plantando para meus filhos." (Bialik 203.7; B.Ta 23a)
O nome de Deus
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

A majestosa eloquência do Êxodo 3-4 narra o encontro entre Deus e Moisés. Quatro vezes Moisés tenta esquivar-se: ele sente-se inadequado para a missão, ele inquire sobre em nome de quem falará, ele tem dúvidas sobre se vão escutá-lo e, finalmente, argumenta que não é orador:

Moisés, Moisés ! Não te aproximes. Tira teus sapatos porque o lugar em que estás é sagrado.
Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abrahão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob.
E Moisés cobriu sua face pois temia olhar Deus.

E Deus falou: Eu vi, sim eu vi a aflição do meu povo que está aí no Egito e ouvi o seu clamor. Agora vem, pois te enviarei ao Faraó para que tires do Egito os filhos de Israel, meu povo.

E disse Moisés: Quem sou eu para ir ao Faraó e tirar os filhos de Israel do Egito ?
E falou Deus: EU estarei contigo !
E Moisés: Quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser ' O Deus de vossos pais enviou-me a vós', e eles me perguntarem 'Mas qual é o Seu nome ?' o que vou responder ?
E falou Deus: Eu sou quem sou. (Ex. 3:4-14)

O maravilhoso mistério inerente a esta resposta ressoa através dos séculos. Ela visa impedir o homem de exercer as magias que a posse do segredo de um nome supostamente confere, segredo com o qual acredita poder conjurar a presença da divindade e manipular seus poderes.

Muitas traduções da estranha expressão hebraica têm sido propostas: Eu sou quem sou. Eu serei o que serei. Eu sou quem serei. E incontáveis especulações foram feitas acerca da enigmática resposta de como Deus define - ou recusa definir - o seu nome.

Os judeus sempre relutaram em pronunciar o tetragrama - as quatro letras que compõem o inefável nome de Deus - mas, como a antiga escrita hebraica não tinha vogais - somente consoantes -, perdeu-se para sempre a certeza de sua pronúncia correta.

E disse Moisés: Eles não me crerão, nem ouvirão.
E disse para ele o Eterno: Caso não creiam nos sinais que fareis... as águas do Nilo se transformarão em Sangue. (Ex. 4:1;9)

Uma última duvida ainda subsiste: Moisés não é orador:

Eu não sou homem de oratória, sou de boca pesada e língua difícil ! (Ex. 4:10)

Mas só para os falsos profetas e os demagogos a histérica e eloquência é um atributo indispensável.

EU estarei junto a tua boca e te ensinarei o que terás que dizer. (Ex. 4:12)

Moisés, o fugitivo, o pastor, transforma-se em Moisés, o líder, Moisés, o profeta, o inspirado mensageiro.
O nome de Deus
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

A majestosa eloquência do Êxodo 3-4 narra o encontro entre Deus e Moisés. Quatro vezes Moisés tenta esquivar-se: ele sente-se inadequado para a missão, ele inquire sobre em nome de quem falará, ele tem dúvidas sobre se vão escutá-lo e, finalmente, argumenta que não é orador:

Moisés, Moisés ! Não te aproximes. Tira teus sapatos porque o lugar em que estás é sagrado.
Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abrahão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob.
E Moisés cobriu sua face pois temia olhar Deus.

E Deus falou: Eu vi, sim eu vi a aflição do meu povo que está aí no Egito e ouvi o seu clamor. Agora vem, pois te enviarei ao Faraó para que tires do Egito os filhos de Israel, meu povo.

E disse Moisés: Quem sou eu para ir ao Faraó e tirar os filhos de Israel do Egito ?
E falou Deus: EU estarei contigo !
E Moisés: Quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser ' O Deus de vossos pais enviou-me a vós', e eles me perguntarem 'Mas qual é o Seu nome ?' o que vou responder ?
E falou Deus: Eu sou quem sou. (Ex. 3:4-14)

O maravilhoso mistério inerente a esta resposta ressoa através dos séculos. Ela visa impedir o homem de exercer as magias que a posse do segredo de um nome supostamente confere, segredo com o qual acredita poder conjurar a presença da divindade e manipular seus poderes.

Muitas traduções da estranha expressão hebraica têm sido propostas: Eu sou quem sou. Eu serei o que serei. Eu sou quem serei. E incontáveis especulações foram feitas acerca da enigmática resposta de como Deus define - ou recusa definir - o seu nome.

Os judeus sempre relutaram em pronunciar o tetragrama - as quatro letras que compõem o inefável nome de Deus - mas, como a antiga escrita hebraica não tinha vogais - somente consoantes -, perdeu-se para sempre a certeza de sua pronúncia correta.

E disse Moisés: Eles não me crerão, nem ouvirão.
E disse para ele o Eterno: Caso não creiam nos sinais que fareis... as águas do Nilo se transformarão em Sangue. (Ex. 4:1;9)

Uma última duvida ainda subsiste: Moisés não é orador:

Eu não sou homem de oratória, sou de boca pesada e língua difícil ! (Ex. 4:10)

Mas só para os falsos profetas e os demagogos a histérica e eloquência é um atributo indispensável.

EU estarei junto a tua boca e te ensinarei o que terás que dizer. (Ex. 4:12)

Moisés, o fugitivo, o pastor, transforma-se em Moisés, o líder, Moisés, o profeta, o inspirado mensageiro.